DEAR READER

pixel skylines
KIROKAZE

@theartofmadeline
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
sheepfilms

Kaledo Art

oozey mess

No title available
No title available

No title available
Cosimo Galluzzi

⁂
will byers stan first human second
🩵 avery cochrane 🩵
he wasn't even looking at me and he found me
taylor price

PR's Tumblrdome
Misplaced Lens Cap
Keni

seen from Germany
seen from Lithuania
seen from Morocco
seen from Brazil

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Jordan
seen from Brazil
seen from Panama
@bxnesedgar
i was praying that you and me might end up together.
gcatchinglove:
Os olhos de Greta vagavam de um lado para outro, mas o corpo permanecia quase imóvel, exceto pela respiração que ela tinha que batalhar para não se tornar ofegante. A ansiedade costumeira fez com que levasse a mão livre para o cabelo, os dedos se entrelaçando entre os fios e correndo pelas madeixas escuras, enquanto os olhos voltavam a pousar no rosto de Edgar, os lábios estavam levemente entreabertos, em uma mistura de um resquício de sorriso e uma surpresa evidente.
Quando ele afirmou que trabalhava ali também agora, o coração da Catchlove passou a bater mais forte e a respiração falhou. Não ofegou nem nada do tipo, foi mais como se houvesse falhado ao ritmo que seu coração dava uma fisgada. No entanto, foi quase impossível de disfarçar, uma vez que os orbes verdes se arregalaram minimamente, e a morena realmente não sabia como se sentir em relação aquilo. O homem do qual Greta nunca conseguira esquecer havia voltado para sua rotina diária e seria inevitável tê-lo em sua vida novamente. Seu raciocínio estava mais devagar do que o normal e ela limitou-se a sorrir novamente, um sorriso amarelo, confuso, e quase desesperado. “Sério?” Teve que fazer um esforço enorme para não gaguejar, e o respirar fundo se seguiu de forma inaudível. “That’s great! Aqui é um ótimo lugar. Eu trabalho aqui já faz algum tempo… Ahn, você vai fazer o que aqui? Digo, sua função…”
A menina realmente não sabia o que pensar. De todas as pessoas do colégio com quem poderia se reencontrar depois de anos, e ter no seu dia a dia novamente, tinha que ser justo ele? Talvez fosse para o melhor, pensou. Talvez assim, mantendo contato, finalmente conseguisse esquecer qualquer tipo de sentimento inseguro que lhe vinha a proporcionar, afinal de contas, agora ela teria a comprovação diária de como ele seguira em frente, então ela também precisava o fazer.
No entanto o tom de voz doce e os trejeitos que um dia lhe foram tão familiares só faziam com que Greta tivesse a certeza de que tê-lo ali diariamente seria uma tarefa difícil para seu coração. E teve mais certeza disso quando os olhos pousaram rapidamente na mão esquerda do ex-namorado e ela vislumbrou a aliança dourada. Dessa vez então seu sorriso aumentou, e foi sincero. Estava feliz por ele. Imaginava o quão contente Edgar estava ao lado de Wendy e isso fazia com que se sentisse confortável. Ao menos um dos dois conseguira seguir em frente em um relacionamento, diferente dela. E não era de se esperar que os dois terminassem juntos. Edgar Bones e Wendy Slinkhard sempre foram um casal muito bem visto na época de escola, as famílias já se conheciam, e viam de um longo relacionamento, algo que a Catchlove agora tinha certeza de que nunca conseguiria passar por cima, e talvez nunca conseguiria alcançar para si própria – um relacionamento sólido. Alguém que a amasse como os dois se amavam. Esse pensamento a entristecia um pouco, mas não deixava de ficar feliz pelos dois.
“Eu estou bem, e você? Oh… Obrigada.” A realidade é que a aparência de Greta tinha mudado pouca coisa desde a época do ensino médio, assim como seus trejeitos, então como sempre lhe fora de costume, as bochechas ruborizaram diante do elogio enquanto abria um sorriso tímido para ele.
