Desde a briga entre as irmãs Becca não falava com Belen, então após o ataque no Acampamento a semideusa tinha apenas uma coisa em mente, precisava saber como Bel estava e para o seu espanto descobriu @belnopzmag na enfermaria, em péssimas condições. Os filhos de Febo e Apolo não queriam deixar Rebecca saber o que havia acontecido e só por isso, Becca ja previa que algo péssimo havia acontecido com sua irmã mais nova. Entre gritos e choros, a ruiva exigiu que algum deles explicasse a situação, não ia deixar a sua única pessoa da família sozinha. Após muita insistência lhe explicaram o que havia acontecido e de nervosismo Becca chegara até vomitar mas avisou aos filhos de Apolo/Febo que não sairia dali até Belen acordar, sentindo a culpa lhe consumir pois por pouco não perdera sua irmã naquele ataque, o medo também tomando conta de si com receio de talvez Bel nunca acordar.
O ataque ao acampamento tinha deixado sequelas intensas em várias pessoas, incluindo a filha de Hécate. Belen tinha sido uma das azaradas em relação à quase perder sua vida pelo inimigo, e agora estava na enfermaria para que pudesse se recuperar totalmente e poder voltar a sua vida "normal". Na verdade, ninguém sabia se realmente Belen conseguiria retornar ao seu estado anterior, pois o ferimento provocado pela lâmina inimiga tinha causado um bom estrago nas cordas vocais de Belen, como se tivesse quebrado-as por dentro. Os filhos de Febo/Apolo achavam um milagre o fato da garota ter sobrevivido àquele golpe, pois ela tinha sangrado bastante antes que seu corpo fosse levado para o local de ajuda. Mas, tentavam pensar positivo, aplicando diversos métodos medicinais naturais e artificiais, além do uso de ambrosia e néctar numa medida limitada para não matá-la pela utilização exagerada. Sua recuperação estava lenta, ou seja, Belen estava dormindo já um bom tempo e não havia dado sinais de que estava consciente. Até que chegou uma tarde de uma quinta-feira. Chovia lentamente, enquanto Bel abria os olhos devagar e a primeira coisa que viu foi o teto comum de madeira do lugar. Depois, lentamente, virou sua cabeça para o lado esquerdo notando uma figura ruiva que ela notou ser sua irmã. Então, tentou chama-la, mas não conseguia emitir nenhum som e isso começou a lhe agonizar. Ela tentou de novo... Não deu certo. E outra vez... Nada. Belen já respirava ofegante, sentindo algumas lágrimas deslizarem parecendo que estavam acompanhando a chuva do lado de fora que também aumentava a cada segundo, e então, esticou sua mão para Rebecca esperançosa que a irmã a visse. Enquanto, a outra mão segurava um pouco o pescoço em uma forma de tentar entender o que acontecia.
Ver Belen no estado em que ela estava criou certa preocupação em Roger, a amiga sempre o acompanhava em risadas, sorrisos e etc, porém agora a expressão quase sem vida de Belen fazia o filho de Febo temer que talvez a filha de Hécate nunca mais fosse a mesma da qual era antes, o que era uma grande perda, principalmente para Roger porque ele considerava bastante a garota. “Estou bem, estou bem.” repetiu ele um pouco nervoso, passando as mãos pelos cabelos enquanto deixava um suspiro sair de sua boca. Os seus irmãos e irmãs trabalhavam incansavelmente, mas mesmo assim o garoto não deixava de pedir para os mesmos ajuda com Bel. “Mas então, faltam poucos dias para você poder sair daqui, ao menos essa noticia te faz sentir… Algo? Felicidade? Alívio?” perguntou o semideus a ela preocupado.
Belen se perguntava se realmente o amigo estava bem. Quer dizer, após um ataque forte com inimigos poderosos indo contra seu acampamento, Belen imaginava que não tinha como alguém está bem no momento desse. Não sabia se tinha acontecido realmente perdas, mas desconfiava sim. Ela duvidava que alguém pudesse se recuperar tão rápido, pois, nem ela, alguém que tentava deixar a tristeza marcada em seu passado com um sorriso e distrações, iria ser recuperar tão rapidamente. Além disso, a marca em seu pescoço estava se tornando uma lembrança intensa quando pensava como responder alguém. E era doloroso demais. Ela pega o seu caderno e escreve outra vez, mostrando ao outro: "— Você tem certeza? Pode contar tudo para mim... —” Era notável que havia um olhar preocupado para o amigo, mesmo o que estivesse escrito não mostrasse explicitamente. Ela deu de ombros e escreveu para ele: "— Eu não sei... Como posso sentir algo com bom se eu não consigo falar? É... Agoniante... Você sabe de algo? Tipo, quando eu voltar a falar? —” Ela termina de escrever e encara Roger com uma expressão desesperada, mas também esperançosa sobre o futuro.
