EXTRACURRICULARES: editora-chefe do armstrong news, membro do time de atletismo e do lacrosse.
MOST LIKELY TO… ir presa.
𝙀𝙓𝙏𝙍𝘼.
LIKES: esportes, filmes de terror, mistérios, discutir em redes sociais, natureza, verão, tutoriais de slime, política, vines, sorvete, iogurte de salada de frutas, chás no geral.
DISLIKES: filmes do adam sandler, pessoas sem noção, elitistas, fofoca, riverdale e séries da cw, iogurte congelado, matérias de exatas, que os times femininos sejam menosprezados e os caras que colaboram com isso.
HOBBIES: militar andar de bicicleta, escrever, tocar violão, sair pra correr, tirar fotos, desenhar, encher o saco da minha irmã, assistir filmes ruins só por serem ruins e discutir no twitter.
GUILTY PLEASURE: assistir filmes de comédia pastelão no domingo e ouvir boybands.
FAMÍLIA: eu moro com os meus avós, mas os relevantes são minha mãe e minha irmã. vulgo a peste da coralie.
PETS: conta a minha irmã? não? ok, nenhum.
MATÉRIA FAVORITA: escrita e história mundial.
UM ÍDOLO: wilma rudolph.
UM PERSONAGEM: addison montgomery.
UMA FRASE: “if one man can destroy everything, why can’t one girl change it?” - malala yousafzai.
FILME: relatos selvagens, the rocky horror picture show e the wailing.
SÉRIE: scandal, killing eve e private practice.
LIVRO: 1984 e battle royale.
COMIDA: pizza de quatro queijos.
CHEIRO: pão quente.
PLAYLIST DE 5 MÚSICAS: só coloquei no aleatório da playlist mesmo.
cellophane, fka wings.
that don’t impress me much, shania twain.
scrawny, wallows.
happy without me, chloe x halle.
i like that, janelle monáe.
𝙃𝙄𝙂𝙃 𝙎𝘾𝙃𝙊𝙊𝙇.
BEST FRIENDS: alexia coleman, christopher james lee, ethan yang, kitt chivaare, leanna boucher.
Hoje constato que se algo não for "dramático" o suficiente, não desperta a curiosidade, e logo também não o interesse. Ou seja DANE-SE qualquer um que demonstre a verdadeira preocupação e que diga com verdade “conte comigo”, porque o fato é que nunca vai haver reciprocidade para com quem sempre esteve perto. Eu que lute!
Seguirei agora meu caminho que é solitário mesmo com muitos ao meu redor, mas já sabendo que se eu cair e na queda me machucar, se eu engasgar durante o choro ou se eu mesmo desejar mais que tudo na vida desistir, só terei o verdadeiro apoio de meu criador. Me cabe agora segurar em suas mãos, e mesmo que meus pés se firam eu não cairei. Maior é o que está em mim!
nobody said this would be easy;
nobody said this would be hard;
nobody gave me a rulebook to follow;
{ and my soul's not hollow. }
you see, we gotta find our place.
things you said in the back seat of a cab // claire
Newton demorou alguns segundos para entrar no táxi, sentindo um turbilhão de sentimentos e o rosto esquentar pela irritação. Aquele havia sido um ensaio da festa de noivado, composto por algumas pessoas: os noivos, os sogros, os pais, amigos mais próximos e a wedding planner, por convite do noivo. De um modo mais encurtado, o jantar poderia ser denominado de “completo fiasco”. As coisas estavam confusas entre Newt e Diana e Newton e Claire, num nível excepcional de confusas. De modos diferentes. Todos perceberam, qualquer um perceberia aquele problema em que se envolveu sem perceber. Todos da mesa notaram que ele mal sorriu para a noiva quando ela chegou, minutos depois dele, e sentou afastado dela e todos notaram quando ele levantou da mesa num pulo para saudar Claire Fitzpatrick, que havia chegado atrasada, e deu-lhe um abraço. Até mesmo Conrad, seu melhor amigo de anos, notou que havia acontecido algo errado; e foi impossível deixar de ver os olhares trocados com a ex-namorada, Pandora, nos momentos mais tensos do jantar.
Ele poderia ter optado em ir com o ex-casal num táxi ou esperar Diana sair de dentro do restaurante, mas escolheu a opção inviável: ignorou os olhares irados dos pais e do cunhado e entrou no táxi da mulher que estava organizando seu casamento. Parecia uma tragédia, e era. Ficou em silêncio por alguns segundos, comportamento raro no rapaz, olhos vidrados no escuro do carro antes de tocar no braço direito do motorista de maneira amigável e dar uns tapinhas indolores. “ — Upper East Side, pal. Manhattan.” Informou, voltando a apoiar as costas no banco do carro. Não queria falar com a mulher, se fosse ser completamente sincero. Não queria encarar Diana depois de toda a tensão e as respostas passivas-agressivas entre os dois e tampouco precisava lidar com outra tensão ao permanecer num cubículo com o Vanderbilt e a Mitizi-Hamilton. Por outro lado, nos últimos dias, sentia que Claire era a única que realmente o entendia e gostava de sua companhia.