Aquilo tudo parecia tão inacreditável, que era como se Edgar tivesse despertado em um sonho macabro que existia tão somente para lhe esfregar na cara tudo que perdera durante aqueles anos. Era assustador e, ao mesmo tempo, a melhor coisa que poderia lhe acontecer em anos. O destino, no final das contas, sempre conseguia fazer tudo encaixar-se, mesmo que através de linhas tortuosas. O Bones se sentiu como se tivesse voltado anos no tempo, como se não estivesse comprometido, como se tivesse retornado aos corredores de Hogwarts e se deperado com a melhor amiga da sua irmã; a mulher por quem sempre fora apaixonado, com o coração batendo tal qual uma bateria barulhenta. Adolescente. Era assim que se sentia. Um adolescente reencontrando com o primeiro amor e não fossem os números em sua idade, tudo aquilo era suficientemente real. Os sentimentos eram reais e eles estavam juntos, ainda que completamente separados. A questão da Catchlove o fez despertar de pensamentos mais abstratos, retomando a conversa comum que estavam tendo. “—— É? Eu... Não sabia que você trabalhava aqui.” Aquilo era óbvio, estampado nas expressões surpresas de Edgar agora que estava cara a cara com a ex-namorada. Se abafou silenciosamente, então. Não poderia deixar tão evidenciado tudo que sentia por ela, naquele instante. “—— Eu vou ser personal trainer, acho que é uma coisa que eu não consigo estragar.” A maneira como falou foi piadista, claro, como era de praxe ao rapaz, tanto que o sorriso grandioso se abriu nas feições do mais velho. “—— Se bem que eu sempre posso derrubar uns pesos... Torce por mim.” O lado desastrado do Bones sempre acabava saindo um pouco de seus disfarces. Percebeu a coloração diferente nas bochechas alheias e foi a vez de Edgar envergonhar-se sutilmente, abaixando o olhar para os próprios tênis para que então subisse o olhar para o rosto tão bonito de Greta. “—— Você não mudou muito, did you?” A pergunta veio carinhosa, até um pouco mais do que ele gostaria que tivesse soado, acompanhando uma leve carícia que entregou ao topo da cabeça de Greta. Até mesmo tocá-la lhe era especial.
i was praying that you and me might end up together.
gcatchinglove:
Rever o ex namorado, a primeira e única pessoa pelo qual tinha se apaixonado, o seu primeiro, o primeiro a quem tinha confiado quaisquer segredos, trouxe uma infinidade de sentimentos que Catchlove não gostava de sentir. Afinal de contas, era seu primeiro amor, mas também a primeira vez que tivera seu coração partido. E Greta sabia que longe dele querer mágoa-lá quando terminou com ela. Sabia que as intenções dele eram opostas a deixá-la magoada, uma vez que a causa do término havia sido porque ele já a deixara chateada duas vezes e queria evitar aquele tipo de coisa novamente. Não guardava ressentimentos algum, mas mesmo depois de tanto tempo, as cicatrizes ainda eram as mesmas.
Insegurança era algo que sempre dominou Greta desde a vez em que seu pai partiu. E quando Edgar a deixou, mesmo depois de prometer que não o faria e mesmo depois de Greta afirmar que não o queria, as coisas só tomaram um rumo pior em relação a habilidade de confiar. Havia tentando, infinitas vezes. Conheceu pessoas novas, saiu com antigas, mas não conseguia manter nenhum relacionamento por muito tempo. Não conseguia confiar, pois ouvia palavras exatamente iguais as que ele falava para ela quando estavam juntos, e não queria que chegasse ao fim com a mesma decepção que tivera na mão dele. E não o culpava, de forma alguma, sabia que eram pessoas boas, sabia que Edgar nunca teve a intenção de causar uma ferida tão grande, e nem era de se esperar que o fizesse, a culpa daquilo tudo era unicamente dela que não sabia como lidar com seus próprios sentimentos, sua própria insegurança. Tentava trabalhar nisso diariamente, mas era um processo difícil.
E rever ele a sua frente e sentir as mãos alheias em sua cintura fez o estômago de Greta revirar, especialmente depois de escutar o apelido que ela tanto gostava. Foi como se um turbilhão de sentimentos atingisse a morena naquele instante e como ela odiava aquilo.
