𝕔𝕒𝕟𝕕𝕚𝕔𝕖 𝕙𝕒𝕪𝕖𝕤 𝕒𝕥 𝕟𝕒𝕥𝕖 𝕗𝕒𝕣𝕣𝕚𝕟𝕘𝕥𝕠𝕟’𝕤 𝕙𝕠𝕦𝕤𝕖.
YOU ARE THE REASON
Game of Thrones Daily

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❣ Chile in a Photography ❣
will byers stan first human second
we're not kids anymore.

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@cwndice
𝕔𝕒𝕟𝕕𝕚𝕔𝕖 𝕙𝕒𝕪𝕖𝕤 𝕒𝕥 𝕟𝕒𝕥𝕖 𝕗𝕒𝕣𝕣𝕚𝕟𝕘𝕥𝕠𝕟’𝕤 𝕙𝕠𝕦𝕤𝕖.
jtclxrk:
James não tinha intenções de conversar com a loira, mas assim que ouviu sua ideia — ou seja lá o que fosse aquilo — parou de andar e virou-se, querendo checar se estava falando sério ou não. “Chamar a polícia? Não acha que isso é um exagero?”
A íris clara pusera-se a percorrer o físico alheio, analisando cada centímetro a compor a constituição corpórea de James; o julgamento mantendo-se completamente anexo aos olhos azuis de Candice. “Não, não acho que seja exagero.” Replicou. “Afinal, você e seus amiguinhos são um bando de delinquentes.”
jwhns:
“Faça isso, sweetheart.” John foi bem direto para a loira. O fato de que era um marginal já ajudava em ser inconsequente e mal educado, mas ouvir que teria a polícia chamada contra si era quase uma piada e atiçava seus sentidos. Se ela ao menos soubesse quais eram os verdadeiros problemas dele com a polícia com certeza não usaria-a para ameaçá-lo. “Vai ser um prazer ver meus amigos fardados outra vez. Talvez eles até sentem para tomar uma com a gente! Ou eles podem acabar com a festinha dos seus amigos e, admita…” falou baixo, quase sussurrando a última frase. “Está bem mais divertido com a nossa presença.”
De modo estrangeiro para si, a própria essência manifestava-se completamente despida de qualquer posição de autoridade. À medida que a residência imaculada de Farrington reduzia-se à um cenário de pura desordem, Candice era quase capaz de presenciar o poder esvaindo-se de suas mãos. “I’m not your sweetheart, dickhead.” A loira fizera uso de uma entonação arrogante, preenchendo os pulmões com oxigênio; expirando de maneira impaciente através de um ato contínuo. “Divertido?” O teor retórico punha-se a apoderar-se da indagação. “Qual a diversão em estabelecer contato com a escória da sociedade?”
cwyetana:
Um sorriso escapou dos lábios de Cayetana, enquanto observava o cenário caótico se pintar adiante, fora essa a única motivação para partir para o evento sem qualquer hesitação. Recostada no batente da porta, ela ouviu as palavras alheias se sobrepor pelo som da música alta no recinto, erguendo uma de suas sobrancelhas levemente, os olhos se fixando na direção de quem falava. ❝ —— Oh, não, sweetie! ❞ Proferiu quase que em um apelo. ❝ —— Você acabaria com toda a diversão! ❞ Ela forçou um biquinho, antes de voltar a ingerir a coca-cola que vinha bebendo.
O ecoar do contato do próprio sapato ao colidir com a superfície do solo, exteriorizado pelo estímulo contínuo e impaciente de Candice contra o piso frio, tornava-se praticamente inaudível devido ao ressonar excessivo, advindo da caixa de som. “Really, cupcake?” A falsidade expunha-se de modo a repercutir pela sentença de modo íntegro. “Devo lhe dizer que o ápice da diversão seria lhe ver saindo daqui dentro de uma viatura.”
O próprio aborrecimento se originara na instância em que a multidão de indivíduos heterogêneos passara a integrar o âmbito - outrora refinado. Os braços de Candice mantinham-se cruzados, contíguos à sua silhueta delicada, ao desempenhar o encargo primordial de exteriorizar a compostura reclusa da loira mediante os penetras. O cenho franzido evidenciava-se sobre a superfície da epiderme perfeitamente polida de Hayes, seguido de um revirar de olhos. “Eu deveria chamar a polícia.”
allow me to 𝒾𝓃𝓉𝓇𝑜𝒹𝓊𝒸𝑒 myself.
