O que fariam...???

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@daniellemarcus1
O que fariam...???
EPSOSA NAMORANDO
Eu nunca imaginei que chegaria a esse ponto. Sentado na poltrona do canto do quarto, na penumbra, com o coração martelando no peito. As luzes suaves do abajur iluminavam apenas o suficiente para eu ver tudo. Danielle, minha esposa há doze anos, estava de pé diante do espelho, ajustando o vestido curto preto que eu tinha comprado para ela. Seus cabelos castanhos caíam soltos sobre os ombros, e o batom vermelho destacava o sorriso nervoso e excitado que ela me lançava de vez em quando.
— Tem certeza, amor? — perguntou ela pela terceira vez, aproximando-se e passando a mão no meu rosto.
— Tenho — respondi, a voz rouca. Meu pau já latejava dentro da calça só de imaginar.
A campainha tocou. Era ele. Lucas, o cara que ela conheceu no trabalho, alto, musculoso, com aquele jeito confiante que eu nunca tive. Danielle me deu um beijo rápido na boca e foi abrir a porta. Eu permaneci sentado, como combinamos. Sem interferir. Só assistindo.
Eles entraram no quarto rindo baixo. Lucas me cumprimentou com um aceno de cabeça, sem constrangimento. Danielle o puxou pela camisa e o beijou ali mesmo, na minha frente. O beijo começou lento, mas logo ficou faminto. As mãos dele desceram pelas costas dela, apertando a bunda por baixo do vestido. Ela gemeu contra a boca dele, um som que eu raramente ouvia quando estávamos sozinhos.
Sentei-me mais para a frente na poltrona, as mãos tremendo sobre as coxas. Lucas virou Danielle de costas para ele, pressionando o corpo contra o dela. Puxou o zíper do vestido devagar, revelando o sutiã de renda preta e a pele macia que eu conhecia tão bem. Ele beijou o pescoço dela enquanto tirava o vestido completamente, deixando-a só de lingerie e salto alto.
— Ela é linda pra caralho — murmurou Lucas, olhando para mim como se pedisse permissão.
— É sim — respondi, quase sem voz.
Danielle virou o rosto para mim, os olhos brilhando de tesão. — Olha pra mim, amor... — sussurrou.
Lucas desceu o sutiã, expondo os seios dela. Chupou um mamilo com vontade, depois o outro, enquanto a mão dele deslizava para dentro da calcinha. Danielle arqueou o corpo, gemendo mais alto. Os dedos dele entravam e saíam devagar, molhados, fazendo barulhinhos obscenos que enchiam o quarto. Eu abri o zíper da calça sem conseguir me controlar, pegando meu pau duro na mão.
Ele a colocou de quatro na cama, de frente para mim. Tirou a calcinha dela e se ajoelhou atrás. Vi o pau dele — grosso, maior que o meu — roçando na entrada molhada da minha esposa. Danielle olhou nos meus olhos.
— Quero ele dentro de mim... — pediu, quase suplicando.
Lucas empurrou devagar. Eu vi cada centímetro desaparecer dentro dela. Danielle soltou um gemido longo, os olhos semicerrados de prazer. Ele começou a meter com ritmo, segurando os quadris dela. O som de pele contra pele era hipnótico. Os seios dela balançavam a cada estocada, e ela não parava de me olhar.
— Tá gostoso? — perguntei, masturbando-me devagar.
— Tá... tão fundo... — respondeu ela entre gemidos. — Ele me enche toda, amor...
Lucas acelerou, segurando os cabelos dela com uma mão. O corpo dela tremia. Eu via o pau dele entrando e saindo, brilhando com os sucos dela. Danielle gozou primeiro, gritando, o corpo convulsionando. Lucas não parou. Continuou metendo forte até que, com um grunhido, ele gozou dentro dela, enchendo-a.
Eles ficaram ali, ofegantes. O sêmen dele escorria pelas coxas de Danielle quando ele saiu de dentro. Ela me olhou, o rosto corado, e sorriu.
— Vem aqui, amor... — chamou, estendendo a mão.
Eu me levantei, pau ainda duro, e fui até eles. O jogo estava só começando.
Meu Marido me Exibindo no Telegram
by; @daniellemarcus1
Eu estava deitada no sofá verde, só com aquela camisola fininha de bolinhas, sem nada por baixo. Meu marido, sentado ao meu lado, sorria enquanto pegava o celular.
— Tá pronta, Dani? — perguntou ele, a voz já rouca de tesão.
Eu mordi o lábio e fiz o coraçãozinho com as mãos, sorrindo pra câmera. O flash disparou. A foto ficou perfeita: meus peitos marcando no tecido transparente, os biquinhos duros, a camisola subindo pelas coxas grossas. Ele abriu o Telegram na hora e criou um grupo só com alguns amigos bem selecionados. Colou a foto e escreveu:
“Olha como minha esposa tá hoje… sem calcinha e sem sutiã. Querem ver mais?”
Os primeiros comentários não demoraram:
“Caralho, que delícia… manda mais!”
“Tá molhadinha já, Dani?”
“Mostra a buceta pra gente, vai…”
Meu marido riu baixinho e olhou pra mim.
— Eles estão loucos por você. Abre as pernas um pouco.
