this song is called ‘vale decem’
it means ‘farewell ten’
it’s the song of ten’s regeneration

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Olá a todos que estão esperando os resumos de Geografia! Eu não tenho certeza de que vou conseguir postá-los para o teste de amanhã*, mas vou tentar. É só um aviso. Bjs
*Portanto, quem pretendia dar uma de preguiçoso e esperar eu postar pra começar a estudar, eu sugiro que estude por conta própria :) Mas eu garanto que os resumos vão estar aqui antes da próxima prova.
“Não acredito que a guerra seja apenas obra de políticos e capitalistas. Ah, não, o homem comum é igualmente culpado; caso contrário, os povos e as nações teriam se rebelado há muito tempo! Há uma necessidade destrutiva nas pessoas, a necessidade de demonstrar fúria, de assassinar e matar. E até que toda a humanidade, sem exceção, passe por uma metamorfose, as guerras continuarão a ser declaradas, e tudo o que foi cuidadosamente construído, cultivado e criado será cortado e destruído, só para começar outra vez!”
- Anne Frank, “O Diário de Anne Frank” (via accio-alice-in-wonderland)
Geografia -Oitavo Ano- Blocos Econômicos Supranacionais
-A formação de blocos econômicos internacionais é uma tentativa de reconduzir os Estados (governos) ao status de orquestradores da economia-mundo (economia globalizada); -Globalização ampliada nas últimas décadas reforçou o poder econômico e político das transnacionais. Os blocos econômicos sãouma tentativa de diminuir esse poder das empresas; -Fim da Guerra Fria = necessidade de reformular o papel do Estado, num mundo globalizado; -A globalização e a formação de blocos econômicos regionais são processos complementares. Os blocos econômicos produzem mercados extremamente atrativos ampliando a escala de atuação das grandes corporações, assim favorecendo a centralização de capitais dessas empresas, tornando-se um instrumento da globalização. -Os governos sabem das estratégias das transnacionais, porém recebem mais investimentos externos, geram empregos, recolhem impostos (imposto de renda, ICMS...) -Os blocos econômicos ativam a economia. Existem investimentos seletivos que favorecem (mais) determinados países do bloco. >TIPOS DE BLOCOS ECONÔMICOS -Quanto maior a integração, menor será a soberania (independência econômica, política...) = interdependência. 1º Tipo de Bloco - Zona de Livre Comércio (área): -Livre circulação de capitais, serviços e mercadorias. Em geral, a tarifa alfandegária é nula. Exemplo: Nafta (EUA, México e Canadá). 2º Tipo de Bloco - União Aduaneira -Todas as características da Zona de Livre Comércio + tarifa externa comum (TEC). Todas as importações feitas de países de fora do bloco, apresentam a mesma tarifa alfandegária em todos os países participantes. Exemplo: Mercosul (Mercado Comum do Sul, no qual os membros efetivos são Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina e Venezuela). 3º Tipo de Bloco - Mercado Comum -Inclui todas as características da União Aduaneira + circulação de pessoas + tendência a padronização da legislação (trabalhista, ambiental...); 4º Tipo de Bloco - União Econômica e Monetária -Todas as características do Mercado Comum + moeda única + parlamento do bloco, banco... + maior tentativa de padronização das leis e da formação de unidade na questão da defesa militar; Exemplo: União Europeia - OBS: A adoção do euro (moeda única) não foi obrigatória. -COMPLEMENTO- -Protecionismo: -Dentre os países que formam um bloco econômico ocorrem práticas comerciais que desrespeitam as regras estabelecidas ou beneficiam (fortemente), de maneira direta ou indireta, determinados setores produtivos de um país membro do bloco. -Essa estratégia visa proteger as empresas nacionais, tornando-as mais competitivas ou fazendo "reservas de mercado". -PRÁTICAS COMUNS DE PROTECIONISMO COMERCIAL: *subsídios - apoio financeiro e técnico dos governos aos seus produtores; *barreiras não-tarifárias - exigências de certificados, alterações técnicas nos produtos, defesa sanitária... *garantia de preços mínimos na compra de safras agrícolas dos produtores nacionais e prioridade para a compra da produção interna. *estabelecimento de cotas de importação sem cobrança de tarifa alfandegária. OBS: Muitos conflitos relativos a aplicação dessas estratégias tem prejudicado o avanço do Mercosul (crise argentina...).