johnnytriste:
Existiam vantagens em ser o aluno novo, dentre elas, não se sentir constrangido a fazer amigos num ambiente em que a maioria das amizades já tinham anos de duração, e não ser alvo de gente problemática — talvez esse aspecto estivesse dando mais trabalho, mas ainda assim. Porém, a maior vantagem de sair de um rígido colégio avançado de Nova York e passar a frequentar outro de Louisiana, era justamente as aulas que eram mais fáceis. Quer dizer, ele já havia decorado as fórmulas para as aulas de exatas e biológicas, então era questão de tempo até se formar e começar a sua vida. Claro que, por ser excelente aluno, era comum levantar a mão para responder as perguntas, garantindo pontos de participação, assim como receber raramente um elogio ou outro de um professor bem-humorado. George, enquanto vivo, era vítima de ameaças dos mais desleixados para que ele fizesse suas lições de casa e trabalhos, e assim que Johnny passara a andar com o rapaz, acabara conquistando os corações de algumas princesas a exercer a mesma função. Enquanto andava com o Steinfield, se precavia para não angariar problemas para o mesmo, mas agora que sua presença estava para sempre marcada como ausente, o Donahue já não se via na obrigação de conceder mais lições e trabalhos à toa. Por isso, quando a figura ostensiva de Candice se aproximara de sua bancada (George não o deixaria esquecer o nome da garota), o nerd já imaginava o que estava por vir. “ Até onde sei, sim. ” Foi sua resposta à pergunta, olhando para trás para verificar se não havia nenhum atleta ou princesa que pudesse pregar-lhe uma peça. “ Eu sei quem você é, rainha do baile. ” Comprimiu os lábios num educado sorriso, retribuindo ao aperto de mão, parando de fazer anotações para que pudesse dar atenção ao que a garota viria a dizer. E então franziu o cenho quando veio a realização do seu pedido, de conversar em particular, passando a fechar caderno e estojo, prontos para guardá-los na mochila. “ Tá bem, eu já estava terminando mesmo… Espera aí, é alguma pegadinha pra jogar ovos em mim ou sei lá? Meu turno no fliperama começa daqui uma meia hora e até eu ir pra casa trocar de roupa vou perder um tempão. ” Ergueu uma sobrancelha, desconfiado. Muito embora acreditasse que ela não entregaria seus amigos se o caso fosse, realmente, a pegadinha, não custava nada perguntar. “ Eu sei que o Donovan, o que está atrás de mim, nem emprego tem, podem fazer com ele. Corre que nem uma moça, também. ” Sugeriu.
A loira oscilara a cabeça para ambos os lados, por meio de um movimentar breve e tênue, em sinal de discordância para com a desconfiança tangível de Johnny - mediante sua abordagem inusitada. “Você realmente acha que eu sujaria minhas mãos para jogar ovos em você, ou qualquer coisa do tipo?” Lhe certificou – o tom pretensioso habitual expunha-se de modo a inundar cada sílaba proferida por si. Num ato contínuo, a própria psique manifestou-se através da nota mental de que deveria dispor de um teor cortês, ou ao menos tentar fazê-lo; visto que estava ali para solicitar assistência ao outro. É claro que Hayes atribuiria para si o encargo de reduzir a vida social do moreno a pequenos fragmentos se a respectiva solicitação viesse a ser refutada. Contudo, ansiava para que a situação se mantivesse oculta. “Mas é bom saber que seu amigo corre como uma moça. Sabe, para futuros planos.” Os lábios voluptuosos de Candice comprimiram-se com a finalidade primordial de resguardar o próprio riso diante das palavras alheias. A essência da loira raramente expunha-se em tons de timidez, todavia, cenários tais como aquele também não integravam sua vida de maneira trivial. A íris clara percorrera os arredores, conservando-se na concentração de pessoas contíguas ao âmbito. Candice limitara-se ao silêncio conforme observava a organização dos alunos a abandonarem o interior da sala, uma vez que a aula já havia se encerrado; o olhar irrequieto direcionava-se àqueles que tomavam mais do que o período necessário para retirarem-se. A inquietude – que já lhe era trivial – desvanecera do próprio âmago à medida que os últimos alunos atravessaram a porta. “Agora podemos conversar.” Desta vez, o ressonar da própria voz era mais ameno. “Ouvi dizer que você mal chegou e já é um dos melhores alunos de Lakers High.” A menor projetara o corpo franzino sobre a mesa do outro. A manipulação era um jogo o qual Candice dominava as regras com maestria, portanto, podia apenas desejar para que Johnny se expusesse como mais uma peça em seu tabuleiro. “Por isso, pensei que seria a escolha ideal para me dar aulas particulares.” Tivera que arquitetar tal sentença, no mínimo, cinco vezes em sua mente antes que pudesse exteriorizá-la, pois a própria garganta parecia inchar com a mera menção de pedir por ajuda.
