Lady Godiva, John Collier, 1898, Herbert Art Gallery and Museum, Coventry, Great Britain
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Lady Godiva, John Collier, 1898, Herbert Art Gallery and Museum, Coventry, Great Britain
DZ
Triste la mayor parte del amor.,
Dos minutos de tiempo.
Que bonitos fuimos,
Un minuto de tiempo.
CYRA
¿Para que salvar el corazón de este cuerpo, si la mente ya murió?
“Eu acredito que nasci no século errado e no lugar errado também. Minha alma é velha e minha loucura é de outro mundo. Não sou daqui, mas estou aqui e vivo em uma constante luta pra me adaptar e nunca é o suficiente. As pessoas a minha volta não me conhecem, nem me reconhecem, sabem meu nome, meu número e até meu endereço, mas minha mente é um lugar inabitável, minha alma é algo irreconhecível aos olhos delas, intocável. Tenho manias esquisitas e posso ser várias mesmo sendo uma só. Converso com minha mente todos os dias, a todo momento, ela é minha melhor amiga, às vezes, a pior. Não gosto do calor, mas curto um bom dia de Sol na praia, não gosto do cheiro de terra molhada, mas quando chove sinto vontade de correr pra rua igual eu fazia na infância. Confuso? Confusão é o meu segundo nome, o primeiro é intensidade. Não sou muito sociável, lugares lotados me deixam desconfortável mas não odeio as pessoas, na verdade gosto de todo mundo, uns eu gosto de ter por perto, outros eu gosto de ter bem longe. Não me apaixono pela pessoa, me apaixono por conexão, toque, alma. Acredito no amor, mas desconfio que nunca o tive de verdade, suponho que ele exista em algum lugar por aí, quando vejo um casal de velhinhos andando de mãos dadas na rua, meu peito fica quentinho e nasce uma esperança dentro de mim, não tem jeito, eu sou uma romântica vivendo no tempo do desapego, do tanto faz, da frieza e agora, do “golpe”. É difícil ser demais em um mundo onde tudo é de menos, raso, efêmero, quase nada. É difícil ter um amor sólido em tempos que só existem amores líquidos, voláteis.”
— Caren B.
A Walk to Remember.
Querétaro México.
Luv
Alita performed by Rosa Salazar
Quién es el amor que te atormenta para robarlo, destruirlo y apartarlo de ti.
Nubla tu mirada, te niegas el alma y pones tu armadura que se pudre.
No eres para nada amargo, quizá sombrío y ácido pero no es amargo ni el sudor de tu pecho.
Dime quién y le destruiré de tu paso borrando todas las letras que te atormentan y mecerme en los hilos de sus recuerdos hasta reventarlos.
Y si no hay nadie, solo tú opacandote, entonces me posaré a tu lado para volver la música de colores perpetuos blancos y negros pero nunca grises sin temperatura.
Y si soy yo, si soy yo quién te volvió hielo, déjame derretir tu superficie, solo déjame bañarme nuevamente en ti hasta hacer tu solidez mi hogar.
Dime quién, yo haré el resto con esa mitad.
-Vinilo de hielo.
Yamileth Antonio.
Un rayo cae en mis manos y crecen raices en las plantas de mis pies.
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#veins