EXTRACURRICULARES: editora-chefe do armstrong news, membro do time de atletismo e do lacrosse.
MOST LIKELY TO… ir presa.
𝙀𝙓𝙏𝙍𝘼.
LIKES: esportes, filmes de terror, mistérios, discutir em redes sociais, natureza, verão, tutoriais de slime, política, vines, sorvete, iogurte de salada de frutas, chás no geral.
DISLIKES: filmes do adam sandler, pessoas sem noção, elitistas, fofoca, riverdale e séries da cw, iogurte congelado, matérias de exatas, que os times femininos sejam menosprezados e os caras que colaboram com isso.
HOBBIES: militar andar de bicicleta, escrever, tocar violão, sair pra correr, tirar fotos, desenhar, encher o saco da minha irmã, assistir filmes ruins só por serem ruins e discutir no twitter.
GUILTY PLEASURE: assistir filmes de comédia pastelão no domingo e ouvir boybands.
FAMÍLIA: eu moro com os meus avós, mas os relevantes são minha mãe e minha irmã. vulgo a peste da coralie.
PETS: conta a minha irmã? não? ok, nenhum.
MATÉRIA FAVORITA: escrita e história mundial.
UM ÍDOLO: wilma rudolph.
UM PERSONAGEM: addison montgomery.
UMA FRASE: “if one man can destroy everything, why can’t one girl change it?” - malala yousafzai.
FILME: relatos selvagens, the rocky horror picture show e the wailing.
SÉRIE: scandal, killing eve e private practice.
LIVRO: 1984 e battle royale.
COMIDA: pizza de quatro queijos.
CHEIRO: pão quente.
PLAYLIST DE 5 MÚSICAS: só coloquei no aleatório da playlist mesmo.
cellophane, fka wings.
that don’t impress me much, shania twain.
scrawny, wallows.
happy without me, chloe x halle.
i like that, janelle monáe.
𝙃𝙄𝙂𝙃 𝙎𝘾𝙃𝙊𝙊𝙇.
BEST FRIENDS: alexia coleman, christopher james lee, ethan yang, kitt chivaare, leanna boucher.
“você tem muitos charmes” murmurou, ainda que não fosse uma mentira. por mais que calliope fosse um certificado humano para sustos, também era isso que tornava ela uma pessoa divertida de se conviver. balançou a cabeça positivamente, exibindo um sorriso curto em resposta. “o nate sempre diz algo parecido. ele é o favorito da minha mãe, você sabe. mas acho que a dona calliope deve vir logo atrás” já estava acostumado com a rigidez da matriarca, mas quando ela realmente gostava de alguém, não poupava esforços em ser extremamente carinhosa e fornecer o melhor tratamento. particularmente sempre achou que ela e callie tinham muitas coisas em comum, o que justificava o apego da mulher nela. “para de rogar praga! nada vai dar errado, confia em mim” fez um beicinho enquanto pegava o tal salgadinho apontado por ela. a expressão brincalhona, no entanto, logo desapareceu do seu rosto porque era difícil não se chatear quando pensava naquilo. haviam muitas expectativas que ele sabia desde muito cedo que jamais seria possível de cumprir. e o sentimento de culpa o massacrava mais do que qualquer outro. “não sei se problemas é a palavra certa” suspirou, mantendo a atenção em qualquer canto da loja, esquivando dos olhos curiosos de calliope. “posso falar melhor sobre isso depois.. é uma longa e confusa história. estou um pouco cansado de carregar tanta culpa nos meus ombros, para ser sincero” finalmente teve coragem de olhar nas orbes castanhas femininas, deixando sua guarda abaixar um pouco quanto ao que se passava em sua mente. confiava nela porque, lá no fundo, ela parecia entender seus problemas melhor do que ninguém. fora que o apoio incondicional era importante para sam, especialmente em um momento delicado daqueles. “e ‘tá errada? não está” deu outro sorriso, dessa vez um tanto fraco. a morena tinha a coragem que ele nunca tivera, ela levantava a voz quando tudo que samuel sabia fazer era se calar. tinha uma admiração por callie que duraria por toda a vida. já no caixa, ele tomou a responsabilidade de pagar por tudo e auxiliou o caixa a guardar os objetos nas sacolas de papel, conhecendo bem as preferências alheias sobre sustentabilidade. “você quer ir para columbia, não é? o time de natação deles é bem forte.. estava pensando em aplicar para a bolsa deles. agora o que diabos eu vou fazer na faculdade eu já não sei”
