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estrella-ocean:
Estrella caminhava pelos corredores um pouco desesperada, havia acabado de sair do banheiro e sua roupa estava completamente encharcada. Quem diria que ter o poder de controlar as águas a traria tantos problemas? Enquanto passava pelo corredor notou algo peludo mover-se, aproximou-se devagar e sorriu ao notar que era um gatinho. Abaixou-se e devagar passou a mão no bichinho. — Oi, coisa linda. Você está perdido?
Benedict miou. Enquanto humano, toques como aquele não pareciam tão interessantes; mas agora que havia virado de fato um gatinho, percebia que era realmente gostoso. E o ruivo ronronou baixinho, fechando os olhinhos para desfrutar daquele carinho. Foi somente a pergunta feita que lhe fez olhar para quem lhe acariciava, arrancando de si um miado mais contente. ' --- Estrella!! Graças à Deus! Você pode me ajudar a achar a sala da Fada Madrinha... ou de alguma fada, sei lá? Eu não consigo voltar ao normal.'
thatoneguy-eh:
o garoto apresentou uma expressão mista de estranheza, confusão e surpresa ao que a voz saiu do animal ali presente. deu um passo para trás, receoso, antes de se tocar do fato de que devia ser um dos muitos poderes existentes entre as pessoas por ali. “é assustador quando um gato fala com você…” comentou brevemente, encarando o felino. “por que…?” apontou para ele, esperando que ele entendesse o que queria dizer.
Como não queria ter assustado o outro, Benedict lamentou internamente e calou-se. Os olhos amarelados focados no mais alto, a cabeça tombando para o lado enquanto observava-o. Era estranho ter que levantar a cabeça para encarar alguém, ainda mais alguém que possivelmente não seria maior do que ele mesmo. ' --- Eu me transformei sem querer. Esse é meu poder, ao que parece. Virar um gato. Parece legal, mas eu não consigo voltar então não está sendo tão interessante. '
cheshircs:
A atração por gatos era quase inevitável, uma vez que Jordana era afilhada de um bem peculiar. Quando avistara um pequeno amontoado apontando para um gatinho no meio do corredor, pensara que era apenas outro felino que ela podia pensar em adotar fazendo graça; agora, entendendo o que havia acontecido com o garoto transformado em gato, sentia um tanto de pena junto com a vontade de pegá-lo no colo. “Eu queria mesmo carregar você para algum lugar, mas não sei se vou conseguir equilibrar você se voltar ao normal nos meus braços… Eu adorei essa transformação! Quem foi o gênio?” perguntou em meio a um riso, quase sentindo-se má por não saber se o bicho saberia respondê-la ou não.
' --- Não vou me opor a ser pego no colo por você. ' Benedict, é claro, nem naquela forma e por mais emburrado que tivesse, não iria perder a chance de disparar uma resposta como aquela. Seus olhinhos amarelados focaram a mulher e o pequeno gatinho soltou um barulho que assemelhava-se a um miado tristonho. ' --- Gênio. Chama de gênio porque não é com você. Eu não consigo voltar ao normal. ' reclamou, subindo a patinha direita para passar no focinho. ' --- Cheshire Cat, ele é o culpado.'
rcsemzry:
Por mais que tentasse, ainda não havia descoberto o seu poder direito, algumas pessoas lhe davam algumas dicas sobre como descobrir o que ela fazia, porém a menina não havia descoberto ainda e via muitas pessoas se transformando em animais, mesmo que não soubesse diferenciar quem era quem naquele cenário. Observou um gatinho que parecia assustado por ali, não sabia quem era nem se falava, mas se aproximou um pouco para falar com ele. ❛ —— Olá pequenino, quer uma ajuda? Quem é você? ❜
Tudo e todos pareciam grandes demais em comparação consigo. Estava do tamanho de um gato adulto, mas ainda pequenino. O corpinho, por incrível que parecesse, não era assim tão diferente; não sentia-se fora de si e muito menos desconfortável, o medo mesmo era que pisassem em si ou que não conseguisse voltar mais. A voz alheia soava simpática, embora tivesse aparecido sem que Benedict notasse. ' --- Eu não consigo voltar. ' resmungou emburrado. ‘ --- Benedict. Mas no momento eu sou apenas um gato... tão pequeno!’
