untitled

bliss lane
🩵 avery cochrane 🩵
Not today Justin
Keni

ellievsbear
Lint Roller? I Barely Know Her
almost home
Mike Driver

tannertan36

Product Placement
YOU ARE THE REASON
RMH

❣ Chile in a Photography ❣

No title available
Fai_Ryy
Claire Keane

titsay

★
d e v o n

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Vietnam
seen from China

seen from Bangladesh

seen from Türkiye
seen from Russia
seen from Singapore
seen from United States

seen from Türkiye

seen from Argentina

seen from United States

seen from France
seen from Germany
seen from Netherlands

seen from United States

seen from United States
seen from Congo - Brazzaville
@bh-soojin
bh-joe:
comigo mesmo? acho que a vida já faz isso. bom, um homem como eu não deve encher uma mocinha bonita como você de palavras sujas. a não ser que seja diferente e não saia correndo como as outras.
◞ * ⋆ ˙ ˖ Bem, life is a bitch. Então devia pegar leve consigo. Obrigada pela consideração, mas tenho certa familiaridade com palavras sujas, prometo que não ira me corromper. Não é como se eu fosse diferente das “outras”, nós temos nossos motivos. Eu apenas não gosto de sair correndo.
bh-eunsung:
Cê não me atrapalhou não, Soo, eu só não tinha visto você aí, acabei me empolgando demais e acho que passei vergonha. Pelo menos você não ouviu. O que cê tá lendo aí?
◞ * ⋆ ˙ ˖ Yah, não existe isso de passar vergonha, muito menos se empolgar demais. O prol de praticamente não ter audição é a observação, Eunsungie, sua expressão era adorável, meio que um Freddie Mercury carismático misturado com uma Cyndi Lauper animada. Hm, por fora eu to estudando pra minha prova de civil, o que eu provavelmente devia ta fazendo, mas, na verdade, to lendo A Filosofia como Arma da Revolução. Cê tem ideia de o quão difícil foi conseguir esse livro? Eu tive que vender minha alma e o resto da minha dignidade pra colocar as mãos nele. Não foi bonito. Tava mais disputado que o último baseado numa rodinha de violão. Enough about lil old me. Como cê ta? Já comeu hoje? E aquele amontoado de sobras vendidas no Mom & Pop não contam como comida, todo mundo sabe disso.
⁘ ⁙ — Papo errado, pessoa errada, lugar errado. — Sorriu de canto, sentindo uma leve ardência do caralho nos lábios por conta do corte; mas após tantas porradas recebidas ao longo dos anos, Tan já estava acostumado. Estava com a cara toda arrebentada pós uma briguinha que tivera na noite passada saindo do Neon Lights, nada fora do usual. — Mas meu murro na cara dele foi certeiro. Se está impressionadx com a minha cara, é porque não viu a dele.
◞ * ⋆ ˙ ˖ Ah, mas eu vi, eu tava lá, eu era a bartender que odeia a confusão -— Soojin completou sem muita atenção. Realmente não apreciava brigas no Neon Lights, mesmo que diariamente, apenas tornavam o lugar mais insuportável, já que noventa por cento daquelas eram birra de bêbado -— Impressionada não seria a palavra. Preocupada? Talvez. Cê precisa de alguma ajuda cuidando disso ai? Sabe, Existe um número de porradas que o rosto humano pode levar antes de desmantelar por completo. E qual a graça de levar porrada quando seu rosto já ta todo estourado? And I live by that -—
você tem um cigarro aí? o meu acabou, não tô afim de fumar essa erva agora. aproveita e senta aí pra gente jogar papo fora, a rua tá vazia mesmo. aposto que não deve ter nada melhor do que conversar com um desgraçado.
◞ * ⋆ ˙ ˖ Hm, claro, sem problemas. É meio severo com si mesmo, não acha? Na verdade, eu tenho minha parcela de coisas pra fazer, apenas gosto de ouvir o que desgraçados tem a dizer. Pode ser interessante. As vezes.
Puta merda, cê quase me fez quebrar as baquetas de susto! Há quanto tempo cê tá aqui? Por acaso… Você não me ouviu cantando, ouviu?
◞ * ⋆ ˙ ˖ Cinco minutos, vinte... talvez uma hora, quem sabe? Tempo é relativo. Sinto muito, Eunsungie, não queria ter te atrapalhado, mesmo, só estava precisando de um lugar para ler. E sobre a cantoria, bem, você não precisa se preocupar, Tina Turner, eu ‘tava sem meu aparelho auditivo, de qualquer maneira, aposto que se saiu bem.