Geografia -Oitavo Ano- Índice de Desenvolvimento Humano
-A partir da década de 1990, a Organização das Nações Unidas (ONU) elaborou uma nova proposta de classificação de países, levando em consideração, além do produto interno bruto (PIB), alguns indicadores sociais. São eles: 1º Longevidade: corresponde a expectativa de vida ou esperança de vida ao nascer, que é o número médio esperado de anos de vida de um indivíduo. Quanto melhor a qualidade de vida da população, maior tende a ser a expectativa de vida (indicador de saúde). 2º Nível de Escolaridade: para calcular este índice, são consideradas a taxa de analfabetismo e as matrículas feitas nas escolas de ensino fundamental, médio e superior. (indicador educacional). 3º PIB per capita: corresponde à soma de toda a riqueza produzida no país dividida pelo total da população. Esse dado é expresso em dólar. (indicador econômico). -Considerando-se a relação entre esses três componentes, os países podem ser classificados dentro da variação que vai de 0 (zero) a 1. Quanto mais próximo de zero, significa que o país enfrenta maior quantidade de problemas relacionados a qualidade de vida da população. Quanto mais próximo de 1, entende-se que a população apresenta melhores condições de vida. *desenvolvimento humano elevado = 0,800 a 1,000 *desenvolvimento humano médio = 0,500 a 0,799 *desenvolvimento humano baixo = menos que 0,500
História -Oitavo Ano- Conceito de Iluminismo e Antigo Regime
-Ideologia: conjunto de ideias que serve aos interesses/objetivos de governos, partidos políticos e pessoas. -Iluminismo- "O Iluminismo foi um movimento intelectual que defendeu o uso da razão como caminho para atingir a liberdade, a felicidade e o bem-estar social" ou "conjunto de ideias burguesas que se desenvolveram em oposição às velhas ideias do Antigo Regime*; iniciadas na Inglaterra (final do século XVII), ganharam características definitivas na França (sécula XVIII)". Tais explicações se completam. *Antigo Regime: estas velhas ideias serviram de base aos Estados europeus entre os séculos XV/XVI e XVIII. Por exemplo: >na Política: Absolutismo - concentração de todos os poderes nas mãos dos reis; >na Economia: Mercantilismo - forte intervenção do Estado Absolutista nas atividades econômicos; >na Cultura: Teocentrismo - cultura com forte influência religiosa; >na Sociedade: Sociedade Estamental - dividida em "Estados Sociais" ou "Ordens Sociais" conforme à origem e aos privilégios dos indivíduos: 1º Estado - Clero 2º Estado - Nobreza 3º Estado - Povo -Clero e Nobreza possuíam todos os direitos e privilégios; -Povo não tinha direitos nem privilégios e era constituído pela burguesia, pelo trabalhador urbano e pelo trabalhador rural.
História -Oitavo Ano- Educação e Cultura no Brasil Colônia
1- EDUCAÇÃO: A rígida aplicação do Pacto Colonial foi responsável pelo desinteresse de Portugal com relação à Educação na colônia do Brasil. A preocupação básica da metrópole, fundamentada nos princípios do Mercantilismo, era a exploração e o lucro. Coube, então, às Ordens Religiosas o trabalho da catequese e a organização de um "sistema de ensino". Nesse contexto, destacou-se o trabalho da Companhia de Jesus. Fundada na Espanha por Inácio de Loyola, em 1534, esta ordem religiosa foi parte da Contrarreforma como forma de deter o avanço do Protestantismo. Assumindo a condição de peregrinos ou apóstolos, os padres jesuítas viajaram o mundo para difundir o Evangelho segundo as tradições católicas. A educação foi o instrumento para atingir esse objetivo. Os jesuítas participaram ativamente da expansão marítima desenvolvida pelos ibéricos a partir das últimas décadas do século XV. Especificamente com relação à expansão portuguesa, estiveram presentes na Ásia, África e América. No Brasil, onde se destacaram os padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, foram fundamentais no trabalho da catequese indígena e de sua integração à colonização portuguesa. A obra da catequese indígena pelos padres jesuítas, fundamental para a colonização inicial do Brasil, representou, de forma genérica, a conversão do indígena à fé católica. O seu desenvolvimento estava ligado aos interesses da Igreja e do Estado português. No primeiro caso, recuperar as perdas de fiéis, na Europa, por conta da Reforma Protestante. Para Portugal, facilitar a integração do indígena aos objetivos mercantilistas da colonização. Para os primeiros habitantes do Brasil representou a destruição da sua cultura e a submissão ao colonizador. Para facilitar a comunicação entre colonizador e índios, foi criada uma língua chamada "Língua Brasílica", "língua geral", "língua boa" ou "nheengatu". O Padre José de Anchieta foi o primeiro a estabelecer, por escrito, uma gramática e vocabulário para essa língua. O "nheengatu" como língua geral não sobreviveu à expulsão dos jesuítas, em 1759. Um decreto do marquês de Pombal, de 1761, proibiu o seu uso em todo o território brasileiro e determinou o Português como língua oficial. Mesmo assim, muitas palavras de hoje em dia foram, de algum modo, vocábulos da "língua geral". Utilizando o "nheengatu" como língua básica da catequese, os jesuítas desenvolveram um "sistema de ensino" dividido nas "Escolas de Ler e Escrever" e nos "Colégios". As "Escolas de Ler e Escrever" levavam o ensino às crianças indígenas e aos filhos de colonos sem posses. As crianças se reuniam em frente à Igreja para participar da missa e da catequese. Depois de um almoço rápido, tinha início a aula propriamente dita, quando aprendiam a ler, a escrever e a tocar algum instrumento. Os "Colégios", preocupados com os "estudos humanitários", atendiam aos filhos dos colonos com posse. Dividiam o ensino em duas fases: 1ª - com duração de seis anos, os alunos estudavam Retórica, Gramática, Poesia e História. 2ª- com duração de três anos, privilegiava o estudo da Filosofia e da Teologia. Demonstrando uma forte preocupação religiosa, tinha como objetivo principal a formação de novos sacerdotes. Com a expulsão dos jesuítas do Brasil, em 1759, a metrópole assumiu o sistema e tentou, sem sucesso, levar adiante o trabalho educativo. 2- CULTURA: Assim como na organização administrativa e econômica, a Cultura também foi imposta pelo colonizador segundo a sua maneira de viver e pensar. Apesar de dominadas e reprimidas violentamente, as culturas indígena e negra resistiram e contribuíram, decisivamente, para a formação da Cultura Brasileira através do sincretismo (mistura de características culturais de povos diferentes). Embora desprezada pelos europeus, a cultura indígena era, e continua sendo muito rica. Na cerâmica e na pintura os índios eram muito habilidosos. Também conheciam a música, utilizando instrumentos rudimentares de sopro e percussão para acompanhar suas danças e rituais. Palavras faladas na Língua Portuguesa do Brasil, preservação do meio ambiente, luta pela terra e muitos hábitos e costumes são práticas indígenas que fazem parte do nosso dia a dia. A cultura do colonizador português constitui a base da cultura brasileira atual. Na fase colonial possuía forte influência religiosa. Entre os séculos XVI e XVII limitou-se a um transplante de modelos europeus. No século XVIII destacou-se a arte Barroca. De origem italiana, foi fortemente influenciada pela Reforma Católica (Contrarreforma). No Brasil, na região da mineração, ganhou características próprias. O Barroco Mineiro, fortemente influenciado pela riqueza da mineração e pela intensa urbanização da região, apresentou linhas originais e rebuscadas. Seu artista mais importante foi o arquiteto e escultor Antonio Francisco Lisboa, conhecido como "Aleijadinho", pois tinha uma doença que afetava o movimento dos pés e mãos. A presença da cultura africana foi (e continua sendo) importante por uma série de hábitos e costumes brasileiros, assim como na luta pela liberdade e contra o preconceito. No aspecto religioso, ocorreu um processo de sincretismo. Impedidos de promover seus cultos trazidos da África e forçados a aceitar o catolicismo, os escravos traçaram paralelos entre seus orixás e os santos católicos. Assim, por exemplo, São Jorge é Ogum e Yemanjá é Nossa Senhora.
História -Oitavo Ano- Atividades Complementares da Economia Colonial Brasileira
1- Tabaco e Aguardente -Localização: Interior dos engenhos açucareiros; -Mão-de-obra: Escravo africano; -Função principal: Produtos de troca por escravos no litoral africano. 2- Gado -Introduzido no Brasil através da Capitania de São Vicente; -Função original: transporte (carro de boi), tração (para mover o engenho) e alimentação (charque); -Com o crescimento do rebanho, o gado foi deslocado para o interior, surgindo as fazendas de gado (Nordeste, Centro-Oeste, Sul); -Mão-de-obra: Livre, o indígena e o caboclo; -Contribuiu para o povoamento e colonização do interior do Brasil; -Única atividade econômica voltada para o mercado interno. 3- Algodão -Localização: Litoral do Nordeste, principalmente no Maranhão; -Como a cana-de-açúcar, o algodão foi produzido na forma de plantation. 4- Drogas do Sertão -Atividade de extração vegetal no interior da Floresta Amazônica; -Mão-de-obra: livre, o indígena catequisado em grandes missões organizadas pelas ordens religiosas católicas; -Contribuíram para o povoamento e colonização da Região Norte.