Desde que soube que Belen estava na enfermaria Roger fazia questão de sempre que podia, aparecer por lá já que tinha passe livre por ali por ser filho de Febo, afinal, a preocupação que ele tivera com ela após o ataque fora extrema. Então, ele dava algumas idas na enfermaria para checar como Bel estava, se havia melhorado ou piorado, tentando não transparecer tanta preocupação para não assusta-la. Apesar de não ser tão bom na práticas medicinais como seus irmãos e irmãs Roger torcia para que ela melhorasse o mais cedo possível, mesmo sem saber o que havia acontecido de fato, apenas sabendo dos ferimentos. A viu acordando enquanto estava sentado ao lado dela, segurando sua mão. “E aí, pequena? Como está se sentido hoje?”
Depois de sua batalha contra a filha de Afrodite, Belen tinha passado uma semana em coma para que sua recuperação tivesse acontecendo de forma efetiva. Quando ela chegou na enfermaria com a ajuda de alguns semideuses que a acharam desacordada e quase no fim de sua vida devido ao fato de que sangrava intensamente pelo corte feito em seu pescoço, Belen não via nada ao não ser vultos pretos e escutava vozes de forma confusa. Ela foi levada urgentemente para cirurgia que acabou sendo um sucesso por causa dos filhos de Apolo/Febo, no entanto, as consequências do golpe pareciam ser quase impossíveis de serem anuladas, embora tentavam pensar positivamente. Depois que acordou após uma semana de seu coma leve, Belen foi informada sobre a situação no mesmo instante por Quíron e por Lupa, além das pessoas envolvidas no seu atendimento, e tinha ficado quieta em relação às novidades. É claro que ela queria chorar, mas, o choque fora tão grande que ela não conseguia expressar nenhuma emoção nem mesmo no anoitecer, quando estava sozinha. Era complicado, pois doía intensamente o fato de que não poderia cantar e, muito menos, falar... Nem uma previsão poderia consolar a garota porquê não havia nenhuma... Seus olhos estavam fixados sem nenhum sentimento podendo ser visto em suas íris quando escutou a voz de Roger e sentiu o toque dele, fazendo com que sua cabeça movesse lentamente em direção à fonte do som. Nem mesmo a presença de alguém importante para ela influenciava algum sorriso em Belen, era como se sua parte emocional tivesse sido cortada junto com suas cortes vocais... Ela soltou a mão de Roger e pegou um caderno, o qual tinha recebido por Quíron após acordar para poder se comunicar com as pessoas, e escreveu rapidamente: “— Hey, Roger. Eu? Na mesma, sentindo nada... E você? Está bem? —”
Enquanto o o outro cantava tocando o violão, Belen estava focada no seu instrumento com extrema delicadeza e amor, mas também acompanhava com sua voz a letra. Havia um brilho nos olhos de Belen toda vez que ela cantava, pois era como estivesse colocando seus sentimentos para fora… Na verdade, realmente, estava fazendo isso. Ela escrevia para poder se expressar, visto que não conseguia dizer o que sentia sem ter uma melodia por trás. Então, parou de escutar o som do violão de Roger, encarando-o confusa: — Eu acho que… Agora, não lembro. Não se preocupa, Ro, lembra que é uma letra nova, certo?! Então, estamos treinando isso aqui… Podemos, se você quiser continuar. Se sim, escolhe a música, já que eu fiz isso antes. Então, qual música vai ser? — Perguntou-o animada pronta para começar a dedilhar nas linhas do instrumento, então, lembrou que ele tinha esquecido a outra música e a curiosidade do porquê brotou: — Espera, o que houve? Sabe, para você esquecer a letra, pensando em que? —
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Roger não era acostumado e nem gostava quando se apegava a alguém e no caso de Belen era exatamente isso, ele tinha um apreço muito grande pela amiga e raramente conseguia aceitar isso dentro de si, por mais que sempre demostrasse a Belen o quanto a amizade de ambos era importante para ele. O rapaz apenas deu uma risada nervosa, tirando o violão de seus ombros e caminhando em direção a filha de Hécate. “É, eu sei, pequena. Só não costumo esquecer tão fácil letras musicais.” desconversou Roger, talvez tivesse ficado mais desconfortável que o normal com tais pensamentos que decidiu deixar Belen de fora dessa confusão mental, pelo menos por enquanto. “Nada demais, curiosa.” brincou com a semideusa, apertando uma das bochechas dela de forma gentil e carinhosa. “Deve ser apenas o TDAH agindo mais uma vez, você sabe como é.” piscou para ela com um sorriso de canto de lábio, ele olhou para o seu relógio de pulso e checou a hora, tentando inventar alguma desculpa para sair dali. “Ou talvez seja porque acabei de lembrar que marquei com Daniel para treinarmos já já. Desculpe, eu terei que ir, mas o ensaio da semana que vem ainda está de pé ok?” aproximou-se da garota para depositar um beijo na bochecha da mesma. “Sinto muito, mas prometo recompensar da próxima vez.” piscou novamente para Belen antes de sair do local, apressado, apesar de não ter compromisso algum.