two clowns. — @bh-soojin
Neon Lights já estava fechada há algum tempo e Renjun gastou um pouquinho dos minutos restantes que tinha de expediente para organizar tudo aquilo que havia sujado no balcão na hora de preparar todas aquelas bebidas, e, por mais que soubesse que tinham os faxineiros que faziam todo aquele trabalho duro de arrumar, gostaria de facilitar o trabalho deles. Não demorou nadinha para que visse Soojin por ali, já imaginando o que viria a seguir; ou seriam as piadinhas idiotas sobre as pessoas que frequentavam ali, ou até mesmo sobre as bebidas que tiveram que fazer. Eram, claramente, dois palhaços bobões. Muitas das vezes o Wu se esquecia que tinha uma casa para ir e acabava ficando até bem depois do horário com a amiga do emprego, só para jogar conversa fora e dar risada - o que acabava sendo o que mais faziam. Houveram vezes em que saíam do lugar com os primeiros raios solares aparecendo e isso apenas deixava o chinês preocupado, mesmo que horas antes estivesse chorando de tanto gargalhar. Se daria mal um dia por sair tão tarde - ou cedo - dali. — Cê num vai acreditar no que me pediram hoje… — Começou, se jogando em um dos sofás que tinham no local, já dando os primeiros sinais de que cairia na risada bem rápido e esperando que ela fizesse o mesmo. O sorrisinho que era facilmente coberto pela garrafinha de cerveja que tinha roubado da geladeira há pouco e as pernas já tomavam lugar sobre os braços do sofá preto. — O cara veio, me pediu um Cowboy e eu fui na maior inocência preparar a bebida pra ele, pra depois descobrir que ele na verdade queria alguém, no caso eu, pra montar nele. — Soltou um riso alto e sentiu seu rosto esquentar consideravelmente apenas pela lembrança. A forma que o menino de mais cedo havia falado tinha sido adorável. Parecia bem chocado com a rejeição.
◞ * ⋆ ˙ ˖ Oito horas e trinta e seis minutos, para ser mais exata, era o tempo que havia passado naquela caixinha de aberrações. Ela tinha essa ciência. Estava contanto. Apesar da diferente aura que tornava a boate assim que a mesma fechava as portas, era extremamente penoso lidar com o seu público em horário ativo. Entre fazer bebidas, limpar balcões, e atender clientes, tudo em meio a synth pop infinitos e baladas infernais, Soojin tinha que entrar em confronto com os wannabes de punks revolucionários atrás de confusão e com os mauricinhos mal educados com gel pingando do cabelo. Tentava não incomodar-se muito já que a maioria só pediam sua porcentagem de álcool pela noite e seguiam seu caminho. E bem, sabia que sua condição seria bem pior se não tivesse uma de suas companhias favoritas atrás do balcão. Era até mesmo divertido, pra ser sincera. Em uma única noite qual um cara jogava bebida em seu amigo por não ter ido com a sua sugestão do cardápio,e a música é interrompida para uma declaração de amor desajeitada, tinha a sorte de ter Renjun ali. Soojin era um ser calmo e calado por natureza, e era bom ter alguém como o amigo por perto, provavelmente não duraria em tal meio se não por ele. Ao momento que não havia nenhum som alto para machucar seu aparelho auditivo era quando a Neon Lights se tornava confortável. -— Cara, você acredita que só hoje eu atendi quatro George Michael? -— Soojin colocava a fiel jaqueta velha ao momento que fazia uma expressão surpresa sem alguma emoção ao observar o amigo, porém logo dando abertura a um sorriso de antecipação a palavras daquele. -— Ah não -— a risada ecoou pelo lugar, a fazendo perder o equilíbrio por alguns segundos -— Caralho, isso só acontece contigo -— se aproximou de Renjun percebendo sua feição corada, só para rir um pouco mais, era adorável -— O que porra esse lugar tava pensando pra dar um nome desses pra uma bebida. Literalmente tem um vinho italiano na despensa chamado Nabunda, o subtitulo é “excelência desde 1934, de pai para filho”. Fuck off, eu odeio esse lugar. -— voltou a rir alto enquanto