she was unstoppable. not because she did not have failures or doubts, but because she continued on despite them. (insp.)

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@daisyljonhson
she was unstoppable. not because she did not have failures or doubts, but because she continued on despite them. (insp.)
oldestlightwood:
âHm⊠O que?â Alec desviou o olhar se sentando em outra poltrona do corredor do colĂ©gio. âA quanto tempo estĂĄ aqui? O sol estĂĄ nascendo agora e vocĂȘ parece ter passado a noite aquiâŠâ
âDeixa pra lĂĄ.â Ela inspirou fundo, se ajeitando na poltrona. Acho que desde umas cinco horas, talvez? NĂŁo passei a noite em lugar nenhum...â Disse cobrindo os olhos do sol, ânem dormi na verdadeâ, murmurou para si mesma.
xmagnificentbanex:
Pela sĂșbita interrupção, o Warlock ergueu a vista para a garota. Ele bufou uma risada, maneando a cabeça em discordĂąncia. âEu estive aqui apreciando um dos Ășnicos locais silĂȘncios dessa mansĂŁoâŠâ começou, descruzando as pernas apenas para trocar de posição, agora com ambas esticadas e descansadas em cima da mesinha de centro. â⊠porque, aparentemente, ao contrĂĄrio de vocĂȘ, eu tenho coisas para fazer.â concluiu, erguendo um pouco o livro para que este fosse visto.
Bocejando, Daisy se levantou a ponto de ficar sentada na poltrona da biblioteca. âAparentemente. Ă bom saber que as pessoas nĂŁo julgam mais pelas aparĂȘncias.â Disse ironicamente com um sorriso de canto checando as horas no relĂłgio de parede. âParece que minhas prĂłximas aulas começam em algumas horas e eu nĂŁo dormi nada. Ătimo.â Ela disse sob a respiração, se lembrando que passou a noite investigando a Ășltima morte da cidade. Quanto antes resolvesse o caso, mais cedo poderia ir embora para outro lugar, quem sabe voltar para a S.H.I.E.L.D. âO livro Ă© sobre o que?â Perguntou ainda um pouco sonolenta para ler o tĂtulo.
oldestlightwood:
âOra que mundana atrevida. NĂŁo sei se estou interessado em dar aulas para crianças. Tenho certeza que existem outras formas e outras pessoas que possam ajudar nesse sentido mais do que eu.â
âMundana? Quem diz isso? Oh câmon! VocĂȘ parece ter acabado de chegar, precisa de um emprego eventualmente, ou vocĂȘ Ă© do tipo que Ă© sustentado pelos pais? E nĂŁo, atĂ© agora nenhum professor de artes marciais ou algo mais ou menos seguro apareceu pra ocupar a vaga de professor de defesa pessoal da escola.â
barryeallen:
âIsso foi ironia ou eu realmente ajudei? De qualquer forma, foi mal, eu nĂŁo sabia que vocĂȘ estava descansando aqui.â Falou coçando a cabeça fazendo uma careta ao se sentar na poltrona do lado da dela. âBem, obrigado. Mas eu meio que tomo muito cafĂ© entĂŁo estou sempre me mexendo. Ah, tem razĂŁo eu lembro de vocĂȘ, sĂł nĂŁo sabia se vocĂȘ lembrava de mim. Daisy seu nome. Sim, Barry, Ă© um prazerâ Oficialmente.â Disse estendendo a mĂŁo pra ela.
âNĂŁo foi ironia eu juro, obrigada.â Daisy sorriu brevemente, o observando sentar-se prĂłximo a ela. âSe vocĂȘ diz. Eu costumava ser assim, acho que a vida de professora estĂĄ levando a melhor sobre mim. Porque eu nĂŁo lembraria? Enfim, o prazer Ă© meu.â Franziu o cenho apertando a mĂŁo dele em retorno e logo se levantando. âBom, parece que eu tenho alunos me esperando... Te vejo amanhĂŁ? Ou vai corrigir aquelas provas e me esperar para irmos juntos?â Perguntou apontando para a pilha de provas em cima da mesa.