arqueou de leve as sobrancelhas, o encarando ao escutar seu comentário e acabando somente por rir nasalmente em resposta. eram momentos como esse em que não sabia exatamente qual era o sentido das falas de samuel, e também não queria entrar nesse assunto para descobrir. “e o que é que o nate tem que eu não tenho, posso saber? a adoração que sua mãe tem pelo palestrinha aí e não por mim é bem triste, deveria saber. mas tudo bem, eu conquistei sua vó pelo menos.” deu de ombros, rindo. certo que só era querida pela avó alheia por ter relação direta (vulgo ser a neta) com sua melhor amiga, porém, calliope gostava de deixar essa parte de lado ao pensar sobre isso. sorriu ao ver samuel pegando o salgadinho que desejava, de forma e jeito bem-humorados já erguendo os polegares em afirmativo para ele. “tá arrasando aí, hein... esse salgadinho é de primeira, proibidíssimo no mundo dos esportes escolares.” brincou, lembrando-se de ter escutado o treinador de atletismo mencionar uma vez como detestava que sequer colocassem em sua frente aquele em específico por ter pavor do cheiro. fora hilária toda sua explicação exagerada. acabou afundando as mãos no bolso da jaqueta e, novamente, seus olhos encontraram o rosto alheio enquanto o esperava concluir seu pensamento; não queria dar uma de intrometida e, muito menos, interrompê-lo. “às vezes, desabafar pode ser bem-bom e ajudar nisso de carregar o peso nos ombros, sabia? então, hm, pode me falar melhor e tal depois sobre o que tá te incomodando. nem que seja pra gente fingir que nada aconteceu e ir mexer no tik tok.” garantiu, mantendo nos lábios um sorriso de canto ao final. poderia não ser a melhor pessoa do mundo com conselhos, mas gostava de pensar que era muito realista e em algumas situações isso acabava sendo bom na hora de dar a sua opinião. pelo menos, sam a conhecia o suficiente para conseguir entender onde queria chegar sem ter que dar inúmeras - para não dizer incontáveis - voltas. “não mesmo. tinham que implementar como esporte, tô dizendo, perco mais calorias e trabalho mais os músculos que em três horas treinando o time de lacrosse.” disse em um tom bem-humorado, claramente fazendo uma piada. com todo o tempo vivendo nos avós, callie desenvolvera todo tipo de tática para fugir de casa sem que os mesmos a vissem, e se orgulhava da própria eficiência nisso. “te criei bem, que orgulho.” ela fingiu secar uma lágrima do rosto de forma quase teatral, tentando não rir de si mesma ao que o via escolher as sacolas de papel. “a própria, na verdade. também tô de olho na nyu, mas daí é como dizem: qualquer uma tá valendo. sendo longe dos meus avós e com toda frescura que eles queiram pra poder pagar sem reclamar, pode ser até na puta que pariu que acho que eu topo.” debochou, como realmente mal podia esperar para o dia em que poderia deixar o teto conservador em que ainda vivia. embora não agradasse nem um pouco a ideia de ter que deixar sua irmã para trás. “enfim, é uma ótima ideia você tentar pra eles. e, hm, realmente não tem nenhuma ideia ainda? certeza que deve ter algo que você goste. vai, eu ajudo.” ofereceu, enquanto pegava uma das sacolas de papel para carregar consigo.
( to: calliwpe) → Precisamos por Hey Ya e Toxic, só isso que eu peço
( to: calliwpe) → E EU VOU OUVIR HOLLABACK GIRL
( to: calliwpe) → pronto, coloquei, agora podemos devidamente conversar
( to: calliwpe) → eu gosto de dormir com aqueles videos de várias horas de som de chuva e tal, até um dia que vi um cara que dormiu e acordou com um barulho de macaco e eu surtei com medo de acontecer comgio aklakjsnkskjs
( to: calliwpe) → eles acham que pela internet nao dá pra descobrir nada
( to: calliwpe) → iludidos
( to: calliwpe) → a geração deles já sabe da importância da internet ne pelo amor de deus
( to: calliwpe) → mEU DEUS ELE É GATO
( to: calliwpe) → mas meu deus que dó mano do ceu
( to: calliwpe) → eu só consegui ver ele pela fotinho de perfil, queria saber hackear e abrir a conta dele pra ver o que tem……….. infelizmente nao sou hacker
( to: calliwpe) → dá vontade de falar ne
( to: calliwpe) → ela é meio blogueirinha ne, só falta postar stories dos recebidos
( to: calliwpe) → essa viagem dela pra espanha, eu invejo muito
( to: alexia ) → dá pra colocar umas 38382932 da britney mas toxic é atemporal, não tem como não estar na lista
( to: alexia ) → THIS SHIT IS BANANAS
( to: alexia ) → B A N A N A S
( to: alexia ) → a gente tinha que fazer uma playlist compartilhada no spotify né................. só deixando no ar a sugestão
( to: alexia ) → DEUS ME LIVRE KKKKKKKKKKKKKKKKKKK eu ia acordar cagada de medo de um negócio desses, credo. mas pq vc não dá uma olhada no áudio antes pra ver no que dá? ou coloca queles que tem no spotify mesmo e deixa no loop qq
( to: alexia ) → não uso mt pra dormir mas sempre ouço asmr pra me concentrar, é bom demais
( to: alexia ) → sim kkkkkkkkkkkkkkkkkkk plmdds parece que não fazem 1 único esforço pra dar uma disfarçada, até eu fazia melhor
( to: alexia ) → ele é gato mesmo hein............................... e parece ser legal................ não q dê pra esperar muito de homens e muito menos daqueles q a gente não conhece né mas na nossa fanficagem aqui ele pode ser legal
