Se eu falar, você vai dar um jeito de evitar, então é segredo — riu baixo sem solta-lo.
Tudo bem. -- passou por entre os carros, logo chegando no supermercado. Estacionou a moto e desceu logo depois dela.
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Se eu falar, você vai dar um jeito de evitar, então é segredo — riu baixo sem solta-lo.
Tudo bem. -- passou por entre os carros, logo chegando no supermercado. Estacionou a moto e desceu logo depois dela.
E qual é o seu jeito? Namorar com a miss vadia? - olhou-o.
Quem? – franziu a testa.
Ia falar mas decidiu ficar calada. - Ninguém, ignora o que eu disse. Qual é o seu jeito mesmo?
O meu jeito é você fazer o que eu pedir, porque tudo, vai te ajudar.
E qual é o seu jeito? Namorar com a miss vadia? - olhou-o.
Quem? -- franziu a testa.
Eu sei que eu desmaiei uma vez, mas não foi bem por beber demais, ou foi não sei, eu sei que eu aceitei bebida de estranhos, acho que foi por isso, mas nunca vou saber. Ainda espero o dia que vai me deixar dirigir — disse pegando o capacete.
Ninguém dirige a minha moto além se mim. – deixou que ela subisse e esperou até dar a partida e ir para um supermercado.
Ainda vou mudar isso — disse subindo na moto, o segurando enquanto ele dirigia.
E espera fazer isso como? - olhou pra ela antes de acelerar mais.
Eu tenho muita pontaria, ein. Teve sorte que eu não agirei em você. - passou o líquido desinfetante na ferida - Quanto ao que eu disse antes, não foi ciúme… eu tenho pela consciência que eu não sou a melhor pessoa desse mundo, e eu não sou ninguém comparada a uma garota que tem uma vida decente, um emprego decente e uma mente decente. Não foi ciúme de amor… - fez uma pausa - Talvez ciúme de amizade, e mesmo que fosse ciúme de amor eu tenho perfeita noção que eu não sirvo para ninguém. - abriu um sorriso e afastou-se dele. - Já está.
Você não tem uma vida descente e nem um emprego decente porque não quer. Até já fui atrás pra você outras vezes e tu nem ligou. – levantou ambas as sobrancelhas. – Eu já tentei te ajudar, mas assim fica foda.
Não, eu vou para a faculdade. Eu estive a pensar no hospital e talvez eu vá fazer moda, não publicidade. Não sou a melhor pessoa do mundo, nunca serei, e nunca terei nada para oferecer a ninguém quer seja amigo ou namorado, a única coisa que posso oferecer é um monte de problemas, muito drama, dinheiro e amor puro. Eu sou ridicula, não vou sair dessa vida mas vou tentar não me envolver tanto. Nem te envolver tanto.
Eu não vou me envolver mais do que estou envolvido. -- deu nos ombros olhando o curativo que ela fazia. -- Só sei que se você quiser minha ajuda, vai ter que ser do meu jeito.
Eu sei que eu desmaiei uma vez, mas não foi bem por beber demais, ou foi não sei, eu sei que eu aceitei bebida de estranhos, acho que foi por isso, mas nunca vou saber. Ainda espero o dia que vai me deixar dirigir — disse pegando o capacete.
Ninguém dirige a minha moto além se mim. -- deixou que ela subisse e esperou até dar a partida e ir para um supermercado.
Boa ideia, chega uma hora que eu não consigo beber sem comer alguma coisa. – sorriu fraco.
Já vou avisar que eu posso até cozinhar, mas não limpo vômito — riu baixo o empurrando de leve.
Eu não fico mal assim tão fácil. – sorriu fraco pra ela. – Eu bebo desde os dezesseis, acha mesmo que eu fico mal fácil? – caminhou até a moto.
Eu realmente espero que esteja sendo sincero comigo, porque se tem uma coisa que eu odeio é quem bebe e sai vomitando. O que apesar de eu ser fraca para beber, nunca me aconteceu.
É sério, eu nunca dou PT. -- deu nos ombros e a chamou com a mão dando o capacete pra ela.
