behind the scenes of star blossom mv
@bcu-seongho ♡
h
Mike Driver
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

No title available
macklin celebrini has autism
One Nice Bug Per Day
Claire Keane
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Game of Thrones Daily

tannertan36
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
occasionally subtle
Sweet Seals For You, Always

Product Placement

titsay
The Stonewall Inn

izzy's playlists!
noise dept.

pixel skylines

Andulka

seen from United States

seen from Germany

seen from Australia
seen from United States

seen from United States

seen from Türkiye

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United Kingdom
seen from Brazil

seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States

seen from Iraq
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
@bcu-seongho-blog
behind the scenes of star blossom mv
@bcu-seongho ♡
@bcu-sunmi!!!
A simplicidade de suas ações normalmente indicavam que era simples como um todo, sem reais complexidades acerca de seu núcleo, contudo, sendo um estudante de biologia, o próprio Seongho estava ciente de que todo e qualquer ser humano é cheio de detalhes; cheios de características que os diferem e que, por vezes, não trabalham na perfeita harmonia. Corpo saudável, mas mente doente. Do que adianta ser um atleta saudável, se o emocional cada dia mais se adoece? Um prejudica o outro, pela ligação que o formam como um todo, logo, a doença de sua mente não tardaria a se alastrar para o desempenho físico. E, Seongho tenta, mas não é tão bom diagnosticando os males de sua própria cabeça, que é a raiz de todo o problema -- não há inteligência o bastante para tal, mesmo que saiba que é esperto. Contudo, busca não apenas remediar sua própria cabeça como dos ademais adoecidos ao seu redor, com foco principal em Go Sunmi. Sunsun. Constantemente nota que se está adoecido, é provável que sua amiga esteja muito mais. Então, por que não tentarem diminuir os efeitos terríveis dessa enfermidade mental juntos? Porque estão juntos. São parceiros e amigos. Seongho deseja curá-la tanto quanto a si mesmo, se não mais.
O clima agradável fora do campus mostra-se como um sinal de que seu plano é bom o bastante, mesmo que seja simples. Mas, novamente, já aparenta ser uma pessoa simples, então não é nada além do esperado. Esse mês é até melhor que os outros já que não houve qualquer roubo de seu salário -- aprendeu que, pelo seu próprio bem, não poderia confiar mais em seu pai. Assim que olha pelos arredores, nota o senhorzinho passando, carregando consigo as mercadorias baratas de qualquer camelô, e então, surge uma ideia em sua cabeça. Uma que exige algumas notas de dinheiro. O senhorzinho é simpático, e Seongho devolve sua gentileza com um sorriso não tão genuíno assim; esse guarda para quando avista a silhueta da amiga pequenininha, e acena com uma mão enquanto mantém a outra escondendo algo. Assim que se aproxima, antes de qualquer outra coisa, revela o presente em suas mãos: é uma tiara com orelhinhas! E esta vai direto até a cabeça de fios escuros da moça. Seongho até sorri, porque agora, está olhando para seu sol. --- Você gostou? --- Pergunta, com expectativa notável. --- Eu disse que ia te levar ao aquário mas acho que é muito repetitivo, né? Então, eu pensei em parque de diversões. Pode ser?
a relatable kim doyoung
bcu-taeshin:
— O que foi? Nunca viu ninguém chorando? Me deixa em paz.
--- Relaxa, se chorar for um problema ‘pra você, ninguém vai saber que você chorou; mas não é um problema. Você não parece bem, é melhor não internalizar mesmo não.
bcu-jihye:
❛ —— Eu acabei de sair de uma prova onde eu tenho quase certeza que me ferrei, machuquei o meu pé lutando taekwondo, quebrei a tela do meu celular e pra completar, eu engordei cinco quilos em menos de uma semana. Resumindo, se o meu inferno astral não começou, eu realmente não sei mais o que é que está acontecendo. ❜