( to: alexia ) → eu tenho um amigo metido a hacker, será q consigo convencer ele a nos ajudar nisso? rsrs
( to: alexia ) → ou a gente cria um fake e torce pra essa galera nos deixar seguir eles
( to: alexia ) → dá vontade real de mandar uma denúncia anônima k k k k esse povo é mt cara de pau pelo amor de deus
( to: alexia ) → KKKKKKKKKKKKKKKK BLOGUEIRINHA... adorei, mas é real??? tá faltando só aquelas legendas meio ‘felt cute might delete later’ ou com coisas motivacionais
( to: alexia ) → vc com inveja da pra espanha e eu querendo saber onde q ela foi pra tirar foto com a cachoeira, #choro
“você acha? assim, eu entendo que nem todo mundo tem uma família procurada pela polícia por desagradar a vossa majestade, mas nunca parei pra pensar nisso” deu de ombros, até pensando um pouco sobre o cenário. simplesmente estava acostumado com a ideia de sofrer ameaças e não se fixar muito em um mesmo lugar por muito tempo. a única coisa que sentia falta era de estar o lado do pai, aquele que começou com todo esse bafafá. “sim, você leva a sua peste e eu levo a minha! e aí a gente come até morrer. mas tem que preparar a língua, o negócio é forte” não sabia qual era sua habilidade em fazer frases de duplo sentido, mas às vezes elas escapavam assim, naturalmente. não era mentira, todo caso. a comida tailandesa era conhecida pelo tempero. “tipo, tudo bem que eu estava sendo um grande pé no saco, como sempre. mas aí ela desceu para esse nível e eu fui embora. imagina se ela endoidece e vem correndo atrás de mim? credo” balançou a cabeça repetidamente para os lados, querendo tirar aquela visão da cabeça. não era a pessoa mais forte do mundo e sua altura era uma desvantagem também, fora que sabia que as karens trabalhavam em grupo e era perigoso demais ir sozinho. fez um beicinho, segurando no braço de calliope. “porque eu sei que eu não aguento uma inteira! me dá mais uma provinha, vai” esfregou o rosto contra o ombro da garota, igual seus gatos faziam quando queriam alguma coisa. “você já vai pra uns lugares exóticos dentro do país mesmo. não quero nem ver o que ia acontecer se eu soltasse você e a moony numa ilha” na verdade, kitt falava aquilo imaginando a si mesmo no local, provavelmente morrendo logo no primeiro dia após virar comida de algum tigre ou coisa assim. “então ‘tá, quando você virar uma jornalista chique e se eu não estiver preso até lá, vamos fazer uma viagem! para onde iríamos?”
“claro? kitt, nunca vi nenhuma outra história assim. a maioria das pessoas procuras pela justiça que eu conheço são sonegadores de impostos.” disse em um tom bem-humorado, a história de vida do amigo era mesmo uma completa viagem e facilmente se encaixaria no roteiro de algum filme. duvidava seriamente que algum dia conheceria outra pessoa (além de moony, é claro) com um relato semelhante. “encontro de pestes, que coisa linda. sabe que vamos ter que ficar de babás delas, né? ser irmão mais velho é um saco nessas horas. e, kitt, relaxa que você sabe que eu amo comida apimentada.” callie possuía uma resistência considerável com comidas assim, então certamente não seria um problema na hora de irem ao restaurante, o que era ótimo. queria muito aproveitar a noite com o amigo. “gosto como você reconhece que é chato.” zombou do outro, rindo nasalmente. “ela ia correr atrás de você com o cardigan de uniforme das karens, certeza. mas fez bem de ir embora. diálogo com pessoas assim é só perda de tempo. guarda suas forças pra bater boca com o povo da escola mesmo, é mais produtivo.” e sabia que kitt não poupava esforços nessas horas, o que achava realmente ótimo porque era absurdo o número de alunos que precisava de um chega pra lá de vez em quando. e o tailandês nunca falhava nessas horas. semicerrou os olhos levemente ao vê-lo em seu ombro, precisando de toda a sua força de vontade para não começar a rir ali mesmo. “por acaso eu tô com cara de santa? podia ter pedido uma pra você e me dado caso não terminasse, tonto. agora vou pensar no seu caso.” ok, as chances de acabar dando mesmo uma prova para kitt eram altas, mas não anunciaria tão cedo aquilo para ele. “a gente ia bancar indiana jones e ia ser ótimo, sua irmã é minha alma gêmea pra essas coisas. aliás, me lembra de chamar ela depois pra ver sobre uma trilha nova.” gostava muito da companhia da mais nova, e era uma excelente companhia quando queria se envolver em coisas com a natureza. “adoro como fui a pessoa entre nós que colocou no yearbook que provavelmente vai ser presa, mas, porém, contudo, quem já tá contando com isso é você.” comentou, rindo. “e, hm... não sei? agora me deu um branco! que tal, hm, palau?”