Os orbes verdes pousaram no sorriso costumeiro e sem que percebesse, sorriu também. A mão que segurava o copo ficou suspensa no ar, ainda na posição do baque, até ela perceber e abaixá-la. O olhou com intensidade por uma fração de segundos, como se quisesse memorizar cada detalhe novo do rosto que para ela havia sido tão rotineiro um dia. “E-eu… trabalho aqui.” Falou quase automaticamente quando ele iniciou a pergunta e não concluiu, a fala quase que atropelando a dele diante do nervosismo. “Bastante tempo.” Afirmou, rindo nasalmente. Fazia muito tempo mesmo que não se viam, qualquer notícia dele recebia por Amélia da qual era muito próxima, e a mais recente que havia recebido há bastante tempo, Greta nem se lembrava quanto, era a do casamento dele.
Surpresas usualmente agradavam o Bones, no entanto daquela vez foi um misto de sentimentos e ele não saberia dizer se estava feliz ou não com aquele encontro inimaginável. Oras, claro que ver Greta era um deleite, ela continuava tão bonita quanto sempre, se não ainda mais do que antes, no entanto até mesmo a presença da mulher fazia com que o coração de Edgar ficasse chacoalhado. E não foi sempre assim? Desde a época de colégio, quando Greta era a melhor amiga de sua irmã, que a mulher tinha efeitos irrefutáveis em si, o fazendo se tornar distraído e abobalhado todas as vezes em que se encontrava com ela. Mentiria ao afirmar que não a amou mais do que pensou ser possível de o fazer, de a amar mais do que seu corpo conseguia aguentar amor daquele tamanho e era exatamente por amá-la mais do que o amor propriamente dito, que Edgar não aguentou ser a razão pelas lágrimas femininas. Justo em seu máximo, nunca fugiu da responsabilidade de seus feitos, aceitando o erro quando arquitetado, mas com a Catchlove era mais difícil. A ver sofrer o machucava como se a dor fosse compartilhada e ele não conseguiria viver consigo mesmo que continuasse a fazendo sofrer, a magoando. O destino é uma criança traquinas e colocar o casal de ex-namorados no mesmo lugar, de maneira tão brusca e inesperada era uma das artimanhas mais geniosas que ele poderia fazer. As írises claras de Edgar enfocaram a mulher como quem se encantava com o mais belo quadro de um museu: lindo, estonteante, surpreendente e intocável. Isso era Greta para si nos dias de hoje, intocável. Ainda que seus dígitos tremulassem e formigassem para sentir a maciez da tez amorenada da mulher, ele hesitava e se segurava. Não seria justo. Não seria justo com ela, não seria justo com ele e não seria justo com Wendy, que esperava por seu noivo dentro de casa, enquanto ele deveria estar no primeiro dia de trabalho. Era impossível deixar de sorrir, talvez até soltar alguns risos nasais em incredulidade da presença da mulher logo ali, à sua frente. A sua Greta, tão próxima fisicamente e tão distante ao mesmo tempo. Suspirou e acabou rindo mais abertamente, abaixando a cabeça quando fez no instante em que a Catchlove afirmou trabalhar lá. Ah, destino, pensou, quais são seus planos? E então voltou o olhar para ela. “Eu também trabalho aqui, agora.” Disse com a voz doce, como sempre ao se referir à menor. “Como você tá? Tá linda.” Nunca foi de muitas papas na língua, Edgar Bones e o elogio acabou escapando antes que ele tivesse como segurar.
i was praying that you and me might end up together.
Greta acordou cedo como fazia todas as manhãs. Decidiu caminhar um pouco com o cachorro que tinha, em um parque ao redor de sua casa, antes de ir trabalhar. Desde o colégio, a Catchlove era apaixonada por cozinhar e por coisas envolvidas com comida e pensou em seguir a carreira gastronômica, mas optou por nutrição, especialmente porque era algo que sua mãe gostaria muito que ela fizesse. Levava uma vida confortável, agora tinha seu próprio apartamento que dividia com seu cão. Sua mãe havia arrumado outra pessoa e agora vivia feliz na sua antiga casa, diferente de Greta, que não tivera nenhum relacionamento sério desde o término com Edgar, há seis anos.
