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@cutieschneider-blog
Pegava suas coisas da mesa com uma lentidão completa. Não é como se gostasse da aula de Herbologia, mas logo após essa sala, entraria na de Adivinhação. É verdade que ela não prestava muita atenção nas aulas, quem precisa disso para alguma carreira? Caso conseguisse o que queria no Ministério, tinha certeza que não precisaria da matéria. Mesmo assim, ela estava sempre na média, fazendo o seu melhor para não estragar seu ótimo boletim. Mesmo assim, não sentia prazer quando decorava o que Júpiter influencia naqueles que nasceram em julho ou como o futuro de alguém seria dependendo de que chás bebesse. Mas não era assim com todas as matérias, na verdade conseguia estudar muito bem.
Cumprimentou algumas pessoas enquanto andava calmamente pelos corredores, como sempre fazia. Não era o tipo de pessoa cheia de amigos, longe disso, mas gostava de ser gentil e tratar bem aqueles que mereciam. Inclusive aproveitava essas pausas das aulas para inspecionar os alunos, que casualmente decidiam fazer alguma "brincadeirinha" que exigia sua responsabilidade e atenção. Porém tudo parecia normal, o mais normal que Hogwarts pode ser. Os corredores estavam cheios, todos alunos iam de um lado para o outro, saindo de salas e entrando nelas. Amelia tinha quinze minutos antes da aula começar, o suficiente para andar um pouco e comer o bolinho que pegara no café da manhã. Às vezes fazia isso, pois gostava de petiscar alguma coisa no meio da tarde.
Meio distraída, olhando um primeiranista que parecia suspeito, acabou não vendo o livro caído no chão. Em alguns segundos, estava esparramada no chão frio do corredor, porém ninguém tivera coragem de soltar uma risada com a situação, já que todos sabiam que Amelia não era um doce quando estava de mau humor.
SOBRE O PLAYER
NOME: Jubs.
IDADE: 14.
TEMPO DISPONÍVEL: 8.
FACEBOOK: Esse aqui.
PORQUE DESEJA ESSE PERSONAGEM? Depois da Amelia, acho que já adorei a Daisy, mas achei bastante coisa sobre a Amelia (headcannons e etc), então preferi por ela. Mas acabei criando toda uma imagem da Daisy, porque ela é uma personagem tão feliz e que acredita no bem... Ah, eu adorei ela!
ALGUMA MUDANÇA? Como já conversei, quero trocar o FC para Marzia Bisognin. Além disso, queria mudar uma coisa da biografia. "Quando Daisy tinha doze anos, sua mãe desenvolveu uma doença rara, não só no mundo trouxa, mas mais ainda no mundo bruxo" queria mudar para "Quando Daisy tinha doze anos, sua mãe desenvolveu uma doença rara, não só no mundo trouxa, mas mais ainda no mundo bruxo, e o maior sintoma eram as dores de cabeça excruciantes que sentia."
SOBRE O PERSONAGEM BIOGRAFIA
PERSONAGEM DESEJADO ↳Daisy Hookum
DATA DE NASCIMENTO ↳15/09/1996
STATUS DE SANGUE ↳ Mestiça
CLUBES ↳ Clube de Feitiços, Clube de Xadrez e Clube de Estudos de Herbologia
EXTRA ↳ Há algum tempo vem sentindo uma dor de cabeça parecida com a que a mãe sentiu, porém acha que é só algum tipo de stress por causa da escola. O que não sabe é que a doença da mãe é hereditária, porém com o decorrer das gerações vai demorando mais para aparecer.
ESCRITA
Qual é a opinião do seu personagem em relação a revolução descrita no plot? ↳ Há tanta coisa acontecendo no mundo, pra que implicar com coisas que só tornam a vida mais prática? A tecnologia trouxa é simplesmente incrível, não imagino qual o grande problema com isso.
Descreva em um paragráfo (pequeno, se quiser) sobre um desejo, um medo e um segredo do seu personagem: ↳Bem, escrever um livro, ver ele nas livrarias... Isso seria fantástico e acho que é meu maior desejo. No momento, meu maior medo é acabar não passando em Herbologia, minhas notas estão tão baixas! E acho que estou sentindo alguma coisa por Tilden... Ah, eu disse isso? Foi sem querer, eu juro!