Eu obedeci, sentindo um calor subir pelo corpo. Ele tirou outra foto: minhas coxas abertas, a camisola quase não cobrindo mais nada. A xota lisinha e já brilhando de excitação aparecia levemente através do tecido fino. Ele enviou. O grupo explodiu.
“Porra, que buceta linda…”
“Quero ver ela abrindo…”
“Deixa ela sentar na cara de um de nós…”
Meu marido passou a mão na minha coxa, subindo devagar até tocar minha boceta molhada.
— Tá vendo o que você causa neles? — sussurrou ele enquanto me acariciava. — Quer que eu mande um vídeo agora? De você gemendo enquanto eu te como?
Eu gemi baixinho, já excitada demais.
— Manda… — respondi, a voz tremendo. — Mostra pra eles como eu fico quando você me fode gostoso.
Ele ligou a câmera do celular. Eu continuei fazendo coraçãozinho com as mãos, sorrindo pra lente enquanto ele afastava minhas pernas e começava a gravar devagar, subindo a camisola até minha cintura.
— Fala pra eles, Dani… — ordenou ele.
Eu olhei direto pra câmera, ofegante: — Ei machos… tô sem calcinha e sem sutiã… meu marido tá me exibindo pra vocês… querem ver ele me comer agora?
O vídeo foi enviado. Os áudios e mensagens começaram a chegar sem parar:
“Caralho, que safada…”
“Deixa ele meter fundo…”
“Quero ouvir ela gemendo nosso nome…”
Meu marido sorriu, tirou o pau duro pra fora e posicionou entre minhas pernas.
— Então vamos dar um show pra eles…
E enquanto ele entrava devagar em mim, gemendo alto, o Telegram não parava de vibrar com mais machos babando pela esposa dele sendo exibida como uma vadia safada
Enviado ao Te Contos por @daniellemarcus1
Minha primeira vez traindo meu marido (2026)
By; Virginia
Ola a teContos, eu não sou tão boa em relatar algo, esse é a minha primeira vez transcrevendo algo então desculpa os erros e se não esta tão bem escrito, melhorarei prometo.
Eu me chamo Virginia, sou uma mulher de 38 anos, casada há 23 anos e muito feliz. Fui criada dentro de uma conduta onde a mulher deveria ser fiel ao seu marido, ser de um único homem e assim por diante.
Mas com o passar dos anos de casada eu fui mudando minha cabeça, e no começo desse ano fiz um perfil em um site de relacionamento, e fiz sem acreditar que um dia poderia encontrar alguem que viesse a despertar algo em mim.
Começou a chegar muitos e-mail e nem a todos eu respondia, até que chegou um e-mail despertou me interesse em responder, e começamos a nos corresponder por varios dias, até que um dia resolvi pedi o numero do celular deste amigo virtual, tomei coragem liguei conversamos por 30 minutos mais ou menos, ele tinha uma linda voz e começou a cobrar para nos conhecermos e eu muito envergonhada de tudo o que estava acontecendo arrumava mil desculpas e assim foi o primeiro contato onde ouvi a voz dele.
Alguns dias depois dessa conversa ele disse para eu dar um jeito de arrumar um tempo para nos conhecermos, pensei e e disse que daria poderiamos nos ver no dia seguinte, fiquei com medo de ir a um local publico, poderia alguém me conhecer e como eu ficaria sendo casada estar com outro homem?!
Resolvemos que o melhor locar seria ir a um motel, não teria local mais seguro e marcamos um local para ele me pegar, ele me pegou bem perto, quando entrei no carro dele ficamos muito sem graça os dois afinal não nos conheciamos ele era muito bonito, um belo corpo, muito bonito mesmo, me senti até feia perto dele.
Chegamos ao motel ele abriu a porta do quarto sentamos na cama e começamos a conversar, falavamos de tudo, ele me perguntava o porque de eu querer conhecer alguém e assim por diante, ficamos conversando por muito tempo, quando de repende ele olha para mim e me dá um beijo na boca me pegou desprevenida, não esperava aquilo, mas gostei e respondi ao beijo dele
Começamos a nos beijar, quando ele me deita na cama e os beijos continuaram ele em cima de mim, me beijando loucamente, eu estava de vestido foi facil para ele descer e ficar beijando meu seios, e eu estava adorando ser beijada por ele, ele era pesado sentia todo aquele peso em cima de mim, quando ele se levantou e tirou a camisa e notei aquele peito cabeludo muito bonito, fiquei mais molhadinha do que ja estava, ele terminou de tirar meu vestido fiquei só de calcinha e ele de cueca, nunca havia sentindo tanto tesão como estava sentindo.
Foi quando resolvi aproveitar a situação tirei a cueca dele e vi o tamanha do pau fiquei com mais tesão ainda, ele tirou minha calcinha e começamos a nos chupar loucamente, quando ele me vira e vem em cima de mim com o pau parecendo uma pedra de tão duro que estava, ele encostou a cabeça na portinha da minha buceta e começou a esfregar e o meu tesão ja estava a mil quando começou a enfiar aquele pau enorme em minha buceta me apertando, a cada centimetro que entrava queria que enfiasse mais, não acreditava no que estava acontecendo.
E ele para judiar enfiava de pouquinho em pouquinho, quando senti todo aquele pau todo enfiado em minha buceta comecei a mexer loucamente e ele me fudendo maravilhosamente, enfiava com toda a forca que tinha e eu urrava de tesão, era muito grande o pau dele e era tudo aquilo que queria sentir.