Eu tenho muita pontaria, ein. Teve sorte que eu não agirei em você. - passou o líquido desinfetante na ferida - Quanto ao que eu disse antes, não foi ciúme… eu tenho pela consciência que eu não sou a melhor pessoa desse mundo, e eu não sou ninguém comparada a uma garota que tem uma vida decente, um emprego decente e uma mente decente. Não foi ciúme de amor… - fez uma pausa - Talvez ciúme de amizade, e mesmo que fosse ciúme de amor eu tenho perfeita noção que eu não sirvo para ninguém. - abriu um sorriso e afastou-se dele. - Já está.
Você não tem uma vida descente e nem um emprego decente porque não quer. Até já fui atrás pra você outras vezes e tu nem ligou. -- levantou ambas as sobrancelhas. -- Eu já tentei te ajudar, mas assim fica foda.
Boa ideia, chega uma hora que eu não consigo beber sem comer alguma coisa. – sorriu fraco.
Já vou avisar que eu posso até cozinhar, mas não limpo vômito — riu baixo o empurrando de leve.
Eu não fico mal assim tão fácil. -- sorriu fraco pra ela. -- Eu bebo desde os dezesseis, acha mesmo que eu fico mal fácil? -- caminhou até a moto.
Nossa, que simpático, ein. - rolou os olhos e tomou o analgésico. - Phill… você tem sangue no braço…
Olhou para o ombro e suspirou. – Vou limpar isso e depois vou pra casa, esse analgésico vai te dar sono.
Levantou-se do sofá e caminhou para o banheiro, tirou o kit de primeiros socorros e colocou no sofá em frente dele, abriu a caixa e tirou um curativo. - Levante a manga da blusa.
Eu disse pra você não levantar, eu consigo me virar sozinho. -- suspirou e ergueu a manda curta da blusa, deixando o ombro a mostra.
Boa ideia, chega uma hora que eu não consigo beber sem comer alguma coisa. -- sorriu fraco.
Nossa, que simpático, ein. - rolou os olhos e tomou o analgésico. - Phill… você tem sangue no braço…
Olhou para o ombro e suspirou. -- Vou limpar isso e depois vou pra casa, esse analgésico vai te dar sono.
boudeaux:
Não foi dele no geral, mas segundo alguns ex soldados, eles dizem que quando estão em expedição muitas mulheres se entregam pra eles e acabam rolando algo. – deu nos ombros.
Entendi - suspirou dando de ombros- Bom, isso deve acontecer muito, só é um tanto clichê…
Não seria clichê se não acontecesse com frequência.
boudeaux:
Pelo pouco que eu ouvi dele e pela sua cara… Não tá numa situação muito boa né?
O que você ouviu sobre ele? -ergueu uma sobrancelha-
Não foi dele no geral, mas segundo alguns ex soldados, eles dizem que quando estão em expedição muitas mulheres se entregam pra eles e acabam rolando algo. -- deu nos ombros.
Odeio isso… - colocou uma mão nas costas - Pode me ir buscar ali chá? - apontou para a cozinha.
Concordou com a cabeça e foi para a cozinha pegar o chá. Voltou uma uma caneta e a ajudou a se sentar, entregando a ela.
Preciso de analgésicos, maconha deve funcionar. - pensou alto e pegou a caneca - Obrigada, Phillip.
Verdade, maconha e soco bem no meio da tua cara, os dois devem funcionar. -- franziu a testa pra ela e tirou as carteira do bolso, pegou o analgésico e entregou pra ela.
Odeio isso… - colocou uma mão nas costas - Pode me ir buscar ali chá? - apontou para a cozinha.
Concordou com a cabeça e foi para a cozinha pegar o chá. Voltou uma uma caneta e a ajudou a se sentar, entregando a ela.
Ficou caída no chão do alpendre, inconsciente, com uma respiração um pouco irregular e alta.
Ouviu um zumbido, já que a rua estava vazia e calma. Virou pra trás olhando pra ela e voltou a pegando no colo e levando pra dentro de casa.
Abriu os olhos lentamente, ainda com muitas tonturas e uma dor na zona das costelas, gemeu baixinho e tentou se levantar.
A deixou deitada de novo, segurando para que ela não levantasse. -- Se você levantar dessa cama, eu juro que te mato.