The law is hard, but it is the law, and I respect that.
EXPECTATIONS

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shark vs the universe

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@oldestlightwood
The law is hard, but it is the law, and I respect that.
barryeallen:
“Deve ter mencionado em algum momento.” Ele deu de ombros, já estava acostumado com as pessoas não entendendo o que ele dizia, principalmente quando envolvia física. Barry percebeu a hesitação de Alec e deixou um sorriso arteiro escapar-lhe pelos lábios. “Eu não costumo ir, mas nem tudo é trabalho, eu poderia aproveitar uma noite com amigos. E me parece que você também.” Disse dando um tapinha no ombro do outro.
Alec engoliu em seco o tapinha que Barry deu e seu ombro, ainda não estava acostumado com toda aquela dinâmica com mundanos, era estranho fingir ser normal em nome da investigação e de encontrar Jace. “Certo, vamos então.” Disse pegando um casaco escuro de dentro do armário. Talvez aquela experiência pudesse lhe dar novas perspectivas de como conseguir informações. “Onde estão os outros?”
daisyljonhson:
“Mundana? Quem diz isso? Oh c’mon! Você parece ter acabado de chegar, precisa de um emprego eventualmente, ou você é do tipo que é sustentado pelos pais? E não, até agora nenhum professor de artes marciais ou algo mais ou menos seguro apareceu pra ocupar a vaga de professor de defesa pessoal da escola.”
“Pessoas não mundanas, obviamente.” Alec bufou levemente irritado mas ainda surpreso com a forma que ela falava com ele. “E como você sabe que eu tenho algum tipo de especialização pra dar aulas? Pelo que eu sei eu poderia ser um serial killer e você está me convidando pra uma escola cheia de crianças numa cidade, diga-se de passagem, nada segura.”
daisyljonhson:
❝Deixa pra lá.❞ Ela inspirou fundo, se ajeitando na poltrona. Acho que desde umas cinco horas, talvez? Não passei a noite em lugar nenhum…❞ Disse cobrindo os olhos do sol, ‘nem dormi na verdade’, murmurou para si mesma.
Alec suspirou e se afundou na poltrona, se virando para fitar Daisy. “Cinco horas? Isso não é nada comum para mundanos pelo que eu saiba, o que esteve fazendo? Algum problema com a mansão?” Perguntou erguendo uma sobrancelha, falhando em não mostrar interesse.
moonlxghtez:
→ “Bom, arrume tempo, porque… Invadir festas universitárias e ainda ganhar dinheiro por isso?… Não me parece má ideia de maneira alguma. Vamos! Você nem tem que entrar se não quiser, apenas me ajude a fazê-lo. Eu sou da universidade, mas pra essa aposta tiraram meu nome da lista.” ←
“Por acaso se eu fizer isso você me deixa em paz? E qual é mesmo o objetivo disso que eu ainda não entendi?”
moonlxghtez:
→ “Para de ser chato. Não é tão problemático assim… Você realmente não precisa cumprir com promessas que não fez, mas poderia ajudar.” ←
“Não me importo para o que você pensa de mim, eu realmente não tenho tempo, tenho uma coisa pra fazer e não inclui te ajudar no— Nem sei o que você vai fazer. Acho que da próxima vez você poderia ter mais cuidado com as suas promessas.”
roxanneisthequeen:
“Com licença. Meus planos são maravilhosos, tá?” Roxy fez um pouco ofendida antes de um sorriso reaparecer em seu rosto. “Qual é. Você só precisa me dar a sua flecha. Eu tenho certeza que vou conseguir acertar a bunda daquele fanfarrão!”
“Que seja, eu não tenho tempo pra isso. Eu estou muito ocupado.” Disse puxando o arco para mais perto de si. “Minhas flechas não tem essa finalidade.”
daisyljonhson:
❝Por favor, me diga que você não esteve aí esperando eu acordar…❞ Ela resmungou, encolhendo-se um pouco na poltrona por causa da luz brilhante em seus olhos. ❝Tecnicamente eu não deveria estar dormindo aqui.❞
“Hm... O que?” Alec desviou o olhar se sentando em outra poltrona do corredor do colégio. “A quanto tempo está aqui? O sol está nascendo agora e você parece ter passado a noite aqui...”
moonlxghtez:
→ “Não é tão ruim… Qual o problema de querer cumprir com essa aposta? Eu preciso da sua ajuda…” ←
“O problema é que eu não tenho obrigação nenhuma de cumprir promessas que eu não fiz e porque tenho mais o que fazer.”
daisyljonhson:
“Ora vamos, não seja ridículo. Você sabe usar essas flechas aí, os alunos precisam de algo para se proteger… Porque não ajudar?“
“Ora que mundana atrevida. Não sei se estou interessado em dar aulas para crianças. Tenho certeza que existem outras formas e outras pessoas que possam ajudar nesse sentido mais do que eu.”
barryeallen:
“Não seja ranzinza, senão esse será seu apelido de anão. Se bem que você está mais pra um gigante. Vamos naquela boate, os outros professores também vão e alguns amigos, a Daisy vai estar lá, sabe…” Barry deu uma piscadela de brincadeira e sorriu. “Algo me diz que você já está reconsiderando.”