barryeallen:
âEu? De forma alguma, eu acabei de chegar, aula difĂcil, os alunos andam muito agitados. Que horas foi a sua?â Perguntou Barry andando atĂ© a mesa no canto da sala dos professores, colocando sobre ela sua pasta com as provas que estivera corrigindo mais cedo. âEu nĂŁo direi nada se vocĂȘ nĂŁo quiser. EntĂŁo, VocĂȘ dĂĄ aula de informĂĄtica se nĂŁo me engano, certo?â
â...Certo, entĂŁo tĂĄ. A minha aula?â Perguntou retoricamente olhando para o relĂłgio no pulso, âUma hora atrĂĄs. Tenho outra turma em trinta minutos entĂŁo obrigada por acender a luz e me acordar.â Disse se ajeitando na poltrona. âNinguĂ©m nunca saberĂĄ entĂŁo, pode dormir aqui quando quiser tambĂ©m. Sim, jĂĄ nos vimos antes, nĂŁo? ReuniĂŁo de professores, aquele dia no bar, no Halloween esquisito. Barry seu nome nĂŁo?â
âPor favor, me diga que vocĂȘ nĂŁo esteve aĂ esperando eu acordar...â Ela resmungou, encolhendo-se um pouco na poltrona por causa da luz brilhante em seus olhos. âTecnicamente eu nĂŁo deveria estar dormindo aqui.â
Halloween âč Asylum
oldestlightwood:
ohmyelenagilbert:
ltsybjtsy:
O objetivo Ă© um: Encontrar os rostos familiares e arrastĂĄ-los para um canto, onde pode perguntar, com muito jeito, onde eles estavam esse tempo todo. Sendo assim, Ă© claro, nĂŁo precisaria se fantasiar para a festa. Provavelmente sĂł ficaria no lugar por pouco tempo. Provavelmente nem sequer chegaria perto do bar. Por culpa das incertezas, decidiu usar seu uniforme. Dizia para si mesma que Ă© sĂł para nĂŁo se destacar na multidĂŁo, porĂ©m havia alguns tons de mentira nesse discurso. E se demorasse para encontrĂĄ-los? E se ficar com sede?Â
Quando despertou no lugar escuro, de odor pungente e ar desconhecido, seus instintos ativaram como renovados por um reboot. Tateou as paredes frĂĄgeis, decidindo ser melhor levantar-se sem auxĂlio. âThis ainâ Kansas anymoreâ, sussurrou, enquanto seus olhos se adaptavam Ă falta de iluminação. Haviam outros ali, e sem saber das suas identidades, Romanoff sacou sua pistola. âSe vocĂȘ nĂŁo começar a falar, eu vou começar a atirar.â
Elena piscou os olhos algumas vezes, seus sentidos sendo despertados lentamente. A onde estava? Aquele lugar nĂŁo se parecia nada com a danceteria da cidade. Se lembrava vagamente de ter saĂdo com Roxanne da mansĂŁo, deixando que a bruxinha lhe contasse seus planos marotos para a noite de Halloween. As duas estavam animadas para se divertir, apesar da Gilbert ter ficado com um pĂ© atrĂĄs, graças aos acontecimentos nada amigĂĄveis na cidade nos Ășltimos meses. Mas, mesmo assim, resolveu deixar suas preocupaçÔes de lado naquela noite. Afinal, era Halloween, o feriado mais esperado do ano! Se algo acontecesse, Elena e Roxy seriam as primeiras a deixar o local, graças Ă sua supervelocidade. Se lembrou de ter trancado a porta do carro e ter olhado para a doppelganger com um sorriso divertido no rosto: âNĂŁo faça nada que eu nĂŁo faria, ok?â Instruiu-lhe enquanto andavam em direção Ă danceteria.Â