A paciência de Becca aos poucos se esvaziava, não conseguia crer como a irmã poderia ter se rendido a Hécate tão fácil assim, mas ao mesmo tempo não queria que deusa fosse o motivo pelo qual ambas brigassem, porém agora já era tarde demais. “Todo mundo me parece uma frase forte demais, você não acha? Nem todo mundo tem as melhores intenções com você, Bel, como não consegue enxergar isso!?” ela falou um pouco mais alto do que o normal. O fato da irmã mais nova a acusar de ser raivosa fez com que Becca sentisse um sentimento do qual já havia esquecido como era senti-lo, por ficar tão absorta naquela frase em especifico, Rebecca não foi tão boa em desviar do soco de Bel (dado 7) sentindo a pancada forte na face e o sangue escorrer pelo mesmo, a dor fora intensa mas não pior como ouvir aquilo da irmã, Becca sabia, no fundo, que sua irmã tinha razão em alguns pontos mas seu jeito teimoso não a permitiria concordar em voz alta. “Ao menos eu sei que sou maluca, você e Hécate vão fingir que não são por quanto tempo mais?” provocou-a limpando o sangue com a palma da mão, mas a pancada em seu nariz ainda a deixara desnorteada e o soco em sua barriga também não fora bem desviado (dado 9), sentido agora a dor espalhar-se pelo seu abdômen ao que tentava recuperar o ar. “Jamais quero aprender algo com ela, eu deixo esse teatro e fingimento de família feliz para você e ela, Bel.” piscou para a irmã mais nova, recuperando-se e mirando um soco no queixo da semideusa acertando-o em cheio (dado 13). “Mas você tem razão, você sabe se cuidar né? Então quando Hécate te desapontar, como eu sei que vai, não venha querer chorar arrependida.” sua voz agora estava mais seca e amarga que antes. “Que bom que agora você já a trata como família, inclusive, acho que você deveria considerar ela como a única pessoa da sua família.” ao falar isso Becca direcionou mais um soco no rosto de Belen (dado 9), mas não usou toda a sua força pelas dores que sentia no nariz e no abdômen, mais uma vez sentindo o sangue escorrer pelo nariz, sendo assim Rebecca saiu da posição de ataque. “Quando precisar de algo, corra para ela e não mais para mim. We’re done here.” ela virou-se de costas já com a intenção de ir embora mas antes Becca parou e virou a cabeça em direção de Belen. “Feliz aniversário, by the way. Espero que aproveite seu resto de aniversário com sua nova mamãe.” disse antes de sair dali a passos mais apressados.
Belen sabia que a irmã tinha boas intenções em relação aos alertas que fazia sobre seus relacionamentos, assim como já tinha feito e fazia também com a vida alheia. No entanto, ela desejava que Rebecca tivesse o mínimo de fé sobre suas escolhas e, aparentemente, não era o que acontecia no momento. Por isso, a garota respirou fundo irritada e na mesma hora que a irmã falou aquilo, não conseguiu conter a raiva e socou a cara quase em um golpe perfeito (dado 14). — Você está errada! Eu sei quem tem boas intenções e quem não, e eu consigo escolher muito bem essas pessoas. Talvez a cega aqui seja você, Rebecca! — A briga já tinha sido iniciada. Não havia como voltar atrás e, por um lado, Bel não queria. Ela estava com muita raiva, embora não soubesse se aquele sentimento falava mais sobre a irmã ou dela mesma, mas sabia que precisava colocar aquela emoção para fora. Ela não conseguia controlar mais nenhum impulso seu. — Você deveria controlar melhor essas suas palavras, pois parece que está com inveja porque eu... estou tendo um bom relacionamento com nossa mãe. A minha mãe. Ela vai me ensinar tanto, Rebecca, porque eu sou boa em magia! — O ego de Belen estava bem inflamando, como se não importasse com nada que dizesse para Rebecca, embora sabemos que depois ela iria se arrepender de todas as palavras ditas. Além disso, aquela sua raiva estava sendo reforçada devido às frases da irmã mais velha e isso iria causar um estrago. Não conseguiu conter efetivamente o soco no queixo (dado 12) cambaleando para trás. Ela escutou as últimas palavras da irmã juntamente com o soco no queixo, não se defendendo, pois estava atordoada muito forte com o que aconteceu nos últimos minutos. Seu coração estava quebrado, mas, ao mesmo tempo, sentia-se frustrada e irritada com a audácia da outra. Por isso, virou as costas quando ela tava saindo e fechou os punhos: — Já vai tarde. Com certeza, ela vai ser uma companhia melhor do que você, idiota. —
Acompanhou Belen com o olhar enquanto ouvi a irmã mais nova falar sobre a mãe de ambas, e mais uma vez a ruiva não evitou revirar os olhos ao que ouviu aquilo. “Porque você está tentando defende-la? Sério?” perguntou um pouco mais raivosa do que deveria, distraindo-se agora da luta de ambas. “Hécate nunca fez absolutamente nada por nós e agora você resolve ficar do lado dela fácil assim?” perguntou Becca não conseguindo controlar a raiva e investiu um chute na barriga da irmã acertando em cheio em Belen mas sem tanta força como deveria (dado 9). “Complicada é só mais uma palavra para disfarçar o fato de que ela é sim maluca.” respondeu com desdém a Bel. Não estava gostando para onde a conversa estava indo, porém Becca não iria conseguir simplesmente deixar para lá. “Eu não sabia que você era de fácil convencimento assim, Bel, achava que você fosse mais forte que isso.” provocou a irmã ao que viu que a mesma errara o golpe nela, mas sentindo a dor das unhas da semideusa em sua pele, soltando um grunhindo baixinho de dor. “Nossos pais poderiam ter resolvido aquilo como adultos com uma conversa, claro, mas não deixa a maior parte da culpa ser de Hécate sim, além do mais…” disse Becca ao novamente mover-se para agora deferir uma rasteira certeira em Belen (dado 6). “Hécate é uma deusa imortal, ela sabe como e o que falar para te convencer, irmãzinha, e você caiu nesse papinho rápido demais.”