— Hm, cinco vezes é uma quantidade normal. — pelo menos era o que acreditava quando pensava nas pessoas que não eram do instituto, sem falar que o país era bem grande para sair de um estado para outro com a mesma facilidade que tinha vivendo na Europa. — E o que você gostou mais? Fazer essas viagens com seus avós ou as roadtrips? — perguntou curioso, porque não duvidava que existiria uma preferência por parte de Callie e nem que a resposta seria a segunda opção já que ela parecia curtir coisas mais alternas. — E em que momento eu disse que saí vivo? Sou só um espírito vagando por aí achando que ‘tô vivo. — brincou simulando uma voz misteriosa enquanto olhava o horizonte e negava com a cabeça, mas não conseguindo sustentar a brincadeira por muito tempo graças a uma risada. — Sou sequelado até hoje com esse dia, então faço de tudo para não sofrer o mesmo de novo. — se o objetivo do professor era impedir que a coisa se repetisse, a eficiência havia sido cem por cento, pois só assim para Angelo levar jeito. — Minha opinião de morango continua a mesma coisa e… Não é para você? Ué, pensei que estivesse irritada por não ter conseguido uma colherada. — arqueou uma sobrancelha e fez questão de pegar uma colher cheia do sorvete só para fazer um aviãozinho próximo da boca da amiga para fingir que a servia, mas levando o doce para a própria boca. — Óbvio que sim, eu jurava que você era minha Sugar Mommy, mas fui decepcionado. — franziu o nariz forçando uma expressão de chateio. Não se surpreendeu quando sua fala chamou a atenção da garota, mas não sabia se gostaria de compartilhar a situação com muitos detalhes. — É alguém que ando saindo e nossa vibe é bem amigável, tirando os momentos que a gente se pega, mas, sei lá, acho que é só isso mesmo. Não duvido que em algum momento os benefícios vão deixar de existir, mas nem posso reclamar, porque não sei de nada.
não saberia dizer se era ou não, comparado com todos os colegas da escola, então apenas deu de ombros. suas experiências de vida eram bem diferentes da maioria, mas estava acostumada com isso. na verdade, gostava bastante de ter uma história um tanto quanto única. “nossa, não tem nem comparação: as roadtrips. nem é tanto pela viagem em si, apesar de realmente a experiência ser bem mais interessante desse jeito que só entrar num avião e pronto, mas, ah, sei lá...” suspirou, fazendo uma breve pausa. “as coisas com a minha mãe sempre foram e sempre vão ser melhores? então a companhia meio que faz elas terem sido mais legais. não sei se dá pra entender.” não era muito de falar sobre nada minimamente sentimental, pelo contrário, sempre fugia de assuntos assim. portanto, nem sequer sabia se fazia algum sentido e se não estava parecendo uma idiota falando aquilo. “dias de luta e dias de glória, só deu azar de ter extrapolado nos dias de luta naquele dia. pensa pelo lado positivo, ele não te ouviu querendo falar do esperma do seu pai. aí sim ia ter te mandado fazer mais voltas ainda na quadra.” brincou, soltando uma risada nasal ao lembrar-se da conversa de ambos antes de sua competição na feira escolar. não deixaria aquela palhaçada morrer tão cedo, fora provavelmente o maior absurdo que tinha ouvido angelo dizer... nos últimos tempos, obviamente. a reação dela ao vê-lo fingir que iria lhe dar um pouco do sorvete foi revirar os olhos, na seguida acertando um leve cutucão com o cotovelo em sua costela. “você é muito escroto, sabia disso? deve saber mesmo. mas tudo bem, o karma existe, depois você vai ficar com uma dor de estômago e vai ser muito bem feito.” fez uma careta para o outro, dando uma colherada no próprio sorvete antes que este acabasse derretendo todo. “sugar mommy?” arqueando as sobrancelhas, virou na direção alheia apenas para acabar caindo na gargalhada. “nossa, essa eu não esperava. é uma coisa que eu realmente não tinha ideia que tinha cara, mas vou lembrar de colocar lá no meu currículo.” debochou, ainda rindo um pouco. “se vocês tão se pegando mas a vibe é amigável, isso encaixaria em amizade colorida ou a amizade não existia tanto antes...?” a morena se arriscou em perguntar, tentando entender melhor a situação. a verdade é que era um dos piores tipos de pessoa para dar conselhos amorosos, tinha até medo de acabar piorando as situações dos outros quando se metia, mas não custava tentar. o importante era a intenção, não é? “mas, assim... você gosta dela? ou acha que gosta dela? não sei, falar sobre isso com, hm, a pessoa misteriosa aí poderia ajudar. talvez tentar descobrir o que acontece entre os dois...? ter uma conversa sincera. comunicação sempre é o mais importante em qualquer relação, angelo. não importante de que tipo.”
( ✉️ ) » exatamente altas homenagens
( ✉️ ) » e ainda combina com vc ♥
( ✉️ ) » ah mas vc quer a lista agora????
( ✉️ ) » meh
( ✉️ ) » KKKKKKKKKKKKKKKKK QUAL VC TÁ OUVINDO???
( ✉️ ) » sorry acho que to descontando minhas frustrações em vc ops
( ✉️ ) » massssssssssss escuta headstrong :3
( to: lea ) → olha eu realmente não sei como deveria me sentir sobre o combina com vc...