--- Quanto azar, ultimamente eu não tenho tido tanta sorte assim também, mas essa é uma série de desastres mesmo. Você engordou? Que loucura, nem parece. Aliás, e como é que está o seu pé? Você foi na enfermaria? Inferno astral é o que mesmo? Parece ruim. Eu acho que você já explicou mas eu não lembro.
bcu-moora:
Adivinha quem conseguiu ingressos para um show maravilhoso?
Vai querer ir? Não tenho nenhuma companhia e são dois, então…
--- Ah eu... Não gosto muito de lugares barulhentos. Mas qual é o show?
bcu-hojoon:
❝ —— Não é que eu esteja zombando de você. Ok, talvez eu esteja mas tem certeza disso que está dizendo? ❞
--- ... Ah, não tem problema zombar de mim não, eu não me importo o suficiente, mas, honestamente é a última vez que eu tento puxar assunto com um ser humano. Se eu conto uma piada ‘pros peixinhos do aquário eles não fazem nada que eu já não esteja prevendo.
bcu-kei:
Eu tenho um teste em meia hora e estou muito nervosa, por favor, converse comigo. Você vem muito por aqui? Seu cabelo é natural? Acredita na teoria da evolução?
--- Kei, respiração diafragmática. Vamos, coloca a mão sobre o abdômen, entre o umbigo e o esterno e respira devagar. Surtar é ruim, você precisa ficar numa boa e vai dar tudo certo. E sim, eu nasci com o cabelo roxo, é uma condição bastante rara. E, é... Acreditar por assim dizer não é bem a palavra, eu só assumo que é a teoria mais plausível. E você?
bcu-jaeho:
Eu já sei que o meu rosto está machucado, okay? Não precisa ficar me olhando assim.
--- Eu estou te olhando assim porque eu quero ajudar, é só isso, cara. Se te deixar mais confortável ninguém precisa saber, mas cuida desses ferimentos aí direito.
bcu-nara:
Tá tudo bem? Se machucou? Quer um gelo? Ou me dar uma bolada pra revidar? Dei um corte errado e bola foi na direção que não era pra ir, não foi a intenção te acertar. Me desculpe.
--- Ouch eu ‘tô bem zonzo, não tô enxergando direito também onde que tem um banco? Quanta força hein.
bcu-minkyu:
“Hã? O que? É claro que não fui eu que quebrei esse vaso, cara, do que você está falando? Mas e aí, me conta, como você está? Como vai a família, os cachorrinhos, gatinhos? E esse coração aí, hein? Tá namorando?”
--- Ah eu ‘tô tranquilo. Eu tenho dois peixinhos, mas eles estão com a outra dona agora, inclusive eu sinto saudade deles nas semanas que eu não posso conversar com os bichinhos é tipo ser um pai divorciado. Meu coração ‘tá bem tranquilo, de apaixonado eu ‘tô só pelo meu curso mesmo e você?
@bcu-sunmi
bcu-minhyuk:
ღ˙ ˖✶ ❝ — AQUARIUM !! ┊ ❪ minhyuk&seongho ❫
@bcu-seongho
❝ A tarde estava realmente agradável para se dar um passeio, isso se Min Hyuk não fosse do tipo que preferia passar essas tardes lendo algo agradável em algum lugar igualmente ao redor do campus. Claro que haviam as exceções como em todo caso, e aquele dia se tornara uma quando o celular apitou e o nome ‘Seonggie’ brilhou na tela. Com um sorriso animado o coreano abriu a mensagem, não pensando duas vezes antes de fechar seu livro e seguir para o dormitório no intuito de um rápido banho e roupas casuais para se ir a um aquário. Como persona fiel a vaidade que tinha, Min demorou quase que vinte minutos apenas escolhendo a roupa, o que apertou seu tempo resultando em um banho ágil com pouco tempo para arrumar cabelo e acessórios. Charmoso como sempre Hyuk em poucos minutos já passava pelos corredores atraindo os olhares e com o sorrisinho de sempre apenas cumprimentava educadamente os conhecidos, tomando o rumo certeiro para um táxi.