História -Oitavo Ano- A Mineração no Brasil
1- A Expansão Bandeirante: -Fator determinante: Como consequência da crise açucareira, expedições foram enviadas ao interior em busca de riquezas. >TIPOS DE EXPEDIÇÕES: a) Entradas (século XVI): Estimuladas principalmente pelo governo, partiram de vários pontos do litoral, principalmente nordestino. b) Bandeiras (séculos XVII/XVIII): Expedições particulares (partiam sempre de São Paulo ou de São Vicente), tendo como objetivo original o aprisionamento de indígenas para serem vendidos como escravos no litoral; mais tarde encontraram as minas de ouro. c) Monções (século XVIII): Expedições fluviais com destino ao Mato Grosso. >TIPOS DE BANDEIRAS: a) Caça ao índio: aprisionamento de indígenas no interior (missões jesuítas em Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul) para serem vendidos como escravos no litoral. b) Mineração: descoberta de ouro em Minas Gerais, Goiânia e Mato Grosso. c) Sertanismo de contrato: bandeirantes foram contratados por fazendeiros nordestinos com o objetivo de combater e destruir quilombos. 2- Características da Produção Mineradora: -Tipo de mineração: Ouro de aluvião ou ouro de lavagem (explorado nas margens dos rios). -Na América Espanhola, o ouro era explorado através das "minas profundas". -Mão-de-Obra: Escravo africano. > A propriedade mineradora era de dois tipos: #Data: lote onde era feita a grande mineração; #Faiscação: já na fase decadente da mineração. -Ampliação da rigidez do pacto colonial, com uma política fiscal (impostos) rigorosa. >Exemplos: #Quinto (1/5 da produção) #Casas de Fundição: criadas para obrigar o minerador a fundir o ouro, transformando-o em barras, quando era cobrado o "quinto". Tinha como objetivo combater o contrabando do ouro e a sonegação dos impostos. #Derrama: cobrança dos impostos atrasados de uma determinada região. Os pertences de valor são tomados. 3- Consequências da Mineração: -Povoamento do interior; -Processo de urbanização com a formação de vilas e cidades; >Exemplos em Minas Gerais: #São João d'el Rey; #São José d'el Rey (Tiradentes); #Vila Rica (Ouro Preto); #Sabará; #Mariana; #Etc. -Revoltas contra os excessos nas cobranças de impostos: >Revolta de Felipe dos Santos (Vila Rica): protesto contra a criação das Casas de Fundição. >Conjuração/Inconfidência Mineira (Vila Rica): além do protesto contra a cobrança da "derrama" visava a independência local. 4- Divisão de Classes: -Sociedade açucareira dividida em Senhores do Engenho (no topo da pirâmide) e trabalhadores (livres e escravos) (na base da pirâmide). -Sociedade Mineradora dividida em Senhores de Minas (no topo da pirâmide), classe intermediária (no meio da pirâmide, geralmente forneciam alimento e coisas necessárias aos senhores) e trabalhadores (livres e escravos, na base da pirâmide). 5- Diferenças entre Sociedade Açucareira e Mineradora: -Vida e Família- >Sociedade Açucareira: predominantemente rural. Família do tipo patriarcal (obediência total de todos os integrantes com relação ao Senhor de Engenho). Todos, menos os escravos, vivem na Casa Grande. >Sociedade Mineradora: predominantemente urbana. Família do tipo paternalista (menor grau de obediência dos integrantes, pois vivem separados nos seus sobrados). -A Riqueza (que permanece no Brasil)- >Sociedade Açucareira: concentrada nas mãos dos Srs. de Engenho, pois a fazenda açucareira era autossuficiente. >Sociedade Mineradora: possibilidade de distribuição da riqueza, pois a sociedade mineradora era insuficiente. Desse modo, a classe intermediária surgiu, e junto com ela surgiu a mobilidade social. -Situação do Escravo- >Sociedade Açucareira: impossibilidade de alforria (liberdade). >Sociedade Mineradora: possibilidade de alforria. 6- Consequências (continuação): -Ligação da região da mineração com outras regiões da colônia. -Transferência da capital da colônia de Salvador (Nordeste açucareiro decadente) para o Rio de Janeiro (Sudeste minerador em desenvolvimento) em 1763.
História -Oitavo Ano- Formação, Mitos e Realidade sobre o povo brasileiro
1- FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO -O Povo Brasileiro na sua formação inicial foi consequência de um processo de miscigenação entre três etnias: a indígena, a portuguesa e a africana. -Miscigenação: mistura de etnias. -Etnias: conjunto de características físicas e principalmente culturais que diferenciam os seres humanos. OBS: O conceito de raça é ultrapassado pois só leva em consideração a cor da pele. -Os indígenas eram os habitantes originais do Brasil. Os portugueses tinham descoberto e colonizado a terra, e os africanos foram trazidos pelos portugueses para servir de mão-de-obra escrava na colonização. -Essa miscigenação não aconteceu de forma natural; foi uma imposição racial, cultural e sexual do colonizador português sobre indígenas e africanos. Além disso, ocorreram outras formas de imposição. Os indígenas foram obrigados a fazer a catequese (conversão à fé católica) e os africanos foram escravizados. -Essa miscigenação também gerou três tipos de mestiços: mulatos (branco + negro), que eram os mais comuns no Brasil e eram encontrados principalmente no Nordeste (açucareiro) e no Sudeste (minerador). Caboclos/mamelucos (branco + indígena), encontrados principalmente nas regiões Norte (drogas do sertão) e Centro-Oeste (criação de gado). Cafuzos (índígenas + negros), em menor quantidade, são comumente confundidos com os mulatos. 2- OS MITOS -Mito: "Ideia falsa, que distorce a realidade ou não corresponde a ela" (Mini Aurélio - Editora Nova Fronteira). -Tipos de Mitos: >Pejorativo - Denigrem (negam) a importância dos formadores do Povo Brasileiro. >Ufanista - Supervaloriza a realidade. 3- A REALIDADE (HOJE EM DIA) -Luta constante pela liberdade, dignidade e cidadania; -Importância do indígena na preservação da floresta e do meio ambiente; -Importância do negro na luta pela liberdade e contra o preconceito.