sentava na mesa em frente ao amigo e acendia um cigarro -— Ah, e posso te chamar de Clint Eastwood, agora? Eu vou, de qualquer maneira. Dude, seu turno já tinha começado quando o flashmob de Madonna começou? Foi uma das coisas mais interessantes e singularmente bizarras que eu já vi na minha vida. -— Soojin tentava não prestar atenção no que ocorria em sua volta, era difícil quando dezenas de jovens achavam que viviam em Grease e reencenavam mecanicamente reações. A ideia de Footloose era divertida nos filmes, e era até mesmo legal quando aparecia ser que gostava de dançar no Neon Lights, mas não era assim que aqueles jovens funcionava.
shion-bh:
Uma resposta incomum? Isso fez com que toda a atenção da Yang se voltasse exclusivamente para aquela freguesa. ▬ 55 mil wons. O que eu acho meio barato já que a primeira aparição do Wolverine no universo de X-men depois de muito tempo ▬ deixou seus pensamentos sobre o gibi ficarem a amostra, já que queria saber a opinião da outra sobre aquilo. Talvez engajassem em uma batalha de opiniões que durasse mais do que um século, ou aquilo nunca mais seria discutido naquele estabelecimento. Quem saberia os rumos do destino? ▬ Temos todos esses, qual prefere? Seria um presente para alguém? Se sim, eu sugiro Mafalda, já que faz uma pessoa pensar sobre o mundo, entende?
◞ * ⋆ ˙ ˖ 55 mil wons. Fazia sentido — Bem, ele iria aparecer uma hora ou outra, só dependeria do preço do mercado. — Soojin voltou a atenção aos quadrinhos, cruzando os braços — Ele é um dos principais, não é? Em um sonho, uma edição especial ou universo paralelo, ele só precisaria saber quando o mercado esta pronto — Tornou a atenção a menina com um sorriso, um pouco maior dessa vez. Talvez fosse uma leiga completa em relação a hqs, porém possuía um conhecimento sistemático de como o capitalismo funcionava. O sorriso de Soojin se abriu com a resposta da outra, quase transformando-se em um riso, apreciando a sugestão da outra -— Hm, quase — falou baixo, ainda sorrindo, bem, não deixava de ser um presente — Meu grupo ta montando um projeto, a gente ‘tava precisando de referencias de resistência da cultura pop — continuou, revelando um pouco de mais, e voltando a atenção aos gibis. Apesar de já saber Mafalda e Soldado Zero de cor, tomou ciência do cunho politico escondido da outra revistinha só por alguns membros do partido que eram fãs. Living and learning. Logo, o interesse se deu espaço — Você costuma ter leituras assim? Muita gente não gosta — A superficialidade das palavras fora apenas colocadas ali para não aparentar que sabia de mais, e, pela genuína curiosidade da resposta.Sabia o quão penoso era a alguns, assim como para si, encarar o mundo a frente — Quino é muito subestimado, até mesmo no próprio meio,you know? — murmurou rápido, mudando de assunto e, mais uma vez, pousando os olhos nos gibis.
“Mas o que é que você tem de tão contra os militares, hein? Quer dizer… Não que eu seja a favor, é só que cada pessoa teve sua experiência e eu… Bem, eu estou curiosa quanto à isso.”
◞ * ⋆ ˙ ˖ ❝ O quão fundo a sua cabeça ta enfiada no seu... — as palavras não continuaram quando Soojin finalmente percebeu a dona da fala. É claro. Decidiu exteriorizar a frustração em um suspiro tão longo que dava para contar os minuto — Em que pais você ta vivendo? Obviamente tu não vê a porra de uma pirâmide social cheia de distorções, ali na concentração de renda e de poder extrema? A gente ta vivendo num país irredutível, porra — Desprendeu o cigarro dos lábios pronta pra começar um debate com Sian, não o qual esperava ter naquele dia, obviamente, a fazendo pensar se aquilo realmente valia a pena, já que sua empatia e compaixão por leigos, surpreendentemente chegava sim, em um limite. Além do mais, não possuía a certeza de poder confiar na outra para expressar os descontentamentos com a querida nação, melhor, sabia que não podia confiar. O quão patético seria ser presa por se expressar esperando nenhum resultado, ou pior, pela conversa que teve com Sian, dedurada pela filha de um militar, não era o futuro brilhante de revolucionaria qual imaginava para si — Eu não sei, Sian ssi, porém aposto que possa levar a pergunta para alguém mais próximo de si.” O cigarro voltara aos lábios, finalmente, desistindo de tal conversa
