Naquele fim de manhã, Benjamin havia decidido passar pelo resort em que Georgia, sua melhor amiga, trabalhava. Um pouco mais cedo, ele havia encontrado uma roupa de surfe quase do tamanho do pequeno Ben e, portanto, queria tentar convencê-la de que seria bom para ambos que o mais novo passasse um tempo aprendendo a surfar com o 'tio Ben'. Chegou no hotel sorridente e rapidamente perguntou pela amiga na recepção, encaminhando-se em seguida para onde tinham direcionado-o. Porém, suas feições animadas logo se desfizeram após o louro adentrar o elevador e perceber que @cedricxking também estava ali. Cumprimentou-o com um breve aceno de cabeça. Os dois, desde a infância, não se gostavam. Benjamin nunca soubera exatamente por que não gostava do moreno, apenas não se davam muito bem. Alguns instantes depois, as portas do elevador se fecharam e ele iniciou sua subida, parando subitamente logo em seguida. As portas não se abriram e Benjamin percebeu que estavam presos. "Merda." disse baixo, virando seu olhar para Cedric. "Você sabe como nos tirar daqui? Er..." sua voz soou um tanto autoritária, o que não era sua intenção no momento. De repente, lembrou-se de que havia, naquele dia, se oferecido para buscar Orion na escola. "A Noah vai me matar..."
Ramona tinha os pés jogados em cima de uma das mesas que ficavam na orla da praia, um caderno no colo e uma das canetas balançando tranquilamente entre seus dedos tentando em vão colocar seus pensamentos em letras que fizesse algum sentindo para a morena e que mais tarde poderiam ser transformadas em música, mas infelizmente sua inspiração tinha decido que iria ficar na inercia naquele dia. A garota suspirou irritada percebendo que não adiantaria nada ficar ali e forçando suas ideias quando as mesmas não queriam dar o ar da graça. Ouviu alguém falando sozinhx e estreitou os olhos para tentar reconhecer que tinha acabado de falar com ela. “Okay, essa é a coisa mais idiota que eu já ouvi na minha vida.” Virou a cabeça para olhar não reconhecendo a pessoa dando de ombros logo depois. “E acredite eu falo muita idiotice.”
Benjamin, desde a infância, tinha grande apreço pela literatura e gostava de escrever pequenos parágrafos e poemas, mesmo que jamais houvesse compartilhado-os com ninguém. Para ele, a praia, quando mais calma, era um excelente ambiente para se concentrar por alguns minutos e tinha o costume de ir algumas tardes para um local mais afastado dos pontos de surfe, apenas para arejar a cabeça. Naquele momento, o louro estava tão compenetrado em seus versos que sequer percebeu que transmitia seus pensamento em voz alta. De repente, Benjamin se assustou com a familiaridade da voz que era dirigida a ele. "O quê? Eu não tava falando nada... Ou tava?" arqueou a sobrancelha, em dúvida. "Mona, há quanto tempo você 'tá aí?"
Como estava muito escuro e havia agido mais por instinto, Ronnie sequer se deu conta de quem era a pessoa que havia puxado para junto de si. Pelo menos não até sentir um cheiro familiar e escutar… aquela voz. Por alguns segundos, ficou perplexa com o que estava vendo - ou quase isso - bem na sua frente. No fundo sentiu vontade de sair daquele buraco e puxá-lo para um lugar mais claro, para certificar-se de que era real. Mas desfez-se desse devaneio assim que lembrou-se do motivo de estar enfiada naquele espaço estreito junto dele “Mas… o que? Claro que não, do que você ta falando?” indagou baixinho com a testa franzida. Quanta audácia! “Por que acha que eu viria atrás de você, Benjamin?” sua voz escapou num murmúrio, carregada de desdém, como quando se conheceram. A morena escutou algumas vozes pela rua, o que provavelmente indicava que aqueles rapazes não haviam desistido de encontrá-lo, fazendo-a levar uma das mãos novamente a boca dele “E trate de falar mais baixo, garçon” sussurrou, deixando seu sotaque escapar-lhe fortemente, e voltou a abaixar a mão. Como desde pequena sabia todas as técnicas de defesa e era muito bem treinada, podia até tentar dar conta dos quatro, mas não queria arriscar. Até porque se soubesse que era Ben correndo perigo, não teria dado o mínimo trabalho de salvá-lo. Pensou, mentindo para si mesma.
