Eu já estava convencida em não lhe ter. Já aceitava o fardo de ser passado e a angústia de ser incrivelmente ignorada. Poderia sentir teu perfume a quilômetros de distância e mesmo assim manter uma pose blesé de que nada me abalaria. Eu já tinha aceitado que jamais amaria alguém com mesma forma e intensidade. Que poderia haver sim boas companhias e bons sexos, mas jamais haveria os dois como eu teria com você. Eu tinha aceitado vê-lo acompanhado, vê-lo me odiando, vê-lo me insultando de ene maneiras diferentes. Mas jamais imaginaria vê-lo morto. Vê-lo partir sem me devolver o que eu lhe dei: meu coração. Tinha lhe dado ele com todas as minhas confianças, minhas teorias sobre o futuro e todo o meu apego. Apego agora que faz falta, que quero ter para te esquecer. Mas se em 6 anos nunca te esqueci vivo, como esqueceria morto? Você tornou-se meu mártir, minha culpa e minha saudade. E tenha certeza, ursinho, onde você estiver eu também estarei. Chegando com os dois pés em teu peito e te chamando de pomposo ridículo. Porque eu te amo e nunca, jamais, amei alguém igual. @sk8terock-blog
