E entĂŁo, em questĂŁo de segundos, sua visĂŁo havia ficado turva. Tudo enegreceu Ă sua volta e a vampira caiu no chĂŁo, desmaiada. E agora estava num corredor estreito, cheio de madeiras, com uma pĂ©ssima iluminação, sem contar no fedor de mofo pĂștrido. Levantou o tronco rapidamente e logo percebeu que nĂŁo estava sozinha. Havia outras silhuetas por perto. SerĂĄ que Roxanne estava ali? Mas, antes que pudesse chamĂĄ-la, seu olhar captou uma silhueta perto de si, apontando uma arma na sua direção. Imediatamente, a Gilbert levantou os braços, como se estivesse se rendendo, tentando permanecer calma. âCalma. Eu sei tanto quanto vocĂȘ. Eu sĂł estou procurando a minha irmĂŁ eâŠâ Mas, na mesma hora, pĂŽde-se ouvir um barulho estrondoso vindo de algum lugar por perto, seguido por uma voz desconhecida que parecia cercar o corredor estreito. âHĂĄ intrusos por aqui. Podemos dĂĄ-los ao Sr. Gluskin. Ratos malditos!â E aquilo fez a vampira se calar na hora, seus olhos se arregalando. Que diabos era aquele lugar e como eles haviam parado ali?! Levou o dedo aos lĂĄbios, instruindo Ă s outras silhuetas para ficarem caladas, seu coração batendo rapidamente. Aquilo parecia um filme de terror que havia virado realidade. NĂŁo estavam mais em Magefield Beach. E, pelo tom da voz desconhecida, o tal Sr. Gluskin nĂŁo parecia ser nem um pouco amigĂĄvel. Precisava achar Roxanne o mais rĂĄpido possĂvel e tentar sair dali.Â
Apertando os olhos, vozes baixas fizeram Alec acordar, levando um segundo para perceber que havia algo muito errado acontecendo. VĂĄ na festa, vai ser legal, vocĂȘ precisa de um pouco de diversĂŁo, dissera a irmĂŁ a ele. Aquilo nĂŁo parecia nada divertido a nĂŁo ser que no final ele pudesse matar algum demĂŽnio. Ele se levantou rĂĄpido assumindo uma posição de defesa, puxando uma lĂąmina serafim que trouxera com ele em caso de emergĂȘncias nĂŁo mundanas. Ele nĂŁo sabia onde estava e nem de longe aquilo parecia a danceteria de que se lembrava, o lugar parecia mais antigo e fedia bastante alĂ©m de ser escuro. Alec analisou seu redor, pegando sua pedra com sĂmbolos enfeitiçados, para clarear o local. Logo ele viu a sombra de uma garota aos poucos acordando e se perguntando onde estava tornar-se mais clara a ponto de poder ver seu rosto, era uma conhecida dele, depois uma outra apontando uma arma para os outros, e mais uma se levantando aos poucos. Parecia que ninguĂ©m sabia onde eles estavam e isso nĂŁo era nada interessante. Milhares de perguntas se formavam em sua cabeça, mas as mais importantes eram onde estava sua irmĂŁ Isabelle e como eles iriam sair dali.
Alec abaixou a lĂąmina apagada que parecia pouco ofensiva para ele jĂĄ que ainda nĂŁo a tinha nomeado. âCalma aĂ, porque vocĂȘ traria uma arma de verdade pra uma festa? Aqui ninguĂ©m quer machucar ninguĂ©m a nĂŁo ser que vocĂȘ seja culpada e sabia que isso aconteceria.â Alec falou num tom calmo porĂ©m severo, sendo interrompido pelo barulho que veio da escuridĂŁo alĂ©m deles. âPrecisamos achar uma saĂda. Agora.â Disse ele desviando o olhar das paredes para as outras pessoas. âNĂŁo gosto nada de estar num perĂmetro desconhecido.â Murmurou para si mesmo segurando a pedra entre os dedos, diminuindo a luz, aquilo podia denunciar a posição deles.