Benjamin jamais foi um rapaz mulherengo, mesmo que durante a sua adolescência seu físico de surfista tenha chamado bastante a atenção das pessoas. Entretanto, na semana em que esteve na França, ele havia se transformado em tudo o que repudiava e arrependia-se de como simplesmente havia esquecido. Porém, tentava amenizar sua culpa interna ao lembrar de que poucas semanas depois esteve naquela infeliz onda no Havaí. O louro observou, ou ao menos tentou, a garota que estava a sua frente. Ela não havia mudado nada e surpreendentemente Ben se assustou com a familiaridade que o rosto de Ronnie trazia. "Você não morava na França?" sussurrou mas ainda com um tom firme. "A Austrália é bem grande e você vem justo pra Deauville, é no mínimo estranho." àquela altura, Ben havia se esquecido completamente da situação em que se encontravam e falara com a voz mais alta do que deveria. Quando ouviu uma movimentação vindo na direção deles, puxou Ronnie pelo braço até o fundo do beco em que estavam. Havia uma pequena passagem por trás das casas que haviam ali, era apertado mas eles estariam em segurança. "Eu vou primeiro ou você vai?"
um pequeno alívio percorreu seu corpo já que sabia que benjamin tinha consciência dos cuidados para com as pequenas tartarugas e acabou até sorrindo para ele quando o viu. ‘oi ben… desculpe não te avisar dos nascimentos’ a voz soou levemente arrependida, mas ao mesmo tempo sua consciência parecia limpa já que não teve tempo para avisar ninguém sobre aquilo, ficara tão ocupada as observando e tentando saber como faria para elas andarem até o mar em segurança, que nem pensara em avisar ninguém. um sentimento de orgulho preencheu toda a francesa assim que todos os filhotes pareceram caminhar em segurança até o mar e até o menor deles tinha conseguido fazer a travessia sem muitos problemas e somente quando a última delas entrou no mar fora que ella ergueu os olhos para fitar benjamin e sorriu para ele. ‘obrigada, ben. são 168 tartaruguinhas, um pouco mais que o ano passado’ disse já com seu caderno de anotações para anotar aquelas informações antes que esquecesse.
"Tranquilo, eu entendo. Acabei vindo de qualquer forma, mesmo que não quisesse me avisar não teria se livrado de mim." disse em um tom divertido, sorrindo em seguida. Sabia que Ella havia se distraído com os animais e simplesmente se esquecera, ela preocupava-se com coisas, ou melhor, criaturas mais importantes. O louro observou atentamente os pequenos filhotes se encaminhando ao mar e olhou brevemente para a garota, sorrindo com a expressão dela. A possibilidade de presenciar aspectos tão bonitos da natureza era uma das razões que havia feito o jovem se apaixonar pela praia, ainda criança, e sentia-se bem em ter uma pessoa que compartilhasse do mesmo sentimento. "168?! Não pareciam tantas... Eu não consegui te ajudar tanto quanto eu queria, esses dias foram bem movimentados, mas parece que você se saiu bem sozinha. Eu nem fiz falta."
A morena forçou uma expressão de falsa mágoa com a brincadeira alheia, revirando os olhos em seguida para o mais velho. “Please, you love me. E não vive sem mim.” Piscou divertidamente antes de aliviá-lo ao pegar uma das sacolas de suas mãos, dando-lhe as costas para entrar. Ao ouvi-lo, Georgia abriu a sacola para espiar seu conteúdo. “Ai, meu deus, eu te amo! Literalmente, você salvou a minha vida hoje.” Admitiu, caminhando até a cozinha esperando que ele a seguisse. “Eu estava… mais ou menos.” A Morgan fez uma careta. “Não sei se podemos chamar aquilo de escrita. É meio complicado escrever com pouco tempo e… Nah, acho que só estou procurando uma desculpa pra minha inutilidade e falta de inspiração. O que vamos cozinhar?”
