arsenal-cal
    Arsen observou a garota nĂŁo fazer o que ele havia dito, fazendo exatamente o contrĂĄrio daquilo, observou-a com um tanto de curiosidade, nĂŁo sabendo de fato onde aquilo iria dar, afinal, aquele ainda era seu quarto e ela uma completa desconhecida. â Ă mesmo? â falou sarcasticamente, como ela havia feito, virando levemente a cabeça e a encarando, com uma sobrancelha erguida e um sorrisinho presunçoso. â E o que vai ficar fazendo aqui? Admirando minha beleza? Que eu saiba, nĂŁo tem nada aqui que seja da sua conta, atĂ© porque, como pode ver, tambĂ©m nĂŁo tenho um colega de quarto, o Ășltimo idiota saiu por minha suposta falta de educação. â falou dando de ombros, enquanto olhava para o teto de seu quarto e logo voltando seus olhos para a outra.
   Ela gargalhou com graça diante da imitação do outro, se permitindo colocar os pĂ©s em cima da cama, fazendo pernas de Ăndio. â Admirando sua beleza? You wish. Eu sĂł fiquei curiosa em como um mimadinho como vocĂȘ iria reagir se eu nĂŁo fizesse o que manda. âolhou para os lados, observando o quarto. NĂŁo era tĂŁo convidativo quanto o seu, visto que tinha luzes de natal e quadros por toda a parte, inclusive uma moldura que funcionava como cofre; mas tinha certo diferencial, o contraste comparado ao dela. â E vocĂȘ ainda diz suposta como se fosse mentira. VocĂȘ espantou o coitado com essa sua beleza, aposto. â fez uma careta, imaginando como seria ser colega de quarto do garoto, mesmo nĂŁo conhecendo tanto o quanto era preciso para dividir um quarto. Os olhos desviaram dos dele para um pĂŽster de banda conhecida, e que gostava bastante: All Time Low. â VocĂȘ gosta? â indicou com um aceno para onde olhava, erguendo uma sobrancelha.