Daisy ergueu uma sobrancelha para a outra mulher que acordou e jĂĄ apontou uma arma na direção dela e dos outros. Parecia uma atitude de um agente, ainda mais com aquela roupa. Ela tentou levar em consideração que estavam quase todos fantasiados, afinal estavam indo para uma festa de Halloween, mas a roupa era realmente fiel a verdadeira, algo naquela mulher lhe era familiar. âEi, nĂŁo queria dizer o Ăłbvio mas Ă© melhor abaixar a arma, nenhum de nĂłs Ă© seu inimigo, estamos todos perdidos aqui, valeu? Aparentemente o denominador comum Ă© a danceteria, todos deverĂamos estar lĂĄ, certo?â Disse ela se levantando, colocando as mĂŁos para o alto, entrando em posição para se necessĂĄrio desarmar a mulher. EntĂŁo viu a luz que um homem que tambĂ©m estava no lugar segurava, nĂŁo sabia ao certo se era uma lanterna. âSe eu fosse vocĂȘ apagava isso, estĂĄ meio que denunciando a nossa posição, sabe? Sabe-se lĂĄ o que tem atrĂĄs dessas tĂĄbuas..â Daisy afirmou olhando para ele, agora reconhecendo o rapaz que ajudou alguns dias antes.Â
Ela se virou para a morena que tentava acalmar a ruiva, concordando com ela e entĂŁo ouviu o barulho, aparentemente todos ouviram. âConcordo com vocĂȘ, Alec, Ă© Alec nĂŁo Ă©? EntĂŁo, temos que sair daqui... Tenho a impressĂŁo de que os tal ratos somos nĂłs e Gluskin nĂŁo me parece ser o nome de um palhacinho de festa.â Ela sussurrou, olhando com urgĂȘncia para as duas outras mulheres.
Halloween âč Asylum
Abrindo os olhos lentamente, balbuciando baixo as palavras, âOnde Ă© que eu estou?â Daisy acordou um pouco atordoada, tonta ela nĂŁo se lembrava de ter dormido para estar acordando. NĂŁo sabia se estava desacordada a muito tempo e de fato agora que tentava recobrar a memĂłria, a morena se lembrou de estar indo para uma festa na danceteria do centro da cidade encontrar alguns amigos para celebrar o Halloween. Agora ela estava num lugar completamente desconhecido, o cheiro era terrĂvel, estava muito escuro e atĂ© onde ela pĂŽde pereber as paredes eram de madeira, como num estaleiro ou algo do tipo, nada parecido com o interior da danceteria. Era um lugar horrĂvel e ela nĂŁo tinha a menor ideia de como viera parar ali, finalmente ela levantou o olhar para o resto do lugar e percebeu que nĂŁo estava sozinha. Ela nĂŁo podia deixar de pensar que aquilo se tratava de uma brincadeira de Halloween, aliĂĄs de muito mau gosto. Ao longe se escutava uma voz que pela primeira vez fez seus pelos da nuca arrepiarem.
Logo ela começou a repassar seus Ășltimos passos na cabeça, a Ășltima coisa de que se lembrava era de se arrumar no hotel e ir para a danceteria, entrar na festa e depois nada. Ela tinha a consciĂȘncia de que estava bem, ou mais ou menos isso, nĂŁo era como no hotel, ela tinha seus poderes e isso devia ser Ăștil pra alguma coisa, claro, se usado escondido das outras pessoas que ela nĂŁo reconheceu. A porta ainda estava fechada entĂŁo ela esperou os outros perceberem o que estava acontecendo para agir.
@ltsybjtsy, @spiderboyfightingcrime, @ohmyelenagilbert, @oldestlightwood
{oldestlightwood}:
âPor mais divertido que isso pareça, nĂŁo.â Alec afirma com uma pitada de desconforto em suas palavras. âEste na verdade Ă© um plano horrĂvel.â
âOra vamos, nĂŁo seja ridĂculo. VocĂȘ sabe usar essas flechas aĂ, os alunos precisam de algo para se proteger... Porque nĂŁo ajudar?"