"Convencida." brincou e sorriu em seguida. "É, eu não vivo sem você mesmo. Você venceu." fez uma careta e agradeceu a ajuda com um aceno de cabeça. Entrou na casa da amiga atrás dela e a seguiu até a cozinha. "De nada." deu uma piscadela. "Achei que você estaria cansada e hoje eu tava a fim de cozinhar." deu de ombros, colocando as sacolas que permaneciam nas suas mãos em um dos balcões. "Entendo, ter uma criança pra cuidar não é fácil..." disse calmamente, lembrando-se da irmã mais velha. "Qualquer hora, eu fico um dia com o Ben pra que você consiga escrever um pouco. Ou fazer alguma coisa de adulto..." falou sugestivo e, em seguida, sorriu de lado. "Spaghetti à Carbonara. Encontrei uma receita da minha avó essa semana e queria fazer."
Não pode esconder o sorriso quando viu a felicidade do garoto de estar ali em algum lugar que ele conhecia, eram essas pequenas coisas que traziam uma leveza a Katherine. Ela passou levemente as mãos nas costas da criança como um tchau e voltou sua atenção para Benjamin “Não fala que me deve algo porque você sabe que eu vou cobrar algum dia e ficar devendo para mim não é uma coisa boa” inclinou a cabeça levemente, dando um sorriso “Eu sempre fico aqui até escurecer, não tem muito mais o que se fazer em Deauville do que ficar na praia” deu de ombros, dando alguns passos em direção ao balcão onde o loiro se encontrava “Você está me chamando para sair Ben?” levantou uma das sobrancelhas, o encarando com uma expressão suave.
Benjamin sorriu e em seguida riu de forma um tanto sarcástica. "Por que não é uma coisa boa? Você não me intimida, Kate." cruzou os braços e, de forma inconsciente, deixou sua postura ereta, fazendo com que a diferença de altura entre os dois ficasse ainda mais evidente. "Verdade... De vez em quando eu queria que tivessem outras coisas pra fazer aqui." suspirou e em seguida deu de ombros. "Pelo menos a escola ocupa todo o meu tempo." fez uma careta. "Er..." coçou a nuca. "Sim? Você é minha amiga e amigos saem, não?"
Ronnie havia saído tarde do Resort, por isso caminhava aquela hora da noite pelas ruas desertas de Deauville, seguindo o caminho de seu apartamento. Ela não estava fardada e nem sequer armada, obviamente, já que não encontrava-se mais em horário de serviço. Ao atravessar uma das ruas, a policial observou quatro rapazes seguindo uma pessoa que andava entretida no celular “Que burrice” ela murmurou para si mesma, revirando os olhos. A pessoa caminhava em sua direção, prestes a virar a esquina, enquanto os outros quatro vinham por trás um tanto distante, mas nitidamente com más intenções. Ronnie, ao perceber que não haviam lhe visto, decidiu esconder-se dentro de um pedaço escuro da parede cavada de uma casa, podendo supor que era uma espécie de cabine de lixo. Assim que a pessoa entretida no celular virou a esquina, a morena sem hesitar, puxou-a para o espaço estreito dentro da parede junto consigo, tapando-lhe a boca com uma das mãos antes que pudesse soltar qualquer ruído “Shh…” pediu num murmúrio, enquanto esperava os rapazes passar por eles “Deveria prestar mais atenção por onde anda…” sussurrou, tirando a mão da boca dx outrx. Por mais escondidos que estivessem, dava pra perceber os rapazes procurando pela vítima desaparecida “Merde!”
Ben não havia percebido o passar das horas naquela noite e, portanto, tinha acabado de sair da escola de surfe. Ele costumava administrar boa parte das coisas no estabelecimento e, visto que dava aulas o dia todo, era bastante usual vê-lo no local durante a madrugada. Deauville não costumava ser uma cidade perigosa e, dessa forma, Benjamin caminhava distraidamente mexendo em seu celular, despreocupado com o horário. De repente, o louro sentiu uma mão lhe puxar em direção a um beco que havia ali perto e assustou-se. "Holy shit, o que é... Ronnie?" disse surpreso, com uma de suas sobrancelhas arqueadas. O seu caminho e o da morena haviam se cruzado alguns anos antes, enquanto ele participava de uma competição na França, um pouco antes do seu acidente. Benjamin olhou para o lado, percebendo a movimentação de quatro garotos que deveriam estar atrás dele. Assim que os quatro saíram de seu campo de visão, Ben relaxou e, suspirando, disse: "O que você faz aqui? Faz um tempo desde a última vez que te vi..." cruzou os braços. "Você não veio pra Deauville por minha causa, ou veio?"