Depois de uns 30 minutos com ele fudendo minha buceta por cima de mim, me colocou de quatro na cama e começou a fuder minha buceta por traz na posição que eu mais adoro, cada enfiada que ele dava era uma gemida de tesão, até então só ele estava me fudendo..
Foi ai que ele foi me deitar novamente dei um jeito e quem deitou ele foi eu, e comecei a chupa aquele pau enorme, foi ai que realmente vi o tamanho que tinha aquele pau delicioso, engolia ele com tanto tesão que nunca havia sentindo antes, ele sabia fuder muito bem ficamos ali no motel por 2 horas mais ou menos sem parar um só minuto, quando resolvi falar que precisava ir embora, pois afinal meu marido poderia desconfiar.
Fomos embora e ele me deixou em casa, perto de chegar em casa passei pro banco de tras, assim achariam que era uber. Cheguei em casa e o meu marido ao me ver me disse;
– que cara de satisfeita que vc esta.
Sorrir e disse que estava feliz em o ve-lo, entrei para o banheiro e fui tomar um bom banho e lavar bem a minha buceta para dar um pouco pro meu marido, pois estava com muito tesão.
Hoje ainda arrumo tempo para trepar com esse amigo...
Enviado ao Te Contos por Virginia
Su cara de placer cuando hace trabajo extra tu mujer
Nós precisamos fazer isso
Liberdade
Sem dúvida alguma!!!
Caralho que delícia
DUVIDEI, ELA ME SURPREENDEU. Parte 1
Eu sempre fui um pouco ciumento. Dani é linda demais: 32 anos, corpo curvilíneo, pele morena clara, cabelo castanho ondulado que cai até os ombros, e um sorriso que desarma qualquer um. Moramos em São Paulo, no bairro de Pinheiros, e ela sempre foi fiel... ou pelo menos era o que eu achava.
Naquela sexta-feira chuvosa, eu duvidei. Ela disse que ia sair sozinha pra "encontrar uma amiga" num barzinho em Vila Madalena. Vestiu um jeans justo que marcava a bunda empinada, uma blusa decotada preta que deixava os seios generosos quase saltando, e um salto alto que fazia as pernas dela parecerem infinitas. Quando perguntei se eu podia ir junto, ela sorriu, me deu um beijo rápido e disse:
— Relaxa, amor. É só um papo de meninas. Volto cedo.
Mas eu não relaxei. Fiquei em casa, roendo as unhas, imaginando o pior. E se ela estivesse mentindo? E se tivesse encontrado alguém? Meu pau até endureceu um pouco com o ciúme misturado a uma excitação doentia enquanto eu fantasiava ela sendo tocada por outro homem.
Passaram-se duas horas. Três. Nada de mensagem. Meu celular ficou mudo.
Quase meia-noite, ouvi a chave na porta. Dani entrou, o cabelo um pouco bagunçado, as bochechas coradas, o cheiro de álcool e algo mais... perfume masculino? Ela tirou os sapatos e veio na minha direção com um sorriso safado que eu raramente via.
— Oi, amor — disse ela, voz rouca. — Sentiu minha falta?
Eu me levantei, coração acelerado.
— Cadê a amiga? Por que demorou tanto?
Dani riu baixinho, aproximando-se. Ela colocou a mão no meu peito e me empurrou de volta pro sofá. Sem dizer nada, começou a abrir o botão do jeans dela devagar, descendo o zíper. O jeans escorregou pelas coxas grossas, revelando uma calcinha preta de renda... completamente encharcada.
— Eu não fui encontrar amiga nenhuma — confessou ela, mordendo o lábio inferior. — Saí sozinha porque queria te surpreender. Fui pra um bar... e deixei um cara me paquerar.
Meu estômago deu um nó. Ciúme puro. Mas meu pau traiu, ficando duro como pedra dentro da calça.
Ela continuou, tirando a blusa e deixando os seios livres — os mamilos escuros já duros.
— Ele era alto, forte... mãos grandes. Dançamos um pouco. Ele me encostou na parede do fundo do bar, onde ninguém via direito. Subiu a mão pela minha coxa... assim.
Dani pegou minha mão e guiou até a coxa dela, subindo devagar até a calcinha molhada. Os dedos dela estavam quentes.
— Ele me tocou por cima da calcinha primeiro. Eu fiquei molhada na hora. Depois enfiou os dedos dentro... dois dedos grossos, fodendo minha buceta devagar enquanto a música tocava alto. Eu quase gozei ali, encostada na parede, com gente em volta.
Ela tirou a calcinha, mostrando a buceta inchada, brilhando de excitação. Sentou no meu colo, roçando a abertura molhada no meu pau ainda dentro da calça.
— Eu deixei ele me levar pro banheiro do bar. Ele me virou de costas, abaixou meu jeans até os joelhos e meteu tudo de uma vez. Era grosso... maior que o seu. Ele me fodeu forte, segurando meus quadris, batendo fundo enquanto eu mordia o braço pra não gritar.
Dani abriu minha calça, pegou meu pau duro e começou a masturbar devagar, olhando nos meus olhos.