Exemplo de turno: ↳ O frio de dezembro açoitava a pele leve de pai e filha fora de uma grande casa. Esses eram Nicholas e Daisy, que acabaram de chegar da casa da garota. Ela sabia o quanto aquilo era assustador para o pai, então dava a mão em forma de apoio. Na verdade, Daisy estava tão assustada quanto o pai para conhecer os avós. Havia escutado muito sobre eles durante o tempo que passava com o homem, mas nada adiantava para passar seu nervosismo. Ambos trocaram olhares, nenhum muito preparado para dar o primeiro passo em direção da grande casa. Após algum tempo ali, quando nenhum dos dois conseguia mais aguentar a geada que caía, decidiram parar de adiar o encontro. Nicholas a guiou até a porta da casa de seus avós, tocou a campainha e esperou que alguém fosse até lá.
- Entrem, entrem, está muito frio aí fora - pediu a avó. Após atender a porta, Daisy ficou maravilhada. A senhora tinha uma feição calorosa e um sorriso muito gentil. Deveria ter pensado que o pai já avisara a família que iria trazer alguém, pois esperava uma reação de surpresa, mas sua avó apenas esbanjava alegria. Eles fizeram o que ela pediu, entrando na casa elegante. Haviam alguns enfeites de natal na entrada e conseguia enxergar a árvore de Natal após o corredor. Foram conduzidos até a sala, onde cumprimentou adequadamente o avô. Todos se sentaram, esperando Nicholas começar a falar.
- Bem, vocês se lembram quando fui para Londres a trabalho a anos trás? - perguntou com receio, contorcendo as mãos. Seus pais responderam positivamente, parecendo bastante curiosos. - Lá eu conheci uma trouxa e nós nos apaixonamos. Ela acabou engravidando, mas... Eu ignorei as cartas. Tinha medo de vocês se decepcionarem comigo, por eu ter feito tudo tão completamente diferente do que vocês esperavam... - contou tudo com lágrimas nos olhos. Seus pais pareciam decepcionados por terem sido privados de tudo isso.
Aí a ficha caiu e olharam para Daisy curiosamente, voltando os olhos para Nicholas logo em seguida. O filho deles acenou a cabeça, confirmando que a garota era sua filha. Os avós estavam chocados, não conseguiam expressar qualquer reação, e a garota começava a pensar se iriam expulsar ela de lá ou algo assim. Em vez disso, sua avó levantou e a abraçou muito forte, dizendo que ela seria muito bem vinda naquela casa. Após alguns minutos, ela lhe soltou e foi a vez do avô a abraçar, dizendo que estava muito feliz em ter uma neta. Daisy não aguentou e chorou um pouco, feliz por ter sido acolhida tão bem. O nervosismo todo que sentiu parecia ter sido a bastante tempo atrás, mesmo que o frio na barriga continuasse o mesmo.
- Obrigada. Vocês não têm ideia do quanto isso está sendo importante pra mim - respondeu quando soltou seu avô, sorrindo levemente. Sonhara muito sobre como tinha sido o pai e sua família antes de descobrir sobre eles e tudo isso (conhece-los, ser aceita) ainda parecia um sonho. Mas digamos que poderia se acostumar com aquilo.
Helena Schneider + drinking: Moodboard [10/?]
"I’ll regret it tomorrow, today I’m gonna drink."
And when you think all is lost, there is always hope — Alternative Universe.
March, 1979.
Com os olhos fechados, sorrindo levemente para o nada, poderia dizer que sua vida era e seria perfeita para todo sempre. As pontas dos dedos que passeavam pelo lado do corpo magro a dava uma sensação de conforto e não podia imaginar nada melhor depois de uma noite de amor. Deitada assim, com o homem que amava a fazendo carinhos suaves na pele e cabelo, os lençóis tão bagunçados quanto os cabelos e um fino raio de sol batendo nos pés a deixavam com aquela sessação depois de acordar, só que mil vezes pior: mesmo sabendo que poderiam fazer isso todas as noites, sentia que era a ultima vez que estava com ele. A sensação de acordar ao lado de alguém que se ama também a dava uma paz magnífica. Era tudo novo, porém sentia como se já tivesse passado por isso centenas de vezes antes. Suspirou e engoliu toda a preguiça, levantando logo em seguida. Segurava um lençol ao redor do corpo, fazendo uma cauda atrás de si por causa do tamanho desproporcional com o corpo dela. Olhou por um momento para o bruxo esparramado na cama que também olhava de modo carinhoso para ela, e sorriram, compartilhando os segredos que esconderiam na Sala Precisa e em suas memórias. Avisou que voltaria em um minuto, recebendo como resposta um “volte logo” como resposta.
