Can’t you see? It’s Mr. Mercury!
I won’t blame you if you can’t. Embroidery is not easy at all. After many hours, needle bruises and a hole in a perfectly fine t-shirt, I finished my Mr. Bad Guy album cover embroidery project.

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I won’t blame you if you can’t. Embroidery is not easy at all. After many hours, needle bruises and a hole in a perfectly fine t-shirt, I finished my Mr. Bad Guy album cover embroidery project.
12 meses, 12 livros - 2025: Maio
Livro de Maio: O Idiota, por Fiódor Dostoiévski.
Citações:
"O que há de baixo e de desprezível no dinheiro é que com ele se compra até mesmo talento, e assim será até o fim do mundo." "Encaram a sociedade como selvagem e inumana, porque ela expõe a donzela seduzida à vergonha; mas se vocês cuidam que a sociedade é inumana, devem vocês também pensar que a pobre moça sofre pela censura da sociedade! E, se assim é, por que a expõem vocês à sociedade, através dos jornais, e acham que ela não deva sofrer?" "Isso de serviço público representa tal variedade de cargos, que toda gente ou já ocupou um, ou ainda está ocupando, ou pretende arranjar nomeação em breve." "Mas é sempre a mesma história com todos nós: se temos uma verruga na testa ou no nariz, cuidamos sempre que ninguém tenha mais nada a fazer, no mundo, senão ficar pasmado para a nossa verruga, achar graça nela e por causa dela nos desprazer, mesmo que tenhamos descoberto a América." "Certa vez subia pelo flanco de uma montanha, por um dia claro e ensolarado. E caminhou horas e horas, com o espírito avassalado por uma ideia difusa e pertinaz. Diante dele, o céu como um esmalte; embaixo, o lago; e, em toda a volta, o horizonte luminoso e ilimitado parecendo não ter fim. Puseram-se a contemplá-lo demoradamente, tomado de angústia. E agora se lembrava muito bem de que havia estendido as mãos para aquele azul infinito e radioso, derramando lágrimas. O que o torturava então era sentir-se totalmente fora de tudo aquilo. Que festival era aquele? Que significava aquele imenso e eterno espetáculo sempre renovado e que o atraía sempre, desde a mais longínqua infância, mas no qual jamais pudera tomar parte?" "Não há, com efeito, nada mais aborrecido do que ser, por exemplo, rico, de boa família, ter boa aparência, ser bastante esperto e mesmo sagaz e todavia não ter talento, nenhuma faculdade especial, nenhuma personalidade mesmo, nenhuma ideia pessoa, não sendo propriamente mais do que "como todo mundo"".
12 meses, 12 livros - 2025: Abril
Livro de Abril: Germinal, por Émile Zola.
Citações:
"Você que é um homem sensato — disse ele a Maheu —, faça com que se calem de uma vez. Quando não somos os mais fortes, devemos ser os mais sábios." "E aumentar o salário, é possível? (...) Se for muito baixo, os operários morrem, e a demanda por novos homens faz com que volte a subir. Se aumentar bastante, a oferta muito grande o faz cair... É o equilíbrio das barrigas vazias, uma sentença perpétua na prisão da fome." "Quando se tinha a razão do seu lado, era melhor morrer do que parecer ter se enganado!" "No fundo, era assim que se desnaturavam os sistemas, lançando um num exagero revolucionário, empurrando outro para uma posição de prudência, arrastando-os contra a vontade para além de suas ideias verdadeiras, assumindo fatalmente papéis que não escolheram." "Com frequência, havia homens que se uniam às mulheres apenas para possuí-las, não se importando com a felicidade delas." "(...) O único bem era o de não ser e, se tivesse de ser, seria árvore, seria pedra ou, ainda menos, seria um grão de areia, que não sangra quando pisado pelos passantes." "(...) Pois é, esta é a ideia de vocês, todos os operários franceses, desenterrar um tesouro para em seguida devorá-lo sozinhos, egoístas e preguiçosos no seu canto. De que valeu protestar contra os ricos, falta-lhes a coragem de devolver aos pobres o dinheiro que a sorte lhes oferece... Vocês nunca serão dignos da felicidade enquanto tiverem algo que lhes pertença e o ódio que sentem pela burguesia vier apenas de sua necessidade furiosa de se tornarem burgueses no lugar deles." "(...) E ambos, toda vez que se encontravam e relinchavam, pareciam lamentar: o velho, de não mais conseguir se lembrar; o jovem, de não poder esquecer."