( to: lea ) → mas vou entender como um elogio pq a vida é assim
( to: lea ) → EU QUERO A LISTA SIM
( to: lea ) → n vale tacar a recomendação no ar e deixar por ali, o meu yt só tá recomendando coisa de high school musical e, por algum motivo, i want it that way
( to: lea ) → EU OUVI A QUE VC MANDOU, tô no replay pq gostei dela e n sei como q eu não conhecia antes sos
( to: lea ) → hmmmm q frustrações são essas?
( to: lea ) → vou escutarrrr e te dou uma react aqui
( to: lea ) → mas de onde saiu a inspiração pra isso, hein? tava ouvindo e lembrou do amor da sua vida?
( to: caillou ) → nao acredito que vc me acordou pra mandar um tiktok
( to: caillou ) → nem pra ser o flood de sempre
( to: caillou ) → pera ai deixa eu ver
( to: caillou ) → KKKKKKKK ah nao
( to: caillou ) → nem precisa de uma tabela pq a mulher tá sempre certa
( to: caillou ) → mas se vc quiser fazer vc é bem vinda
( to: christalino ) → supera garoto
( to: christalino ) → ninguém mandou não fazer q nem eu e deixar o celular sem nenhum barulho
( to: christalino ) → não tem quem me acorde se nem vibracol eu tenho rs
( to: christalino ) → KKKKKKKKKKKKKKKK MT BOM NÉ
( to: christalino ) → eu tinha visto um do mickey tb mas resolvi te poupar
( to: christalino ) → ... ou quer ver?
( to: christalino ) → eu vou fazer mesmo só pra colar na porta deles, quero ver o caos
( to: christalino ) → que tal eu ir aí hoje? eles sempre brigam em dia de jogo
( to: christalino ) → mas vc pede a pizza
Mesmo que estivesse concentrada organizando alguns livros dentro do armário, Riley percebeu a aproximação de Callie e não se surpreendeu nenhum pouco quando a garota decidiu resgatar o assunto do acampamento, pois não tiveram a chance de se encontrar no recesso e a mentiria que contou a Jade pode ter soado bem aleatória para a morena. — Deu tudo certo, sim. — na verdade, absurdamente certo ao ponto de não ter previsto nenhum dos acontecimentos experienciados ao lado de sua verdadeira companhia da noite e ficava sem graça só de relembrar. — Realmente mandou fotos para minha mãe? — riu fraco, porque não teve a oportunidade de ver as fotografias e imaginou que era apenas uma brincadeira dela quando respondeu sua súplica por mensagem. Calliope era realmente incrível. — Mas, sério, você me salvou demais, porque minha mãe não vai muito a cara da pessoa com quem fui acampar graças a alguns probleminhas. Fico te devendo uma.
sorriu para a amiga, feliz que ao menos ela tinha conseguido aproveitar sua pequena fugida. era fácil para calliope entender como às vezes uma mentirinha era necessária pra conseguir fugir do olhar atento dos responsáveis, mas ficava curiosa do porquê com o acampamento. “eu mandei, acha que eu brincaria com uma coisa dessas? levo a sério meu trabalho, garota.” afirmou, sacando o celular do bolso e o desbloqueando para buscar algumas fotos para mostrar para ela. se iria fazer uma coisa, teria que fazer direito, certo? daria bem mais credibilidade se tivessem a sempre útil evidência fotográfica. “olha, aqui tem umas. essa é minha favorita.” embora pedir ajuda para sua irmã mais nova não tivesse sido a melhor coisa do mundo, considerando que ela certamente acabaria cobrando o favor em outra hora, havia valido a pena. até tinha gostado das fotos. “de nada, pode sempre contar comigo nessas horas. na próxima vez vou te ensinar jeitos de fugir pela janela pra encontros secretos, é bem válido. e vou lembrar desse favor aí.” riu nasalmente, afastando uma mecha do cabelo castanho com a canhota. “mas, assim... é de que nível o probleminha que sua mãe tem com essa criatura? nível de ter colado numa prova dela ou uma coisa mais séria?”
Não era a primeira vez nem seria a última que era chamado assim. Revirou seus olhos, em seguida, encarando a morena. — Acho que prefiro usar um gorrinho e dizer que sou estranho. Mas valeu pela sugestão que ninguém pediu, Callie.
lembrando de um vídeo editado daquela cena específica que vivia aparecendo em sua timeline do twitter, callie não conseguiu conter uma risada baixa. “minha sugestão é válida e, mais do que isso, é ótima. não sei porque você não aceita ela. ia ficar bonito ruivo, aposto até que desencalhava.” na verdade, não tinha a menor ideia de como ele ficaria e nem tinha realmente imaginado isso. só gostava de implicar mesmo. “mas um gorro também não seria mal. faria a imitação do jughead pra mim se eu te arrumasse um gorro? assim, só pra saber mesmo.” ergueu uma sobrancelha, afundando as mãos nos bolsos em seguida. “e ninguém mandou ter esse nome, você que lute.”
