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fxxkitjae:
songharu: yah, não estou sendo má!! as músicas que são horríveis. olha só, até o GD está assustado.
momouxx: a cara de trauma do seu gato é incrível. queria estar com os meus, mas infelizmente: trabalho.

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Os cotovelos ralados pela queda atrás do colégio foram a parte menos afetada de sua discussão com os colegas de classe, a língua solta às vezes o trazia grandes problemas, Seungwoo era o típico garoto cheio de amigos e que dificilmente colocava-se em situações sem saída. Contudo, ele preferia se complicar ao negligenciar algo. Por isso não poupou ajudar a um desconhecido que apanhava sozinho por um motivo que ele não sabia. Sua justificativa para o ato era porque conhecia os agressores e eles não eram justos, por isso sentia que os socos levados eram gratuitos. Talvez aquela fosse uma característica que lembrassem a todos de que era filho de alguém que já foi punk — por mais engraçado e difícil para ele imaginar as roupas e penteados da época devido a ausência evidências, ou seja, fotografias. Existia imprevisibilidade em seu modo de agir e invés de apaziguar a briga, ele somente se envolveu. Como iria agir dependia de seu humor e naquele dia, ele estava atrevido o suficiente para dizer só verdades problemáticas. Grande parte dos hematomas que possuía em sua face aconteceu para que o menino agredido pudesse fugir e, por isso, se livrou dos garotos após algum tempo e pôs-se a correr com a sua mochila e uniforme sujo como se não houvesse amanhã. Certamente teria, mas por ora ele não pensaria nisso.
Parou abruptamente ao quase se chocar com uma pessoa ao virar o quarteirão, os olhos levemente arregalados deviam-se ao reconhecimento. — Oh! Noona. — Disse rapidamente, dando uma olhada para trás sem ver quem o seguia. — Desculpa por isso. — Adiantou-se no pedido visto que não pediria permissões para suas próximas ações. Com um pensamento repentino ao ver uma loja de conveniência próximo deles, Seungwoo a puxou para dentro consigo, ficando na frente dela. Abaixou-se ofegante vendo os quatro garotos passarem direto sem notá-los. — Wow! Quase, huh? — Levantou, rindo e olhando em volta; tinha causado uma cena desnecessária. Como o garoto polido que era, começou a curva-se ao atendente que o olhava atento. — Desculpe, ahjussi. — Disse educadamente, fazendo uma careta triste pela bagunça que fez. Virou-se para aquela que tinha incluído na situação, mostrando os dentes ao que não se arrependia de ter feito. Talvez tivesse a puxado para que não trombassem com ela, ou talvez estivesse agitado demais para pensar no porque de ter feito aquilo, afinal não a reconheceriam como alguém próximo de si. No entanto, independente de motivos, Seungwoo achava que desculpar-se era o ideal. Bateu as palmas das mãos dramaticamente na frente do rosto antes de curvar-se com educação ao que pronunciava seu pedido de desculpa. — Moushiwake gozaimasen deshita! — Embora fosse um pedido sincero, ele sabia estar exagerando, por isso após alguns segundos naquela posição, Seungwoo levantou-se com um sorriso divertido nos lábios. — Você vai desculpar, não vai? Te puxei sem pensar.
Estar de folga era — literalmente, nos últimos dias — uma das coisas que Momo mais gostava. Amava o que fazia, e a perspectiva de logo, logo formar-se de fato e poder trabalhar na área a qual queria era animadora, porém, todo o esforço para chegar até lá era extremamente cansativo. Mas, não reclamava tanto, afinal, tinha um dia livre por semana — ou, quando dava — para que pudesse fazer outras coisas, e acima de tudo, descansar. Por isso que naquele dia em específico, a Ueno estava tão leve. Havia dormido bem, e após acordar, decidira que precisava ir ao mercado, afinal, a geladeira da casa que dividia com o namorado estava completamente vazia, visto a falta de tempo de ambos, e à preguiça que tinham de cozinhar depois de um longo dia de trabalho. Sequer sabia quando haviam passado à viver de fast food, e queria surpreender Joowon com algo feito por ela mesma. Caminhava então, de forma tranquila pela rua, a sacola bem presa em mãos, e distraída procurando algo no celular, tentando ao máximo otimizar todas as suas tarefas. Ainda havia a roupa para lavar. Os pensamentos estavam focados em qualquer coisa quando os olhos avistaram Seungwoo. Ergueu a mão para comprimentá-lo, até perceber que o garoto além de correr como se a vida dependesse disso, estava com o rosto machucado.
— O que aconteceu com você?! — Questionou com espanto ao vê-lo parar abruptamente, reconhecendo-a enfim, contudo, não obteve uma resposta — Desculpa pel--- — E as palavras morreram nos lábios da médica, que repentinamente havia sido arrastada pelo menor para dentro da primeira loja que havia na frente de ambos, abaixando-se com ele. Os olhos estavam fixados no rosto do garota, e a expressão contrariada. Onde diabos ele havia se metido? Sabia da personalidade de Seungwoo, e sabia também que geralmente o garoto não se envolvia em brigas de tapas. — Sua peste! — Bronqueou, ignorando completamente o pedido de desculpas exagerado do amigo, as mãos agarrando-o o rosto com cuidado, apesar de brutamente — O que diabos você estava pensando? Se enfiou numa briga?! Eles te machucaram? — O cenho se franziu, os olhos avaliando o os ferimentos do garoto — Quer que a noona vá dar uma surra neles? Aish! Esses malditos punks acham que são quem para tocar no meu dongsaeng?! — Ergueu o pulso no ar, virando-se para sair da loja atrás dos garotos que passaram, mas parou por um segundo, contrariada de novo — Depois eu faço isso. Primeiro, venha. Deixe-me comprar uma água para você, e vamos remendar esse sua cara.
wxotaka:
Não precisa se preocupar, noona. Eu sou grandinho o suficiente para poder tomar conta de mim! Deixa eles rirem pelas minhas brincadeiras não é como se eu me importasse.