É claro que as perguntas alheias sobre o relacionamento novo entre Hécate e Belen eram uma surpresa para a morena, pois, não imaginava que seria daquele jeito, embora tivesse desconfiado um pouco que teria um pouco de dificuldade para convencer sua irmã sobre os seus motivos. — Porque... Todo mundo merece uma segunda chance, Rebecca, você não acha? Não é algo fácil, ok? Eu escutei ela, assim como ela me escutou e a gente conseguiu se entender... Eu perguntou o porquê você tem que ser toda raivosa e não conversar com as pessoas?! — As palavras tinham, simplesmente, escapado da boca de Bel. Ela notou o que tinha feito, mas, antes que pudesse pedir desculpas, acabou sentindo uma dor na sua barriga devido ao chute que recebera. Seu corpo tinha ido para trás e uma raiva tomou conta de Belen, não se importava mais com nada. Se era uma luta que Rebecca teria, era o que a garota iria dar. — Se ela é maluca, então, nós também somos. — Grunhiu de raiva com a provocação e avançou em direção à mais velha dando um soco bem no nariz alheio (dado 12). — Acho que está na hora de rever algumas coisas, inclusive em sentir alguns cheiros. — Antes que pudesse respondê-la, acabou caindo, mas se apoiou com as mãos devido ao fato de que a rasteira não foi tão forte. Belen suspirou. Uma, duas, três vezes e levantou-se para dar uma joelhada na barriga de Rebecca com uma força (dado 14) que ela não sabia de onde tinha tirado. Talvez seria por causa das palavras alheias, pois Belen odiava ser tachada de fraca pelos os outros. — Você deveria tomar cuidado com o que fala, ou vai perder sua língua! Eu sei me cuidar e, se eu acreditei em Hécate, é porque ela se demonstrou verdadeira em suas palavras e ações. Está na hora de aprender com ela, maninha. —
Normalmente Roger não mostrava a parte legal da sua personalidade tão fácil aos campistas, a não ser daqueles dos quais ele já conhecia normalmente, porém Belen sempre conseguia fazer o filho de Febo soltar-se mais do que ele mesmo se permitia. Principalmente quando ambos ensaiavam juntos ou até mesmo quando cantavam apenas por diversão mesmo. “Even when you and I are worlds apart… I’ll hold you in my heart, even when I’m a thousand miles away, I wish that I could stay with you.” cantou Roger em sintonia com Belen enquanto tocava em seu violão, mantinha seu olhar fixo no da mais nova como normalmente faziam, encontrava certa paz e calmaria ao encarar o olhar da filha de Hécate em seus. “I shouldn’t fear ‘cause I’m never giving up, never giving up on us… Baby I wish you were here…” continuou a melodia, mas agora ele andava de um lado para o outro tocando em seu violão, seu olhar agora não encontra mais o de Belen pois o rapaz de certa forma começou a ter uma certa timidez ao ficar tanto tempo fixo no olhar da semideusa, o que talvez não fizesse tanto sentido já que Roger era acostumado a fazer tal coisa com praticamente todos. Porém, uma parte dele ainda tinha receio de magoar, ou fazer qualquer outra coisa negativa, em relação a Belen. “Hãn… O que vinha depois disso na letra? Eu esqueci, que droga.” falou Roger com uma risada, por ter ficado tão perdido em seus pensamentos o filho de Febo acabou atrapalhando-se na letra. “Desculpe por isso, baixinha. Podemos ir de novo? Ou outra música, caso você queira, claro.”