twoxminds:
Samuel estava vendo algumas coisas no banheiro, quando notou um gatinho fofo, ele se aproximou e pegou o pequeno animal no colo. - Gatinho… O que você faz aqui huh? - Perguntou enquanto fazia carinho no pequeno bichano. - Eu vou achar um lugar para você, seu fofinho.
Em um segundo as suas patinhas estavam encostadas no chão, no outro, tudo havia desaparecido. Assustado, Benedict miou, a cabeça virando-se para olhar o que diabos lhe tinha tirado do seu lugarzinho perto da parede. Não conhecia o rapaz mas a forma como este falava consigo era engraçada o suficiente para fazer Ben se distrair do real problema. Ao contrário do que sabia que deveria fazer, ele não entregou-se de imediato, apenas ronronou baixinho com o carinho ganho pois, para sua surpresa, era realmente muito delicioso.
thatoneguy-eh:
desde que os poderes foram liberados de acordo com seus respectivos padrinhos, vladimir sentia uma fome incessante e irritante. não apenas isso e seu físico estranhamente alterado com o aparecimento de presas de forma devidamente dolorosa no lugar de seus caninos, o garoto apenas não conseguia controlar sua velocidade. vez ou outra encontrava-se distraído com as presas e de repente batia na parede com seus reflexos ainda não acostumados com a nova realidade. quase trombou no gato à frente ao que se movia pelos corredores, percebendo algo diferente em existir uma criatura por ali. “gatos… estamos sendo invadidos agora?”
Tão pequenino quanto estava, não havia muito o que Benedict pudesse fazer a não ser soltar um miado alto e assustado ao ver o outro quase esbarrando em si. Não podia culpá-lo, seu tamanho não deixava muito evidente que estava por ali, mas poxa! Também não precisava ser pisado! O gatinho encolheu-se contra a parede, já que naquele tamanho não havia muito o que pudesse fazer a não ser miar em um tom alto e mostrar suas garrinhas. Queria-o longe de si para não acabar sendo pisado. ‘ --- Eu acho que se tivessem nos invadindo, duvido que gatos seriam bem usados.’ reclamou em voz alta, agradecendo aos deuses por pelo menos isso ser ainda capaz de fazer.
Em pânico. Benedict encontrava-se em pânico. Transformar-se em um gatinho na sala de aula foi uma coisa, afinal, tinha uma das fadas lá para trazê-lo de volta. Mas fazer isso sem querer no banheiro do castelo, foi outra completamente diferente. O ruivinho não conseguia voltar ao seu tamanho normal, estava preso na forma felina e todos que encontrava, apenas riam de si ao invés de guia-lo para a Fada Madrinha. Irritado, o pequenino gatinho de pelo ruivo encostou-se na parede para ver se conseguia se acalmar e retornar para sua forma normal.
KJ Apa photographed by Leigh Keily for Jon Magazine, June 2017
Já tinha desistido de chamar a atenção quando percebeu que não aconteceria e pensou seriamente em descer aquelas escadas, seguir até a mesa e pegar logo a bebida, a desistência de fazer seus pensamentos se tornarem uma ação quando o rapaz se aproximou, fazendo o rosto de Pietro esquentar. “ — Er. ” Desviou o olhar e pensou um pouco. “ — Eu quero. Quero sim ” Por que não? Ele estava ali disposto a tira-lo daquele cantinho da depressão, Pietro tinha que tomar a frente em algum momento, então seria com ele. Se aproximou e brincou com os dedos na barra do blazer, sem saber exatamente o que fazer com elas.