ramonoescobar:
“Sim, eu luto.” Ramón cruzou os braços em cima da camiseta branca para contrair os músculos expostos na esperança de demonstrar algum tipo de, bem… Confiança. Era uma loira dos olhos claros muito bonita e ele sabia que ela nem ia notá-lo, mas todo esforço era válido. Seu rosto foi tomando um semblante muito confuso de acordo com que a garota atropelava as palavras dele. O valor que Candice havia oferecido ficava se repetindo em sua mente como num loop infinito. Seus olhos arregalaram ao notar a carteira sendo tirada da bolsa, não podia acreditar que ela andava com uma fortuna dessas na escola. O máximo que Ramón se arriscava a carregar eram míseros três dólares. “Moça…” achou indelicado se dirigir a ela pelo nome sem trocassem apresentações antes. “Eu não sou treinador, nem líder de equipe, mas posso te ajudar.” Seus olhos continuavam vidrados na carteira cheia de dinheiro. “Pode guardar isso, é melhor não ficar dando sopa, as pessoas matam por menos hoje em dia.”Deu de ombros e olhou nos olhos grandes e claros a sua frente. “Meu nome é Ramón e posso te treinar sem uma prata em troca, vai ser um prazer.” Concluiu com uma leve reverência e o sorriso educado de sempre nos lábios.
Um acordo com o líder da equipe de luta não integrava os planos de Candice. O cenário, elaborado por si, demandava um indivíduo ligeiramente oculto a protagonizá-lo; uma vez que sua requisição jamais deveria dispersar-se ao exterior daquele cômodo. “Você pode me chamar de Candice.” O curvar-se dos próprios lábios, outrora diminuto, agora expunha-se através de um sorriso cordial. A comparência de Hayes na sala de treino não fora perfeitamente arquitetada – em divergência à generalidade de suas deliberações -, o cubano não havia sido selecionado a dedo. Para si, ele apenas estava no lugar certo e na hora certa. Contudo, o porte atlético manifestado pelo outro não passara despercebido por seus olhos azuis; a exterioridade de Ramón apenas desfruía do poderio de solidificar sua decisão acerca do maior. Candice permanecia em silêncio à medida que as palavras alheias lhe atingiam os tímpanos, todavia, não fora capaz de conter o riso baixo a desvanecer por seus lábios mediante o choque desencadeado por sua oferta inicial. “Olha, Ramón.” As aulas de espanhol, desempenhadas na infância, lhe asseguravam de uma pronúncia aperfeiçoada em relação ao nome de outrem. “Você não vai me fazer um favor.” Completou. De fato, Candice não acreditava em favores. “Teremos que seguir algumas regras para que isso dê certo.” Sua mão direta dispôs do encargo de regressar a carteira avantajada em sua bolsa. “A regra número um é que não vamos ser amigos.” As palavras manifestavam-se de modo intransigente, embora ainda o fizesse com um sorriso no rosto. “Regra número dois: você irá nomear o seu preço e eu ficarei mais do que feliz em pagá-lo.” Candy elevara dois dígitos de sua mão esquerda. “E, a mais importante, o nosso acordo não saíra da sala de treino.” Desta vez, o terceiro dígito ascendeu de sua mão.
ramonoescobar :
O primeiro dia de aula era sempre o melhor. Novas pessoas com novas possibilidades lotavam os corredores andando de um lado pro outro entre salas e armários. O sorriso no rosto de Ramón nem vacilava quando alguém jogava uma ofensa pro cubano, essas palavras ele deixava aos ventos. E a melhor parte do primeiro dia: quase não tinham aulas, era só oblábláblá. A parte ruim era que nesse ano todos estavam mais sombrios por causa das mortes e o clima estava tenso. Ele resolveu pular a aula de Cálculo e ir para a sala onde treinava com a equipe de luta-livre. Sentira falta de ter um lugar pra praticar durante as férias. A porta abriu quando Ramón acertou o saco de pancadas pela primeira vez. Percebeu que se tratava de@cwndice, claro que ele nunca havia trocado uma palavra com ela, mas as pessoas certamente trocaram palavras sobre ela com o cubano. “Holaaa,” ofereceu seu melhor sorriso “Posso ajudar? Parece um peixe fora da água por aqui.”