Enquanto o o outro cantava tocando o violão, Belen estava focada no seu instrumento com extrema delicadeza e amor, mas também acompanhava com sua voz a letra. Havia um brilho nos olhos de Belen toda vez que ela cantava, pois era como estivesse colocando seus sentimentos para fora... Na verdade, realmente, estava fazendo isso. Ela escrevia para poder se expressar, visto que não conseguia dizer o que sentia sem ter uma melodia por trás. Então, parou de escutar o som do violão de Roger, encarando-o confusa: — Eu acho que... Agora, não lembro. Não se preocupa, Ro, lembra que é uma letra nova, certo?! Então, estamos treinando isso aqui... Podemos, se você quiser continuar. Se sim, escolhe a música, já que eu fiz isso antes. Então, qual música vai ser? — Perguntou-o animada pronta para começar a dedilhar nas linhas do instrumento, então, lembrou que ele tinha esquecido a outra música e a curiosidade do porquê brotou: — Espera, o que houve? Sabe, para você esquecer a letra, pensando em que? —
Belen foi para o Acampamento Meio-Sangue e, na primeira vez em que participou de uma noite de fogueira, ela percebeu ter encontrado um novo local em que pudesse chamar de lar. Por isso, quando soube da destruição de sua moradia, seu coração quebrou em pequenos pedaços. Ela não sabia como seria retornar para o continente sem ser para o seu antigo lugar, mas temia que fosse sentir-se como um peixe fora d’ água. Mas, depois de 7 meses no novo local, ela afirma que as coisas não eram mais assim. Bel sentia-se pertencente ao novo acampamento e, como seu antigo, cuidaria-o e protegeria-o contra as forças inimigas. No entanto, enquanto não acontecia um ataque como houve um tempo atrás, ela aproveitaria tudo que o Acampamento Júpiter poderia fornecer para ela e isso inclui uma noite tranquila numa roda com vários conhecidos junto com um clima harmônico e favorável.
É claro que a filha de Hécate estava participando da cantoria. Ela adorava cantar e fazia parte de uma banda, então, não se recusou a entrar naquele cantar que estava sendo ecoado pelo acampamento. Cantando e rodeada por diversas pessoas que Belen amava, como Franz - quem Belen estava dando umas olhadas de vez em quando - Alastair e Rebecca, mesmo com a última tendo tido uma briga. Esperava que a magia da fogueira pudesse eliminar qualquer discussão anterior que Belen tivesse participado. Tinham pedido para que a filha de Hécate cantasse sozinha a próxima música e ela não recusou. Pegou o violão que estava sendo utilizado e começou a dedilhar devagar as cordas de acordo com os acordes de uma música que ecoava recentemente em sua cabeça.
— Living in my own world… Didn’t understand… — A voz de Belen saía tímida, mas, ao mesmo tempo, confiante e potente. — That anything can happen… When you take a chance… I never believed in what I couldn’t see… — Era como se Belen estivessem em um novo local com uma nova personalidade, embora ainda houvesse resquícios do seu passado dentro dela que precisavam ser solucionados. — I never opened my heart… To all the possibilities, oh… I know that something has changed… Never felt this way and right here tonight… — Belen estava colocando seus sentimentos em cada palavra cantada e não tinha vergonha disso, mesmo que não gostasse de transparecer as suas emoções que apareciam dentro dela. — This could be the start of something new… — Então, um barulho foi escutado e, no momento em que ela levantou-se assustada para olhar de onde tinha visto o som, o violão caiu no chão.
(…)
O ataque já tinha sido instaurado. Belen estava com seu arco, que tinha saído de seu disfarce de um colar, atirando em vários inimigos que apareciam quando ela começou a correr para adentrar mais dentro do campo até que sentiu uma virote passando pelo seu braço e causando um corte enorme (dado 13). Ela gemeu de dor com a ardência iniciando-se e virou-se de onde tinha visto. Lá estava a semideusa com um sorriso convencido nos lábios apontando a besta para a filha de Hécate.
— Pelo o que eu ouvi falar, você não parece ser tão concentrada assim, feiticeira de Circe. —
Belen franziu o cenho confusa. Quem era aquela louca?! Pensou a menina colocando a mão rapidamente no seu corte, após colocar seu arco em sua costas. — Quem é você? —
— Pode me chamar de Zani, filha de Afrodite e a responsável por sua morte. —
Em menos de um segundo, assim que terminou de falar, Zani atirou outra virote em direção à garota do outro lado (dado 5), mas acabou errando miseravelmente no segundo em que Belen puxou sua corrente e cortou-a em dois pedaços (dado 14). Um sorriso divertido apareceu nos lábios de Belen e ela correu na direção da inimiga, balançando a sua arma contra o chão como forma de exercitar aquele instrumento e depois lançou no braço esquerdo de Zani que segurava a besta (dado 12) apertando o membro alheio. A semideusa machucada deu um grito e acabou dando um grito de dor, largando sua arma na mesma hora. Um vermelhão tinha surgido no local. Belen, aproveitando aquele efeito de seu ataque, tentou dar uma rasteira na garota, mas acabou pisando numa pedra no mesmo segundo (dado 5). Enquanto isso, Zani tentava se vacilar da corrente empurrando Belen (dado 5), mas era como se a arma alheia estivesse sugando sua energia.