carxad:
Tudo aquilo ainda era estranho aos olhos de Cecily. A linguagem, as roupas, o jeito de se portar. Centro e trinta e seis anos que a galesa tinha perdido por um simples erro do portal. NĂŁo jogava a culpa para Henry, claro. Ela conhecia os riscos e sabia que podiam acontecer nas viagens, mas nunca viajar no tempo tinha passado-lhe na cabeça. Cecy ainda tentava se acostumar com a nova vida, mas ela ainda parecia antiquada. Suas roupas, sua fala, seu jeito de falar. Ela era educada demais - mesmo quando nĂŁo estava sendo - e preferia usar vestidos compridos, por mais que estivesse se adaptando-se ao uso de calças. E claro, ao seu trabalho. Nunca tinha sido muito fĂŁ da leitura, mas ao passar tanto tempo com Will, ela tinha tomado certo gosto por bibliotecas. Por isso encontrava-se debruçada sobre uma mesa, olhando para a porta, esperando alguĂ©m entrar. Assim que ouviu o sino que indicava que alguĂ©m tinha entrado, proferiu as palavras que tinha lhe ensinado horas a fio. âPrecisa de ajuda?â
Daisy era mais uma fĂŁ de tecnologia, mas compreendia que o conhecimento veio primeiro de livros. Depois de vasculhar cada canto da internet local e deixar programas que avisassem ela sobre alguma atividade estranha, Daisy resolveu dar uma chance a histĂłria da cidade. Devia ter alguma coisa na biblioteca que a ajudasse. Ela colocou no mapa do celular a rota atĂ© a biblioteca e foi atĂ© lĂĄ depois do trabalho. Uma jovem se dispĂŽs a ajudĂĄ-la assim que entrou no lugar e ela agradeceu por ela tĂȘ-lo feito. âOlĂĄ, sim na verdade eu preciso de ajuda, obrigada. Podemos começar com, talvez a histĂłria de Magefield Beach?âÂ
{brookrmaddx}:
Brooke suspirou cansada, ao mesmo tempo em que cruzava as pernas e batucava as unhas pintadas de vinho escuro sobre o balcĂŁo amadeirado. NĂŁo sabia bem o porquĂȘ de ter escolhido sair da mansĂŁo naquela noite, mas ambientes fechados como casas nĂŁo a faziam bem nos Ășltimos tempos. As tragĂ©dias que aconteceram recentemente em Lakewood ainda passavam por sua mente e ela mordeu o canto do lĂĄbio, frustrada, antes de bebericar um pouco da bebida que havia pedido. â SaĂ do fogo e me joguei na fogueira. Thatâs awesome. â comentou consigo mesma, o tom irĂŽnico transbordando em sua voz, enquanto olhava incansavelmente para a tela do celular; a saudade que sentia de todos que perdera, principalmente de Jake, apertando em seu peito.
NĂŁo era muito difĂcil descobrir onde as pessoas costumavam ir para se distrair. Daisy foi convidada por alguns colegas do trabalho para beber alguma coisa e nĂŁo hesitou em aceitar, uma semana ali era como um mĂȘs na S.H.I.E.L.D. lutando contra a HYDRA no quesito nĂŁo conseguir fazer muita coisa por estar disfarçada. Ao se encostar na bancada do bar, ela ouviu uma garota falar e pensou alto, â Bem irĂŽnico isso aplicar perfeitamente a mim â Ela balançou levemente a cabeça depois de tomar outro gole de sua cerveja, pensando no breve momento que passou com o Ghost Rider antes e chegar na cidade.
{thefrenchquarterwitch}:
Davina ainda era nova ali. Havia chegado na cidade fazia um dia, e sequer sabia como estava ali ou o porquĂȘ de estar viva. LĂłgico que estava feliz por estar viva, no entanto ainda estava muito confusa. Estava dividindo o quarto da mansĂŁo com Elena, e no momento andava pela cidade Ă procura de algum lugar para que pudesse se candidatar a um emprego, uma vez que percebeu que nĂŁo podia sair dali, jĂĄ que jĂĄ havia feito a tentativa. âCom licença, vocĂȘ pode me dizer onde fica a loja de discos?â Perguntou para a primeira pessoa que viu, que se encontrava de costas para ela.Â
Por algum motivo, Daisy havia decidido se hospedar no hotel perto da escola onde conseguiu um emprego uma semana antes, provavelmente porque parecia ser um lugar importante para a investigação e seria suspeito entrar e sair sem estar hospedada lĂĄ. Apesar de nĂŁo gostar de toda a movimentação do lugar, ela tentou achar um ponto positivo naquela experiĂȘncia, talvez fizesse amigos que a ajudasse a descobrir o que precisava. Como seu trabalho era perto, ela nĂŁo precisaria da van. Daisy se arrumou e saiu para uma caminhada atĂ© a escola, parando de vez em quando para observar as pessoas e lojas, sempre atenta a qualquer coisa que chamasse atenção. EntĂŁo ela ouviu uma voz feminina atrĂĄs de si, virando-se ela notou uma garota olhando para ela. âOi! Eu sou meio nova na cidade...â Ela fez uma pausa, analisando a garota. âMas acho que essa loja foi uma das que me chamou a atenção, Fica a algumas quadras daqui.â
&& ooc;
Sobre a Daisy pra quem nĂŁo assiste Marvelâs Agents Of S.H.I.E.L.D.