Shion arrumou as HQ’s com um cuidado exemplar. Seu costumeiro carinho com seus livros a faziam continuar naquele trabalho, já que sua personalidade não a ajudava nesse quesito. Adorava trabalhar na loja exatamente para que pudesse passar horas observando todas aquelas maravilhosas histórias, mesmo que só pudesse sonhar em ter todas elas em seu pequeno apartamento. ▬ Cuidado, essa edição é muito mais valiosa que a sua vida.
◞ * ⋆ ˙ ˖ ❝ Ah, eu não duvido disso por algum momento — Soojin soltou um riso quase mínimo pelo nariz, achando graça da situação, acabando um pouco introspectivas em seu pensamento. Atualmente, tinha a ciência que um gibi era mais valioso do que a vida de uma estudante como ela. E, bem, como dizia o ditado; o capitalismo é uma merda — Quanto custa? — perguntou por simples curiosidade de saber o quão valia. — Ah sim. — Soojin se tornou a garota com um sorriso sincero a outra, lembrando ao que veio — Você tem algum xmen ou... alguma coisa assim? — a falta de conhecimento sobre aquele mundo era clara, apesar de não se importar de carregar o titulo de leiga ali, estava curiosa porque o pessoal de artes havia pedido para si, buscar os quadrinhos — Hm, Mafalda, cê tem Mafalda aqui? Ou tipo, Recruta Zero?”
“Bem vindx ao Licorice Pizza. Posso te ajudar em alguma coisa?” Resmungou, com os braços apoiados sobre o balcão do caixa e os dedos pressionando suas têmporas, tudo para a dor de cabeça da ressaca lhe abandonar. “Por favor, diga não.”
◞ * ⋆ ˙ ˖ ❝ Yah, um pouquinho mais de respeito, por favor. Tsc, por isso a nação não vai pra frente. Os jovens — a expressão séria pintou a feição de soojin só para dar abertura a um riso devido as próprias palavras, ainda que brincadeiras, era inimaginável ouvi-las saindo da própria boca — Pode deixar yee, eu consigo me achar por aqui, ok? — A menina deu duas batidas leves no balcão, com o cigarro preso ao lábios, em um tom totalmente transformado em casualidade, voltando a sua nuance de sempre — Se quiser comer em algum lugar que não o Mom and Pop — Soojin bateu novamente no balcão, dessa vez namorando de longe um dos disco da Nina Simone — Sabe que eu estarei onde o bebê chora e mãe não vê, ou, inferno pop, como preferir — completou o convite, relaxada, referindo-se ao trabalho no Neon Lights. Yehee já aparentava estar saturada em pleno meio-dia, não havia um porque de não pagar um lanche a menina.
bh-yutan:
⁘ ⁙ — Sabe que nunca curti o pessoal lá de cima? Se são tão bons onde estão em meio a essas merda toda. Apoio a sua causa e espero que quebre a cara de todos, cheers. — Levantou o copo que segurava em direção à menina antes de tomar um longo gole, sorrindo. — Woah, — A expressão saiu com uma alta risada, mostrando sua surpresa com a respostas. — Olha, eu nunca recebi uma afronta assim pras minhas cantadas. Essa é nova… — Encostou o braço na parede, pendendo a cabeça para o lado com um sorriso. — Meritocracia, criando uma gangue para vingança… sinto o cheiro de encrenca por aqui. Encrenca raíz que falaria pro nosso “presidente” chupar as próprias bolas ou nutella que só se encrenca com gente idosa do bairro? Fica a questão.
◞ * ⋆ ˙ ˖ ❝ É sempre bom ter um aliado a causa. — era sem duvidas, cômico exteriorizar mais uma vez tal expressão tão repetida por si, porém em contexto tão irregular — Nunca? Bem, nesse caso, fico feliz que fui sua primeira — a garota levantou a sobrancelhas em uma expressão jocosa, ao momento que terminava a cerveja, voltado a rir do menino. — Aposto que adoraria saber, mas teria que te matar se te falasse — apesar da brincadeira feita, todo cuidado era pouco, afinal, não podia ser uma presa política antes mesmo da revolução começar. Tinha um complô para organizar. Soojin procurou o maço no bolso interno da jaqueta velha, acendendo o cigarro e o oferecendo ao menino, voltando a sorrir — Porém, posso te falar que me pergunto que se aquele cadáver fascista enfiasse um bastão pelo cu, será que sairia pela boca ”