Kyle ergueu suas sobrancelhas por um instante. Sabia que já fazia parte de um grupo especial só por ela estar oferecendo comida para si, mas ter isso verbalizado aumentava o peso de tudo isso. Se era a intenção de Callie dizer algo a mais com isso, só perguntando para saber… E não estava em seus planos arriscar a amizade, ainda. Conteve um riso enquanto estendia sua mão para pegar alguns ursinhos. — Deal. Mas se ele me der bronca por estar oferecendo isso aqui para você, vai ficar me devendo uma. — Brincou, colocando um deles na boca. — Hum… Acho que pode funcionar. Inclusive, acho que se alguém fizer mesmo isso, deveria filmar a reação dos fanboys. Obviamente.
“por isso que você é a melhor. eu prometo que tomo uma pelo time quando você precisar também, pegam muito pesado no seu?” perguntou, aproveitando para pegar alguns ursinhos de goma também. não era tanto de balas (nem de doces no geral, preferia bem mais salgados e afins), mas admitia que aquelas eram o suficiente para melhorar o dia de qualquer um. “não sei você, mas por mim já temos um plano pra quando o filme lançar.” soltou uma risada só por imaginar realmente acabar fazendo algo assim. irritar fanboys nunca era ruim, considerando que a maioria deles falava um monte de asneiras online como se não houvesse amanhã. “vou levar o meu celular com bateria extra pra filmar essa belíssima cena. eu vi um outro também na seguida, mas dizia pra berrar que nem fangirl toda vez que o robert aparecesse. sabe, que nem nas sessões de crepúsculo.” comentou, rindo mais um pouco. “só que aí eu levemente fico com pena de quem pagou o ingresso pra ver o filme e não é um fanboy seboso... e eu gosto do robert, mas... irritar o nerd local é tentador. aí fico dividida. opiniões?”
( to: calliwpe) → callie, a gente depois precisa fazer uma lista dos hinos do século 21
( to: calliwpe) → um top10
( to: calliwpe) → e vai ser o top10 mais top10 pq nós que vamos fazer e a gente arrasa
( to: calliwpe) → AKJHJKHSKJSKSJSN ESSE VIDEO ME ENCHEU A PACIÊNCIA DE UM TANTO, mas eu amo, assumo
( to: calliwpe) → TÁ NO FACEBOOK!!!!!! ele é péssimo, nem disfarçar sabe
( to: calliwpe) → eu sou amiga dele no facebook (e eu nem sei pq, nao me pergunte) e ai aparece pra mim, mas peguei aqui no fb da minha irmã e ele n tem foto publica com a esposa, só a de perfil e o post da data de nascimento
( to: calliwpe) → já to fazendo meu quadrinho com fotos e linhas vermelhas pra ligar os pontos
( to: calliwpe) → csi san diego faz os outros csi ficarem no chao pq nós somos as estrelas
( to: calliwpe) → VAI MANDANDO O QUE ACHAR
( to: calliwpe) → meu deus, ele tem uma filha que ta na faculdade…. quantos anos ele tem @ deus
( to: calliwpe) → oh jesus, é sobrinha
( to: alexia ) → A GENTE PRECISA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
( to: alexia ) → meu deus olha só a PERFEIÇÃO que vai ser esse negócio.... a gente é pfta e não tem discussão sobre isso
( to: alexia ) → inclusive vou aproveitar a vibe de hinos do século 21 daqui e vou lá ouvir give me everything
( to: alexia ) → KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK EU ENTENDO BEM......................... mas é minha culpa pq eu fico colocando pra ouvir e tento ver até onde aguento, mas nunca deu mais de uma hora antes de eu entrar em #surto
( to: alexia ) → cara eu fico chocada que esse povo inventa de fazer palhaçada mas não sabe nem mentir ou esconder evidências, deus me livre
( to: alexia ) → tudo burro
( to: alexia ) → ai que bonito... ele nem tem foto com ela....... PQ SERÁ........... PQ..... SERÁ......
( to: alexia ) → somos as estrelas mesmo, mas ainda tão faltando nossas roupinhas de detetive combinando qq
( to: alexia ) → menina eu achei a foto dela com um cara aqui??? eles tão bem próximos MAS a conta desse diabo é trancada........... mas assim, não duvido nada q seja o tal do noivo - marido - namorido - o que for dela
( to: alexia ) → AH TÁ SOBRINHA... já ia dizer q se não ia ter no mínimo uns 45...?
( to: alexia ) → puta merda, achei foto do dia dos namorados do ano passado k k k k com foto de presente e marcando esse cara aí que te falei
( to: alexia ) → coitado, nem sabe do chifre
( to: alexia ) → ó, aqui o perfil dele
( ✉️ ) » da próxima vez eu te chamo com um “bom dia fiona”
( ✉️ ) » vc sabe MUITO BEM onde vc me decepcionou
( ✉️ ) » hum…
( ✉️ ) » okay
( ✉️ ) » mas ela tem uns álbuns… sério que vc nunca ouviu na rádio it’s alright, it’s okay? a outra eu esqueci o nome kkkkkkk
( ✉️ ) » eu prefiro as mais antigas dela but anyway
( ✉️ ) » acho que podemos manter nossa amizade
( to: lea ) → bom dia fiona tá ótimo, ela é um ícone
( to: lea ) → e shrek é a animação mais icônica criada pelo ser humano
( to: lea ) → E ONDE FOI QUE EU TE DECEPCIONEI GAROTA
( to: lea ) → nunca te fiz nada
( to: lea ) → ainda é socialmente aceitável eu falar que cresci num trailer e aí eu não conheço a música? rs
( to: lea ) → essa é minha desculpa pra tudo
( to: lea ) → mas tô ouvindo agora!!!!!!!!!!!!!!!!!!! e é muito boa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
( to: lea ) → um ícone que claramente deu um toco no macho chato que tava no pé
( to: lea ) → se tiver mais alguma recomendação, pode mandar................... tô com o yt aberto
( ✉️ ) » cLaRo, pra proteger meu precioso
( ✉️ ) » você sabe porque é fã!!!