Com menos de quarenta minutos o coreano já pulava para fora do automóvel, procurando com o olhar a entrada ou sinal do amigo. No entanto a visão que tivera não fora das que gostaria de ter tido. O tal stalker de Seongho rodeava o local, o que significava que Minhyuk deveria fazer o papel do namorado assim que adentrasse o ambiente de trabalho do mais velho, e com isso improvisar o máximo para que este entendesse a forma que iria abordá-lo, caso contrário poderia estragar o disfarce. Com um fundo puxar de ar para os pulmões, Ahn ajeitou os cabelos e entrou no estabelecimento onde várias grupos e famílias com seus filhos passeavam, um sorriso pequeno pintava os lábios do moreno ao ver como parecia um mundo completamente diferente e encantador na visão de uma inocente criança. Sem mais demorar o corpo caminhou contrário a massa que ia a outra direção, os olhos atentos até achar a cabeleira conhecida. Com a face mais tranquila possível, o coreano enlaçou o corpo alheio, o famoso sorriso animado jazindo nos lábios enquanto em um abraço estes paravam direto no pé do ouvido para que tivesse a chance de sussurrar. ❛ — É aquele cara de novo, então faz cara de apaixonado. — não dando chance para resposta se afastou novamente, segurando a mão alheia. ❛ — E aí babe, você me chamou para dar uma voltinha?
Constatou após certo ponto de sua vida que havia sido escolhido para sofrer com as injustiças do universo. Se violência gerava violência, por que a calmaria de Seongho, que sempre buscou evitar situações problemáticas, não gerava calmaria? Não, não. Claro que não. O que vinha da vontade de ficar quieto era a busca incessante do mundo de tentar fazê-lo perder o controle, o que, felizmente, nunca havia acontecido e se orgulhava do quão centrada sua mente poderia ser quando vinha a necessidade – algo que as pessoas não esperam de alguém que fala com peixes. O problema da vez era apenas um tanto mais peculiar que o comum, e tinha bem menos sentido. Está bem que, como capitão do time de natação, já havia ocorrido alguns casos semelhantes, mas nada era tão assustador quanto aquele rapaz que teimava em segui-lo por todos os cantos e deixava bilhetes aleatórios em cantos aleatórios por onde passava, declarando seu amor. No começo tentou aceitar o mais calmamente possível, contudo a frequência do que ocorria perturbou sua paz o suficiente para ter inventado aquele plano de última hora: estando com Minhyuk na hora errada e lugar errado (ou certo, depende do ponto de vista) pedir que se passassem por um casal em troca de ajuda com trabalhos acadêmicos era a sua única solução. E, isso o levava até a situação atual, onde na busca de fortalecer a farsa para tentar convencer o stalker maldito, convidar Min para um passeio pareceu uma oportunidade boa de tentar demonstrar todo a paixão inventada que nutria pelo mais novo.
O ambiente de trabalho conseguia trazer paz ao jovem, que, quando cercado daquele azul habitual e sentindo o cheiro típico da vida marinha, se entregava a sensação de estar vivo. Os olhos brilhavam a cada nova espécie que vislumbrava mesmo que já tivesse visto milhões de vezes em seus mergulhos, afinal, nunca se cansava. Nunca. Tudo o que fazia era com o amor que nutria pelo futuro ofício e apenas pelo futuro ofício, já que era comum que sua postura sempre fosse desleixada e preguiçosa demais, e, isso transparecia pela forma como o cabelo era bagunçado e as roupas sempre eram tão largas, Seongho não possuía vaidade e não se esforçava para parecer mais bonito do que já era, o que, para sua sorte (ou azar, novamente, depende do ponto de vista), já era o bastante naturalmente. Aproveitou bem a folga para vagar pelo espaço sem se sentir comprometido com o que acontecia nos bastidores, observando as famílias que iam e vinham as vezes, grande parte de outros estados ou mesmo países. Ter contato com pessoas de fora só era bom ali ou na praia, chegava a ser assustador a mudança que a água tinha em uma pessoa. E, justamente por se distrair diante do vidro gigante abrigando testudinatas, que não percebeu a princípio a chegada do amigo, mas após fazê-lo apenas entregou um dos sorrisos radiantes diante do abraço, os olhos vagando rapidamente pelo local atrás do esquisito que sabia que estaria ali, e estava mesmo. Logo, por consequência, as mãos correram pelas costas alheias como forma de acrescentar afeto, antes de soltá-lo definitivamente.