— Ele gozou dentro de mim. Bem fundo. Eu senti cada jato quente enchendo minha buceta. Depois ele saiu e eu voltei pra casa... com a porra dele ainda escorrendo pela minha perna.
Ela se levantou um pouco, posicionou a buceta sobre meu pau e desceu devagar, engolindo tudo. Estava escorregadia, quente, e eu juro que senti algo diferente... mais molhado, mais usado.
— Goza dentro de mim agora, amor — sussurrou ela, rebolando devagar. — Goza misturando com a dele. Eu quero que você sinta o que eu fiz hoje... só pra te deixar louco de ciúme e tesão.
Eu não aguentei. Segurei a bunda dela com força e meti pra cima, fodendo ela com raiva e desejo. Dani gemeu alto, unhas cravando no meu peito.
— Eu adorei... — confessou entre gemidos. — Adorei ser uma vadia por uma noite. E agora você vai gozar sabendo que sua esposa saiu sozinha e voltou cheia de porra alheia.
Gozei forte, explodindo dentro dela, misturando tudo. Dani gozou logo depois, corpo tremendo, buceta apertando meu pau enquanto ela sorria satisfeita.
Quando terminamos, ela deitou no meu peito e sussurrou:
— Da próxima vez... quer que eu grave pra você ver
CONFLITOS DA MINHA MENTE.
Meu nome é Fabrício. Sou evangélico há mais de quinze anos, casado com a Manu desde 2018. Ela é aquela mulher que todo mundo na igreja elogia: voz doce no louvor, vestido longo, sorriso discreto, cabelo liso caindo até a cintura. “Que mulher de Deus”, diziam as irmãs. Eu sempre concordava, orgulhoso.
Estávamos passando uns dias na casa da tia da Manu, em Ponta da Fruta, Vila Velha. A casa era simples, de muro baixo, quintal grande. O primo dela, o Lucas, tinha vindo ajudar com uns consertos. Ele é mais novo, corpo definido, tatuagem no braço e aquele jeito descontraído que eu nunca tive.
Eu e a Manu dormíamos no quarto dos fundos. Lucas ficava no sofá-cama da sala.
Foi na segunda noite.
Acordei com um barulho baixo vindo do nosso próprio quarto. Um som molhado, ritmado, acompanhado de sussurros. Meu coração acelerou. Olhei pro lado e a cama estava vazia. A Manu não estava ali.
Levantei devagar, descalço, e segui o som. A porta do quarto estava entreaberta, a luz fraca do abajur aceso. Empurrei devagar, só o suficiente pra ver.
Manu estava de joelhos no chão, entre as pernas do Lucas, que estava sentado na beirada da nossa cama. A camisola dela estava aberta no peito, os seios pequenos e firmes pra fora. A boca dela envolvia o pau do primo, chupando com vontade. Subia e descia devagar, a língua girando na cabeça grossa, fazendo barulho de saliva. Uma das mãos dela segurava a base, masturbando enquanto chupava.
Lucas tinha a mão no cabelo dela, guiando o ritmo, mas sem forçar. Ele olhava pra baixo com um sorrisinho safado.
“Caralho, Manu... você chupa tão gostoso... sua boca é quente pra porra.”
Ela tirou o pau da boca por um segundo, babando, os olhos brilhando de tesão. A voz dela saiu baixa, quase um gemido:
“Shhh... fala baixo... o Fabrício tá dormindo ali do lado.”
Lucas riu baixinho:
“E mesmo assim você veio me chupar no quarto dele? Safada...”
Manu lambeu toda a extensão do pau dele, da base até a cabeça, antes de enfiar de novo na boca, mais fundo dessa vez. Ela gemia baixinho enquanto chupava, como se estivesse com fome. Eu via a saliva escorrendo pelo queixo dela, pingando nos seios.
Eu fiquei parado na porta, no escuro do corredor, sem conseguir me mexer. Minhas pernas pareciam presas no chão. Meu pau endureceu na hora dentro da cueca, latejando. Era uma mistura estranha: choque, dor no peito, vergonha... e um tesão absurdo que eu nunca tinha sentido na vida. Minha esposa evangélica, de joelhos, chupando o primo com aquela vontade toda, no nosso quarto de viagem.
Manu acelerou o movimento da cabeça, chupando mais rápido, mais molhado. Lucas segurou o cabelo dela com mais força e sussurrou:
“Tô quase... engole tudo, vai...”
Ela não tirou a boca. Pelo contrário, enfiou mais fundo, gemendo abafado. Lucas grunhiu baixo e gozou. Eu vi o corpo dele tensionar, os músculos da barriga marcando. Manu ficou ali, engolindo tudo, os olhos semicerrados de prazer. Algum sêmen escorreu pelo canto da boca dela quando ela finalmente tirou o pau, lambendo a cabeça pra limpar.
Depois ela se levantou, ajeitou a camisola, deu um beijo rápido na boca do Lucas e sussurrou:
“Amanhã de novo, tá? Quando ele for pra praia.”
Lucas sorriu e passou o dedo no canto da boca dela, limpando o resto.
Eu voltei pro corredor rápido, o coração disparado. Quando ela voltou pro quarto, eu já estava deitado, fingindo dormir. Ela deitou ao meu lado, o cheiro de sexo ainda na boca e nas mãos. Meu pau continuava duro, latejando dolorosamente.