( ✉️ ) » então… talvez eu esteja de castigo? saberemos depois da conversa com meu tio na sala do diretor
( ✉️ ) » esse jogo tá me seduzindo, você tinha me ganho já no ovo na cabeça
( ✉️ ) » bom saber, não quero você como adversária
( ✉️ ) » tem boliche que vende comida né? pelo menos batata frita??
( to: matty ) → imaginei vc falando que nem o carinha lá de senhor dos anéis, nunca mais vou conseguir tirar isso da minha cabeça
( to: matty ) → ah pronto
( to: matty ) → já bastava a lea, agora tem você................... eu não sou fã, só ouço de vez em quando e em momentos sociavelmente aceitáveis
( to: matty ) → menina???????????????????????? mas pq vc tá de castigo???????? O QUE QUE ACONTECEU
( to: matty ) → vc tem que jogar!!! prometo que não te chamo pra elétrica pra te chamar... e aí te ajudo a aprender a jogar... vem pro mundo amonguinhos...
( to: matty ) → temmmmm! eu acho que o perto do cinema tem batata frita, hambúrguer, e tudo o que é de bom ali pra vender
( to: matty ) → quer ir lá? eu posso mandar mensagem reservando a pista
— Você saiu quantas vezes? — perguntou curioso, porque considerando que a garota era pagante da Armstrong, imaginava que viajar seria algo comum, especialmente para alguém como ela que parecia curtir essas coisas. — Estou adorando ser cobaia, então pode me chamar mais vezes. — disse mostrando o potinho de sorvete em mãos, porque até que fazer parte dos planos da Callie estava rendendo algumas coisas divertidas naquele recesso tão entediante. — Ah, ele disse que se eu só conseguia me manter bem fisicamente se ele estivesse no meu pé, então ele iria realmente ficar no meu pé, então ele fez um treino diferente para mim: corri algumas voltas a mais em comparação ao pessoal do time e depois tive que fazer polichinelos e abdominais. Juro que eu achava que ia morrer naquele dia. — Angelo sabia muito bem que aquilo podia ser bem errado, porque havia saído do treino passando mal, mas era um castigo e o cara era seu treinador, então não tinha muita moral sobre a situação. Uma risada lhe escapou com a reclamação da morena, pois era exatamente aquilo que procurou ouvir ao ter afastado o sorvete. — ‘Tás querendo falar que meu sorvete é basic, mas esse teu é basic igual. Se brincar, isso nem deve ser morango e sim flocos com corante vermelho e mais dois quilos de açúcar. — defendeu-se e, felizmente, não estavam próximos da barraca do sorvete, porque com certeza a sua fala ofenderia o vendedor. Gray estava na expectativa de ouvir alguma novidade interessante, porém a resposta sem graça dela quebrou totalmente o clima. — Só iludo as pessoas no meu tempo livre e quando se negam a pagar o meu sorvete. Hm, eu nem sei dizer se estou com um contatinho, porque ao mesmo tempo que sinto que é, eu também sinto que não é… sei lá.
“olha... eu acho que umas cinco vezes? mas é que eu só comecei a viajar realmente com os meus avós, antes fazíamos mais roadtrips pelo estado mesmo.” explicou, como deveria ter comentado bem poucas vezes com angelo sobre sua vida antes de armstrong. não era nada com o amigo, apenas não tinha muito como encaixar os dramas de sua família em conversas do cotidiano. “vou mesmo, pode contar com essa.” garantiu, realmente querendo levar a própria promessa (mesmo feita de brincadeira) a sério. “credo, tô com pena de você só pela parte de ter que fazer abdominais. odeio, odeio, odeio. faz anos que eu pratico esportes e até hoje não consegui me acostumar com essa porcaria. como foi que você saiu vivo daquele dia, hein? haja remédio pra dor.” torceu o nariz, sentindo realmente pena de angelo. entretanto, a lancaster não estava exatamente surpresa com o treinador ter tomado aquela atitude, como ela própria tinha sofrido semelhante nas mãos do responsável pelo lacrosse. tinha plena certeza de que todos os treinadores da escola deviam fazer coisas assim com os alunos. “ai, vê se cala a boca e deixa o meu sorvete em paz, meu morango é ótimo! você que é tosco. flocos é tão basic que é literalmente a mistura dos outros dois mais basic que tem por aÍ: chocolate e creme. esse teu sorvete coringa não é pra mim.” certo, gostava do sabor, porém não estava querendo falar bem dele agora que tinha sido negado por parte de angelo em sua brincadeirinha sem graça. “queria que eu pagasse o teu sorvete agora, é isso?” callie ergueu uma de suas sobrancelhas, encarando o mais novo com a perfeita cara de quem não acreditava no que ouvia dele. “e que história é essa? agora eu quero saber, não vale soltar a bomba e só fingir que não é com você. eu posso te ajudar a ter uma luz se me contar melhor, pensa assim.”