Que Eunsung era arroz de festa, isso ninguém podia contestar. Fato consumado. Não tinha uma que deixasse de marcar presença, até porque se estivesse falando de encher a cara até tarde da madrugada, era lá mesmo que o baterista estaria. Contudo, havia algo dizendo que devia escapar daquela, fingir uma dor de cabeça, arrumar outra coisa pra fazer, qualquer coisa assim. Não que o Bae acreditasse muito nessa balela de intuição e sexto sentido, mas foi só entrar naquele apartamento há muito conhecido e bater o olhar num cantinho afastado que soube que devia ter dado ouvido aos próprios pressentimentos. Puto. Era assim que tinha ficado. Completamente emputecido da vida. Nem fez questão de ir até aquela área arrumar confusão, só percorreu o local com o olhar até encontrar alguém que não fosse só mais um rostinho desconhecido e se sentiu aliviado ao perceber que tinha alguém em quem pudesse confiar ali. — Eu te falei que não queria vir e tava com razão. — Estalou a língua no céu da boca assim que se aproximou, deixando a expressão irritada transparecer. — Tô precisando encher a cara, falando sério. E você vai ter que me acompanhar nessa.
◞ * ⋆ ˙ ˖ A quantidade de bitucas cigarros jogadas no cinzeiro da mesa de centro podiam virar algum tipo de patrimônio histórico do país, ou parada turística. Soojin também não estava orgulhosa de perceber que metade das bitucas eram da marca de seu cigarro. Talvez fosse esse ócio da diversão que lhe tornava ansiosa, o tédio de não ter a cabeça cheia. O medo qual isso lhe proporcionava. Soojin permitiu-se a deixar de ouvir as fábulas dos colegas, deixando a mente divagar, e quase imperceptivelmente, pousar olhos em figura já conhecida. Os olhos da menina sorriram, e o coração não deixou de esquentar. A carranca que outro carregava, não a fez mudar de expressão, apesar de preocupação ficar aguçada. Tinha um certo carinho por Eusung, de algum jeito, o menino parecia precisar de cuidado, e ainda que muitos precisem, Soojin era permitida por ele. A garota pegou a garrafa de Soju mais próxima, entregando ao mais novo — ﹕❝ Você quer falar sobre? — a menina perguntou sem muita seriedade, dando um gole de sua própria bebida e dirigindo total atenção a Eunsung. Nunca pressionaria o outro a nada, porém também queria que o monino entendesse que não devia carregar energias. Ofereceu um pequeno sorriso, e mesmo não exteriorizando muitas palavras, sabia que entenderia, por meio de tal ato, que poderia contar consigo.
⁘ ⁙ — Bebê, doeu quando você caiu do céu? — Sorriu de canto, apoiando o cotovelo sobre um móvel e oferecendo-x um aceno de sobrancelha, tomando um longo gole do líquido de seu copo (que não tinha muita certeza do quê era, somente sabia que se tratava de álcool e dos fortes). — Porque com uma carinha dessas ‘tu só pode ter sido expulsx de lá. Aposto que os mano lá de cima ficaram tudo com inveja de ó, tamanha beleza. — Balançou a cabeça positivamente dando ênfase a própria frase; mas logo soltou um sopro debochado. — Olha pensando bem não foi a melhor cantada mas eu mereço uns créditos por tentar e porquê eu tenho essa carinha de bebê.
◞ * ⋆ ˙ ˖ ❝ Wow, realmente baixamos para esse nível — ainda que um pouco embasbacada e estranhamente lisonjeada, soojin não deixou de se divertir com a brincadeira do outro — Na verdade, doeu. Tanto que tive de formar um exercito de seguidores para me vigar dos manos lá de cima. E estamos indo muito bem, se quer saber — A menina levantou a garrafa de cerveja, minimamente, acenando a yutan, em cumprimento, e logo a tornando a sua boca — Merece?? não vá me falar que acredita em meritocracia, dude.”
