Alguns encontros são afluentes: passam, mas mudam o curso inteiro.
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Alguns encontros são afluentes: passam, mas mudam o curso inteiro.
Sean bienvenidos, japonistasarqueológicos, a una nueva entrega sobre Japón en la que explicaré de lo más básico a lo más complejo, relacionado con su geografía, prefecturas, regiones, e iremos indagando por su historia hasta llegar a las reformas de la era Meiji entre sus muchas reformas para modernizar al país. Una vez dicho esto, pónganse cómodos, que empezamos. - 1192-1603: División provincial. Japón estaba dividido en provincias, a las cuales se les denominaba (国, kuni). Este sistema administrativo fue heredado del sistema ritsuryō, de influencia china. En la práctica, el shōgun nombra al 守護 (shugo): Qué son los gobernadores militares de cada provincia, que estaban encargados de mantener el orden y recaudar dichos impuestos para el ejército. 地頭 (jitō): Eran los administradores locales de las fincas o villas específicas, que controlaban la recaudación de impuestos. Además, implantaron justicia en sus tierras, como un noble en la Europa feudal. - ¿Qué es todofuken ? Se trata del acrónimo del sistema japonés territorial y administrativo en prefecturas durante la era Meiji, durante la cual el territorio estaba dividido en haihan-chiken. ¿Qué entendemos por esto? En 1869, los cuatro dominios principales (Satsuma, Chōshū, Tosa e Hizen) devolvieron sus tierras y las cedieron al emperador, lo que se conoce como, henjō y en 1871, se implementó oficialmente el haihan-chiken, aboliendo todos los han y reemplazándolos por 305 prefecturas iniciales (aproximadamente) que luego se consolidaron en las 47 prefecturas que vemos en la actualidad. El ritsuryō era un sistema legal y administrativo centralizado adoptado en Japón durante los siglos VII-VIII, inspirado en el modelo chino de la dinastía Tang. - Espero que os haya gustado y nos vemos en próximas publicaciones. Que paséis una buena semana y una muy buena feria. Hasta la próxima. - Welcome, Japanese archaeological scholars, to a new installment on Japan in which I will explain everything from the most basic to the most complex, related to its geography, prefectures, and regions. We will delve into its history until we reach the Meiji era reforms, among its many reforms to modernize the country. With that said, make yourselves comfortable, as we begin. - 1192-1603: Provincial Division. Japan was divided into provinces, which were called provinces (国, kuni). This administrative system was inherited from the Chinese-influenced ritsuryō system. In practice, the shogun appoints the 守護 (shugo): The military governors of each province, who were in charge of maintaining order and collecting taxes for the army. 地頭 (jitō): They were the local administrators of specific estates or villages, who controlled tax collection. They also implemented justice in their lands, like a nobleman in feudal Europe. - What is todofuken? It is the acronym for the Japanese territorial and administrative system based on prefectures during the Meiji era, during which the territory was divided into haihan-chiken (a prefectural division). What do we mean by this? In 1869, the four main domains (Satsuma, Chōshū, Tosa, and Hizen) returned their lands and ceded them to the emperor, which is known as henjō. In 1871, haihan-chiken was officially implemented, abolishing all han and replacing them with an initial 305 prefectures (approximately), which were later consolidated into the 47 prefectures we see today. Ritsuryō was a centralized legal and administrative system adopted in Japan during the 7th and 8th centuries, inspired by the Chinese model of the Tang Dynasty. - I hope you enjoyed it, and I'll see you in future posts. Have a great week and a great fair. See you next time.
“Sono quella che va via, sempre, via con la casa che può solo restarmi dentro il sangue - la mia casa non ha posto in nessuna geografia.”
Sunjata Bhatt.
Duhok Dam, Southern Kurdistan.!
Gordon-Michael Scallion: O Engenheiro que Disse Ter Recebido da "Matrix" os Mapas de um Futuro Catastrófico
"O propósito da profecia é duplo. Por um lado, permite que aqueles que leem os sinais se preparem para o que pode vir — um aviso. Por outro lado, permite que alguns que leem os sinais mudem aquilo que pode vir a ser."