A própria individualidade expunha-se de maneira contígua à paranoia. A palavra medo sempre usufruíra do arbítrio de estampar as páginas de sua vivência mediante uma tintura enegrecida; fosse a fobia de insetos - em sua integridade -, o medo de palhaços ou a sensação singular de sentir-se observada. E naquela instância, Lakers High aparentava ter se reduzido à uma cidade originada de um filme de terror, sentia-se ainda mais indefesa. Afinal, poderia ter sido ela a ser encontrada, desprovida de vida, no interior de um saco preto. Portanto, conservava-se no cômodo ao qual menos pertencia; a sala de treino. A presença alheia lhe despertara a atenção, fazendo com Candice preservasse os olhos claros sobre o outro. A figura masculina era escassamente conhecida por si. “Hey, you.” Hayes não desfruía de qualquer tipo de consciência acerca do nome vinculado ao cubano. “Você luta, certo?” Curvou os próprios lábios no formato de um sorriso diminuto, a indagação constituía-se de modo retórico. “Quanto quer para me dar aulas de defesa pessoal?” Candice direcionara a mão ao interior de sua bolsa, extraindo sua carteira cor-de-rosa dali. “Cento e cinquenta dólares por semana é o suficiente?”
lorczn:
Cruzou os braços contra o corpo e apoiou as costas contra a parede, não quis aproximar-se mais que o necessário como se ele próprio carregasse uma doença contagiosa. Era fácil sentir-se de tal maneira quando a mera presença mostrava ser prejudicial a quem estivesse ao seu redor. “Anjo caído. Gostei. Dos apelidos o melhor.” Arqueou a sobrancelha perfeitamente desenhada, esperava que o tom alheio lhe fosse desdenhoso. Queria abraçar a menor e dizer que o afastamento não importava, mas estaria mentindo. “It’s lonely at the bottom as well.”Manteve o tom sério, nem todas as brincadeiras eram assim tão superficiais. “Como posso estar? Uma droga. Se não fosse pior, desistiria da escola.”
Candice manifestara-se como uma das primeiras a afastar-se do outro na instância em que os rumores sobre a família alheia passaram a percorrer pelos longos corredores de Lakers High. Não se orgulhava de tal feito; gostaria de crer que a própria essência dispunha de maturidade suficiente para que pudesse ignorar o peso contíguo aos rótulos. No entanto, Hayes abstinha-se de tudo aquilo que poderia representar uma mancha em sua reputação imaculada. Havia sido criada para agir de tal forma, afinal. “Pelo menos não há pessoas tentando lhe derrubar quando você já está no fundo do poço.” Admitiu, ainda que o sorriso rotineiro perdurasse a adornar seu semblante. Queria proferir palavras de conforto, mas não sabia como fazê-lo; os dois conservavam-se distantes o bastante para que Candice sequer soubesse como agir na presença de Lorcan. “Ainda está tão ruim? Achei que as coisas já teriam se acalmado depois das férias.”
𝓅𝑜𝒾𝓈𝑜𝓃𝑜𝓊𝓈.
A máscara a qual estabelecia-se no formato de um sorriso intocável, a curvar-se por seus lábios róseos, tornara-se quase permanente em seu semblante. É claro que dispunha do anseio de despejar sua raiva sobre aqueles que representavam uma ameaça para si. Contudo, sabia que as cartas daquele jogo deveriam se expostas à mesa de maneira extremamente meticulosa; do contrário, o próprio reino decairia em pedaços. Diante de seus olhos azuis, @amber-dreamz era uma cobra a rastejar pelos corredores de Lakers High. Mas a atuação de amizade deveria perdurar entre duas, embora ambas soubessem que não havia quaisquer resquícios de fraternidade contidos na relação que compartilhavam. “Amber!” Disse, num falso tom de alegria. “I’ve missed you so much, honey.”
lorczn:
Aquele primeiro dia de aula era basicamente uma maratona para desviar de todos seus ex-amigos falsos do caramba, talvez nunca tenha contado com nenhum de verdade, mas o afastamento de alguns em especial lhe machucava. E como se fosse um castigo divino, topou logo com @cwndice na primeira sala que entrou. “Olha se não é a rainha do baile. Sozinha?” Seu sinal de falsidade começou a disparar mais que alarme de incêndio no meio do fogo, não só para ela, mas para ele também.
