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untitled
Sade Olutola

No title available

pixel skylines
The Bowery Presents
Misplaced Lens Cap
Keni

roma★

#extradirty
Jules of Nature

Origami Around

gracie abrams
RMH

Product Placement
h
Claire Keane
macklin celebrini has autism
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

Kiana Khansmith
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@cornevu
“Falha no sistema”
eu aceito a condição
de ser passada para trás
quando a minha solidão
te coloca em nós
sós
e eu aceito a escuridão
desde que não te aborreça
com a pena plena
e alguma dó
já que sou só
mais uma silvia no fogão
na direção da forca
sem chão
nem força
Oi Ana! A morte da louco foi inspirada no poema Ismália?
Olá Saulo! Não foi não, na verdade em nunca nem li esse poema. É bom? Eu me inspirei numa mulher que morava no prédio dos meus amigos e que se jogou lá de cima. :<
A zine Alpacalipse já está no issu! O tema foi “Memória”, tem conto meu e outras coisas lindas de outras meninas.
Só clicar aqui para ver.
E as meninas da Alpaca Editora falaram sobre como foi esse lançamento no site. :)
Rascunho do personagem da história infantil “Vidro” Por Jéssica Giuliani
A morte da louca
Mais um dia começava. Ela, desesperançada, levantou da cama e foi fazer o café da manhã, contemplando o céu, que nunca antes esteve tão limpo. Até as nuvens se esconderam da visão que seria proporcionada. Após comer, sentou e leu as notícias do dia. Nada interessante. Mortes já não causavam espanto. "Ora, a morte faz parte da vida, não é mesmo?" pensou. Foi para a janela, olhou para cima e notou o claro abandono dos corpos celestes. "Covardes.." resmungou. Olhou ao seu redor e mais uma vez disse para si mesma que o seu lugar não era ali. Todo o ambiente se perdeu nele mesmo, junto com a parede má pintada e a péssima fiação. Os móveis estavam ajeitados de modo particularmente confuso, como um labirinto. Achar a saída desse labirinto já estava fora de mão. Ela só queria ser livre. Todos os objetos da casa causavam nela uma ânsia, fadiga. Por um momento pensou que o problema estava com ela, uma paranoia passageira qualquer. Limpou toda a casa, mas não adiantava. A sujeira estava dentro dela. Foi aí que percebeu que nada que fizesse tiraria as manchas do seu interior. Precisava de ar fresco. Subiu no terraço o encarou o céu pela última vez. Olhou para baixo e viu a solução. Achara a saída do labirinto. Se jogou para fora do prédio e disse:"Perderei minha mente para libertar minha vida". Deixando de herança uma mancha rubra e espessa no chão.
Primeiro rascunho da Adrea, personagem principal da minha história infantil chamada “Vidro”, que está sendo ilustrada pela Jess Giuliani. :)
Dia 08 tem o lançamento da Alpacalipse! Primeira Zine da Alpaca Editora, que terá um conto meu :). Além de muitas publicações independentes, exposição e roda de conversa. Clique aqui para participar do evento!
ventilando
nesse calor nordestino vou me levantando aos poucos limpando o suor do rosto e andando no sufoco a febre do sertão persegue pesa nos braços e pernas ligo o ventilador a água vai pingando o sangue circulando e o ar ventilando ventilando enquanto eu vou me desmanchando e vagueando pelo quarto quente caindo pelos cantos e esvaziando a mente
Água
Estava deitada na grama em frente ao lago, quando vi um peixe boiar de barriga para cima. Estava morto. Fiquei o observando, perplexa com a beleza da cena. Ironicamente, o peixe morrera afogado. Cada gotícula o matou. Como veneno, a água entrou em cada barbatana e o definhou lentamente. Para onde ele iria fugir? Estava preso na sua própria vida. Fugir também seria atestar sua morte, visto que o ar lhe mataria de qualquer jeito. Pobre peixe. Viveu numa armadilha o tempo todo. Armadilha que a natureza mesma criou. Nadava para a sua liberdade mas se encontrava preso no azul. Ele teve sim seus momentos de felicidade, mas se sufocava com tanta vida. Tentava escapar e colocava a cabeça para fora d'água, mas o ar rapidamente absorvia tudo aquilo que ele tinha de bom. Ele viveu sozinho, dentro de um coral, não conversava com os outros habitantes marinhos, só saía para caçar, e mesmo assim com a esperança de ser caçado primeiro. Até que um dia ele se cansou, para falar a verdade, ele nunca pediu para nascer, viver sufocado já não dava mais. Então ele parou e deixou que a natureza agisse. O lago atendeu seu pedido, o elevando para o céu. Na água ele nasceu, na água ele viveu e na água ele ficará, para sempre.
oi
vou postar coisas que eu faço aqui e é isso até mais