“Alguém aí pode admitir que essa merda de vida dá um medo filho da puta, e que ficar longe de tudo dói, e que ficar dentro de tudo dói, e que estar aqui, agora, dói pra cacete?”
— Tati Bernardi.

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“Alguém aí pode admitir que essa merda de vida dá um medo filho da puta, e que ficar longe de tudo dói, e que ficar dentro de tudo dói, e que estar aqui, agora, dói pra cacete?”
— Tati Bernardi.
“Somos pedaços remendados de pessoas que partiram, e pessoas que vão chegando.”
— Maria Moreira.
“Grava tua voz em mim, para que eu possa te ouvir toda vez que eu precisar.”
— Fresno.
“A gente se dava bem de um jeito meio sem jeito.”
— Natália Eufrazio.
“Ok, eu admito, gostei de você, e como gostei. Gostei de poder acordar e te ver ao meu lado, gostei das brigas e das nossas brincadeiras de amar. Gostei te ver cozinhando, você estava com aquela cueca box que deixa sua bunda mais sexy. Ok, parei. Gostei de te fazer cafuné, gostei de te ver dormir, digo que gostei até dos seus roncos. Eu gostei de tudo, só não da parte que nossas estradas desviaram os caminhos.”
— Acaricia. (via esplandecer)
“E eu vou guardar tuas manias e teus erros, teus trejeitos e as covinhas ao rir.”
— Clarice Falcão.
“Você foi embora, cedo demais. E eu continuo aqui.”
— Legião.
“Ontem eu senti a necessidade de ver o seu sorriso. Ontem eu quis desesperadamente um abraço seu. Ontem minha boca salivou ao projetar um beijo nosso. Ontem eu chorei inconformado pela sua ida. Ontem eu chorei inconformado desejando sua vinda. Ontem eu pensei em te ligar, só para ouvir a sua voz. Ontem ao ouvir a chuva cair, desejei estar agarrado a você, protegendo-a contra os trovões. Ontem eu senti meu estômago revirar, era a saudade. Ontem eu quis você de qualquer forma. Ontem, porque hoje, eu já não te desejo tanto assim.”
— Pitter and Holly. (via afagador)
“E olha você aqui de novo, bagunçando tudo outra vez.”
— Você se foi, eu murchei.
“Eu apenas queria sentir tua respiração, queria fazer um cafuné em você, sentir teu corpo no meu, queria ter teu sorriso febril só pra mim, queria um abraço teu, e um beijo teu. Apenas queria você, aqui, comigo do meu lado, e que nada me impedisse de te tocar.”
— Reinverbos.
“Quando sentir minha falta, me avisa. Quando tiver com saudades daquele cafuné que só eu sabia fazer, me avisa. Quando quiser alguém que olhe em seus olhos e diga o quanto você é importante, me avisa.”
— Lays Marianne Holanda
“Mas a vida sempre vai te obrigar a se despedir de alguém, não importa o tempo de amizade, muito menos o quanto ela significa pra você. Um dia, você terá que se despedir de alguém. Do amigo próximo, do pai, da mãe, da namorada. Um dia, todos eles vão embora. Alguns para um canto qualquer. Outros, você nem vai mais ouvir falar. Sua vida sempre será um ponto de partidas e chegadas. E você terá que se acostumar com isso. Uns, por mais que partam, sempre deixam algo. E vai por mim, não vai ser a ausência que vai doer, serão as lembranças. Algumas machucam, outras nem tanto. Mas um dia você irá lembrar de todos os momentos e verá o quanto aquela pessoa marcou sua vida. E não vai doer mais, não vai arder, o tempo não vai te fazer querer voltar atrás, e você irá perceber que nem toda dor é pra sempre.”
— Desarvorado.
“Eu juro que não. Eu nego. Com a boca, digo não. Hoje, não. Negativo. Agora não. Não dá mais. Não pode ser. Não. Nem pensar. Não, eu disse. Porque não. Não, não e não. Repassando - não. Não, mas obrigado. Quando digo não é não. Pela última vez: não. Aí você abre a porta e tudo muda de figura. Ah, não.”
— Gabito Nunes.
“Você finge que esqueceu, passa o dia forçando o riso, desviando olhares, mas quando está em seu quarto, deitado, sozinho escutando música, ao apertar o play, o coração aperta novamente. E será assim durante um bom tempo, ou talvez nunca tenha uma última vez. Sinto dizer, mas essa sensação pode acabar sendo permanente, mesmo você a negando até a morte.”
— Zebukowski. (via obstinto)
“E eu vou guardar tuas manias e teus erros, teus trejeitos e as covinhas ao rir.”
— Clarice Falcão.
“Vem, bate na minha porta, diz que só veio me visitar, mas fica por um bom tempo. Tem café, tem abraço, cafuné. Vem?!”
— Como te dizer adios, Esteban?
“Vem cá Deita aqui Te faço cafuné Até você dormir.”
— Esconder-me