Amava muitas coisas, o rap, seus amigos, sua mãe, beber e pegação, mas havia outra coisa que dominava o coraçãozinho do Huan: a praia. Não via tanta graça em surfar, mas gostava muito de nadar, do mar, da areia e do sol. Apesar de não estar tão quente por não estarem mais no verão, alguns turistas gostavam de ir a praia e ter aulas de surf, por isso o guia turístico sempre incluía em seus passeios uma visita a praia. Naquele dia não seria diferente e de quebra ainda veria @bcnjxminl, além de conseguir mais clientes para o brother.
Vários turistas, muitas línguas estranhas, mas a mesma coisa refletida em seus olhares: encantamento. A praia de Deuville era uma das mais belas da Austrália. Huan cruzou os braços e olhou convencido para o grupo, tendo certeza de que tinha feito um bom trabalho. Marcou um horário para retorno ao resort e os dispensou para que explorassem a praia.
Buscou com os olhos por Ben e não demorou em avistá-lo. “Trouxe alguns turistas, alguns vão querer aulas. Já adianto que tem umas gringas bem gostosas no grupo e isso quer dizer que precisamos aproveitar, my brother”.
Ben estava um tanto estressado naquele dia, a praia estava mais cheia que o usual e todas as suas aulas do dia haviam sido lotadas e cansativas. Porém, o louro gostava de passar seus dias nas praias da cidade e, portanto, tentava se manter calmo ao máximo. Viu Huan chegar com um grupo de turistas quando ele terminava de conversar com uma aluna e assim que pôde, foi ao encontro do amigo. Cumprimentou-o com um toque rápido e suspirou. "Eu tô morto. O movimento tá alto demais pra temporada, não sei o que tá acontecendo... Wow, mais turistas? Eu deveria começar a te pagar uma comissão... Metade dos meus alunos de hoje vieram depois dos teus tours." Benjamin mexeu no cabelo, bagunçando-o. Em seguida, sorriu de maneira sugestiva. "Ah é? Depois você vai ter que me apresentar..."
Estava com seus pés enterrados na areia, olhando a imensidão do mar a sua frente. As vezes não conseguia esconder o sorriso que surgiu em seus lábios quando via aquela imagem, havia morado sua vida inteira em Deauville e ainda sim perdia seu folego quando parava para observar a beleza da cidade. Seu momento de admiração foi quebrado quando uma criança cutucando a sua perna dizendo que estava perdido e que ele estava em direção de sua aula de surf com o professor Ben e que acabou se perdendo porque viu um caranguejo e correu atrás do mesmo. Não conseguiu conter o sorriso e pegou na mão do garotinho, o levando até o único professor de surf que conhecia naquela área. Ela abriu a porta do estabelecimento e deu um levo grito “Ben? Tem um projeto de humano te procurando”
A tarde estava bastante tranquila na escola de surfe, Ben não se recordava de ter alguma aula após a que havia encerrado há pouco e, dessa maneira, permanecia sentado atrás do balcão da recepção enquanto mexia em seu celular. Assim que ouviu o barulho da porta sendo aberta, seu olhar se voltou para ela. O louro colocou seu celular de lado e levantou-se, indo rapidamente em direção à Kate e ao garoto que estava do lado dela. "Ei carinha, toca aqui!" abaixou-se na altura do mais novo e estendeu-lhe a mão. "Por onde você andou? A aula acabou há uns 5 minutos... Daqui a pouco vai ter outra, mas não vai ser comigo." disse sorrindo e logo voltou-se a morena. "Obrigada Kate, vou ficar te devendo uma... Não sei o que faria se os pais dele viessem pra cá no fim da aula." fez uma careta, apoiando-se no balcão atrás de si. "Até quando você fica na praia hoje? Queria fazer alguma coisa mais tarde, topa?"