Ela deu um grito raivoso e, após ter uma ideia, deu um soco com a mão livre em direção ao rosto de Belen (dado 10) que fez com que a garota perdesse o contato com o cabo de sua corrente e caísse no chão (dado 5). Seu nariz secava um pouco e Belen lançou um olhar furioso para a mulher, avançando em direção à filha de Afrodite pegando uma flecha de gelo direto de dentro de sua aljava com o objetivo de enfiá-la na barriga alheia (dado 14). Apesar de Zani conseguir desviar um pouco daquele golpe (dado 11), a flecha acabou causando um arranhão suficiente na barriga dela para que o efeito do gelo funcionasse e a garota gemeu de frio.
— SUA PIRRALHA! VOCÊ VAI SE ARREPENDER DISSO! —
— Eu acho que você deveria focar mais na luta, garota. —
Dito isto mesmo, Belen avançou outra vez em direção ao rosto da garota e deferiu um soco perfeito (dado 11) bem no meio do local. Tentou dar uma rasteira, mas acabou falhando (dado 2) quando Zani foi mais rápida e chutou a barriga da filha de Hécate (dado 10) fazendo com que Belen fosse empurrada para longe. Zani puxou uma adaga que carregava em sua cintura e adiantou-se até Belen desferindo um golpe quase perfeito (dado 13) na perna da garota. O corte estava bem exposto sangrando. Belen queria chorar e gritar de dor, mas estava controlando-se para poder terminar aquela batalha o mais rápido possível viva. Belen se afastou rapidamente, mas (dado 2) bateu contra uma pedra machucando um pouco suas costas. Ela gemeu de dor e, mesmo quando Zani tentou lhe dar outro chute (dado 1), Belen conseguiu pegar uma flecha de terra enfiando na perna esquerda (dado 10) fazendo com que a filha de Afrodite fosse para trás.
— ISSO NÃO FICARÁ ASSIM! —
— E o que você está esperando?! —
Com o desafio lançado, Zani abriu a boca e começou a emitir um som muito alto (dado 8) fazendo com que a filha de Hécate tapasse imediatamente seus ouvidos. Observando essa oportunidade, a outra garota avançou com um sorriso e chutou mais uma vez a barriga de Belen (dado 11), fazendo com que ela tossisse sangue. Zani se abaixou e agarrou os cabelos alheios forçando-a a encarar seus olhos azuis elétricos. No entanto, antes que pudesse falar algo, Belen conseguiu pegar uma flecha normal e enfiou no tornozelo alheio (dado 11) fazendo com que Zani uivava de dor e soltasse o cabelo dela. Ela, aproveitando aquela chance, levantou-se e afastou rapidamente preparando uma flecha em direção à Zani, uma flecha de material gelado atirando-a na hora (dado 9) passando do lado do braço alheio que causou um corte superficial. Pegou mais uma flecha (dado 7), só que normal agora, que acabou fazendo o mesmo movimento que a última.
— Para uma arqueira, você é horrível! Deveria enfiar essa sua FLECHA EM SUA PERNA! —
Aquilo abalou sua confiança, pois (dado 14) Zani tinha acabado de usar sua lábia para que pudesse Belen pegasse a sua flecha e enfiasse na sua perna esquerda. A garota, na mesma hora, gritou de dor e Zani rindo, avançou contra ela tentando golpeá-la com sua adaga (dado 4), mas acabou falhando miseravelmente quando a outra desviou. Belen, percebendo a burrada que tinha feito, tirou a flecha rapidamente de seu membro e o ódio começou a aparecer em seus olhos. Estava cansada e não deixaria aquela mulher lhe ferir tanto, estava na hora de assumir o comando da batalha. Assim, ela invocou sua arma mágica, a tal famosa corrente negra, e lançou na direção do corpo de Zani onde foi agarrado imediatamente (dado 15) causando um dano crítico fazendo com que o corpo alheio fosse para frente. Belen puxou sua arma, e atirou uma flecha normal (dado 1) que passou bem longe do corpo alheio.
Enquanto isso, Zani tentou evitar bater a cara contra a terra do acampamento tentando colocar as mãos na frente como forma de evitar (dado 4), mas acabou falhando e bateu seu nariz logo no chão. Gemeu de raiva e dor, levantando-se devagar e com ódio nos olhos. A situação estava completamente complicada para ambas. Mas, Zani não iria desistir, por isso quando conseguiu se levantar, ela correu com sua adaga e atacou o corpo de Belen com golpes bons (dado 12 e dado 11). Belen tentou se desviar, só que não foi suficientemente rápida, então, caiu no chão sangrando em algumas partes. Ela estava ficando cansada e não saberia se sobreviver naquela noite, torcia para que sim… Mas, suas esperanças estavam indo embora.