Havia um problema por sempre ter estado rodeado de pessoas, normalmente irmãos e empregados de sua vida privilegiada: estava acostumado com o barulho. Mesmo com raiva, sua família não ficava em silêncio de modo algum. Por isso, se pegou abrindo e fechando a boca para encontrar algo para dizer, alguma piada para quebrar o gelo; porém, sua mente parecia vazia. “ — I’m sorry about earlier. For putting you through this.” Começou, ainda sem encará-la. Não sabia o que estava falando, mas estava agradecido por tudo estar escuro no carro. “ — I don’t know many things, but I do know about my feelings. Actually, some of them are mixed and it’s been a mess since… since you’ve showed up. That’s, perhaps, the reason I’m here with you and not with her.” Soltou um riso sem graça, balançando a cabeça. Talvez estivesse complicando toda a situação ou talvez fosse melhor que colocasse tudo para fora antes que explodisse. “ — I don’t think I’m in love with her. I’m not sure if I love her either. I mean, I do love her, she’s one of the best people I know. She really is, she’s the girl my father loves, the girl my mother gushes about at parties, the girl my siblings feel comfortable with. It’s like she came off a Nicholas Sparks novel. But she was never the one.” Revirou os olhos com as próprias palavras, seus sentimentos mais claros agora que estava falando sobre eles. “ — I love her, but I’m not sure I’ve ever been in love with her. She was easy. You know? Not in that way, Jesus, no. She was the easy choice, the natural relationship. It just happened. But it never felt right for the right reasons, she never made my heart race or my cheeks flushed. And for quite some time, I thought that was it. Those fucking cliches just don’t exist, they’re fluff to write about and never to feel.” Comentou, notando que estava falando sobre a garota errada. O trânsito terrível de Nova York teve uma vantagem pela primeira vez em sua vida (isso e as vezes que se atrasou para chegar na escola pelo trânsito).
Sentiu o telefone tremer no bolso do seu terno, mas fez questão de ignorar. Nada era tão importante quanto o que tinha a dizer naquele momento — e ele não conseguia recordar de um momento que tivesse sido tão egoísta. Conseguiu aproximar-se dela, sentindo as pernas dos dois tocarem. “ — And then we met that night and I don’t remember feeling so intrigued by someone before. You move me, Claire. I felt so many different things lately, things that I never thought I could feel. Things that I should feel for my fiancée and I don’t. I feel them for you. I’m getting too fucking tired of pretending I don’t want to kiss you.” Não percebeu o que estava dizendo até que as palavras saíram de sua boca, mas não se arrependia. De fato, estava aliviado. Conseguia ouvir a respiração de Claire diminuir a frequência e interpretou como algo positivo, não sabia dizer. Seu nervosismo e a adrenalina impediam que pensasse com clareza. “ — I want to kiss you all the time, I want to touch you. I’m sick of not being able to do that, I’m sick of pushing myself away from you because I can’t do what I want. I want you.” Mordeu o lábio inferior. Não conseguiu resistir, não quando ela não parecia dizer nada e tampouco desaprovar aqueles sentimentos. Principalmente, não quando ela não se afastou ao sentir o toque dos dígitos masculinos em seu braço e que subiam até seu pescoço. Estava sendo um péssimo noivo para Diana, mas não conseguia pensar em nada além daquele momento. “ — I’ll do this and then we’ll be over, you can slap my face and push me out of the car. I deserve, we know.” Sussurrou, a voz rouca e baixa. Aproximou o rosto do dela até que os narizes estivessem roçando e não se permitiu esperar muito antes de selar os lábios, num beijo rápido. Quando afastou-se, com medo de um empurrão e alguns gritos, tudo que recebeu foram os braços de Claire trazendo seu rosto para perto novamente. Não hesitou ou se opôs ao momento, é claro, deixando-se levar pelo momento. A mão que ainda estava no pescoço alheio, foi guiada até os cabelos dela quando o beijo foi intensificado, colocando certa força no aperto. Apenas separou-se dela quando não tinha mais fôlego, ciente que sua boca deveria estar vermelha e os cabelos dela, desarrumados. É bom que ninguém os visse naquela situação. Sabia que havia complicado ainda mais uma situação que já era ruim o suficiente, mas sequer conseguia sentir remorso. Estava prestes a tentar beijá-la novamente, mas ouviu um som vindo de outra pessoa. Apenas lembrou-se que tiveram plateia esse tempo todo quando o motorista pigarreou.“Which part in Manhattan, sir? We’ve arrived.”
oi! não, pois sou a maior hater de são paulo capital que existe nesse mundo kk <3 - ahhh blue,acho que por ter nascido aqui eu me acomodei hehe,mas não nego que as oportunidades são gritantes,minha tinha se formou recentemente em pedagogia e já está exercendo,aí fiquei curiosa se você não teria interesse em tentar outros ares 😅 o seu deslocamento da sua cidade pra cá é de quantas horas?
haha pra quem nasceu na capital deve ser tranquilo mesmo, você se acostuma. a minha cidade é uma das maiores do interior de sp, então assim, é bem loucura também. antes eu até curtia, mas hoje em dia gosto de paz. queria ter $ pra mudar pra praia, pro meio do mato, sei lá kk eu não odeio cidade, mas foi se o tempo que eu tinha vontade de viver na loucura. é mais ou menos 1 hora se não pegar trânsito, é bem perto, inclusive conheço bastante gente que mora aqui e trabalha em sp capital, mas kk não é pra mim viu