Geografia -Oitavo Ano- Tipos de Regionalização
1- DIVISÃO DO MUNDO EM CONTINENTES: Essa regionalização tem como referência principal a natureza, a geologia: trata-se de uma divisão que resulta da história natural do nosso planeta, da separação operada pela natureza entre proporções líquidas (oceanos e mares) e partes sólidas (continentes e ilhas). É evidente que os estudos geográficos que consideram os continentes como base não se limitam aos seus aspectos físicos ou naturais. Eles também podem versar sobre economia, população, cidades, etc. Além disso, devem observar que a separação entre Europa e a Ásia não é somente física, mas sobretudo cultural. Esses elementos humanos ou sociais, todavia, acabam por ocupar uma posição secundária nesses estudos: eles não são considerados agentes definidores do espaço, mas elementos que serão encaixados num quadro espacial preestabelecido. O ponto de partida desse tipo de classificação é de fato a Terra, a natureza anterior à ação do ser humano. Além disso, essa regionalização enxerga o espaço geográfico como contínuo, isto é, valoriza a proximidade ou contiguidade entre as áreas, entre os países que serão divididos em função do continente no qual se localizam. Existem outras formas de regionalização do espaço mundial que tomam como ponto de partida a sociedade. Ela não vê o espaço como algo sempre contínuo, mas admite descontinuidades e agrupa áreas ou países em função de traços econômico-sociais semelhantes, independentemente do continente onde se localizam. 2- REGIONALIZAÇÃO DOS "TRÊS MUNDOS": A expressão "Terceiro Mundo" fo utilizada pela primeira vez pelo economista francês Alfred Sauvy, em 1952, para mostrar as grandes desigualdades econômicas, sociais e políticas existentes entre as nações. De acordo com ele, o "Terceiro Mundo" abrangia todos os países que estavam marginalizados no cenário político-econômico internacional. A partir da década de 1960, desde que essa expressão se popularizou, os países passaram a ser regionalizados do seguinte maneira: Primeiro Mundo (países capitalistas de economia desenvolvida), Segundo Mundo (países socialistas de economia planificada) e Terceiro Mundo (países capitalistas menos desenvolvidos economicamente). Essa classificação foi amplamente utilizada para distinguir os países durante a Guerra Fria, na antiga divisão do mundo bipolar. Entretanto, após a queda do socialismo na ex-União Soviética e em vários outros países, o Segundo Mundo praticamente desapareceu e, assim, essa regionalização tornou-se ultrapassada. Alfred Sauvy utilizou a expressão "Terceiro Mundo" para fazer uma analogia com a sociedade francesa do século XVIII. Naquela época, existiam três camadas sociais ou estados na França: o Primeiro Estado (clero), o Segundo Estado (nobreza) e o Terceiro Estado (o povo, que tinha poucos direitos). 3- REGIONALIZAÇÃO "CENTRO-PERIFERIA": -Agrupa os países de acordo com o grau de dependência externa e a influência que exercem no cenário internacional. A regionalização é basicamente dividida por: >Países ricos/centrais: grupo formado pelas nações mais ricas e industrializadas (como Estados Unidos, Canadã, Japão, Austrália, Nova Zelândia e países da União Europeia), que se encontram no centro do sistema capitalista, exercendo forte domínio econômico e tecnológico sobre as nações mais pobres, >Países pobres/periféricos: grupo formado pelo restante das nações do mundo, que apresentam desenvolvimento tecnológico e econômico menor, assim como forte dependência financeira em relação aos países ditos centrais, estando, por isso, na periferia do sistema capitalista. Como outras regionalizações, essa também sofre as generalizações, uma vez que não leva em consideração as diferenças que existem entre os diversos países centrais ou entre os países periféricos. 4- REGIONALIZAÇÃO "PAÍSES DO NORTE/ PAÍSES DO SUL" -Os chamados "Países do Norte" são os países desenvolvidos, enquanto os "Países do Sul" são subdesenvolvidos. Apesar dos nomes, a Austrália e a Nova Zelândia são países desenvolvidos mas ficam no hesmisfério sul. A partir disso, podemos observar que "norte" e "sul" não se referem aos hemisférios, e sim à ideia que temos de "norte = desenvolvido" e "sul = subdesenvolvido". -As Periferias: >Periferia Privilegiada é formada pelos países subdesenvolvidos mais industrializados e que possuem um significativo mercado interno. Trata-se de um grupo de paìses subdesenvolvidos qua avançaram na produção industrial e que representam uma grande taxa de crescimento. >Periferia Intermediária engloba o grupo dos países com produção industrial e rendimentos médios. >Periferia Afastada é composta pelos países mais pobres e menos industrializados do mundo. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE (não é considerada uma forma de regionalização): >Países Emergentes: No início dos anos de 1980, o Banco Mundial utilizou a definição de "economia emergente" para descrever países cujas economias apresentavam rendimento per capita médio-alto ou médio-baixo e que se encontravam num processo de transição entre estágios de desenvolvimento, principalmente em razão de reformas em suas políticas econômicas e instituições. Desde então esse termo vem sendo usado. As economias emergentes representam cerca de 50% do PIB mundial, além de apresentarem um grande crescimento econômico. Mesmo assim, não significa que esses países sejam desenvolvidos.