Fiquei a noite toda acordado, olhando pro teto.
Não sei o que fazer.
Parte de mim quer confrontar ela, gritar, terminar tudo. Como ela pôde fazer isso? No nosso quarto? Com o primo? Uma mulher que louva a Deus todo domingo...
Mas outra parte, bem maior e mais forte do que eu imaginava, ficou excitada pra caralho com a cena. Ver ela de joelhos, chupando com tanto desejo, engolindo tudo... aquilo mexeu comigo de um jeito que eu não consigo explicar. Fico imaginando se ela faria de novo. Se eu pudesse ver mais uma vez, escondido...
Não sei se termino com ela ou se deixo pra ver outras vezes. Só sei que, desde aquela noite em Ponta da Fruta, toda vez que fecho os olhos, vejo a Manu de joelhos no nosso quarto, boca cheia do pau do primo.
E meu pau endurece de novo.
Dançando com outros para excitar o Marido.
by: @daniellemarcus1
Era uma noite quente de sexta-feira em Cariacica, o tipo de calor que faz a camisa grudar nas costas antes mesmo de você entrar no salão. O forró tava rolando solto no Rancho do Boi, aquele som pesado de zabumba, triângulo e sanfona enchendo o ar, misturado com cheiro de cerveja gelada e perfume barato.
Eu cheguei segurando a mão da Dani, mas ela já tava com aquele brilho no olhar que eu conheço bem demais. Vestidinho florido colado no corpo, cabelo solto balançando, batom vermelho que parecia gritar “me olha”. Quando a gente entrou, vários pares de olhos se viraram na direção dela. Sempre acontece.
-“Vou pegar uma cerveja pra gente, amor?”, perguntei, tentando manter o controle da noite.
- “Pode ir, eu fico aqui dançando um pouquinho enquanto você volta”, ela respondeu com aquele sorrisinho safado, já mexendo o quadril no ritmo da música que tava começando.
Voltei com as long necks geladas na mão e já vi a cena que, no fundo, eu sabia que ia acontecer — e que, de algum jeito torto, eu queria que acontecesse.
Dani no meio do salão, dançando agarradinha com um cara alto, moreno, camisa xadrez aberta no peito. Ele segurava firme na cintura dela, puxando pro lado, soltando, girando. Ela jogava a cabeça pra trás rindo, o cabelo voando, o corpo acompanhando cada pisada dele como se os dois tivessem ensaiado a vida inteira. O vestido subia um pouco nas coxas a cada rebolada mais forte, e ela nem se importava.
Eu fiquei encostado na pilastra, tomando a cerveja devagar, sentindo aquele misto quente de ciúme, tesão e orgulho esquisito que só quem vive isso entende. Ela olhou na minha direção por um segundo, nossos olhos se cruzaram. Ela mordeu o lábio inferior de leve, como quem diz “tá gostando do show, né?”, e voltou a se entregar na dança.
Depois veio outro. Esse era mais magrinho, mas dançava bem pra caralho. Estilo pé-de-serra puro, pisada seca, giros rápidos. Dani acompanhava tudo, rindo alto quando ele fazia ela rodar várias vezes seguidas. As mãos dele desciam um pouco mais nas costas dela, quase na bunda, e ela deixava. Deixava mesmo. Às vezes virava de costas, rebolava encostando nele, e olhava pra mim de novo — direto nos olhos —, como se estivesse me entregando um recado silencioso:
-“Isso é pra você também”.
A noite seguiu assim. Um depois do outro. Uns dançavam mais agarrado, outros mais solto, mas todos com aquela cara de quem não acreditava na sorte de ter a Dani nos braços por algumas músicas. E ela? Ela dançava como se fosse a dona do pedaço, dona do som, dona dos olhares, dona de mim.
Em algum momento ela voltou pra perto de mim, suada, ofegante, o rosto iluminado. Pegou a cerveja da minha mão, deu um gole longo, me entregou de volta e falou bem pertinho do meu ouvido, com a voz rouca de tanto gritar e rir:
- “Tá com ciúminho, meu corno?” Eu só sorri, puxei ela pela cintura e respondi baixinho:
- “Tô é louco pra te ver dançar mais um pouquinho…”
Ela riu, me deu um beijo rápido na boca, ainda com gosto de cerveja e suor, e voltou pro meio do salão. A zabumba bateu mais forte, e lá foi ela de novo — rebolando, girando, sendo desejada por todos aqueles homens… e sabendo que, no final da noite, era pra mim que ela ia voltar. E era exatamente assim que eu queria
Enviado ao Te Contos por @daniellemarcus1
Se Exibindo Na Praia.
by; @daniellemarcus1
Era um fim de tarde quente em Aracruz. A praia de Coqueiral estava quase vazia, só o barulho das ondas quebrando e o vento balançando os coqueiros. Minha esposa, a Dani, estava linda pra caralho: biquíni fio-dental preto que mal cobria os mamilos durinhos e a bucetinha depilada. O corpo bronzeado brilhava de óleo de coco. Eu fingia que dormia na canga, mas observava tudo. Um coroa bem conservado, uns 55 anos, cabelo grisalho, corpo forte de quem malha, se aproximou caminhando pela areia. Ele parou perto da gente, sorrindo com aquele jeito experiente.
— Que tarde linda, né? — disse ele, olhando descaradamente pro corpo da Dani.