"(...) O único bem era o de não ser e, se tivesse de ser, seria árvore, seria pedra ou, ainda menos, seria um grão de areia, que não sangra quando pisado pelos passantes."
— Germinal (1885), Émile Zola
"(...) E ambos, toda vez que se encontravam e relinchavam, pareciam lamentar: o velho, de não mais conseguir se lembrar; o jovem, de não poder esquecer."
— Germinal (1885), Émile Zola
We are like books. Most people only see our cover, the minority read only the introduction, many people believe the critics. Few will know our content.
Émile Zola
12 meses, 12 livros - 2025: Março
Livro de Março: The Catcher In The Rye (O Apanhador no Campo de Centeio), por J.D. Salinger.
Citações:
Nenhuma, porque achei o livro chato.
12 meses, 12 livros - 2025: Fevereiro
Livro de Janeiro: Wuthering Heights (O Morro dos Ventos Uivantes), por Emily Brontë.
Citações:
"Proud people breed sad sorrows for themselves." "I'm wearying to escape into that glorious world, and to be always there: not seeing it dimly through tears, and yearning for it through the walls of an aching heart: but really with it, and in it."
12 meses, 12 livros - 2025: Janeiro
Livro de Janeiro: Memórias póstumas de Brás Cubas, por Machado de Assis.
Citações:
"Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar." "(...) mas é evidente que, ainda quando um conceito tão extremado não trouxesse em si mesmo a resposta, bastava considerar os efeitos salutares da opinião, para concluir que ela é a obra superfina da flor dos homens, a saber, do maior número." "Que tens tu com essa sucessão de ruína a ruína ou de flor a flor? Trata de saborear a vida; e fica sabendo que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício dela é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la."
"Quanto ao progresso e às "nossas gerações novas", (Andrei Semiônovitch) havia-se acercado deles por paixão. Pertencia àquela incontável e multiforme legião de vilões, caquéticos e tiranetes sem nenhuma formação concluída que se grudam, obrigatória e prontamente, à ideia mais aclamada e popular do momento, a fim de torná-la, num piscar de olhos, aviltada e caricata, apoiando-a, por vezes, com toda sinceridade possível."
— Crime e Castigo (1866), Fiódor Dostoiévski
"Liévin muitas vezes notava em discussões entre pessoas inteligentíssimas que, após enormes esforços, após uma enorme quantidade de argúcias lógicas e de palavras, os debatedores chegavam, por fim, à compreensão de que aquilo que eles tão demoradamente pelejaram para demonstrar um ao outro, havia muito tempo, desde o início da discussão, já era sabido por ambos, mas que eles gostavam de coisas diferentes e, portanto, não queriam mencionar aquilo de que gostavam para não serem contestados. Liévin experimentava com frequência, durante uma discussão, apreender aquilo de que o adversário gostava e, de repente, ele mesmo gostava da mesma coisa, e logo concordava, e então todos os argumentos desapareciam, como se fossem desnecessário; e às vezes experimentava o oposto: expressava, afinal, aquilo de que ele mesmo gostava e inventava argumentos em sua defesa e, se calhasse de expressar-se bem com sinceridade, de repente o adversário concordava e parava de discutir."
— Anna Kariênina (1878), Liev Tolstói
“'Às vezes, não sabia o que temia e o que desejava. Não sabia se temia ou se deseja o que existira antes ou o que iria existir, nem sabia exatamente o que desejava.”
— Anna Kariênina (1878), Liev Tolstói