O horário de soneca de Ben nos dias em que a morena estava em casa eram sagrados para a sua escrita. Breves minutos de paz, breves demais, porém já era algo. A inspiração naquele fim de tarde não era lá das melhores, e Georgia forçava os dedos a baterem nas teclas do notebook, mesmo que nada de bom estivesse realmente saindo. Seu nível de concentração a fez pular no lugar com o som da campainha, alta o suficiente para que a criança no quarto ao lado provavelmente pudesse ouvir. Xingando sob a respiração, a garota correu até a porta, soltando um suspiro pesado e abrindo um sorriso debochado em direção ao melhor amigo. “O quê? Estava morrendo de saudades? Ou veio me salvar da responsabilidade de cozinhar e trouxe fast food? Ah, por favor, me diga que é a segunda opção!”
A última aula que Ben daria naquela tarde havia sido cancelada alguns minutos antes, devido a agitação do mar naquele início de inverno, e o louro decidiu que faria uma surpresa para Georgia, que deveria estar em casa àquela hora. Porém, antes de chegar, Benjamin passou rapidamente em um mercado que havia próximo a casa da morena e comprou algumas coisas para que pudessem jantar algo. Alguns minutos depois, Benjamin chegou em frente à casa da amiga e esperou, com o peso do corpo em uma das pernas, que ela abrisse a porta para ele. "De você não, mas estava com saudades do Ben." disse de maneira divertida e sorriu em seguida. "Eu trouxe coisas muito melhores do que fast food..." levantou as sacolas com ingredientes, para que Georgia percebesse o que ele possuía em mãos. "O que seria do Ben sem mim?" colocou a mão no peito de forma exagerada e balançou a cabeça em negativa. "Estava escrevendo? Eu posso arrumar a janta sozinho se quiser continuar..."
A última coisa que Benjamin gostaria, naquela manhã, era levantar cedo. Havia ficado até tarde da noite ajudando seu pai com algumas tarefas e não conseguiu dormir muito bem antes que o seu despertador tocasse, lembrando-o de que ele havia, alguns dias antes, combinado de buscar @mcrgts no aeroporto. Ben levantou-se meio contrariado e se vestiu de forma rápida, saindo de casa após alguns poucos minutos. Àquela hora, não havia trânsito nenhum na cidade e em poucos instantes o louro já esperava pela amiga próximo ao desembarque, suspirando aliviado quando olhou a tela que havia acima de sua cabeça e viu que ela ainda não havia chegado.
Entretanto, alguns instantes depois percebeu uma movimentação vinda da saída dos aviões e se aproximou da porta, procurando Margot, no meio das pessoas, com os olhos. Não foi muito difícil de encontrá-la, no entanto. A loura era alguém que, na visão de Ben, se destacava dos demais. Tanto por sua aparência e personalidade quanto pela câmera que costumava carregar consigo a todo momento - inclusive naquele. Benjamin acenou para ela com um sorriso e, assim que se aproximou o suficiente, a puxou pela cintura para um abraço. "Achei que depois de horas em um avião você não estaria gravando... Como eu faço pra não aparecer no vídeo, huh?" resmungou, fazendo uma careta em seguida. "Como foi a viagem?"
penelope estava sentada na grama do jardim, um livro sobre a constituição em suas mãos enquanto tentava estudar e aproveitar o sol ao mesmo tempo. “isto é escusado, não consigo memorizar nada!”
Benjamin tinha uma prancha de surfe em mãos e caminhava em direção à escola que dava aulas, havia mandado aquela para uma restauração e estava levando-a de volta. Ele ainda aproveitava aqueles minutos de caminhada para aproveitar o Sol e a brisa do mar que havia por toda Deauville. Assim que escutou uma voz feminina, trocou sua prancha de mão e se aproximou com curiosidade. "Escusado?" Benjamin não era familiarizado com aquele termo e não sabia exatamente o motivo mas queria descobrir o seu significado. "Precisa de alguma ajuda? Eu não posso te ensinar a matéria porque não sei nada sobre isso... Quando era mais novo, eu gostava de que meus amigos me fizessem perguntas sobre a matéria. Enfim..."