“Eu já disse que não entendo metade do que você diz, não é?” Alec franziu o cenho e balançou a cabeça. “Não achei que você fosse em boates Bartholomew, e— “ Se interrompeu quando o outro mencionou a nova colega de trabalho. “Não entendi o que você quis dizer...” Alec disfarçou colocando relutantemente o arco no armário de equipamentos do ginásio. “Talvez, devido ao dia ter sido cansativo, eu resolva aparecer. Talvez.”
kingizzylightwood:
“Alec. É só para eu conseguir mais informações sobre a morte misteriosa do último cadáver que eu estava estudando. Besides, você pode fingir que ele é o Magnus.”
“Esse plano já começou errado, vamos pensar em outra alternativa. Isso não vai dar certo, acredite em mim.”
rottenhxrlys:
“Oh, grumpy face, vai me deixar sozinha nessa?” O cenho da loira se franzira, enquanto ela cruzava os braços sobre o peito. “Vai ser só uma brincadeirinha com o pessoal da mansão, tenho certeza que ninguém vai se incomodar!”
“O que exatamente eu ganho com isso mesmo?” Alec perguntou erguendo uma sobrancelha para a loira. “Não é como se eu não tivesse mais o que fazer e não tenha nada contra o pessoal além de só não ir com a cara da maioria... Mas o que tem em mente?”
character moodboards ➳ alec lightwood
Halloween ⊹ Asylum
ohmyelenagilbert:
ltsybjtsy:
daisyljonhson:
Abrindo os olhos lentamente, balbuciando baixo as palavras, “Onde é que eu estou?” Daisy acordou um pouco atordoada, tonta ela não se lembrava de ter dormido para estar acordando. Não sabia se estava desacordada a muito tempo e de fato agora que tentava recobrar a memória, a morena se lembrou de estar indo para uma festa na danceteria do centro da cidade encontrar alguns amigos para celebrar o Halloween. Agora ela estava num lugar completamente desconhecido, o cheiro era terrível, estava muito escuro e até onde ela pôde perceber as paredes eram de madeira, como num estaleiro ou algo do tipo, nada parecido com o interior da danceteria. Era um lugar horrível e ela não tinha a menor ideia de como viera parar ali, finalmente ela levantou o olhar para o resto do lugar e percebeu que não estava sozinha. Ela não podia deixar de pensar que aquilo se tratava de uma brincadeira de Halloween, aliás de muito mau gosto. Ao longe se escutava uma voz que pela primeira vez fez seus pelos da nuca arrepiarem.
Logo ela começou a repassar seus últimos passos na cabeça, a última coisa de que se lembrava era de se arrumar no hotel e ir para a danceteria, entrar na festa e depois nada. Ela tinha a consciência de que estava bem, ou mais ou menos isso, não era como no hotel, ela tinha seus poderes e isso devia ser útil pra alguma coisa, claro, se usado escondido das outras pessoas que ela não reconheceu. A porta ainda estava fechada então ela esperou os outros perceberem o que estava acontecendo para agir.
@ltsybjtsy, @spiderboyfightingcrime, @ohmyelenagilbert, @oldestlightwood
O objetivo é um: Encontrar os rostos familiares e arrastá-los para um canto, onde pode perguntar, com muito jeito, onde eles estavam esse tempo todo. Sendo assim, é claro, não precisaria se fantasiar para a festa. Provavelmente só ficaria no lugar por pouco tempo. Provavelmente nem sequer chegaria perto do bar. Por culpa das incertezas, decidiu usar seu uniforme. Dizia para si mesma que é só para não se destacar na multidão, porém havia alguns tons de mentira nesse discurso. E se demorasse para encontrá-los? E se ficar com sede?
Quando despertou no lugar escuro, de odor pungente e ar desconhecido, seus instintos ativaram como renovados por um reboot. Tateou as paredes frágeis, decidindo ser melhor levantar-se sem auxílio. “This ain’ Kansas anymore”, sussurrou, enquanto seus olhos se adaptavam à falta de iluminação. Haviam outros ali, e sem saber das suas identidades, Romanoff sacou sua pistola. “Se você não começar a falar, eu vou começar a atirar.”