Geografia -Oitavo Ano- Regionalizações
-Na ciência geográfica, o conceito de região está ligado à ideia de diferenciação que apresentam determinadas áreas. Nesse sentido, regionalizar significa agrupar as extensões territoriais que apresentam determinadas características. Tais características podem estar ligadas a aspectos naturais, como clima, vegetação, solos e relevo, ou a aspectos socioeconômicos e culturais, como produção industrial, distribuição da renda ou religião. -Toda regionalização exige a definição prévia dos critérios que serão utilizados. -Toda regionalização é uma abstração, contém erros (generalizações, dados incorretos...). Quanto maior for o espaço cartografado, maior tende a ser o erro. -Toda regionalização é mutável, podendo inclusive deixar de ser utilizada por não representar mais (corretamente) a realidade. -Não existe uma regionalização superior a outra e sim pontos de vista diferentes. -As regionalizações oferecem várias vantagens aos estudos geográficos. -O saber geográfico é estratégico, logo as regionalizações do espaço também não são neutras. Ao fazer uma dada regionalização alguns órgãos públicos, empresas e pesquisadores podem propositalmente destacar determinados aspectos e não abordar outros, entre outras coisas. OBS: Por mais que alguns pesquisadores afirmem que foram absolutamente "neutros", ao formular uma dada regionalização, isso é humanamente impossível. -Assim, devemos utilizar as regionalizações sempre com uma visão crítica, aproveitando o que há de positivo (pois são muito úteis geograficamente) e ficando atento aos possíveis erros, generalizações e tentativas de manipulação da opinião pública. A ideia é amenizar os efeitos negativos dessas distorções.
Geografia -Oitavo Ano- Globalização
-Conceito: integração econômica, comercial e cultural entre os espaços mundiais (mercados); -Globalização divulga hábitos, formas de organização do espaço, moda, padrão de consumo...; -Origem: três opiniões: >Primórdios da humanidade (aldeias, etc.) >Grandes navegações >após 1970 (Terceira Revolução Industrial) -Ao longo da ampliação da globalização, houve melhoria nos transportes, na comunicação e graças à queda do socialismo, mais países foram "afetados" pela globalização; -O processo de globalização hoje é comandado pelos grandes conglomerados (transnacionais) apoiados nos governos das grandes potências; -Após 1950: instalação de filiais das transnacionais nos países subdesenvolvidos; -Vantagens Comparativas: >isenção de impostos; >mão-de-obra com um custo mais baixo; >pequena cobrança da legislação ambiental; >sindicatos fracos e governos controladores (ditaduras...); >mercado consumidor local e regional; >boa infraestrutura de comunicação e transportes. -Fragmentação do processo produtivo (redução dos custos = maior acumulação de capital). Exemplo: Um único produto é montado com peças de diversos locais (outros países, outras regiões do mesmo país); -Transnacionais aplicam a estratégia da localização flexível (ex: uso de fábricas modulares que podem, facilmente, ser transferidas para outros locais > vantagens comparativas melhores); -Cidades globais = grandes metrópoles mundiais, dotadas de excelente infraestrutura de transporte, comunicação, boa rede hoteleira, boa estrutura de comércio, "vida cultural" (museus...) = local ideal para localização das sedes de transnacionais. Em grandes escritórios ficam a diretoria e onde se fecham contratos e comanda-ss todo processo de fragmentação da produção (contato com filiais, fornecedores, o setor de criação e marketing...); -A organização do espaço geográfico por meio de "redes", eliminou a necessidade de fixar as atividades econômicas em um determinado lugar. -Mudanças no sistema de organização da produção; -Aspectos Positivos da Globalização: >Rápida divulgação dos avanços científicos; >Combate mais rápido a epidemias, doenças graves...; >Melhoria da qualidade de vida, principalmente das classes mais privilegiadas; >Maior acesso à informação e debate sobre novas ideias; >Maior possibilidade de organização da sociedade civil (internet); >Geração de empregos; >Possibilidade de redução de preços devido à maior concorrência; >Valorização da pesquisa científica/desenvolvimento tecnológico; -Aspectos negativos (para a maioria da população): >Aumento do desemprego e subemprego; >Aumento da desigualdade social (impactos diferentes quanto aos benefícios da globalização); >Problemas ambientais (poluição das águas/ar, desmatamento...); >Fortalecimento excessivo das transnacionais (cartéis, monopólios...); >Nos países subdesenvolvidos, a grande competitividade gera falências e desemprego (país pobre = menor domínio tecnológico); >Globalização do terrorismo, do tráfico de drogas, da prostituição, da corrupção, das doenças...; >Dinheiro especulativo saindo rápido dos países.