Ela sorriu de volta, mordendo o lábio. Em menos de cinco minutos os dois já estavam conversando como se se conhecessem há anos. Eu continuei “dormindo”, de óculos escuros, mas com o pau já começando a endurecer dentro da sunga.
O coroa se sentou na canga ao lado dela. A mão dele logo subiu pela coxa bronzeada da Dani, subindo devagar até o biquíni. Ela abriu as pernas um pouquinho, deixando ele sentir o calor da buceta por cima do tecido fino.
— Sua mulher é uma delícia... — murmurou ele pra mim, sabendo que eu tava acordado.
Dani riu baixinho e puxou o coroa pra mais perto. Eles se beijaram ali mesmo, língua no meio, enquanto ele apertava os peitos dela por cima do biquíni. Ela desceu a mão e sentiu o volume na bermuda dele — um pau grosso, já duro.
Sem dizer mais nada, ela se levantou, pegou a mão do coroa e o levou um pouco mais pra trás, onde os coqueiros faziam uma sombra discreta, mas ainda dava pra ver o mar. Eu segui devagar, sentando numa pedra perto. Dani se ajoelhou na areia, puxou a bermuda do coroa pra baixo e soltou um gemido de surpresa e tesão quando viu aquela rola grande, veia grossa, cabeça rosada. Ela lambeu da base até a ponta, devagar, depois engoliu fundo, chupando com vontade, babando tudo enquanto o coroa gemia e segurava o cabelo dela.
— Que boca gulosa, porra... — grunhiu ele.
Depois de uns minutos de boquete caprichado, ele a levantou, virou de costas e puxou o fio-dental pro lado. A buceta da Dani já tava molhada, brilhando. O coroa cuspiu na mão, passou na rola e enfiou devagar, mas firme. Ela gemeu alto quando ele entrou inteiro.
Ele começou a meter forte, segurando a cintura dela, batendo a barriga contra a bunda redonda. O barulho molhado da foda se misturava com o som das ondas. Dani rebolava pra trás, pedindo mais:
— Me come, vai... mete tudo nessa buceta…
Eu assistia de perto, punhetando devagar, vendo o pau do coroa entrar e sair brilhando dos sucos dela. Ele metia cada vez mais rápido, apertando os peitos da Dani, beliscando os bicos.
Não demorou muito. Dani gozou primeiro, tremendo, apertando a rola dele com a buceta. O coroa deu mais umas estocadas brutas e gozou dentro, enchendo ela de porra quente, gemendo rouco. Quando ele tirou, um fio grosso de sêmen escorreu pela coxa da Dani. Ela se virou, sorriu pra mim com cara de safada e falou:
— Vem cá, amor... limpa pra mim.
Eu me aproximei e lambi tudo, enquanto o coroa ainda assistia, pau meio duro, satisfeito. O sol já estava se pondo quando voltamos pra canga, como se nada tivesse acontecido. Mas a buceta da Dani ainda pingava lembrança do coroa.
Enviado ao Te Contos por @daniellemarcus1
Conto real e de nossa autoria
DANDO PARA UM MOTORISTA DE UBER
Era uma noite quente em São Paulo, daquelas que a gente sai de saia curta e sem sutiã só pra sentir o vento na pele. Eu, Dani, tinha bebido um pouco a mais na balada e chamei um Uber pra voltar pra casa. O app mostrou que o motorista era o “Rafael” — 38 anos, foto de um cara moreno, barba bem feita e olhar intenso.
Quando o carro preto parou, abri a porta de trás e entrei. Ele me olhou pelo retrovisor e sorriu de canto:
— Boa noite, Dani. Tá tudo bem?
— Tá sim... só calor pra caralho — respondi, já abrindo um pouco mais as pernas pra me ajeitar no banco.
A saia subiu sozinha nas coxas. Eu não fiz questão de descer. Pelo retrovisor vi que ele percebeu. O carro começou a andar e o silêncio ficou pesado, cheio de tesão.
Depois de uns dez minutos, ele quebrou o gelo:
— Você tá cheirosa pra porra... perfume bom.
Eu ri baixinho, mordendo o lábio.
— Quer sentir de perto?
Ele olhou pra mim de novo, dessa vez mais demorado. O carro entrou numa rua mais escura, perto do meu bairro. Eu já estava molhada só de imaginar.
— Para o carro num lugar mais reservado — falei, a voz rouca.
Rafael não pensou duas vezes. Entrou numa rua sem saída, atrás de uns prédios em construção, desligou o motor e as luzes internas. O silêncio ficou ainda mais gostoso.
Eu passei pro banco da frente, sentando no colo dele sem cerimônia. A saia subiu toda e ele sentiu na hora que eu não estava de calcinha.
— Caralho, Dani... você veio preparada — gemeu, já passando as mãos grandes nas minhas coxas.
Beijei ele com vontade, língua molhada, enquanto abria o zíper da calça dele. O pau pulou pra fora, grosso, quente e já babando pré-gozo. Eu segurei ele com força, subindo e descendo a mão devagar.
— Quero ele dentro de mim — sussurrei no ouvido dele.
Rafael reclinou o banco um pouco, segurou minha cintura e me desceu devagar no pauzão dele. Entrei sentindo cada centímetro me abrindo. Soltei um gemido alto quando ele me encheu toda.