Tinha seus casos, mas o mais longo dos relacionamentos desde então não passou dos seis meses. Sempre fora insegura e tentava trabalhar com aquilo diariamente, mas o medo de se machucar da forma que havia se machucado no primeiro namoro acabava afastando seus pretendentes, o que às vezes a fazia lamentar, mas não se importava realmente; sabia que a hora certa chegaria, e de certa forma não tinha pressa. Deixara de ter há muito tempo. Além do mais, via Amelia e Amos praticamente toda a semana, assim como Ted e Andrômeda, que iam jantar com ela todos os dias, especialmente agora que Andrômeda estava grávida e Greta exigia que ela tivesse uma alimentação balanceada. Levava uma vida simples, porém nunca solitária.
Ao voltar da caminhada matinal, a mulher tomou um banho, tomou café da manhã e foi trabalhar. Trabalhava em uma empresa de saúde, onde tinha uma academia e no mesmo prédio seu consultório, endocrinologista e o consultório de um fisioterapeuta. A academia ficava no andar de baixo, no segundo andar, aulas de lutas e danças, e no terceiro andar se encontravam os três consultórios. Estacionou o carro na sua vaga de costume e entrou no prédio, cumprimentando o recepcionista.
Era dependente do café desde seus quatorze anos, passava o dia nervosa e com dor de cabeça caso não tomasse durante a manhã, portanto todos os dias Greta pegava um expresso na máquina de café que tinha em frente o elevador. Como o rotineiro, a mulher dirigiu-se à máquina e apertou os botões costumeiros, esperando ficar pronto. Pegou o copo de isopor e tampou-o, e, distraída, se virou em direção ao elevador, sem antes perceber que havia alguém passando, esbarrando diretamente com a pessoa e quase derrubando todo seu precioso líquido escuro contra si. “Me desculpe, eu não…” Quando ergueu os olhos para o homem no qual tinha esbarrado a fala de Catchlove morreu, o coração disparou e ela sentiu-se uma adolescente novamente. A boca ficou entreaberta e a surpresa era visível em seu rosto. Era ele. Demorou alguns segundos para que ela piscasse e desviasse o olhar. “Edgar.” Foi tudo que saiu de sua boca, a fala tão surpresa quanto sua expressão.
Era um dia definitivamente empolgado para Edgar. Depois de tanto tempo trabalhando pesado, tentando se mostrar útil e necessário, ele finalmente tinha conseguia uma promoção e iria trabalhar como personal trainer de um grande prédio comercial. Além de todos os clientes que já faziam suas dietas no complexo nutritivo, ele ainda poderia conseguir mais alguns alunos com os profissionais da área e, quem sabe, crescer um como mais como profissional. Edgar era realmente bom no que fazia e fazia tudo com sorrisos fáceis e personalidade marcante, sempre disposto a ficar até mais tarde se era preciso e de ajudar quem pudesse, da forma que pudesse. Muito tempo tinha se passado desde o colégio e agora Edgar estava casado. Estar casado com Greta não era algo que seu eu de dezessete anos teria pensado, no entanto Wendy Slinkhard, agora Bones, era uma ótima companhia e apesar de sequer parecer com o tanto de amor que sentia pela melhor amiga de sua irmã, Edgar tinha um carinho imenso pela mulher supercitada e isso era mais do que o suficiente para estabelecer um matrimônio feliz, com bastante compartilhamento de sentimentos, vitórias e derrotas. Inclusive, tinham um encontro mais tardar da noite para celebrar o novo emprego do homem e ele não poderia estar mais animado. Era a primeira vez em que estava em um complexo tão grande quanto aquele, portanto estava um tanto quanto perdido. Há tempos que não tomava café, no entanto o chá era uma de suas opções mais necessárias e foi assim que ele passou a procurar pela cafeteria do lugar, para que pudesse fazer um chá de começar seu serviço de uma por todas. Distraído, como sempre lhe foi uma característica, ele sentiu o corpo baquear contra outro e os olhos se abriram grandiosamente ao que seus reflexos fizeram com que ele apoiasse as duas mãos na cintura da pessoa com o escopo de não a deixar cair. “Foi minha cul...” Sua surpresa foi tão grande que ele se calou quase automaticamente, descolando os lábios e afastando as mãos rapidamente em demonstração de respeito. “Gee, o que você...” O apelido veio automático e ele sentiu o coração bater fortemente, a ponto de o fazer respirar com um tantinho de dificuldade. “Quanto tempo.” Apesar dos pesares, foi impossível não delinear um sorriso curto, saudoso, ao ver que ela continuava tão linda quanto sempre foi.