Geografia -Oitavo Ano- Pontos Importantes
MOVIMENTO SEPARATISTA - Uma etnia que quer se separar do seu país para formar outro. Pode ser pacífico ou através de guerras. Exemplo: Bascos. O povo basco está espalhado entre a fronteira da Espanha e da França, tem o "euskera" como idioma e há muito tempo almejam a criação do seu próprio país. Com isso, foi criado o ETA, que utiliza de guerras e atentados para conseguir o que quer. O movimento foi perdendo sua base de apoio depois que o Rei Juan Carlos (em 1978) concedeu mais autonomia ao povo basco. POVO, muitas vezes, significa nação. ETNIA é um conceito atual que aborta um pouco da genética, mas principalmente da cultura. RAÇA é um conceito ultrapassado que só leva em conta os fatores genéticos e muitas vezes causa o racismo. ESTADO UNITÁRIO - Forma de governo onde há a centralização de poder, como, por exemplo, a França. A França é dividida em departamentos, onde cada um deles possui pouca autoridade e autonomia. FEDERAÇÃO - País dividido em várias partes. Cada parte tem uma certa autonomia (não total). CONFEDERAÇÃO - É "quase" como a união de vários países. Cada parte da confederação possui uma autonomia praticamente total, mas cada parte não pode se tornar independente sem acordos ou guerras. REGIMES: Presidencialista - No regime presidencialista, o presidente representa o país e é chefe de Estado ao mesmo tempo. Parlamentarista - No regime parlamentarista, o Primeiro Ministro é o chefe de Estado e o presidente/monarca é quem representa o país. Como, por exemplo, no Reino Unido.
Geografia -Oitavo Ano- Socialismo
Socialismo Teórico (científico/histórico): -Estatização dos meios de produção (coletivização) = os meios de produção são pertencentes ao Estado; -Sem divisão de classes. Apenas a classe trabalhadora; -Economia planificada. O Estado define o que será produzido, quanto será produzido, o preço e onde será vendido. Os salários também são estabelecidos pelo Estado; -Objetivo do Socialismo = Bem-estar social (sociedade mais igualitária). Socialismo Real: -Falta de liberdade de opinião e expressão (partido político único...); -Elevados gastos com a "economia militar" (armamentos) e pouco investimento na "economia civil" (televisores, automóveis...) (corrida armamentista); -Formação de uma "burguesia estatal" = funcionários do Estado que tinham privilégios (melhor alimentação, melhor moradia, melhor transporte, melhor salário...); -Pressão dos valores (sociedade de consumo) capitalistas; -Algumas vezes ocorria o "socialismo de mercado", isto é, fechamento político e abertura econômica.
Geografia -Oitavo Ano- Algumas Ideologias
LIBERALISMO ECONÔMICO As teses do Liberalismo Econômico começaram a surgir no século XVI, com o objetivo claro de combater o mercantilismo, cujas práticas já não atendiam às novas necessidades do capitalismo. Os liberalistas também se opõem à intervenção do Estado na economia. Além de Adam Smith, teórico do liberalismo econômico, outros intelectuais eram a favor dessa teoria, como Thomas Maltus (1766-1834), autor de "Ensaio sobre os princípios da população", publicado em 1798. Nesse livro, Malthus defende a ideia de que a população cresce mais rápido do que os meios de subsistência. Para ele, só seria possível evitar essa desproporção diminuindo a procriação humana, ou seja, reduzindo o número de filhos dos operários. O pensador David Ricardo (1772-1823) também era adepto do liberalismo econômico. Na obra "Princípios da economia política" (1817), ele afirma que o trabalho deve ser visto como uma mercadoria qualquer, comprada e vendida de acordo com a chamada "Lei da Oferta e da Procura". Assim, se houver muita oferta de trabalho, o preço dessa mercadoria será mais baixo, isto é, os salários serão menores. ANARQUISMO -A anarquia está relacionada à ausência de Governo ou de autoridade. Hoje em dia, a palavra "anarquia" também é usada, por proximidade de sentido, como sinônimo de confusão e desordem, apesar de que várias sociedades sem governo (como os indígenas, por exemplo) convivem harmoniosamente. Entre os representantes dessa corrente, destacam-se Pierre-Joseph Proudhon (1809-1865) e Mikhail Alexandrovich Bakunin (1814-1876). Proudhon afirmava que a existência da propriedade privada constituía um roubo, pois era obtida por meio da exploração do trabalho alheio. Defendia a igualdade e a liberdade para todas as pessoas, que viveriam numa sociedade harmônica, sem a existência do Estado, em que todos cooperariam com o bem-estar coletivo. Bakunin atuou em várias revoltas ao longo do século XIX (na Rússia, na Polônia e na Alemanha) e influenciou a ação de outros anarquistas (na Itália, na Espanha, em Portugal, na França e na América). Para ele, a propriedade privada dos meios de produção (terras e máquinas, por exemplo) deveria ser abolida. Tudo deveria pertencer à coletividade, formada por pessoas livres, que produziriam o necessário a sobrevivência de cada um dos seus membros. FONTES: "Saber e Fazer História - Consolidação do capitalismo e Brasil Império", Editora Saraiva.