— Que buceta apertada e molhada... — ele rosnou, mordendo meu pescoço.
Comecei a cavalgar devagar no começo, sentindo ele bater fundo. Depois fui acelerando, quicando gostoso no colo dele. O carro balançava todo. Ele segurava minha bunda com força, abrindo minhas nádegas e metendo pra cima com vontade.
— Me fode, Rafael... me usa como sua putinha do Uber — pedi, gemendo sem vergonha.
Ele perdeu o controle. Me virou de lado no banco, uma perna minha pra cima, e começou a socar forte, rápido, fundo. O barulho molhado da minha buceta ecoava no carro. Eu gozei pela primeira vez gritando, apertando ele por dentro.
Rafael não parou. Continuou metendo até me fazer gozar de novo, dessa vez jorrando na mão dele. Só então ele puxou o pau e gozou forte em cima da minha barriga e peitos, jatos grossos e quentes.
Ficamos ofegantes por uns minutos. Ele limpou minha pele com um lenço, sorrindo safado.
— Quer que eu te leve pra casa... ou quer mais uma rodada no banco de trás?
Eu sorri, já sentindo o pau dele endurecendo de novo contra minha coxa.
— Leva pra casa... mas sobe comigo. A noite ainda tá só começando
NOITE QUENTE
Era uma noite abafada em Cariacica, o ar pesado de suor, cerveja e tesão acumulado. O Rancho do Boi pulsava com o forró mais sujo, aquele que faz o chão tremer e as coxas se apertarem. Eu entrei segurando a mão da Dani, mas já sentia o calor subindo pela minha espinha só de ver como ela se movia antes mesmo da música começar.
Vestidinho florido curto demais, sem sutiã — dava pra ver os bicos dos peitos marcando o tecido fino toda vez que ela respirava fundo. O batom vermelho escorria um pouco nos cantos da boca de tanto que ela umedecia os lábios com a língua. Quando a gente pisou no salão, o cheiro dela — perfume doce misturado com o calor do corpo — já estava me deixando duro dentro da calça.
“Pega uma cerveja pra gente, amor?”, ela pediu com a voz melosa, já rebolando devagar no lugar, os quadris desenhando círculos lentos que faziam o vestido subir perigosamente.
“Já volto”, respondi, mas minha voz saiu rouca. Sabia que não ia demorar nem dois minutos pra ela estar nos braços de outro.
Voltei com as long necks pingando gelo e encontrei exatamente o que meu pau queria ver: Dani colada num cara alto, pele morena brilhando de suor, camisa aberta mostrando o peito definido. Ele segurava ela pela cintura com as duas mãos grandes, dedos abertos possessivos, puxando o corpo dela contra o dele a cada batida da zabumba. Ela jogava a cabeça pra trás, pescoço exposto, gemendo baixinho no ritmo da música — ou talvez não fosse só a música. O vestido subia nas coxas grossas a cada rebolada forte, revelando a calcinha preta minúscula que mal cobria nada. Ele desceu uma das mãos devagar, quase na curva da bunda, e ela arqueou as costas, empinando mais, deixando ele apertar.
Eu encostei na pilastra, a cerveja gelada na mão tremendo um pouco. Meu pau latejava contra o zíper, latejava forte. Ela olhou pra mim por cima do ombro dele. Nossos olhos se encontraram. Ela mordeu o lábio inferior devagar, passou a língua por cima, e piscou — um recado claro: “Olha o que ele tá fazendo comigo… e olha como eu tô gostando”.
Depois veio outro. Esse era mais magro, mas dançava com uma pegada feroz. Girava ela rápido, puxava de volta, colava o corpo inteiro. Dani virou de costas pra ele, rebolou devagar, encostando a bunda redonda bem no volume da calça dele. Eu vi o cara fechar os olhos e morder o próprio lábio, as mãos descendo pelas laterais das coxas dela, subindo por dentro do vestido até quase encostar na calcinha. Ela deixou. Deixou ele roçar os dedos na borda da renda, deixou ele sentir o calor úmido que eu sabia que já estava escorrendo ali. E o tempo todo ela olhava pra mim, olhos semicerrados, boca entreaberta, respirando pesado. Era como se cada toque dele fosse uma punhalada de tesão direto no meu peito — e direto no meu pau.
Mais um. Esse era mais ousado. Dançava agarradinho, rosto colado no pescoço dela, boca roçando a pele suada. Eu vi a língua dele lamber devagar a curva do ombro, vi ela fechar os olhos e soltar um gemidinho que quase se perdeu na música. As mãos dele apertavam a bunda dela por baixo do vestido, amassando a carne, puxando pra cima. O tecido subiu tanto que dava pra ver metade da bunda dela, a calcinha enfiada no rego, molhada o suficiente pra brilhar sob as luzes coloridas. Ele roçava o pau duro contra ela por trás, simulando as estocadas da dança, e Dani rebolava mais forte, quicando devagar, como se estivesse cavalgando ali mesmo, no meio do salão.
Eu não aguentava mais. Meu pau doía de tanto tesão contido, a cueca já molhada na frente. Ela voltou pra mim depois de mais uma música, o corpo inteiro brilhando de suor, o cabelo grudado no pescoço, o vestido amarrotado e torto, revelando um seio quase inteiro. Cheirava a homem, a sexo interrompido, a desejo alheio.