ella havia feito anotações de todas as desovas das tartarugas e teve o cuidado de numerar cada uma delas, bem como organizar para saber quais nasceriam primeiro, assim como isolar as áreas onde estavam os ovos para que nenhum turista ou morador pisasse neles sem querer, por tanto sabia exatamente que naquele momento deveriam estar nascendo algumas desovas de dezembro e soube por conta de suas anotações diárias para atualizar as contas. com um pequeno guarda sol, a menina foi até o local da praia onde fora feito a primeira desova e colocou o guarda sol por cima das tartarugas que começaram a romper as cascas dos ovos e saíam pela areia. ‘olá pequeninas, sejam bem-vindas ao mundo!’ sorriu enquanto continuava a ver as tartarugas saírem pela areia e as seguia para que elas chegassem em segurança até o mar. ‘por favor não toque nas tartarugas!’ avisou quando viu alguém se aproximar de si.
Ella era uma das únicas pessoas que compreendia o apego que Benjamin possuía com os animais, principalmente os marinhos. Dessa forma, os dois costumavam se atualizar sempre que possível do que estava ocorrendo na praia. Naquele dia, o louro percebeu a presença da garota por pura casualidade, não sabia que as tartarugas iriam desovar naquela tarde - Ben sabia que estava próximo, porém costumava ser ruim com datas. "Relax, sou eu." disse sorrindo, levantando as mãos em um sinal de rendição. "Achei que ainda levariam mais alguns dias, só tô aqui porque daqui deu vontade de caminhar um pouco..." Benjamin olhava para os pequenos animais que saíam da sua segurança, sentindo-se contente por ter conseguido pegar o momento. "Elas são lindas... Você fez um ótimo trabalho cuidando delas, Ella."
@benlancaster on instagram: Does anyone know what the hell the word aesthetic means? @mcrgts just said my instagram "was not aesthetic enough" and i'm confused
TASK 001: Desenvolvimento
001) Você é de Deauville? Se não, onde você cresceu? Conte um pouco sobre a sua infância.
Benjamin nasceu e cresceu em uma casa grande e aconchegante que situava-se de frente para uma praia de Deauville e, dessa forma, sempre viveu em meio ao mar. Sua infância foi bastante feliz e o jovem possui saudosas memórias dela. Na época, seu pai ainda surfava em competições e, sempre que possível, o louro o acompanhava. Seus pais ainda brincam que ele aprendeu a nadar antes mesmo de aprender a caminhar, o que pode ter de fato acontecido. Se Ben não estivesse em casa, certamente estaria brincando na areia ou desbravando as águas. Benjamin gostava, também, de visitar sua avó. A Lancaster mais velha fazia de tudo pelos netos e sempre os esperava com tortas e bolos dos mais variados tipos - e Ben, em um verão, aprendeu a cozinhar com a avó e até hoje possui a culinária como uma espécie de hobby.
002) Como é seu relacionamento com a sua família?
Mesmo que seus pais tenham adquirido bastante dinheiro ao longo dos anos, eles sempre foram pessoas de hábitos simples e aconchegantes. Dessa maneira, Ben cresceu em uma família amorosa que prezava pelos pequenos momentos que tinham uns com os outros. Faziam questão de fazerem as refeições juntos e, como um ritual, todos os almoços de domingo ocorriam na casa da avó paterna de Benjamin. Seu pai, Alexander, é a maior inspiração de Ben, tanto por sua carreira quanto pelo seu modo de viver a vida. Sua mãe, Katherine, sempre fora uma mulher muito bonita e amável. Ben nutre um carinho imenso por sua mãe e seria capaz de fazer qualquer coisa para deixá-la orgulhosa. Obviamente, a família Lancaster não é perfeita e brigas existem. No entanto, elas não costumam ser frequentes.
003) Descreva sua experiência no colegial.
A experiência de Benjamin no colegial foi extremamente boa. Sempre foi uma pessoa carismática e sociável então acabava adquirindo um grande número de amigos nos locais que costumava frequentar. Ben já começava a se destacar no surfe e, portanto, tinha de se esforçar ainda mais para conseguir alcançar boas notas na escola - pois sua mãe já havia lhe dito que ele não poderia competir mais caso pegasse alguma recuperação - o que não foi impossível, visto que Benjamin sempre foi inteligente e dedicado.