O menor parecia dar a impressão de encolher-se mais estar mais próximo de si e Benedict decidiu fazer algo para mudar isso. Tomando o restinho de seu drink, deixou o copo no degrau da escada mesmo e voltou-se para olhar o menino, esticando a mão para tocar uma das dele. ' — Vamos lá, meu nome é Benedict!' disse com a voz leve, querendo deixá-lo mais confortável. ' — Qual é o s—' sua pergunta foi interrompida e o corpo, por ser um pouco maior, foi posto na frente do garoto ao que virava para ver o que diabos era aquilo. A visão que teve foi assustadora, o fogo esverdeado, a face tenebrosa de Jafar... céus, era um pesadelo. ' — Acho que a dança fica para a próxima, você me deve. Precisamos sair daqui.' ainda lembrou de brincar, mas em sua face estava exposto o susto ao olhá-lo.
Brienne olhava tudo, mas não via as coisas tão mágicas quanto seu irmão, ela não tinha odiado o local, mas também não havia ficado encantada tal qual seu irmão, ainda assim ela estava feliz por ele. - Que bom, já que pelo jeito precisamos acabar o treinamento. - Disse com um sorriso suave para Ben. - Eu ouvi que não tem, é só uma bebida docinha mesmo. - Sorriu sincera, olhando para seu gêmeo. - Já viu alguém que te interessa? - Perguntou dando uma piscadela brincalhona.
Ficar mais um pouco em Magnolia não seria por si visto como um castigo. Na realidade, estava adorando e era apenas o segundo dia ali. O ruivo riu baixo, tomando o restinho de seu drink; sob a máscara, a face assumindo uma coloração rosada pelo rubor. ' — Não. Eu não consegui conversar direito com ninguém, como poderia já estar interessado? ' em partes, era verdade. Não precisava mencionar que para ter uma queda por alguém, dificilmente precisava conversar com a pessoa e o pior é que Brienne sabia disso. Mas antes que pudesse explanar, a música cessou abruptamente e as luzes se apagaram. O mais jovem deu um passo para frente, imediatamente indo para mais perto da irmã. ' — Que porr—' sequer conseguiu terminar de xingar. O fogo de cor esverdeada apareceu e a face que por tão breves segundos Benedict contemplou, deixou-o em choque. Um dos vilões. Eles não haviam sumido? ' — Vamos sair!'
— É verdade, eu nunca havia reparado nisso. Sorriu. Assim que pegou o copo verde em suas mãos o levou até o nariz sentindo o cheiro, após deixar seu olfato trabalhar por alguns segundo tomou um gole. — Uau, que gosto forte! Assim que os lábios de Estrella se fecharam uma forte explosão pode ser ouvida. Procurando pelo local de onde poderia ter vindo o forte barulho Estrella avistou o fogo verde. Seus olhos se arregalaram enquanto o medo a atingia. — Oh por todos os mares. O que é aquilo?
O líquido foi provado sem hesitação, mas Benedict fez uma careta assim que o gosto invadiu sua boca. Era fraco, não estava batizado como o seu. O ruivinho, porém, não teve tempo de reclamar e dar sua opinião; sendo pego de surpresa não apenas pelo fogo, mas também pelo caos que abruptamente tomou conta do salão. ' — Foda-se! Era o Jafar?! ' gritou para a menina. A euforia de presenciar a figura do vilão foi abafada pelo medo de ser pego por aquele fogo de cor verde. Mal resgistrou que se todos os personagens dos contos haviam sumido, aquele em questão não deveria estar ali; estava muito mais preocupado em encontrar uma saída. ' — Vem! Nós precisamos sair daqui!'
— Infelizmente, não poderei tirar tudo e ficar só de cueca, acho que me colocariam em algum tipo de calabouço… Ao menos era isso que existia nos contos de fadas, não? Não deve ser nada confortável ficar em um daqueles. Mas tudo bem, já está muito melhor desse jeito. — deu de ombros, ainda mexendo na gravata, tentando deixá-la folgada, mas sem precisar retirá-la por completo. — Porque nunca fazem uma festa na praia?