Por outro lado, não queria desistir tão fácil, por isso forçou-se a ficar em pé e deu uma rasteira (dado 9) fazendo com que Zani caísse e tentou dar um soco forte na cara alheia (dado 6), mas suas forças estavam quase no zero. Pode ter ferido a outra, mas foi pouco. Zani estava no chão agora, só que não esperou para levantar-se disparando uma joelhada (dado 14) na barriga de Belen que caiu no chão de joelhos tossindo sangue. Ela deu uma gargalhada maléfica e puxou os cabelos dela, outra vez, e gritando mais uma vez bem perto do ouvido alheio (dado 11). Os ouvidos da filha de Hécate sangraram um pouco com a situação, enquanto lágrimas começavam a rolar pelo rosto angelical todo sujo e machucado de Belen. Aquilo seria o seu fim? Ela não sabia. Todo seu acampamento destruído… Zani com sua adaga em sua mão esquerda machucada passou a lâmina na pele facial alheia causando um corte superficial (dado 6) recitando as seguintes palavras com ódio e raiva:
— Você irá sangrar e morrer, e vou observar com muito prazer. ISSO QUE DÁ FICAR CONTRA ÉREBROS! —
Ela riu alto e, então, passou a lâmina dourada na garganta de Belen (dado 13) soltando os cabelos da filha de Hécate. Que caiu no chão com as mãos no seu pescoço tentando estancar aquele corte, enquanto observava Zani rindo e encarando-a com satisfação. Belen, então, olhou para o céu e, por um segundo, pensou ter visto seu pai com o sorriso tranquilo que sempre dava quando ela chegava da escola animada para vê-lo. Se morresse, pelo menos, veria seu pai… Mas, não queria deixar ainda a terra, seus amigos, sua vida, seu amor… Belen queria viver mais: fazer coisas que não tinha feito, realizar seus sonhos, ficar com as pessoas amadas por ela… Então, ela fechou os olhos e deixou que a noite envolvesse seu corpo para que ficasse viva até que o resgate chegasse (dado 14)…
A frase dita por Belen precisou de alguns segundos para Becca processar, como assim ela já estava chamando Hécate de ‘mamãe’? Por um instante Rebecca imaginou que a irmã mais nova havia acreditado no teatro de Hécate, ou ao menos caído no papo da deusa. Sem sair do modo de ataque, a ruiva precisou entrar no assunto após a irmã errar o golpe contra ela e logo investiu em outro soco na direção da irmã (dado 1) mas acabara errando feio o alvo, desconcertada pelo assunto que surgiu anteriormente. “Você conversou com Hécate também?” perguntou Rebecca sem rodeios. “Não me diga que acreditou naquela ladainha toda dela, Belen.” completou a ruiva. “Aquela mulher é maluca e fora totalmente distante de nós a nossa vida toda. Sem falar na confusão toda que causou entre nossos pais, claro.” não evitou de revirar os olhos ao falar aquilo. Ok, agora talvez Becca estivesse com mais raiva do que deveria estar naquele momento por algo tão… simples, mas simplesmente não conseguia segurar seu lado mais explosivo.
O ataque errado alheio fez com que um sorriso surgisse nos lábios. É claro que aquilo só aumentou sua adrenalina, pois, Belen estava gostando da luta, algo que não acontecia há um certo tempo. Lembrava dos treinos na fazenda que Belen tinha tanto ganhado quanto perdido em vários momentos. Agora, era como se estivesse voltando para sua infância... O comentário de Rebecca fez com que Belen encarasse-a confusa franzindo o cenho, enquanto seu sorriso sumia: — Claro, por que não?! Ela é nossa mãe e podemos ter uma chance de conhecê-la... Ela não é maluca, Rebecca, só complicada. — Disparou sentindo um pouco de raiva olhando-a e circulando-a preparando um ataque. — Você não acha que a confusão começou com eles não se resolvendo? Eles poderiam ter ignorado e continuado amigos invés de ter feito o que aconteceu. — Belen não estava medindo bem suas palavras, pois só pensava naquela batalha. Então, resolveu deferir um soco em direção à barriga de Rebecca, mas acabou errando ao tropeçar em seu pé (dado 4). Mas, resolveu segurar-se no corpo de Rebecca só que com suas unhas causando-lhe arranhões (dado 7).