— Você é tão bonzinho, Eun-ah! Mas, não pode deixar que as pessoas riam de você, você é um ótimo garoto!
wxotaka:
Tem certeza? Geralmente é o que falam para mim, mas vou repetir: trabalho demais não é bom, pelo contrário só acaba se machucando, noona.
— Como eu posso ficar infeliz e cansada quando tenho um dongsaeng tão bom cuidando de mim?! Omo. Prometo que se estiver trabalhando demais, você pode até chamar o Joowon-oppa pra me darem bronca juntos, okay?
jxnsoulrst:
—— Aigoo! Não chora, unnie… ainda dá tempo de mudar de profissão e… que tipo de coisas?
— O tipo que você não quer nem imaginar, meu bem. De verdade. E... Eu não quero mudar de profissão!! A vida é cruel, dongsaeng..
rxchelthebunny:
Internos e escravos são sinônimos, não sabia? A minha mãe foi baixista e única coisa boa que ela teve foi eu.
— Se você estava tentando me ajudar, você falhou completamente, mulher. Estou deprimida, agora. Você foi a única coisa boa?! Imagina a pior coisa, então.
yeolivers:
—— Aigoo, sinto muito por você, noona. Mas, vai valer a pena, certo? Bem, eu espero. Olha, se você sabe e gosta de tocar, acho que seria um bom caminho a se seguir, mas isso é uma questão sua. Bem, não pense tanto nisso, pode acabar ficando muito irritada! Que tal irmos patinar?
— Certo, dongsaeng! Muito obrigada pelas palavras de conforto, certo? Vou me focar, e essa fase ruim vai passar, e eu vou ser uma médica incrível! Oh! Quero sim, vamos! Mas, você vai ter que me ensinar de novo, porque eu provavelmente já esqueci...
goscra:
Não chora, eonnie! Vem, vamos tomar um milk-shake bem enorme para ficar feliz e depois vamos curtir em algum lugar, o que acha?
— Tudo bem... Desculpa começar a chorar do nada, é que é realmente cansativo. Vamos sim, eu pago o que formos fazer, okay?
goscra:
Hoje nem doce vai me animar, eonnie… Eu só queria sumir mesmo, sabe? Ir pra bem longe daqui e esquecer todo mundo. Acho que você não vai nem acreditar no que aconteceu…
— É tão ruim assim, dongsaeng? O que houve? Conte para mim, que eu prometo que pelo menos vou te ouvir, okay? Mas, não fique assim, querendo desistir... A unnie fica preocupada.
“Are you sure this is legal?”
— ask game: closed! [late answer] —{{ flashback }}
warning: nsfw.
mullenxmi:
Está tão ruim? Eu posso pagar por você com as economias que tenho, mas não seria muito diferente, acho que também acabaria a fazendo de escrava. Uma escravidão com amor.
Quer trocar seu emprego pela vida como musicista? Essas pessoas mal comem, não diga besteiras.
—O quê?
—Primeiro que você nem tem dinheiro o suficiente para que a minha ilustre presença seja escravizada por você, sua preguinha!
goscra:
Eu imagino que deve ser muito trabalho mesmo… Mas você gosta do que faz, não é? Então respira fundo que você consegue passar por isso. Que tal a gente sair pra relaxar um pouco?
— ESSES MALDITOS CAPITALISTAS QUEREM ALÉM DO MEU TRABALHO, A MINHA ALMA, SUNBINNIE! Eu quero, adoraria. Vamos. Preciso.
Quer saber? Eu não aguento mais a minha vida. Nada dá certo, sempre tem alguma coisa para me ferrar e os golpes só me atingem dos lugares que eu menos espero. Eu… Desisto. Sério.
— Omo! O que é essa minha criança tão tristonha desta forma? Vamos fazer assim, a unnie vai ali comprar um doce para você, e você conta o que aconteceu direitinho, pode ser? Mas, não fique assim, nada no mundo é mais precioso que a nossa vontade de continuar.
wxotaka:
Tem certeza? Parece que vai desmaiar a qualquer instante. Você não tem trabalhado demais?
— Uhm... Talvez? Mas, tudo bem. No final vai valer a pena, dongsaeng! Eu estou bem, prometo.
wxotaka:
Eu prefiro que não precisemos recorrer a violência. Qualquer ocorrência e eu digo adeus para uma carreira olimpíaca.
— Oh, você tem razão, Eunchae-ah! Desculpe por isso. Só não quero ninguém fazendo maldades com o meu dongsaeng! Se alguém o fizer, vou ficar muito brava!
wxotaka:
Só se fosse para o mundo rir da minha cara, Momo. E não é como se não tivessem poucos motivos para fazer isso.
— Se alguém rir de você, eu quebro eles na porrada! É algo incrível!
seolyeoreum:
⟣───── ❝ Nós precisamos nos unir e acabar com isso! O que você acha, unnie? Eles não podem sair mandando na gente assim. ❞
— É uma ótima ideia! Devemos boicotá-los? Parar de fazer o que pedem e fazê-los ver como é a vida de escravo?!