Fingir estar apaixonado era a parte um tanto complicada. Normalmente, sentir coisas já se mostrava trabalhoso por mais empático que pudesse ser, então, tentar parecer sob tal condição fez com que, sua única alternativa fosse pensar a respeito das situações que já haviam o deixado bobo. Sereias? Ah, sereias! Sereias existiam e seria capaz de deixar-se levar por elas na primeira oportunidade. Desde bem novo na infância nutria essa fantasia. O riso que veio após o pensamento ridículo se seguiu de um rubor pouco corriqueiro, já que dificilmente se sentia realmente envergonhado (mas cara, sereias!) – bem, se era parte do teatro para espantar o fã obcecado, precisava se esforçar. --- Sim, eu queria te levar ‘pra um tour especial no meu dia de folga. --- O curvar de lábios era discreto e, em seguida, utilizou a mão enlaçada de Minhyuk para guiá-lo até uma parte mais distante da entrada, deixando com que seu corpo fosse seguido também pelas tartaruguinhas do outro lado do vidro. Parou, um instante, para levar a mão livre até o cabelo alheio e decidiu não procurar pelo stalker novamente já que, era provável que estivesse por perto como sempre, mesmo que aquela parte em particular do local fosse bem menos movimentada. Era sua vez de tentar contribuir de alguma forma mais significativa com o próprio plano, assim, poderia poupar a si mesmo e a Min de passar tempo demais tentando convencer o encosto. --- Ei. --- Chamou pelo amigo, antes de apertar os lábios e direcioná-los ao ouvido alheio. Não havia necessidade para mão enlaçada agora, então a sua procurou outro lugar para agarrar, repousando na cintura do outro para tentar aproximá-lo de si. Só então, sussurrou: --- Você sabia que essa espécie que estamos vendo é uma tartaruga-de-ouvido-vermelho? Ela veio dos estados unidos e em alguns lugares é traficada ilegalmente. --- Pausou por um instante, a outra mão agora jazia no ombro do moreno. --- Elas alcançam só 30 centímetros, são pequenas, não são? O nome é por causa das laterais vermelhas na cabecinha delas, aqui no aquário elas podem viver até quarenta anos. --- No que terminou a explicação aleatória, tornou a se afastar, desviando o rosto para as tais tartarugas. Fatos aleatórios sobre a vida marinha mesclados com uma tentativa de parecer íntimo de Minhyuk? Estava se sentindo bastante inteligente. --- Eu nem perguntei, mas tem algum animal em especial que você queira ver?
se eu fosse um peixinho e soubesse nadar, eu ia beijar o seongho, lá no fundo do mar (imagina que legal, receber um beijo de um peixe?)
--- Uh... Beijos subaquáticos são bons mesmo! Receber beijo de um peixe eu já acho que depende da espécie...
mc!dy for nct dream’s showcase
“Sabe, eu estou um pouco curiosa. Se importa se eu ler sua mão?”
--- Eu ainda ‘tô um pouco sonolento, Ara-yah... Minha mão não vai ficar nublada? Você consegue ler sonhos também? Eu não lembro o que eu sonhei...
doutrinado a vestir máscara social ante a civilização aquele dificilmente expõe melancolia a exterioridade; são raríssimas as circunstâncias onde ele fraqueja perante outrem. não o faz apenas por mérito de vaidade ou presunção, ele oculta a própria tristeza por ( OBRIGAÇÃO ). não estava autorizado a chorar, tampouco desabar quando jazia às vistas de semelhantes. porém, quando a angústia comprime o âmago em moléstia, o músico tem a sensação de asfixia. o ar sucumbe de seus pulmões e ele quase cai de joelhos; mas hyunki vem a segurar de forma involuntária ao indivíduo que jazia próximo. os dígitos envolvem o pulso alheio em ação INCALCULADA, onde