O semideus não pode deixar de rir da forma como Belen falou com ele, dando de ombros levemente antes de responder a filha de Hécate. “Ser filho de Febo me dá sim certas vantagens e uma delas é poder julgar composições.” ele contou, o que não deixava de ser verdade, o dom de Febo que Roger mais tinha em seu sangue era o de artes. “Olha, eu geralmente sou externamente chato em questão de músicas mas posso dizer com toda certeza de que as suas são boas sim, Belen, você só precisa acreditar um pouco mais em si mesma.” aconselhou o rapaz, o que era completamente verdade, ele já escutara algumas músicas de Bel e as letras, eram realmente boas. “Ora, ora temos uma quebradora de regras aqui, por essa eu não esperava Belzinha. As consequências são uma surpresa.” abriu um sorriso bastante amigável para a amiga, Belen ainda era uma das poucas pessoas do Acampamento que traziam o melhor dele a superfície, quebrando assim o estereótipo dele de chato e confiante. Ao que ela pegou o ukelele, com um sorriso divertido Roger levantou-se e já puxava seu violão que estava na case em suas costas, ajustando a corda de apoio em seus ombros, esperando Belen começar para ele acompanhar. “Every night I’ve been countin’ the days.” cantava ele em sintonia com Belen tocando em seu violão, reconhecendo a música logo no primeiro segundo, sustentando o olhar fixo dela nele, sem perder o sorriso, é claro. “ ‘Cause I just wanna be there when you wake… Denver always seems so far away… but I hope you know that we’re still close, because…”
— Hum... Só confio em você porque você é divertido. — Deu uma leve piscadinha rindo. — Mas, realmente, deve ser... — Suspirou com a fala do amigo, encarando para o horizonte. Era complicado para Belen aceitar aquelas palavras, pois, durante sua vida, sempre ouviu que era incapaz nas suas coisas. Música tornou-se um refúgio, no entanto, também transformou-se em um espaço que ela era julgada também por causa das composições. Duvidava que conseguia agradar a todos, e isso atrapalhava muito em sua autoconfiança. Era uma luta que a filha de Hécate não estava conseguindo vencer por muito tempo... Porém, ela resolveu apenas balançar a cabeça em concordância com o filho de Febo, mesmo não acreditando muito nas palavras dele. — Certo... É difícil. Mas, não vamos falar desse assunto, Roger. Não agora, pode ser? — Não queria entrar em um assunto tão delicado para ela, principalmente no dia do seu aniversário. O clima depressivo foi transformado em um mais leve, pois a garota acabou dando uma risada com a fala alheia. — Têm muitas cosias que você ainda precisa conhecer... Eu quero testar, então. Acho que vou gostar das consequências. — Sorriu animada com aquela ideia, embora não soubesse do que se tratava... Enquanto cantava, escutando a voz alheia, Belen tocava seu instrumento mantendo seu olhar fixo nos dele: — Because... The best part is knowin' there's somethin' in my dreams.... That always makes me smile, it's you... The best part is knowin' there's someone in my life... That makes it all worthwhile... It's you... —
“por nada, bel!” james balançou a cabeça negativamente com as palavras da menor. “não está sendo desagradável, bel, pode ficar tranquila. claro! eu adoraria aprender, apesar de achar que eu não leve jeito para isso.” falou em sinceridade, porém com um sorriso no rosto. aproveitou para pegar um donnut e começar a mastigá-lo. realmente, estava incrível. “eu gosto dos doces que essa padaria vende, são viciantes.” falou, limpando a sua boca para não ficar suja. o filho de hermes arqueou as sobrancelhas, assentindo devagar com a cabeça. “entendo, as vezes, a gente precisa relaxar um pouco, né? se você preferir, eu posso te deixar sozinha. mas se quiser, eu posso ficar te fazendo companhia também.”
Ela tentou relaxar ao escutar as palavras de James, mas ainda estava sentindo-se alerta e um pouco com medo por estar incomodando o mais velho. — Tentarei... Bem, você vai precisar tentar primeiro antes que concluía esse pensamento, podemos começar? — Perguntou-o colocando suas mãos na frente do instrumento. — São mesmo! Adorei eles... Não, está tudo bem, James. Eu gosto de sua presença porque você é calmo e legal. E eu gostaria de ensinar algumas coisas com o piano... —
o starr retribuiu o abraço bem apertado ao que ela veio em sua direção, mas a soltou ao que ela se afastou para ver o presente. “não há de que. é só uma lembrancinha, sério… não sou bom com esse negócio de presentes, como deve saber.” riu alto. a verdade era que normalmente presenteava as pessoas com álcool que era algo que conhecia, mas sentia que com seus amigos mais próximos, como ela, não devia se contentar com aquele tipo de coisa, preferia algo que ele soubesse que seria legal. “─e eu sou um péssimo presente, por isso tô te dando um novo.” brincou.
— Mason, não importa qual seja lembrancinha, eu adorei de todas as formas. Não precisava de qualquer modo, Mas. E para de modéstia, sei que é bom sim como em várias coisas legais que a gente já fez. — Riu encarando o presente. Sentia-se sortuda por ter alguém como Mason. Ele era uma figura paterna que Belen transformou por causa da linda amizade que tinha surgido entre ambos. — Péssimo presente?! Mason, eu tenho sorte de tê-lo, porque você um amigo maravilhoso. Obrigada por existir! — Comentou sincera apertando a mãozinha dele.