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Poema 'Nirvana' de Charles Bukowski legendado português
Lighting a candle with its smoke
Note to self: try this.
You really believe you can bring life to the dead? Frankenstein (1931), dir. James Whale
another day …
‘safe’
Oito registros de Hilda Hilst pelas lentes de Fernando Lemos Fernando Lemos (1926-2019) não apenas ficou conhecido pela sua integração, com a fotografia, na estética surrealista, como pelo exímio trabalho de registro de várias personalidades de literatura. Uma dessas foi a escritora brasileira Hilda Hilst. Os dois se conheceram em 1959, logo depois que ele desembarcou em São Paulo, cidade onde viveu desde então. Esse trabalho ficou melhor conhecido por ocasião da Festa Literária de Paraty em 2018, quando Hilda foi homenageada por este evento. Na mesma ocasião, as edições SESC também editaram um livro reunindo estas e outras imagens de Hilda Hilst realizadas pelo fotógrafo.
Existe sempre o mar sepultando pássaros renovando soluços rompendo gestos.
Existe sempre uma partida começando em ti tomando forma e sumindo contigo. Existe sempre um amigo perdido um encontro desfeito e ameaças de pranto na retina.
Existe um canto de glória iniciado nunca mas guardado no meu peito dissolvendo a memória.
E além da canção incontida do teu amor ausente além da irrevelada amargura desta espera existe sempre a terra desfazendo as vontades primeiras de Existir.
— Hilda Hilst, Baladas.
“Las cosas no existen Lo que existe es la idea melancólica y suave que hacemos de ellas”
Hilda Hilst De «Balada del festival» (1955)
Imagen: Hisano Hisashi
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