Sooooo, o quê você achou?
Você tá linda! Alguma situação especial?
Não brinques com coisa séria…
Eu pareço estar brincando, Skeets?
Quando eu olhei, ele tinha batido a cabeça com tudo na estante e derrubou todos os livros da Minerva.
☼
I would hurt you if the opportunity presented itself | I never want to see you again | I’m jealous of you | I find you attractive | I find you REALLY attractive | I crave your approval | I couldn’t give a rat’s ass about your approval | I enjoy your company | I want us to have a future together | I wish we were dating | I wish we’d never met | I’ve thought about you while masturbating | I would fuck you | I’m using you | I love you | I’d take a bullet for you | I’ve been dishonest with you | I wish you’d leave me alone |I’d do anything you asked of me|
você é daqueles que nunca mente no 'eu nunca', né? ai ed, meu amor (benjy)
Aaah, depende também... Já disse que eu nunca digo nunca.
Diga uma coisa que você nunca faria.
Eu não gosto muito de falar dessas coisas porque as vezes a gente diz que nunca e acaba se traindo... Então acho que não tem nada que eu nunca faria... Cada ocasião, uma ocasião, certo?
Entendo, ouvi falar de algumas. Mas essas da saia, o que isso influi nas notas? Repressão não vai fazer a nota de ninguém subir, acho que só vai estressar mais as pessoas. Eu já sabia que ia ter que ralar pra manter a bolsa, mas ralar com pressão em cima é bem pior.
Obrigada Edgar, eu sou o Gawain. Estou no terceiro ano, qual é o seu ano?
Pra falar a verdade, eu também não entendo muito o que eles querem com tudo isso... Só acho que seria melhor não contrariar, mas do jeito que o pessoal tá lidando, daqui a pouco começa uma guerra. Poxa, se precisar de ajuda com estudos, pode me chamar!
Terceiro, também! Você é novo, né?
Só continue onde está. Apoio moral já é alguma coisa.
Só vamos torcer para que não chova enquanto estivermos aqui, hm? Meu cabelo ‘tá maravilhoso demais hoje para a água poder desmanchar.
Isso eu posso fazer!
Acho que você tá com sorte, não tá com cara de que vai chover hoje, mas seu cabelo é liso, se chover não vai mudar nada... Ou vai?
wonders great and small || gredgar
Ela aproveitou o tempo livre para terminar de arrumar a cesta que havia separado para levarem, com a ajuda de sua mãe, que havia passado o tempo todo em que estava preparando dizendo que precisava conhecer o garoto. A Catchlove só revirava os olhos e assentia, dizendo que ela o conheceria logo. Certificou-se de que estava tudo certo e acrescentou lá dentro o convite de casamento do James e da Lily para que mostrasse para ele e também o convidasse.
Quando ouviu o soar da campainha, Greta se esgueirou pela janela do quarto e viu a moto parada em frente a sua casa e na porta a silhueta que ela tão bem conhecia. Sorriu, fechando a janela e desceu as escadas aos saltos com a cesta na mão, abrindo a porta com um sorriso largo. “Oooooi” Falou arrastado e esticou-se na ponta dos pés para cumprimentar o namorado com um selinho.
Não era tão vaidoso como os demais amigos, mas como iria encontrar com Greta, ele buscou observar o próprio reflexo na porta, como era possível, para ajeitar as madeixas claras. Deu um passo para trás quando ouviu o soar do lado de dentro, para que não parecesse tão desesperado para entrar e sorriu abertamente na direção dela, quase em réplica da curvatura alheia, mas jamais seria tão bonito. “Hey, darling.” Ergueu a mão até o rosto dela, a trazendo para um pouquinho mais perto e retribuindo ao selar. “Tá pronta pra ir?” Indagou, carinhosamente colocando uma madeixa comprida para trás da orelha dela.
‘Tô vivo. Isso já é algo.
E aí, cara.
Posso te ajudar de alguma forma, mate?
Eu tô tranquilo.
Acho que neste ponto eles não podem chagar, teria muitas reclamações. Mas é bom tomar cuidado mesmo. Sua posição é boa, continue assim, com a cabeça no lugar, quem sabe não sigam seu exemplo.
Eu tô tentando, mas o pessoal não aceita essas coisas muito fácil, não... Ainda vai dar muito pano pra manga isso aí, professor.