Elena piscou os olhos algumas vezes, seus sentidos sendo despertados lentamente. A onde estava? Aquele lugar não se parecia nada com a danceteria da cidade. Se lembrava vagamente de ter saído com Roxanne da mansão, deixando que a bruxinha lhe contasse seus planos marotos para a noite de Halloween. As duas estavam animadas para se divertir, apesar da Gilbert ter ficado com um pé atrás, graças aos acontecimentos nada amigáveis na cidade nos últimos meses. Mas, mesmo assim, resolveu deixar suas preocupações de lado naquela noite. Afinal, era Halloween, o feriado mais esperado do ano! Se algo acontecesse, Elena e Roxy seriam as primeiras a deixar o local, graças à sua supervelocidade. Se lembrou de ter trancado a porta do carro e ter olhado para a doppelganger com um sorriso divertido no rosto: “Não faça nada que eu não faria, ok?” Instruiu-lhe enquanto andavam em direção à danceteria.
E então, em questão de segundos, sua visão havia ficado turva. Tudo enegreceu à sua volta e a vampira caiu no chão, desmaiada. E agora estava num corredor estreito, cheio de madeiras, com uma péssima iluminação, sem contar no fedor de mofo pútrido. Levantou o tronco rapidamente e logo percebeu que não estava sozinha. Havia outras silhuetas por perto. Será que Roxanne estava ali? Mas, antes que pudesse chamá-la, seu olhar captou uma silhueta perto de si, apontando uma arma na sua direção. Imediatamente, a Gilbert levantou os braços, como se estivesse se rendendo, tentando permanecer calma. “Calma. Eu sei tanto quanto você. Eu só estou procurando a minha irmã e…” Mas, na mesma hora, pôde-se ouvir um barulho estrondoso vindo de algum lugar por perto, seguido por uma voz desconhecida que parecia cercar o corredor estreito. “Há intrusos por aqui. Podemos dá-los ao Sr. Gluskin. Ratos malditos!” E aquilo fez a vampira se calar na hora, seus olhos se arregalando. Que diabos era aquele lugar e como eles haviam parado ali?! Levou o dedo aos lábios, instruindo às outras silhuetas para ficarem caladas, seu coração batendo rapidamente. Aquilo parecia um filme de terror que havia virado realidade. Não estavam mais em Magefield Beach. E, pelo tom da voz desconhecida, o tal Sr. Gluskin não parecia ser nem um pouco amigável. Precisava achar Roxanne o mais rápido possível e tentar sair dali.
Apertando os olhos, vozes baixas fizeram Alec acordar, levando um segundo para perceber que havia algo muito errado acontecendo. Vá na festa, vai ser legal, você precisa de um pouco de diversão, dissera a irmã a ele. Aquilo não parecia nada divertido a não ser que no final ele pudesse matar algum demônio. Ele se levantou rápido assumindo uma posição de defesa, puxando uma lâmina serafim que trouxera com ele em caso de emergências não mundanas. Ele não sabia onde estava e nem de longe aquilo parecia a danceteria de que se lembrava, o lugar parecia mais antigo e fedia bastante além de ser escuro. Alec analisou seu redor, pegando sua pedra com símbolos enfeitiçados, para clarear o local. Logo ele viu a sombra de uma garota aos poucos acordando e se perguntando onde estava tornar-se mais clara a ponto de poder ver seu rosto, era uma conhecida dele, depois uma outra apontando uma arma para os outros, e mais uma se levantando aos poucos. Parecia que ninguém sabia onde eles estavam e isso não era nada interessante. Milhares de perguntas se formavam em sua cabeça, mas as mais importantes eram onde estava sua irmã Isabelle e como eles iriam sair dali.
Alec abaixou a lâmina apagada que parecia pouco ofensiva para ele já que ainda não a tinha nomeado. “Calma aí, porque você traria uma arma de verdade pra uma festa? Aqui ninguém quer machucar ninguém a não ser que você seja culpada e sabia que isso aconteceria.” Alec falou num tom calmo porém severo, sendo interrompido pelo barulho que veio da escuridão além deles. “Precisamos achar uma saída. Agora.” Disse ele desviando o olhar das paredes para as outras pessoas. “Não gosto nada de estar num perímetro desconhecido.” Murmurou para si mesmo segurando a pedra entre os dedos, diminuindo a luz, aquilo podia denunciar a posição deles.
“Por mais divertido que isso pareça, não.” Alec afirma com uma pitada de desconforto em suas palavras. “Este na verdade é um plano horrível.”