segura o punho daquelx enquanto procura respirar. aquela dor de cabeça ressurge junto a sintomática do quadro depressivo, contudo, a persona tende a ignorar a dor quando acredita ouvir melodia dos lábios da pessoa a qual estava se segurando. até então não eleva o tronco para outrem por puro CONSTRANGIMENTO, a vergonha por estar vulnerável praticamente o destrói. droga. de certo que o manager viria a condená-lo, os pais reclamariam por sua recaída em meio ao campus. droga, droga. hyunki morde o lábio inferior com força, soltando aos poucos o punho de outrem para reclinar o tronco em tênue pedido de desculpas. ❝P-perdoe-me.❞ Gagueja de forma incalculada, o olhar nublado focalizando o contorno alheio para proferir sentença. ❝ Você pode ficar aqui por alguns instantes comigo? ❞ na hora não pensa se a pronúncia ressoa de forma estranha, pois existe apenas a necessidade por acolhimento. ao menos por alguns minutos.
Era a primeira vez em meses que recebia uma ligação da mãe, surpreendendo-se de verdade ao finalmente escutar de novo o som daquela voz que por tantos anos estivera presente consigo lhe trazendo conforto, mas agora, apenas contribuía para o declínio de sua paz. Mesmo que nada que ocorrera fosse de fato sua culpa, tomava para si a responsabilidade e assumia todos os riscos, sugando uma quantidade de negatividade que apenas contribuía para a ruína particular. Seongho era, entretanto, incapaz de exteriorizar sua angústia com a genitora, preferindo agir como se não soubesse de todas as suas mentiras, porque, mesmo que fosse errado, amava-a o bastante para perdoar, e, sabendo de sua condição frágil devido a gravidez, preferia seguir o exemplo da própria e omitir fatos importantes porque não queria preocupá-la. Normalmente as conversas aconteciam quando ainda estava no dormitório, contudo, agora apenas perambulava pelo campus em direção a uma de suas aulas, apressando-se no telefone para desligar e se livrar daquela tormenta. O toque no pulso o pegara de surpresa, olhando quase de imediato para o autor daquela ação. Balbuciou um “eu preciso desligar” e enfiou o aparelho telefônico no bolso às pressas quando notou o mal-estar de sua companhia. Dotado de grande calmaria, não fez muito além de instantaneamente aceitar o que acontecia. Enquanto o outro quisesse segurá-lo, permitiria que o fizesse. — Não tenho o que perdoar, não aconteceu nada de errado. — O tom de voz era o mesmo de sempre, calmo e sereno, amigável e, talvez, reconfortante. Fazia parte de sua natureza, era espontaneamente compreensivo. — Sim, eu posso. — Não podia. Tinha aula, e não queria perder mais uma, contudo, se um dia já fora extremamente individualista, havia aprendido com o tempo a doar grande parte de si em função dos outros, sempre tentando ajudar de alguma forma, engolindo os próprios sentimentos porque, precisava parecer no controle para poder ajudar. — Ar puro… — Pensou alto, enquanto tentava organizar melhor o pensamento que chegara tão sem aviso. Ah, sua mente trabalhava de maneira imprevisível. — Eu gosto do cheiro de maresia, mas estamos longe da praia. — Começou com uma de suas muitas aleatoriedades, mas já tendo um propósito bem pensado. A mente conseguia solucionar muitas coisas rapidamente quando vinha a necessidade. Conhecia aquele rapaz e, por conhecê-lo, sabia também que toda aquela situação era bastante desconfortável, principalmente onde se ambientava. Logo, o primeiro passo era conseguir tirá-lo dali. Não era bom permanecer exposto naquelas condições. — Você gosta de observar o céu? Ou de observar a forma como o vento balança a copa das árvores? Uh, eu estou te chamando ‘pra sentar comigo no jardim, eu não sei se fez sentido. É silencioso e sempre tem cheiro de terra molhada, talvez seja melhor prolongar esses nossos poucos instantes lá. Acho que é coisa de gente introvertida, sabe.