Skye, conhecida como Daisy Johnson (nascida em 02 de julho de 1988, foi descoberta por uma equipe SHIELD na provĂncia chinesa de Hunan, sendo ela mesma um 0-8-4 . A vila inteira e quase duas equipes SHIELD foram mortas tentando protegĂȘ-la. Ela cresceu num orfanato e em diferentes lares adotivos que nunca a mantiveram por muito tempo. Skye se tornou obcecada em encontrar a verdade sobre seus pais e, eventualmente, ela fugiu. Em algum ponto mais tarde na sua vida em seus vinte e poucos anos, ela entrou para a âMarĂ© crescenteâ, um grupo de hacktivistas. Skye passou dois anos vivendo em sua van, usando suas habilidades para revelar dados confidenciais ao pĂșblico. Durante a pesquisa para obter informaçÔes sobre seus pais, no entanto, ela sĂł foi capaz de encontrar sobre eles em um documento com todos os dados Ășteis editados pela SHIELD. Foi entĂŁo que ela teve de se infiltrar SHIELD. Ela fingiu estar relutante quando foi recrutada pela SHIELD, sendo treinada pelo agente Ward(que morreu) e pela Agente May e Ă©(ainda) a protegida do agente Philip Coulson.
Ai gente Ă© muita coisa, ai pera...
Como Skye, ela ajudou a SHIELD de dentro em diversas missÔes contra a HYDRA, projetos como o Centopéia, homens poderosos e maléficos com Ian Quinn e sua empresa Cybertek.
Daisy Ă© uma Inumanos por parte da mĂŁe. Ela acidentalmente passou pelo processo de TerrigĂȘnese, quando ela tentou parar Raina, uma recrutadora da HYDRA, de usar o Divino . Ela entĂŁo desenvolve habilidades sĂsmicas geralmente resultando em terremotos. Ela conhece Lincoln no AfterLife, um lugar onde Inumanos sĂŁo treinados para passar pela terrigĂȘnese e onde Daisy descobre a verdade sobre a mĂŁe, seu nome e origem.
Durante um confronto com o vilĂŁo da HYDRA, HIVE, que habitava o corpo do ex-agente Grant Ward, seu namorado e amigo Lincoln se sacrificou por Daisy, ou assim ela pensa, jĂĄ que apĂłs o contato com um Inumano que dava visĂ”es de morte aos que o tocassem ela viu que um agente da SHIELD morreria. Nos dias seguidos, tudo indicava para Daisy que ela seria quem deveria morrer, ela compartilhou isso com o namorado e no Ășltimo minuto, ele jĂĄ ferido, tomou o lugar dela no Quinjet que levou ele e HIVE para o espaço e explodiu.
Depois do ocorrido, ela nĂŁo voltou Ă SHIELD e decidiu agir por conta prĂłpria, uma das coisas que ela precisou fazer foi assaltar um banco usando seus poderes de Tremor para garantir que a filha do Inumano que tinha visĂ”es, pudesse viver a salvo, cumprindo uma Ășltima promessa que ela fez a ele.
O mais importante, a personagem se encontra na atual temporada, 5ÂȘ, episĂłdio 3 (Que foi o Ășltimo que eu vi).Â
Resumindo, Daisy estava investigando os âfantasmasâ da fĂĄbrica em Los Angeles com o Ghost Rider, mas quando viu que a SHIELD estava envolvida, ela pegou os remĂ©dios que precisava atĂ© se sentir melhor e foi para o prĂłximo lugar que ela achou que seria necessĂĄria. Magefield Beach. EntĂŁo considere assim como a atual versĂŁo Quake dela, a versĂŁo Skye das primeiras 2 temporadas, porque ela era humana na Ă©poca e Ă© isso que ela precisa ser para nĂŁo ser descoberta pelo que quer que esteja afligindo a cidade.
They wonât give up on you.
Female Awesome Meme - [7/10] leading ladies: Daisy Johnson. âBeing different can mean making a difference.â
So you must be a hero.