Mas o quê— Nunca mais faça isso de novo!
Foi mal, cara, eu não sabia que você sentia cócegas aí. - riu enquanto tentava se proteger dos tapas do rapaz -

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@damnkaterine
Mas o quê— Nunca mais faça isso de novo!
Foi mal, cara, eu não sabia que você sentia cócegas aí. - riu enquanto tentava se proteger dos tapas do rapaz -
Mas então, o quê acha dessa fantasia para a festa? Ou ficou exagerado demais?
Ahm... Depende do tipo de festa.
C-como assim quando a gente foge não pode pedir ajuda pro pai? Eu vou morar na rua?
Você fugiu?!
NÃO ACREDITO
EU SEMPRE SOUBE! Cientistas descobriram um escudo invisível estilo Star Trek, a milhares de distância da Terra…
É sério isso mesmo?! Caramba! - A garota começou a rir da expressão do amigo, tentou se controlar mas não conseguia parar de rir - Sua expressão é demais, Fernand!
Então, como eu estou ?
Está linda! Mas só falta uma coisinha... - riu e colocou um gorrinho vermelho na cabeça da menina - Prontinho! Agora está cem por cento pronta para celebrar as festas natalinas!
Você é sobrenatural?
Ahm... Esqueça o que eu disse.
Gargalhou levando uma das mãos a face observando-a e logo retribuiu ao toque. - Claro… Sobrenatural? Não, sem problemas
Você não é sobrenatural?
Obrigada. - Sorriu dando uma mordidela na maça. - Vejamos… Uma bruxa maligna. - A olhou por sobre a maça e logo riu. - Não… Você tem aparência de princesa.
Oba, somos duas princesas, já podemos sair por aí reinando num castelo encantado! - riu e bateu high-five com a moça - Mas agora, momento sério, você é sobrenatural, também?
Se não aprendermos a fazer isso viveremos sempre com medo, sempre com a insegurança. Sem confiar em nós mesmo, não é? — ele tentou esboçar um sorriso para acalma-la e assentiu quando ela pediu a ajuda. — Yeap, estou aqui pra ajudar. É o mínimo que posso fazer. E olha… Ruby não gosta muio que a vejam como alguém que precisa de ajuda, sabe? Ela sempre foi muito independente, eu estou tentando ajudar aos poucos. Mas pense só, se você tivesse crescido sozinha e sem conhecimento, acho que também teria medo das pessoas e daquilo que não sabe, uma resistência até. Temos que ter paciência e amabilidade, porque esses sentimentos ela entende e muito bem. — Ele explicou gesticulando enquanto andava pela loja e quando viu a roupinha que ela escolheu levou a mão a boca pra reprimir um risinho, era linda e tão adequada. — Oh meu Merlim, ela é tão linda. E combina tanto com meu Nate, será como dar a ele uma parte de mim, fora meu sangue… e meu zigoto, e… enfim. — ele riu se aproximando da moça e tocando a roupa, que era extremamente macia. — Mas tive uma ideia melhor, por que você não dá pra ele? Acho que ele iria gostar bastante de ser um de nós, mesmo que de mentirinha, e assim pode conhece-lo. O que acha disso? — exclamou um tanto excitante — E sim, é pra isso que… amigos servem — ele disse apertando o ombro dela, parecia que algo surgia naquela loja, e felizmente era um bom começo.
É isso aí. - a garota concordou com um leve sorriso - Eu passei um bom tempo sozinha. Quero dizer, não durante minha vida toda... Mas depois que fomos para Salém, minha vida mudou e passei a vagar sozinha, sem meus pais... E aí descobri que eu tinha um irmão, que veio comigo para essa cidade... - engoliu em seco, tentando não chorar - Mas ele se matou, também. Foi horrível. Desde então, vago sozinha por esse mundo, a solidão nem me afetou mais, de certa forma. Deixou apenas algumas cicatrizes. - suspirou e fechou os olhos que já ardiam - Mas é, acho que podemos ajudar a Ruby. - E abriu um enorme sorriso ao ver a reação do rapaz - Sim, ele vai parecer tão moridível, principalmente com a parte da toquinha que tem as orelhinhas de lobo! - bateu palmas animadamente e deu uns pulinhos, assim que ouviu a resposta do rapaz, seu queixo caiu, como se não acreditasse no que acabara de ouvir - Você acha mesmo que eu devo fazer isso?! Isso será... - ela não conseguia encontrar palavras por estar tão ansiosa e feliz naquele momento - Incrível! Poder conhecer o pequeno Nate! É claro que eu aceito! - E, em resposta ao aperto no ombro, a morena o abraçou, feliz por aquele momento, por ter feito um novo amigo, por conhecer um bebê, por não estar mais se sentindo sozinha. -
