
@theartofmadeline
Three Goblin Art

titsay
KIROKAZE

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oozey mess

Janaina Medeiros
Sweet Seals For You, Always
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Jules of Nature
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we're not kids anymore.

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@c-u-r-s-e-s
Não me façam feliz. Por favor, não me saciem nem me deixem pensar que alguma coisa boa pode sair disso. Olhem para meus machucados. Olhem para este arranhão. Estão vendo o arranhão dentro de mim? Estão vendo ele crescer bem diante dos seus olhos, me corroendo? Não quero ter esperança de mais nada. Não quero rezar para que Max esteja vivo e em segurança. Nem Alex Steiner. Porque o mundo não os merece.
A Menina que Roubava Livros.
Você não me amava, apenas gostava da minha presença quando todos te deixavam. Você não me amava, apenas gostava de ver que alguém realmente se importava com o seu bem-estar. Apenas gostava do modo que eu te tratava; como ninguém nunca te tratou. Você não me amava, apenas me pedia para ficar, pra não perder aquela pessoa que não se importava em se entristecer pra te ver sorrir. Você não me amava, apenas se sentia importante quando via que, um dia sem você, era muito tempo pra mim. E eu? Eu te amo, desde o inicio. Eu te amo, mesmo que doa. Eu te amo, mesmo sentindo tudo sozinho. Eu te amo, mesmo que hoje você diga que nunca quis me iludir.
Fernando Moura.
Creia que aquilo que você não pode fazer, Deus pode.
Meu vazio termina
onde minha arte começa.
você tá sempre aí. sentindo todas as coisas do mundo. as que ninguém quer e as que você merece sentir. você tá sempre aí. sentindo tudo. todos, o mundo. tantas e tantas coisas pessoas pacotes e furos. mas continua sozinho, sem ter com quem dividir o caminho. no mesmo trajeto nada secreto por onde ninguém quer passar. você tá sempre só porque essa sua dor é difícil demais de carregar. ninguém quer dividir, ninguém quer engolir seus dramas mexicanos na tv vale a pena ver? rever? inventar? você tá sempre aí porque ninguém te diz pra onde ir e você sofre demais pra sair do lugar
paris, 1992
Se você deixasse tudo de lado, por cinco minutos, e escutasse tudo que meus olhos têm a te dizer, eu diria tudo em silêncio, sem precisar falar.
Gabito Nunes.
Ela é minha melhor amiga, mas eu prefiro chamá-la de namorada. Porque as vezes quando nosso namoro não vai indo bem, é ela quem me dá conselhos, é ela quem me diz baixinho com outras palavras: “Não desiste de nós”. E sério, essa menina é tudo, ela é uma mistura entre o que eu preciso e o que eu quero. Porque minha melhor amiga me mostra que eu tenho a namorada perfeita, me mostra que eu sou um idiota e que tenho uma menina que me dá carinho, me mima, me dá atenção. Ela fala bem no canto do meu ouvido que minha namorada sabe ser tudo por mim e que faz tudo também. Cara, as vezes eu ajo como um babaca com minha melhor amiga, mas pra minha namorada eu não sou um babaca qualquer. Minha melhor amiga me disse no inicio disso tudo que não seria fácil, que minha namorada não seria toda fofinha, mas eu nem me importo, porque minha namorada me diz pequenas palavras, as únicas da qual eu realmente preciso. Ela não sabe cozinhar, nem gomar roupa, mas eu aprendi a fazer isso, porque agora, além de melhor amigo e namorado eu quero ser o noivo dela.
Cartas para a melhor namorada e amiga do mundo.
Vocês que reclamam da distância, não tem noção do quanto dói está perto e não poder fazer nada.
Luan Castro.
Incrível mesmo é ler tuas mensagens antigas e dar aquele sorrisinho besta, aquele do tipo: ”não sinto mais nada”.
Invernal (via i-n-v-e-r-n-a-l)
“Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações, que encurta uma conversa besta, que estende um bom drama, que diz o que ninguém espera e salva uma noite, que estraga uma semana só pelo prazer de ser má e tirar as correntes da cobrança do meu peito. Que acha todo mundo meio feio, meio bobo, meio burro, meio perdido, meio sem alma, meio de plástico, meia bomba. E espera impaciente ser salva por uma metade meio interessante que me tire finalmente essa sensação de perna manca quando ando sozinha por aí, maldizendo a tudo e a todos. Eu só queria ser legal, ser boa, ser leve. Mas dá realmente pra ser assim?’”
Tati Bernardi