April, 1979.
Poderia amar aquele homem como nunca amou ninguém, mas nada a preparou para aquela notícia. Todo o amor dado a ela nos últimos meses, não poderia ajudar a deter o abismo que se abria dentro de Helena. Todas as possibilidades, os sonhos e os desejos de sua estavam sendo sugados, todos tirados de sua mão sem que tivesse escolha de dizer “ei, volte aqui, esta é a minha vida!” ou qualquer outra coisa. Sabia que tinha sido culpa sua e dele, mas não podia evitar de bem lá no fundo culpar o ser invisível que controlava sua vida por isso. Aos dezessete anos, estava grávida. Grávida em um colégio. Grávida de um namorado que começou a amar a menos de seis meses. Grávida de um bebezinho e, por mais que amasse a ele, estava desolada por toda a vida que perderia. Na época já era difícil achar um emprego sendo mulher, mas uma mulher com uma criança? Ninguém daria um cargo a ela. E a família? Seria expulsa dela assim que descobrissem sobre isso. Seus pais ficariam tão decepcionados… Sentiria vergonha de si própria e sabia disso.
Mesmo assim, sabia que não poderia passar por tudo isso sozinha. Uma hora as pessoas perceberiam seus enjoos, sua vontade excessiva de usar o banheiro e seu apetite mudado. Tinha sido a primeira a descobrir, mas isso não queria dizer que ninguém mais perceberia. Além de que no primeiro mês a barriga estava comum, mas e no quarto ou quinto mês? O que faria para esconder uma bola que estava completamente aparente? Por hora, não pensaria nisso. Teria de pensar apenas em continuar vivendo normalmente, sem chamar atenção de ninguém para seus hábitos anormais. Agradeceu mentalmente o fato de não ter muitos amigos, portanto ninguém repararia caso parasse de ir a festas ou de beber álcool. Sentada no piso gelado do banheiro do dormitório, isso era tudo que Helena conseguia pensar. Agarrou-se aos seus joelhos e chorou com a cabeça entre as pernas como se não houvesse nada na vida que pudesse a alegrar. Estava acabada.
June, 1979.
- Gideon? Está ai? - perguntou na porta do dormitório masculino da Ravenclaw. Seus olhos estavam marejados e suas mãos estavam torcidas, além de seus nervos atacados. Respirava com dificuldade, como se houvesse um pano em sua garganta e tivesse que respirar através dos buraquinhos na costura. Acordara desesperada percebendo que completaria um mês que descobrira que estava grávida e ainda não contara para ninguém. A única pessoa que podia pensar no momento era Gideon, pois ainda não teve coragem de falar com o pai do bebê em seu ventre. Lembrar disso a fez passar uma mão pela barriga.
- Pode entrar! - gritou uma voz conhecida vinda de dentro do cômodo. Abriu a porta devagar, prolongando o momento ao máximo que poderia. Pode ver a expressão curiosa no rosto do rapaz, já que não era normal que Helena viesse no meio de uma tarde de domingo ao dormitório rapaz. Fechou a porta atrás de si e voltou a olhar para o garoto a sua frente. - O que foi, Lena? Você está estranha… - perguntou o corvino, que antes estava deitado em sua cama lendo, agora se sentando corretamente. Suspirou profundamente e foi até a cama do garoto, sentando em uma distância confortável de Gideon. Não gostava do clima do momento, mas talvez fosse apenas ela. Seu coração parecia querer sair da boca e começar a correr pelo quarto, tamanha a força que batia. Tentou respirar fundo, mas a sensação de falta de ar continuava lá.
- Eu… Tenho que contar uma coisa importante - disse depois de uma longa pausa, mas Prewett esperou pacientemente pela garota. Agradeceu mentalmente por ter como amigo Gideon e não Fabian, que era extremamente ansioso. - Hm… A alguns dias eu descobri que… - esforçou-se para contar, mas as palavras simplesmente não queriam sair de sua boca. Por mais que tentasse, a única coisa que conseguia era uma expressão de dor, como se sofresse com cada palavra.