Geografia -Oitavo Ano- Revoluções Industriais
PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL >Período: últimas décadas do século XVIII (Inglaterra - 1750)/meados do século XIX; >Invenção da máquina a vapor; >Utilização do carvão como fonte de energia; >Invenção da locomotiva (desenvolvimento do transporte ferroviário); >Surgimento das primeiras fábricas (grande produção industrial); >Grandes alterações na organização do espaço geográfico; >Ampliação da divisão social do trabalho; >O operário perde o domínio sobre as diversas etapas da produção das mercadorias; >Salário como forma de pagamento = salários baixos = uso de mão-de-obra infantil = grande exploração da mão-de-obra = grande jornada de trabalho (até 16 horas por dia); >Fase do Capitalismo Industrial; >Modificações profundas no espaço geográfico das cidades (fábricas, bairros operários...), assim como no campo (produção adaptada para suprir as necessidades de matéria-prima para as fábricas...). O espaço se reorganiza em função da forma de acumulação de caputal que passa a predominar nesse período (atividade industrial). SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL >Período: Final do século XIX/ Meados do século XX; >Novo salto tecnológico; >Empresas investiram em novos métodos de produção e máquinas; >Pesquisa científica colocada a serviço do desenvolvimento industrial; >Uso do petróleo como principal fonte de energia; >Uso do aço de alta resistência na metalurgia; >Invenção de motores a combustão movidos a óleo diesel; >Aproveitamento da força hidráulica da água para geração de energia elétrica; >Introdução das linhas de montagem no processo fabril; >Expansão e diversificação da produção do setor industrial; >Modelo de desenvolvimento apoiado nas indústrias de grande porte; >Nova organização do espaço nos países industrializados; >Nova organização do espaço nas áreas periféricas (colônias, países subdesenvolvidos...); >Aumento da população urbana; >Diversificação do setor terciário; >Cresceu a importância (econômica, cultural...) das metrópoles; >Modernização do campo (máquinas = trocas comerciais com a cidade); >Neocolonialismo ("partilha" da África e da Ásia) = novas potências europeias (Industrializadas = Inglaterra, França...) precisando garantir matérias-primas e mercado consumidor; >Maior interligação/interdependência entre a cidade e o campo e as diversasáreas do mundo (desenvolvimento dos transportes) = maior circulação de pessoas e mercadorias = intensificação do processo de globalização; >Fase do capitalismo industrial; >Início das grandes fusões = concorrentes mais "fracos" são destruídos ou incorporados às empresas mais "fortes". Podemos considerar como o término real da "livre concorrência". Mercado dominado por oligopólios/monopólios. TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL >Período: Segunda metade do século XX (após 1970)/ dias atuais; >Nova fase de progressos tecnológicos (integração efetiva entre ciência e tecnologia); >Ascenção das atividades que empregam alta tecnologia em sua produção (informática, robótica, telecomunicações, indústria aeroespacial, biotecnologia...); >Maior concentração financeira = consolidação dos grandes conglomerados = domínio da economia mundial; >Cartelização da Economia; >Maior desempenho e produtividade do trabalho = cria produtos de melhor qualidade = barateia custos de produção = maior lucratividade = maior acumulação de capital = reaplicação de uma parte do lucro no desenvolvimento de novas tecnologias = maior lucratividade...; >Extinção de várias profissões/criação de outras/desemprego tecnológico/necessidade de profissionais que se adaptem rapidamente a diversas funções (acompanhando o desenvolvimento tecnológico...)/ O profissional especialista apenas num determinado serviço não interessa a empresa; >Grande importância das telecomunicações e transporte (modernos/eficientes), fundamentos para a formação de um espaço geográfico mundial interligado (aceleração do processo de globalização); >Com o fim do bloco socialista (final do século XX), o poder das transnacionais aumentou visto que diversos países socialistas tornaram-se capitalistas, abrindo seus mercados para as grandes corporações (investimentos diretos, inclusive com a locação de filiais...); >A organização do espaço geográfico tende a se adaptar aos interesses das grandes corporações, impondo maneiras de produzir, distribuir e vender as mercadorias. As transnacionais também controlam o grande fluxo de capitais e comandam a vida de bilhões de trabalhadores; >Algumas vantagens (importantes) para que as transnacionais coloquem filiais nos países subdesenvolvidos: -Custo menor da mão-de-obra (baixos salários...); -Menor custo da matéria-prima; -Menor custo da energia (elétrica...); -Movimentos sindicais reprimidos por governos autoritários; -Pequena cobrança sobre aspectos ambientais; -Menor cobrança de impostos e até incentivos fiscais; -Mercado consumidor local; -Local para investimentos financeiros com taxas de lucro muito maiores do que nos países desenvolvidos; >Fase do capitalismo financeiro/monopolista.