Pegou a cerveja da minha mão, deu um gole lento, deixou um fio escorrer pelo queixo e pingar no decote. Chegou bem perto, colou o corpo suado no meu, roçando a coxa na minha ereção dolorida.
“Tá sentindo, corno?”, sussurrou no meu ouvido, voz rouca, quente. “Tá sentindo como eles me deixam molhada pra você?”
Ela pegou minha mão e levou até entre as pernas dela, por baixo do vestido. Os dedos escorregaram na calcinha encharcada, senti os lábios inchados, o clitóris duro pulsando sob o tecido fino. Ela gemeu baixinho contra minha boca.
“Quero que você me coma agora… mas só depois de ver mais um ou dois me usando como eles quiserem.”
Me beijou com força, língua invadindo, gosto de cerveja, suor e tesão de outros homens. Depois se soltou, virou de costas e voltou pro meio do salão, rebolando mais devagar, mais safada, sabendo que cada rebolada era uma tortura deliciosa pra mim.
E eu? Eu fiquei ali, pau latejando, coração disparado, louco de ciúme e louco de tesão, esperando a hora de pegar minha Dani de volta — toda marcada, toda molhada, toda minha.
ESPOSOA NA MASSAGEM
Meu nome é Dani e eu adoro quando o dia pede uma massagem relaxante pra “desestressar”. Hoje marquei horário num studio discreto em Laranjeiras, Serra. O lugar é simples, ar-condicionado geladinho, luz baixa, cheiro de óleo essencial de lavanda no ar. Eu chego com um vestidinho leve, sem sutiã, só uma calcinha fio-dental por baixo. O cabelo solto, batom vermelho, e aquele olhar que já diz que eu não vim só pra relaxar os ombros.
A massagista me recebe com um sorriso profissional, mas eu sinto que o clima vai mudar rápido. Ela me leva pra sala, me pede pra tirar a roupa e deitar na maca de bruços, coberta só com uma toalha fina. Eu obedeço devagar, deixando o vestido cair no chão. Fico completamente nua por baixo da toalha, os mamilos já roçando o lençol macio.
— Pode começar pelos ombros? — peço com a voz suave, quase um ronronar.
Ela começa. As mãos quentes, cheias de óleo, deslizam pelos meus ombros, descem pela coluna. A pressão é perfeita no começo: firme, mas gostosa. Eu solto um suspiro longo, deixando o corpo amolecer. Mas conforme ela desce pra lombar, meus pensamentos vão pra outro lugar. Imagino mãos mais fortes, mais safadas… mãos que não param na toalha.
Eu me mexo de leve, abrindo um pouco as pernas por baixo da toalha. A toalha escorrega um pouquinho, revelando a curva da minha bunda. Ela hesita por um segundo, mas continua. Os dedos agora roçam a lateral dos meus seios quando ela trabalha as costelas. Eu mordo o lábio e solto um gemidinho baixo, daqueles que não dá pra disfarçar.
— Tá bom assim? — ela pergunta, voz um pouco mais baixa.
— Tá… mas pode descer mais — respondo, empinando sutilmente o quadril.
As mãos descem pra minhas coxas. O óleo deixa tudo escorregadio. Ela massageia a parte interna, subindo devagar, quase tocando onde eu já tô ficando molhada. Meu clitóris lateja só com a proximidade. Eu separo mais as pernas e a toalha cai completamente pro lado.
Agora tô exposta, bunda empinada, buceta brilhando de excitação e óleo. Eu viro o rosto de lado, olho pra ela com cara de safada e sussurro:
— Não para… eu preciso relaxar de verdade hoje.
Ela entende o recado. Os dedos agora massageiam bem perto, roçando os lábios inchados por acidente… ou não. Eu gemo mais alto, rebolando devagar contra a maca. Uma das mãos dela sobe e aperta minha bunda com força, abrindo bem enquanto a outra desliza entre minhas pernas, massageando o clitóris em círculos lentos e firmes.
— Assim… bem assim… — eu peço, voz rouca. Meu corpo inteiro treme de tesão.
Eu me viro de barriga pra cima sem pedir licença. Meus seios estão duros, mamilos apontando pro teto. Eu abro as pernas bem abertas na maca, mostrando tudo.
— Agora a parte da frente… com mais pressão.
Ela derrama mais óleo nos meus seios e começa a massagear, apertando, puxando os bicos devagar. Eu arqueio as costas, gemendo sem vergonha. Uma mão dela desce novamente, dois dedos entrando fácil na minha buceta molhada enquanto o polegar continua no clitóris.
Eu seguro o pulso dela, guiando o ritmo, mais fundo, mais rápido. O som molhado ecoa na sala pequena.
— Me faz gozar… por favor… — imploro, rebolando contra os dedos dela.
Ela acelera, curvando os dedos no ponto certo. Eu aperto os lençóis, os seios balançando, e gozo forte, gemendo alto, o corpo inteiro convulsionando enquanto esguicho um pouco no óleo e na maca.
Ainda ofegante, eu sorrio pra ela, puxo seu rosto e dou um beijo molhado, mordendo o lábio inferior.
— Isso foi só o começo do relaxamento… Agora vem aqui em cima da maca comigo. Quero te mostrar como eu retribuo uma massagem bem feita…