“Abre aspas. Não se engane, isso não é uma carta suicida. Isso, na verdade, é um dedo na minha garganta obrigando as palavras acumuladas a serem vomitadas no papel. Há dias eu ando vagando por ruas vazias, tanto dentro quanto fora de mim. A garrafa de Whisky, junto com a carteira de cigarros, se tornaram as minhas melhores amigas. Os livros enfileirados na minha estante deixaram de ser a minha melhor companhia. Meu quarto - o antigo lugar mais acolhedor de todo o mundo - passou a ser um cativeiro de lembranças gritantes. Antigamente eu conseguia lidar com elas; hoje elas me ensurdecem. E ninguém mais escuta o meu pedido de socorro. Eu peço que me livre desse corpo, dessa mente, de mim. Porque o meu pior inimigo está aqui, escrevendo isso. Não quero acabar com a minha vida, entenda, não é isso. Eu não tenho vida pra ser acabada. Não mais. O que eu quero é expulsar essa alma que habita o corpo que, querendo ou não, ainda é meu. Eu preciso tirar daqui de dentro uma alma que insiste em sentir e lembrar que possuo um coração. Um coração que pulsa sofrimento, angustia, arrependimento. Um coração que reflete a minha maneira de encarar o mundo. O problema é que o mundo não me encara de volta, não me sente, não me vê, não me tem. Eu não faço parte dessa sociedade hipócrita, assim como também não faço parte da equipe de natação ou da roda de amigos do bar. Eu não faço parte de nada, entende? Isso, agora, não faz parte de mim. Desaprendi a lidar com as pessoas e suas máscaras diárias. Até hoje não entendi o motivo de ter vindo ao mundo pra conviver com gente assim. Mas agora isso parece não mais importar. O meu desejo de significar qualquer coisa boa pra qualquer pessoa, sumiu. A minha vontade de ter qualquer ombro firme o suficiente pra ser encharcado pelo meu oceano de lágrimas não derramadas, também. Perdi a vontade de rir de tudo porque rir de tudo é desesperador e torturante, mas não rir de nada é considerado anti-socialismo. Perdi a vontade de ser social. Perdi o pouco de encanto que me restava em existir, pois nunca fui apresentada formalmente ao verbo viver. Perdi, perdi-os, perdi-me. E, ainda assim, sinto como se nunca tivesse tido nada. Ou como se não tivesse merecido quado tive algo. Fui um erro, um grande erro. Por mais que a minha intenção, na maioria das vezes, fosse acertar. Eu falhei em tudo. E agora estou falhando com a última pessoa do mundo que pretendia decepcionar: eu mesma. Sinto como se me desculpar tenha sido a única coisa que realmente fui capaz de fazer certo. Perdi a conta de quantas vezes suguei todos os erros e dúvidas e dores do mundo pra dentro de mim. Preciso acabar com essas doses de culpa diárias que tomo em goles grandes, mas não há abstinência pra um vício tão forte. Um vício que prende a minha circulação sanguínea e estrangula os meus pulmões por mais ou menos seis segundos. Apesar de todos os médicos capacitados que existem no mundo e de toda a tecnologia adquirida pelo ser humano com o passar dos anos, nada, absolutamente nada, é capaz de me salvar. Eu sou uma causa perdida sem recompensa pra quem conseguir encontrar. De todas as coisas existentes, tudo o que eu queria era ser salva pra vida. Hoje eu apenas desejo ser salva pra morte. Veja bem: morrer significa também matar a dor, logo, é a solução pra qualquer coisa. É a minha solução. Eu pensava ser um objeto com defeitos irreversíveis de fábrica, mas estou prestes a descobrir a minha cura. Talvez o mundo não possua uma posição confortável pra mim, pelo simples fato de que eu não pertenço a ele. Não quero culpar ninguém. Não preciso de vingança ou do perdão de seja lá quem for. Tudo o que eu almejo, agora, é paz: paz de espírito, de corpo, de alma, de coração, de células, de úlcera, de cérebro, de dedinho do pé. Eu anseio pela liberdade e não tenho mais tempo a perder com pés cravados no chão. Meu objetivo não é voar, mas sim me cobrir por uma terra que ninguém se importará o bastante pra cavar. Existo em meio a algo supérfluo, irreal e amargo que não sei o nome. Existo em alguém que não sem quem é. Digo, existia. O mundo vai sendo engolindo lentamente pela escuridão e as pálpebras dos meus olhos se tornam tão pesadas que resistir em mantê-los abertos é em vão. Agora a escuridão da noite me prende a correntes de solidão. Fecha aspas.”
Capitule, a morte é uma válvula de escape.
”- Droga. - O quê? - Eu falando de gostar. - E daí? - E daí que vai acontecer tudo de novo. - O quê? - Vou sentir demais, falar demais, escrever demais, você vai embora.”
Tati Bernardi.
A cada dia que passa eu fico mais encantada, você consegue me surpreender, me conquistar, eu perco a noção do tempo quando estou contigo, tudo passa tão depressa. Já percebeu como o tempo passa rápido quando estamos “juntos”? Eu queria descobrir a fórmula para você mexer tanto assim comigo, queria desvendar esse mistério, porque não é normal como eu fico, essa sensação de estar bem e feliz, saber que tem alguém para cuidar de mim, só espero que isso dure e não acabe, porque eu não sei o que eu iria fazer se visse parte da minha história indo para longe de mim.
Biografia
— Eu gostei do seu cheiro. — Do meu cheiro ou do perfume? — Não sei. Eu gostei de você porque você é meio ogro, meio doce, você é ogrodoce.
Tati Bernardi.
Eu estou cansada de me sentir mal. Eu prefiro não sentir nada. É melhor, é mais fácil.
One Tree Hill
Perdoe-me, Por eu não ser assim tão superficial, E por acreditar que há tanta coisa acontecendo, Por trás do voar de uma borboleta ou o fechar de uma porta, E sinto muito que eu não seja um exemplar de beleza, Mas se quiser tome minha alma de boa fé, E veja que não sou assim tão ruim, Apesar das palavras mal humoradas, E nos textos tristes deprimidos, Não sou assim tão vazia, E meu vazio não é assim tão sozinho.
Nathalia Goulart