╼╼ ❝ Vamos! Sacode esse esqueleto aí, bicho! Você veio ‘pra ficar parado? Eu não irei permitir. Olha ‘pra mim, quero ver me ganhar! Eu sempre ganho as disputas de dança, você não vai querer me enfrentar e passar uma vergonha por perder… vai? ❞ ╼╼ •
◞ * ⋆ ˙ ˖ ah, já que obviamente não tenho chances contra a deusa da dança e não aprecio humilhações publicas, não acho irei tentar. Obrigada pelo convite, mas essas perninhas de macarrão realmente não foram feitas para dançar, Jojo.
⁘ ⁙ Festas, definitivamente, não eram seu estilo: mas Minkyu precisava de uma mudança de ambiente para tentar se livrar de um bloqueio criativo. Só faltavam cinco páginas na nova edição de Jeoggiui Bogsu e a garota— ou Kyuhyun — não conseguia decidir como Hiro descobriria sobre o passado de Giri. Não queria nada muito dramático, mas também não queria muito simples; e, além disso, precisava ainda desenhar cada quadro de maneira que expressasse exatamente sua imaginação. Suspirou, bebendo um gole do soju em mãos. Ser quadrinista não era uma tarefa fácil e nem ganhava bem pra isso. Botou um bico nos lábios, olhando as outras pessoas dançando e se divertindo ao seu redor. Escolhera um cantinho daquele apartamento e ficar plantada ali desde que chegara, que nem uma decoração. Dançar não lá era sua praia (menos quando estava bêbada e começava Maddona ou aquela música sobre garotas quererem se divertir que Minkyu não sabia quem cantava), e queria evitar pagar uns micos com seu jeito desastrado. O problema era que seu cantinho estava começando a ficar cheio de casaizinhos se pegando de maneiras indevidas e a menina sentiu as bochechas ficando ligeiramente avermelhadas. Foi ao se virar para se esquivar de um casal que estava empolgado demais nas beijocas que Minkyu acabou escorregando, caindo sobre alguém que estava atrás de si. Sentiu o rosto inteiro esquentando, virando a cabeça para trás com a destra sobre a boca. — Desculpa… — Murmurou baixinho, mentalmente desejando que pudesse desaparecer naquele instante. — Não foi minha intenção…
◞ * ⋆ ˙ ˖ Não era difícil perceber a pequena aglomeração de meia duzia de jovens reunidos, quase sagradamente, ao redor de uma das únicas e baixas luzes do recinto. Nenhum deles dançavam, apesar de apreciarem Tears for Fears e as escapadas do som norte americano que a playlist dava. Também era visível a fumaça em volta do grupo, qual, tirado do contexto, os jovens poderia ser muito bem confundido com o pessoal da maquina de fumaça artificial dos clipe do Michael Jackson. Não obstante de ser, realmente, uma pessoa introspectiva e inclinada a horas de leitura em seu quarto, a menina também sabia que, bem, festas eram divertidas quando eram as certas (principalmente a Soojin, que restringia a sua interação a meia duzia de jovens), diferentemente das incontáveis horas qual passava no Neon Lights, batendo o cartão no inferno do city pop. E apesar de ter saído momentaneamente de seu papel de bartender, a bartender não saia de si; as cinco garrafas de cerveja qual carregava em direção a seu grupo, era não somente um exemplo disso, mas de sua disposição para com os colegas. Assim que sentiu o esbarrão em si, moveu o corpo, rapidamente bloqueando o encontro da outra com o chão — ﹕❝ jesus christ, kid — exteriorizou incompreensivelmente devido ao cigarro preso entre os lábios, oferecendo um sorriso quase minimo a outra, e rapidamente soltando as cervejas em qualquer canto — fuck, foi por pouco, você ta bem? — com a seriedade retornando a feição, os olhos atentos procuravam qualquer sinal de dano a menina a sua frente, apesar de ter sido um choque praticamente dispensável, soojin queria ter a certeza. De repente os olhos tornaram-se em uma perfeita meia lua devido a fala da outra, finalmente exteriorizando um largo sorriso — Ta tudo bem, de verdade, não imaginei que fosse intencional. — os olhos correram até o canto escuro, onde residiam os jovens que simplesmente não conseguiam lidar com os hormônios antes de retornarem a morena, espelhando empatia a menina — sinto muito, eles podem ficar um pouco animados, as vezes”