004) Como você era conhecido no colegial?
Benjamin era extremamente popular na escola e costumava arrancar suspiros por onde ele passava, tanto por sua aparência quanto por sua personalidade. Ele era aquela pessoa que encontrava assuntos para conversar com qualquer um que estivesse passando por perto e seu carisma era notável. Atualmente, ele não sabe se possuiu algum "rótulo" na época do colegial, porém fazia parte da turma dos populares e atletas do colégio.
005) O que você fez após o colegial? Você fez faculdade? Se não, por quê?
Quando terminou o colegial, Benjamin já estava se tornando um surfista mundialmente conhecido. Viajava praticamente o ano inteiro e uma faculdade era simplesmente inviável. Por essa razão, o louro sequer cogitou a possibilidade de entrar na universidade. Entretanto, após o acidente Ben passou a pensar em começar algum curso. Não sabe se vai ter coragem de se matricular, principalmente por já ser mais velho do que a maioria dos seus colegas seriam, entretanto é algo que lhe vem à mente vez ou outra.
006) Houve algum evento em sua vida que teve grande impacto na pessoa que você é agora?
Certamente, o seu acidente em uma competição de surfe no Havaí foi um dos eventos que mais impactou no modo como Benjamin é hoje. Durante os meses seguintes ao acidente, o louro se fechou completamente e se tornou uma pessoa completamente diferente do que era antes. Seus sorrisos passaram a ser cada vez mais raros e Ben se viu cada vez mais distante de sua família e seus amigos. Porém, após certo tempo ele cansou de se sentir vítima do que havia lhe acontecido e decidiu deixar o acontecimento no passado. Desde então, Benjamin já está praticamente o mesmo jovem sorridente e carismático que era na adolescência, contudo ainda possui alguns dias que prefere ficar sozinho e fechado em seu quarto.
007) Você já se apaixonou? Se não, você pensa que isso é possível para você futuramente?
Benjamin não sabe se já se apaixonou de fato. Ele já se relacionou de forma bastante íntima com algumas mulheres e, na época, gostava do que sentia. No entanto, jamais teve a certeza de que havia encontrado a garota certa e pensa que ela, algum dia, ainda cruzará no seu caminho.
008) Quando você nasceu e qual é seu signo? Ele tem alguma influência na sua vida?
Benjamin nasceu em sete de fevereiro, portanto é do signo de aquário. O louro jamais acreditou em astrologia e não busca entender mais sobre o assunto, porém já lhe disseram que ele possui algumas das características de seu signo.
009) Qual é sua época favorita do ano? Conte algumas de suas atividades favoritas nessa época.
O verão é, certamente, a época favorita do ano de Ben. São os meses em que ele pode ficar mais tempo na praia, apesar de que atualmente é a época em que ele mais tem trabalho. Surfar obviamente está entre suas atividades preferidas para se fazer, além de jogar vôlei de praia e sentar na beira do mar para conversar com seus amigos. Benjamin sempre gostou, também, de passar alguns dias na casa da avó durante o verão.
010) Onde você vê a si mesmo em dez anos e o que você espera alcançar?
Benjamin não tem a mínima ideia de onde ele estará em dez anos. Após o acidente, o louro percebeu que ele não possuía controle algum sobre o seu futuro e, sendo assim, parou de pensar tão à frente. Ele imagina, porém, que já estará casado e provavelmente com algum filho - porém, ainda se sente jovem demais para ser pai. Ben também pensa em abrir sua própria escola de surfe, voltada para jovens que se interessam por competições e visam levar do esporte uma carreira.
can someone pls give me a plot w a super prissy city upper class girl who’s on vacation in a beach town somewhere and ugh it’s just the worst for her bc what the heck is that sand in my .. oh god, yes it is..i HATE sand. and then hey here’s this beach bum kind of boy, who’s spend his life on the beach. basically could surf before he could walk and ay babe, ’s just a bit of sand u gotta relax and there’s so much more i could write to go into this, i have a whole idea but i’m going to stop before this gets way too long but yes pls give me something like this