Fly
Hoje, 31 de dezembro de 2025, último dia do ano, detenho-me por um momento para revisitar meus próprios passos. Ao acessar uma rede antiga — outrora tão utilizada — a sensação foi semelhante à de remover um objeto esquecido no porão: algo que já teve valor, mas que o tempo tornou distante.
Ainda assim, ao observar o que ficou para trás, percebo que muito do passado continua presente. Apesar do longo caminho percorrido, reconheço que, em essência, ainda sou o mesmo Dato de 2018 — não por estagnação, mas por coerência com quem sempre fui.
A diferença é que hoje carrego novas dores, porém com menos energia negativa ao meu redor. Há mais consciência, mais filtros e menos espaço para o que não soma.
Afirmo, com convicção, que 2026 não apenas será melhor, como precisa ser. Este ano representa um limite. Não há mais disposição para repetir ciclos que não conduzem à evolução.
Que o próximo ano seja, acima de tudo, necessário.