Poderia ter resistência a mim, mas somos uma família agora. — lhe ofereceu um sorriso sincero. — Olha, eu também não aceitei quem eu era no começo, acredite… Mas é algo que já não podemos mudar, o melhor é nos acostumarmos e aprender a combater isso nas noites difíceis. Eu e Yu fazemos isso… A Ruby é uma boa pessoa, mas ainda está perdida. Sabe? —tentou explicar e se dirigiu a loja com a moça. — CLaro que pode conhece-lo, ele gosta de pessoas. Sempre dá risinhos — ele assentiu positivamente e seus olhos se escancararam ao notar o lugar, era realmente um paraíso para comprar roupas de recém-nascidos. — OW, quanta roupa. — ele disse impressionado. — Nem sei como te agradecer…
É, eu sei disso, temos que aprender a aceitar e conviver com o que somos, senão, como poderemos viver? - Sorriu fraco, querendo acreditar nas palavras que dissera. Apesar de ser muito determinada e inteligente, ainda não se acostumara com seu novo "eu". Mas pressentia que Fernand a ajudaria e que ela acabara de encontrar um novo e bom amigo. - Você... Poderia me ajudar? E bem, a Ruby, acho que poderíamos tentar ajudá-la também, conversar com ela, eu não sei por que ela está perdida ou o que aconteceu com ela, mas se ela precisa de ajuda para melhorar em algo, bem... Precisa de alguém para guiá-la. - Katherine se sentiu mal pela loba alfa e uma compaixão para com ela. - Sério? Meu Deus, quero conhecê-lo logo mesmo! - Exclamou animada e correu pela loja, procurando por várias roupinhas. Escolheu uma roupinha com uma toquinha de lobo e logo mostrou para o rapaz - Olhe isso! - Disse animada e sorridente - Está tudo bem, é para isso que os amigos servem, certo?
E estou usando do mesmo artificio. - Gargalhou. - Ok… Isso tudo é medo céus, tenho cara de bruxa má? Sempre pensei que tivesse mais a cara de de uma princesa.
É verdade, você parece uma princesa linda e inocente. - concordou, rindo - E o que eu pareço?
Eu que fico feliz por ter ocasionalmente te encontrado Katerine, e por estar me ajudando. Confesso que achei que não gostava muito de mim — disse em tom extremamente baixo, olhando-a de soslaio. — Eu quem espero dar orgulho para ele, porque para mim ele já é um espécime de perfeição. — riu baixo se lembrando da imagem de seu filho. — Gosto de ouvir que sou parecido com ele, mas gostaria mais se fosse parecido com o Spock. — disse dando de ombros e atravessou a rua com ela, olhando de um lado ao outro e acompanhando-a pelo semáforo fechado. — Nathaniel, na verdade. Mas eu o chamo de Nate, acho que combina bem por enquanto que ele é um bebê. E espero que seja tal pai e tal filho, mas que ele seja mais heroico que eu! — disse com determinado pesar.
Está tudo bem, Fernand, por que não gostaria? Eu estava tensa naquele dia, porque até hoje eu luto para se acostumar com o que eu sou, mas não estava com raiva de você, você não me fez nada. Também estou feliz por ter lhe encontrado novamente. - sorriu gentilmente, dizendo no mesmo tom que o rapaz - Spock? Quem é Spock? - coçou a cabeça, ligeiramente confusa - Ele será, acredite. Nate irá ser um menino lindo. Ah, se não se importar, gostaria de poder conhecê-lo, você falou dele com tanto orgulho e com tanto brilho no olhar que agora fiquei curiosa. - Sorriu largamente enquanto os dois entravam na lojinha - Bem, chegamos. Roupinhas de recém-nascidos. - Apontou para as várias roupinhas espalhadas pela loja e soltou um risinho -
Ficaria agradecido com alguma coisa… Estas tal de operadoras ficam ligando e passando mensagens a todo minuto! Além de que não sei mexer em nada do celular…
Está tudo bem, eu posso lhe ajudar com isso. - pegou o celular da mão do rapaz educadamente, pressionando o dedo suavemente sobre a tela e lhe mostrando - Aqui dá para você apagar todas as mensagens... Aqui, as ligações...
Só comendo para saber. - A olhou e riu em seguida, dando uma generosa mordida em sua maça. - Pode ficar tranquila, não sou nenhuma bruxa! - Piscou de modo divertido para ela.
Foi assim que a bruxa malvada enganou a Branca de Neve. - continuou no tom brincalhão, rindo - Mas ok, se tiver envenenada eu sei como tirar o veneno do meu corpo rapidinho... Ok, falando sério agora, pode ficar com a fruta. Eu comi uma dessas há meia hora.
Geralmente as coisas que eu faço são espetaculares. Mas por que não faz comigo, não é tão difícil como parece
Que modesta você, hein? Hm, tudo bem, eu posso tentar fazer uns passos como os seus, mas não garanto que serei tão boa na dança quanto a senhorita.
Então você admite, eu sabia.
Sim, eu realmente admito que aquilo que você fez foi espetacular! Faz de novo?