A sensação desencadeada pela comparência de Lorcan, a poucos passos de si, lhe remetia a algo próximo a deparar-se com um fantasma. Tratava-se de alguém com quem compartilhara inúmeros momentos, mas que, agora, representava apenas uma sombra do que já haviam sido um para o outro. Sentia falta da amizade de Ludwig, todavia, a própria essência dispunha de traços de orgulho demasiado para que se permitisse transparecer tais pensamentos em voz alta. “Olha se não é o anjo caído de Lakers High.” As palavras carregavam uma entonação jocosa, embora seu intuito não fosse de ofendê-lo. “It’s lonely at the top.” Brincou. “Como você está, Ludwig?”
@cwndice
nategryhwk:
Vai ficar aí só admirando a paisagem? A piscina não é só propriedade do time, pode entrar. Não me faça ir até aí e te jogar.
Candice libertara os próprios pés dos sapatos de salto que os adornavam. Em seguida, sentou-se sobre a extremidade da piscina, permitindo que apenas a ponta dos pés tocasse a água agradavelmente morna. “Estou muito bem aqui.” Retrucou, rindo baixo. “E você não é nem louco de me jogar na água.”
different 𝓅𝑒𝑜𝓅𝓁𝑒.
O ambiente familiar assemelhava-se à um campo de guerra. Os progenitores não usufruíam da maturidade necessária para que pudessem permanecer no mesmo cômodo por um total de três minutos antes que disparassem ofensas um ao outro. Todavia, posicionar um fim ao matrimônio não se constituía como uma opção para ambos. Candice sentia-se desorientada, optando por perdurar no colégio por mais tempo que o necessário, apenas para que não fosse obrigada a lidar com os próprios pais. Portanto, a garota localizava-se no interior da biblioteca - debruçada sobre os livros os quais selecionara, de maneira aleatória, apenas para o encargo de aparentar estar estudando. Sua atenção, no entanto, foi despertada quando outro aluno adentrou a biblioteca. Candy elevara a cabeça, fitando @rivermson. “O que está fazendo aqui, freak? As aulas já acabaram.”
𝓈𝓉𝓊𝓂𝒷𝓁𝒾𝓃𝑔 in your footsteps.
Presenciara o próprio corpo franzino colidir com a estrutura física avantajada de @hfernand. Através de um ato contínuo, Candice apoiou-se sobre um dos armários na intenção de que seu equilíbrio não se esvaísse. Elevara a íris clara, preservando sua atenção em outrem. “Watch where you’re going.” As palavras proferidas pela morena manifestaram-se de modo irritadiço, embora mantivesse ciência de que havia sido responsável pelo incidente. Hayes permitiu-se revirar os olhos ao alinhar sua postura, ajeitando as próprias roupas em sua silhueta. “Você quase me derrubou.” Proferiu, desta vez, por intermédio de um ressonar mais ameno.
𝓈𝓂𝒶𝓁𝓁 world.
Candice poderia sumarizar seu conhecimento integral sobre Rebbecca Monroe em três tópicos; a garota andava com os nerds, portanto, pertencia ao grupo deles – embora não aparentasse -; nutria uma obsessão ímpar por extraterrestres; e fazia parte de seu clube de dança. Pelos corredores de Lakers High, Hayes agia como se nunca houvesse estabelecido qualquer tipo de contato com @rebbxcca. No interior do salão de dança, no entanto, fazia uso de uma postura levemente mais acessível - talvez pelo fato de amar a arte em demasia para que permitisse que o próprio gênio prepotente reinasse sobre a paz que deveria jazer no clube. A reunião já havia sido encerrada e as coreografias ensaiadas, portanto, naquela instância, apenas Candice e Rebbecca integravam o ambiente. “What are you still doing here, alien girl?”
all we 𝑒𝓋𝑒𝓇 knew.
Os próprios pensamentos não desfruíam do poderio de simular o momento pontual em que Roman passara a integrar sua vida; desde que podia recordar, o outro manteve-se contíguo ao interior de suas memórias. O vínculo compartilhado por ambos se expunha através de um senso inigualável de confraternidade. O amigo permanecera ao seu lado ao decorrer dos anos, e Candice, por sua vez, partilhava da mesma fidelidade para com o outro. Roman dispunha de compreensão sobre seu ser mesmo sem a necessidade de que palavras fossem proferidas. Faria de tudo para protegê-lo, e podia apenas torcer para que ele expusesse o mesmo instinto de resguardo consigo. Após a morte de George, Hayes passara a sentir-se extremamente desprovida de poder, uma vez que não sabia exatamente como portar-se diante dos sentimentos desconexos manifestados por @itsromxn. “Steinfield.” As palavras desvaneceram de seus lábios através de uma entonação amável, utilizada apenas com os mais próximos. “Tem compromisso pra depois da aula?”