Este é Benedykt Kozłowski. Ele tem 24 anos e estuda história. Ben veio de Cracóvia, Polônia e está na Carrington Royal Academy porque carrega o sobrenome de um dos fundadores da Organização das Nações Unidas. Dizem por aí que ele se parece com Paul Wesley.
Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo.
➪ history
A família de Ben entrou no mapa quando, após a Segunda Guerra Mundial, o pai de seu pai acompanhou e ajudou na criação da ONU. Edward recebeu um Nobel da Paz por isso, o que passou a ditar todo o futuro da família que se formava. Gustav, pai de Ben, cresceu tendo o pai como ídolo e se alistou ao exército para ajudar locais em conflitos com missões de paz que nunca tinham fim. Dessa forma, o garoto foi criado com o avô e, inspirado por toda a história que ele tinha a contar, decidiu cursar história e se especializar na história da Segunda Guerra. Os feitos do avô renderam e ele uma vida confortável, mas sua experiência de vida garantiu que ele soubesse manter os pés no chão e colocar a humildade acima do nome que carregava, e por isso sua infância e adolescência foram tão normais quanto poderiam ser.
Ben perdeu o avô quando tinha 16 anos, e o pai quando tinha 21. Foi só aí que recebeu o convite da Carrington, abandonando seus estudos na Universidade de Varsóvia e se mudando para Londres, onde recomeçou seus estudos de história por considerar que o nível da instituição era melhor e que pedir a equivalência de disciplinas já cursadas tiraria dele a oportunidade de aprender tudo por um ponto de vista ainda mais abrangente e aprofundado. Seu pai se formou em medicina na Carrington, mas Ben nunca esperou receber o convite porque Gustav nunca fez nada considerado extraordinário e ele sabia que o sobrenome do avô não garantiria que todas as gerações seguintes conseguissem suas vagas. Mas o homem acabou executando seu grande feito nos seus últimos momentos de vida, quando evacuou um hospital Sírio inteiro que estava sob a mira de bombas — ele perdeu a vida, mas salvou 248 pessoas e virou notícia no mundo inteiro, fazendo com que o filho e único herdeiro recebesse todos os prêmios de honras e méritos e o convite para entrar para o seleto grupo de pessoas que, por conta de seus nomes, receberam o direito de estudar na Carrington.
➪ bio
Ben é um cara bastante agradável para se ter por perto. Seu humor leve e contagiante faz com que todo mundo que tire um tempo para conversar com ele acabe esquecendo do estresse do dia a dia e exercitando o deboche que ele consegue despertar nas pessoas com o seu próprio. Costuma ser bastante observador e, ainda assim, extrovertido — sempre sabe como iniciar e manter uma conversa e parece ter o dom de fazer parecer que qualquer pessoa é seu amigo de infância. As pessoas costumam reclamar que ele é um tanto intrometido e insistente, mas na grande maioria dos casos ele acaba fazendo amigos exatamente por ser tão tagarela e por provocar tanto as pessoas. Ele se vê como uma pessoa de bem com a vida, que apesar de ter passado por tanta coisa e perdido tantas pessoas importantes para si, consegue ver sempre o lado bom de cada situação. Nunca se deixa estressar com nada, dificilmente entra em brigas mesmo que verbais e é um frequentador de carteirinha dos bares que rodeiam a universidade. É neles que consegue mostrar quem realmente é, com seus small-talks que sempre divertem pessoas, suas danças inescrupulosas que sempre agitam os clubes e seu método de “três passos para beijar uma garota” que ele usa mais frequentemente do que deveria numa universidade que é quase a mesma coisa que uma cidade pequena. Ben é querido e gosta de ser, com seu jeito “pra frente” e uma definição que poderia se resumir em “dado”. Não é preciso muito para cativá-lo, e uma vez que você faz isso, você nunca mais fica sozinho ou triste se depender dele.
+ extrovertido, divertido, ousado
- debochado, intrometido, teimoso
➪ got a secret, can you keep it?
Conheceu Heather apenas alguns meses antes dela ser encontrada morta no campus, em uma noite de karaokê do bar mais próximo. Cantaram “Should I Stay Or Should I Go” três vezes naquela noite enquanto ficavam bêbados juntos e pelo menos mais cinco vezes em noites distintas em que se encontraram no mesmo lugar. Ben estava interessado na garota e sabia que ela esperava um movimento dele, mas se existe algo que pode acabar com a insegurança dele quanto às mulheres é começar a realmente sentir algo por alguma, por isso nunca chegou a beijá-la. Eles deveriam se encontrar naquela sexta à noite para cantar mais uma vez a música que já tinha se tornado de praxe, mas ela foi encontrada de manhã no pátio central.















