Você tem que viver cada dia como se fosse o único. E se o amanhã nunca chegar?
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Você tem que viver cada dia como se fosse o único. E se o amanhã nunca chegar?
Você não muda, você cresce. Aprende, querendo ou não, a ver o mundo com outros olhos.
Anderson Pacheco
Mude. Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
- Pedro Bial
O PRIMEIRO BEIJO
Os dois mais murmuravam que conversavam: havia pouco iniciara-se o namoro e ambos andavam tontos, era o amor. Amor com o que vem junto: ciúme. - Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar? Ele foi simples: - Sim, já beijei antes uma mulher. - Quem era ela? perguntou com dor. Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer. O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir - era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros. E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! como deixava a garganta seca. E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engulia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo. A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava. E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, enquanto sua sede era de anos. Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando. O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos estava... o chafariz de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos. De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos. Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água. E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra. Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida... Olhou a estátua nua. Ele a havia beijado. Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido. Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil. Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele... Ele se tornara homem. (In "Felicidade Clandestina" - Ed. Rocco - Rio de Janeiro, 1998)
Bananas de pijamas, descendo as escadas. Bananas de pijamas, uma dupla bem levada. Bananas de pijamas, aprontando pra valer. Brincando com os ursinhos, cantando pra você. ♪
Oooi mermã, kkkkkk
Yaeer' véei
k k k k k k k k '
"Dificil não é lutar pelo o que mais se quer, mas sim desistir de quem mais se ama. eu precisei desistir, mais não pense que desistir, por não ter mais forças para lutar, mais sim por não ter mais condições de sofrer."
Desconhecido
Por mais breve que seja o momento ao teu lado, ele se tornará eterno, pelo simples fato de um dia ele ter existido.
Decepções, destroem corações. Medos, nos fazem inseguros. Solidão, nos mostra quem realmente se importa. Erros, todos cometemos.
Menino,quantas vezes eu tenho que dizer que você é o único? Eu sei,tem motivos de sobra pra ficar no meu pé, Perguntando sempre quem ele é. Mas cansei de dizer que pra mim quem importa é você. Talvez se eu desse umas flores tudo ficaria mais cheio de cores E então poderia parar e olhar...
— Droga! — O’que foi? — Porque você insiste tanto? — Em que? — Em me magoar.(Silêncio)
Não venha me pedir desculpas se estiver com intenção de errar novamente. Perdoar demais, cansa.
O difícil é quando ele é o cara errado pra você, mas você é a mulher certa pra ele. Aí fode tudo. Errado com errado acaba em putaria, certo com certo acaba em casamento, mas errado com certo acaba em eu deitada na cama chorando em cima do travesseiro. Acaba comigo.
Não sei se você sabe, mas tenho muito medo de te perder, porque te perdendo não me encontro mais.