— Gordon-Michael Scallion, Notes from the Cosmos, 1997
Há mapas que descrevem o mundo como ele é. Há mapas que descrevem o mundo como ele foi. E há, em uma categoria à parte, mapas que descrevem o mundo como alguém acredita — ou teme, ou deseja — que ele venha a ser.
Os mapas de Gordon-Michael Scallion pertencem a esta última categoria. Mas diferentemente dos atlas convencionais, que se apoiam em satélites, levantamentos geodésicos e décadas de observação científica, os mapas de Scallion nasceram de sonhos. De visões noturnas que o acordavam em suor. De imagens que irrompiam em sua mente enquanto estava acordado. De mensagens que, segundo ele próprio relatou, apareciam espontaneamente na tela de seu computador sem que nenhuma mão humana as tivesse digitado.
O resultado foi uma cartografia do apocalipse que, durante os anos 1990, capturou a imaginação de milhares de americanos — e que, décadas depois, continua circulando silenciosamente pela internet, às vezes citada em debates sérios sobre mudanças climáticas por pessoas que desconhecem completamente sua origem.
Nestes mapas, a costa da Califórnia afunda no Pacífico. O Vale do Mississippi se abre em um braço de mar que conecta os Grandes Lagos ao Golfo do México. A Flórida desaparece. Nova York é engolida pelo Atlântico. E Denver — Denver, Colorado, cidade encravada a 1.600 metros de altitude no coração do continente norte-americano, a mais de mil e quinhentos quilômetros do oceano mais próximo — aparece como um porto à beira-mar.
Quem era o homem que desenhou tudo isso? Como um engenheiro treinado na indústria aeroespacial americana, sem qualquer histórico de misticismo, tornou-se o cartógrafo oficial do fim do mundo? O que o levou a abandonar os circuitos e os diagramas técnicos em favor de profecias sobre o ressurgimento da Atlântida e de uma estrela azul que tornaria toda a humanidade azul e telepática?
E o que significa o fato de que, embora nenhuma de suas grandes previsões tenha se materializado, seus mapas persistam — e que a realidade climática do século XXI tenha dado a alguns deles uma ressonância que a época de sua criação não poderia antecipar?
Esta é a história de Gordon-Michael Scallion. É uma história sobre fé e fraude, sobre ansiedade coletiva e cartografia especulativa, sobre o abismo entre a razão e a visão — e sobre o que acontece quando um homem, em um único momento de silêncio, decide que o mundo inteiro precisa escutá-lo.
Leia a matéria completa em meu Patreon:
Gordon-Michael Scallion: O Engenheiro que Disse Ter Recebido da "Matrix" os Mapas de um Futuro Catastrófico by Claudio Suenaga on Patreon.
Io in questo momento della mia vita:
Raggidiquotidianità.
-Eseildomanidosseieri.
Disegno non mio.
☞About misplaced priorities
This poem by Gil Scott Heron came to my mind while thinking about the superfluous need of the Mexican government and elites on being co-host of the world cup. Of course, this poem comes from a very different era and context, yet it talks to the same frustration, carelessness, and frankly criminal beahviour that governments can have toward their own people. Gil was singing towards white men on the moon, being more important than decent living conditions for African Americans.
Mexico is sunk in a wave of violence:
enforced disappearances
enforced drugcartel recruitments (where many of the enforced disappearances end)
huge ungraved/clandestine mass graves found everywhere, one 15 km away from the Jalisco stadium (where many of the enforced disappearances and enforced drug cartel recruitments end)
a femicides crisis
people losing their homes due to Airbnb and corruption coming from "the real estate cartel
Government officials colluded with every type of organized crime
etc...
The future seems bleak, and it is worse when we have a government that loves to gaslight everyone into thinking that everyone is out to get them, and everything that the country is suffering is due to the bad governments of the past. True, Mexico has had terrible governments in the past, and they are absolutely guilty of letting the drug cartels grow to the point of owning the country. Unfortunately for our current government, they are included in that shitty list as well as the last one. They have not been the change they promised.
...but hey, at least we can pretend to be a world-class host to the heavily corrupt FIFA.
Priorities on fucking point, as always.