' — Sim, porque tirando minha irmã, ninguém quer ver isso.' bufou, revirando os olhos. Benedict logo retornou com a expressão brincalhona pois embora tivesse uma certa desconfiança para o lado do rapaz, não conseguia deixar de lado o sorriso, ainda mais depois de tantos ponches batizados. ' — Ainda bem que não foi na praia. Eu teria que aguentar os urubus em cima das minhas irmãs, teria que persuadi-las a usarem cangas... sabe o quão impossível é isso? Não iria ter diversão.'
— Talvez não mude, quer dizer, não me recordo de nenhum conto que fale sobre a maior idade. Estrella riu das próprias palavras e logo pensou naquilo que era dito pelo outro. — É um ótimo nome, na verdade. Eu havia pensado em algo ligado a vampiros. Olhou para a mão do rapaz e sorriu trocando de copo com o mesmo. — Vamos trocar um pouquinho, talvez você goste desse. O seu parece bom.
' — Também não faço ideia. Acho que o único que se refere a idade é o de A Bela Adormecida?' encolheu seus ombros, o sorriso no canto dos lábios enquanto lhe passava o copo para poder pegar o dela, aquele líquido vermelho não parecia tão aprazível mas ele cheirou mesmo assim. ' — Bom, pelo menos não tem cheiro esquisito. O meu é bom mas cheira.'
Estava sentado na escada enquanto observava as pessoas dançarem a alguns degraus abaixo, não era que não tinha vontade de estar ali, ele só se sentia completamente deslocado e imaginava que a maioria estivesse da mesma forma. Pietro sendo um garoto de apenas dezessete anos, viver dentro dos extremos era natural, ou tinha amigos demais ou nenhum, poderia até ter um ou dois, mas já era acostumado a não ter amigo nenhum. Naquele caso, estar ali e com aquelas pessoas, parecia um pouco assustador e não tinha vontade de sair daquele espaço. Se levantou para chamar a atenção dele, parecendo que tava acenando para alguém e não para o homem que carregava as bebidas. “ — Hey, oiiiii ”
Não havia mais duvidas, o ponche estava batizado. Céus, como amava os humanos! Por mais que aquele seres mágicos parecessem incríveis para Benedict, os ponches estavam limpos demais quando chegara ali; agora, no entanto, isso tinha mudado. Não era o suficiente para embriagá-lo, mas era para deixá-lo mais alerta e animado. E com um copo quase vazio em mãos, seguia por entre as pessoas para encher novamente e voltar a dançar. Mas seu caminho foi interrompido por uma saudação do desconhecido, ou não era consigo? Agitado demais para atentar ao detalhe, seguiu até o menino. ' — Hey, cutie! Quer dançar?'
@benmayr
A expressão em seu rosto era a mesma de sempre, calma e simpática apesar de tudo, estava ali para que ela e o gêmeo pudessem se divertir, não sabia onde a irmã gêmea de ambos havia se enfiado, mas estava muito feliz com o fato de ter os dois ali, Brienne faria o possível para que os três saíssem juntos. - E aí? O que está achando desse lugar? - Perguntou com um sorriso para o mais novo. - Eu achei que a decoração está bem bonita.
Ainda que parecesse um sonho, Magnolia realmente havia lhe agradado. A magia estava em todo lugar, desde às flores falantes do jardim, até aquele imenso castelo com instrumentos que tocavam sozinhos. Meu Deus! Não queria mais sair dali. Para que a felicidade estivesse completa só precisava mesmo encontrar suas irmãs. E a voz de Brienne lhe fez sorrir, virando-se para olhá-la. ' — Eu gosto daqui!' declarou, assentindo. Um gole de seu ponche foi tomado e o mais novo dos trigêmeos logo ofertou-o para a irmã. ' — Tudo aqui é diferente, Brie! Até as bebidas! Eu não sei se tem álcool, mas isso está me deixando meio animado.'