“Sou Imortal Até Que Deus Me Diga Regressa” do Tiago Lacrau (nome para intervalar o de Guillul) é meia-hora de rock’n’roll. Sim, é punk, mas é punk feito com baterias roubadas. Sim, tem som de cassete, mas é som de cassete feito em estúdio. É um disco feito com muito em busca de pouco, é gente mais velha a querer ter a genica daquele momento em que o rock mudou a nossa juventude. Em 2015, o Expresso dizia que era um “Disco que importa[va] ouvir”, o Público descrevia-o como “Directo ao assunto, mas directo ao assunto à antiga”, e a Imagem do Som dava uma imagem sugestiva: “Imaginem que os Xutos e Pontapés e os Sex Pistols tinham um bebé”. Cinco anos depois, a FlorCaveira desenterra-o para poder chegar às plataformas digitais: aqui.
Antigamente tinha que usar o YouTube para ouvir este álbum... Agora posso usar o spotify 👌