Riu se divertindo com o comentário de Callie, sabendo que de fato não conseguia se desvincilhar da fama de fominha. Sua competitividade era clara, mas nada que fizesse com que a menina se levasse a irritação a cada vez que perdia, ao menos atualmente, já estando mais crescida. “— Ei Callie, c’mon, tá achando que vai perder e tá tentando arrumar mais tempo pra pensar numa técnica, uh? Saiba que eu já sei com ganhar independente do seu plano mirabolante” deu um soco de leve no ombro da morena “— E naquela hora que eu quase bati na árvore? Achei que ia ser meu fim, gritei mais do que no Six Flags. Inclusive, se por ventura eu não sobreviver na próxima descida, você pode ligar o GPS do carro. O Mickey e sua bela voz vai te direcionar até San Diego” brincou ao se referir a voz do aplicativo escolhida pelo pai há alguns anos. Aquilo nunca perdia a graça. “— Ei Callie, o quão fã de inverno você é?”
“minha filha? você que tá com esse joguinho aí, tá me acusando enquanto é você quem é a rainha dos planos mirabolantes. aposto que tá insistindo nisso pra eu me apressar com a comida, ficar com indigestão e desistir no meio da descida.” teorizou, apenas brincando e provocando a amiga um pouco mais. tinha seu lado competitivo e sabia disso, contudo, deixava-o na maior parte das vezes apenas para suas competições esportivas, onde realmente não teria pena do adversário. envolvendo seus amigos, acabava se contendo mais para não ser a chata e estragar as brincadeiras. soltou uma risada só de escutar a menção de alexia sobre a batida (ou melhor, quase batida) com a árvore, lembrando da cena muito bem. “é sério, aposto que ia ter ficado um vídeo perfeito pro viral se eu tivesse conseguido filmar naquela hora. ia ter uns 500 mil de visualizações rapidinho.” riu, mesmo que não fosse ser maldosa de expor a amiga e sua situação hilariante. “o mickey foi a melhor coisa que seu pai poderia ter inventado, eu tô falando sério. é, tipo, impossível ficar puto na viagem se quem tá falando contigo é ele, a voz do mickey é ótima.” novamente, acabou rindo, havia mesmo achado o máximo o tal gps do pai de alexia. embora não fosse de admitir isso aos outros, callie gostava da disney. tinha até uma pelúcia do personagem em seu quarto. “hm... eu sou fã de preferir mil vezes o inverno, dá pra tomar sorvete ainda e não fico suando que nem condenada. e você? e quero saber o porquê, viu.”
deu risada, concordando com a garota mesmo que não utilizasse palavras para tal. ela estava coberta de razão. hazel nunca se cansaria de falar sobre o quanto os homens era estúpidos a maior parte do tempo. “hm, eu entendo. e acho que a atração é meramente visual. quer dizer, me conectar intelectualmente com qualquer homem é a coisa mais difícil.” hazel poderia colocar ambos os gêneros dentro daquilo. se conectar com qualquer pessoa era impossível para si. e após a última experiência, então, não se sentia mais à vontade para continuar tentando. “nossa, e quem é essa maravilha em forma de homem? porque essa espécie está em extinção.” perguntou, não ocultando sua curiosidade. “se bem que se é ex, não sei se é tão maravilhoso assim… o meu, por exemplo, é um filho da puta.”
“não é? mal consigo conversar decentemente com uns amigavelmente, imagina assim. é difícil até de contar os que dá pra realmente aguentar naquela escola.” esperava que hazel entendesse o seu ponto de vista, afinal, aparentavam estar com um pensamento semelhante na questão de homens. era bom poder conversar com alguém sobre aquelas coisas, poucas coisas eram tão eficientes para aliviar a raiva de algo quanto falar mal sobre. “ah, eu aposto que você deve conhecer, ele fala com praticamente todo mundo lá da escola. o que eu não entendo até hoje como consegue, sinceramente. mas é o samuel, sabe? da natação.” considerando que todos estavam no mesmo ano, nem duvidava que tivesse alguma aula em comum com sam e o conhecesse por isso. “nesse caso de ex, foi uma coisa mútua mesmo...” com mútua, não estava sendo muito específica, mas apenas porque a história era complicada; considerando que a pressão de ambas as famílias estavam insuportável, era melhor terminarem sua relação que a mesma, além da amizade, acabar completamente desgastada. “enfim, né, com a maioria nem chutando no lixo resolve, só tacando fogo pra ver se livra da praga mesmo. nem discordo porque ouvi umas histórias das minhas amigas que olha... é o próprio lixão. e o que rolou com o seu ex?”