- Ei, ei, calma… - Gideon se aproximou um pouco, colocando a mão em cima do ombro da garota. Ficou respirando ruidosamente e mal percebeu quando começou a chorar. As lagrimas quentes passavam do seus olhos para o rosto e para a roupa, já que não estava concentrada em manter as vestes secas. O amigo ficou assustado, mas a puxou para um abraço. Ela não conseguiu retribuir, apenas ficou dentro do abraço dele e deixou que todas as lágrimas que vinha mantendo desde que descobriu sobre a gravidez. Demorou um tempo para voltar a respirar normalmente e suas lágrimas secarem. - Melhor? - perguntou ele, sorrindo levemente para Helena.
- Sim… - murmurou secando o resto de algumas lágrimas dos olhos. Ainda estava nervosa, mas não desesperada. Estava a ponto de ter esta crise já havia muito tempo. Ficava grata por não ter tido isso no meio de uma multidão, não havia nem um jeito de explicar algo assim.
- Tudo bem, agora que está melhor pode falar, mas com calma - disse ele com um tom acolhedor, soltando aos poucos Helena. Ela fechou os olhos, tentando pensar em um jeito de contar que não fosse tão direto. Mesmo assim, as únicas palavras que vinham em sua cabeça eram “grávida” e “estou”.
- Eu… Estou grávida - disse som um suspiro, apertando as mãos no colo que não percebera antes estarem tremendo. Seu olhar foi para cima, curiosa para saber o que ele iria dizer. Não sabia o que esperava, mas a expressão chocada de Gideon não era de nada incentivadora. - Fala alguma coisa, por favor - pediu em um tom suplicante, seus olhos já voltando a ficarem marejados. Mas ele não disse nada. Apenas sorriu e abraçou a garota novamente, desta vez com mais carinho. Helena retribuiu, mesmo não sabendo o motivo disso.
- Está tudo bem. Você está bem. Tudo ficará bem - tranquilizou ele, fazendo carinho em suas costas. Ela sorriu levemente, isso era tudo que precisava agora. Pelo menos, não teria que lidar com tudo sozinha. A ideia de cuidar de si mesma sozinha era ruim, mas de mais uma pessoinha? Com certeza aterrorizante. Não que não tivesse pensado antes em abortar, mas não achava que conseguiria. Pensar que já havia uma vida dentro dela e que tiraria o futuro dele a fazia sentir vontade de chorar. Se bem que tudo a estava fazendo ficar com vontade de chorar.
- Obrigada, Gid - disse o abraçando forte, sorrindo levemente. Havia esperança, afinal. Sua vida não estava completamente perdida, pelo menos ainda teria um amigo. E seu filho. Lembrar-se do pequeno a fez colocar uma das mãos em cima do ventre, sentindo o pequenino que ainda nem ao menos dava para ser notado.
Helena Schneider + competitive spirit: Moodboard [9/?]
"Cry in bed tat is a warm place. Here is the place for winners."
Helena Schneider + consciousness: Moodboard [7/?]
"I didn't want to do that, I swear..."
Helena Schneider + bitching: Moodboard [6/?]
"If you don't want me to be rude, don't ask stupid questions."
Helena Schneider + selflove: Moodboard [8/?]
"I know, I am awesome, now move."
Helena Schneider + scars: Moodboard [10/?]
"It’s not okay, but I’ll be fine."
Lucinda Talkalot and Helena Schneider building a ship in a bottle.
"Lucy, it doesn’t count if you use magic to build the boat!"
"Well you should’ve said that before I built the most beautiful boat you’ve ever seen."
"Whatever you say."
Taken by Helena.
When you feel my heat, look into my eyes. It’s where my demons hide, It’s where my demons hide. Don’t get too close, It’s dark inside. It’s where my demons hide, It’s where my demons hide.
Why don’t you all fade away and don’t try an’ think what we all say. I’m not trying to cause a big sensation. Just talkin ‘bout my generation.
I got this feeling on the summer day when you were gone. I crashed my car into the bridge, I watched, I let it burn. I threw your sh*t into a bag and pushed it down the stairs. I crashed my car into the bridge… I don’t care, I love it! You’re on a different road, I’m in the Milky Way. You want me down on Earth, but I am up in space. You’re so damn hard to please, we gotta kill this switch. You’re from the 70’s, but I’m a 90’s bitch!
I go crazy cause here isn’t where I wanna be. And satisfaction feels like a distant memory. And I can’t help myself. All I wanna hear her say is “Are you mine? “. Well, are you mine?
My songs Know what you did in the dark. I’m waking up, I fell it in my bones enough to make my system blow. Radioactive, radioactive in the dark.