Pomba gira, minha comadre, Me proteja noite e dia Trabalhando na encruzilhada, Com suas feitiçarias Exu Maria Padilha.
(via pra-quem-e-de-boa-noite)

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AnasAbdin

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d e v o n
Claire Keane

⁂
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Sweet Seals For You, Always
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Sade Olutola

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@de-vermelho-e-negro
Pomba gira, minha comadre, Me proteja noite e dia Trabalhando na encruzilhada, Com suas feitiçarias Exu Maria Padilha.
(via pra-quem-e-de-boa-noite)
Olá, sou um tumblr para esclarecer assuntos sobre a UMBANDA, se puder aceitar a ask agradeceria. Estou lhe seguindo..
Claro (: tudo bem rs. Vou seguir de volta
oie amei aqui... queria perguntar se voce sabe se existe o livro do exu caveira ??se tem onde posso encontrar/
Oi oi!! Perdão pela demora pra responder! Bom, procurando no google é bem capaz de você encontrar algum livro. Mas eu não conheço nenhum, só de outros exus, como o Meia Noite. Mas não desista, vai que tem e eu não sei XD Dica : procurar na internet e se for em alguma livraria pesquisar na seção religiosa. E tem algumas lojas especializadas também. Boa sorte e AXÉ!
Ele é o mestre Zé Pilintra, doutor no catimbó.
Eu nasci no Juremá, minha morada é bem pertinho de Oxalá.
Cemitério é praça linda, mais ninguém quer passear.
Òsáàlá Olufon
Aspectos Gerais Dia: Sexta-feira Data: 15 de janeiro Metal: Prata, ouro branco, chumbo e níquel. Pedras: Cristal, diamante Cor: Branco leitoso. Comida: Ebô, acaçá, oibi ( caracol ) e inhame. Simbolo: Opáxoró Elementos: atmosfera e céu Região da África: Ilé-Ifè, Igbó e Ifón Folhas: Ewé Bàbá (boldo), lingua-de-vaca, folha-da-costa Odú que rege: Ofun e Alàfía (com todos os Orixás Fun Fun Domínios: poder procriador masculino, criação, vida e morte Saudação: Epa Bàbá Orígem e História OXALÁ é o detentor do poder genitor masculino. Todas suas representações incluem o branco. E um elemento fundamental dos primórdios, massa de ar e massa de água, a protoforma e a formação de todo tipo de criaturas no AIYE e no ORUN. Ao incorporar-se, assume duas formas: OXAGUIÃ jovem guerreiro, e OXALUFÃ, velho apoiado num bastão de prata (APAXORÓ). OXALÁ é alheio a toda violência, disputas, brigas, gosta de ordem, da limpeza, da pureza. Sua cor é o branco e o seu dia é a sexta-feira. Seus filhos devem vestir branco neste dia. Pertencem a OXALÁ os metais e outras substâncias brancas. Na África, todos os Orixás relacionados a criação são designados pelo nome genérico de Orixá Fun Fun. O mais importante entre todos eles chama-se Orixalá(Òrìsanlà), ou seja, o grande Orixá, que nas terras de Igbó e Ifé é cultuado cmo Obatalá, rei do pano branco. Eram cerca de 154 Orixás Fun Fun, mas no Brasil a quantidade se reduz significativamete, sendo que dois, Orixá Olùfón, rei de Ifón (Oxalufã), Orixá Ógìyán, o comedor de inhame e rei de Egigbó(Oxaguiã), tornaram-se suas expressões mais conhecidas.A designação de Orixá Fun Fun se deve ao fato de a cor branca configurar-se como a cor da criação, guardando a essência de todas as demais. O brando representa todas as possibilidades, a base de qualquer criação. O nome Orisanlá foi contraído e deu orígem a palavra Oxalá, e com esse nome o grande Deus-pai passoua ser conhecido no Brasil. Todos os Orixás Fun Fun foram reunidos em Oxalá e divididos em várias qualidades de suas duas configurações principais: Òsálufón, Osagiyan, sendo este último, jovem e grerreiro, filho do primeiro mais velho e paciencioso.Todas as histórias que relatam a criação do mundo passam necessariamente por Oxalá, que foi o primeiro Orixá concebido por Olodumaré e encarregado de criar não só o universo, como todos os seres, todas as coisas que existiríam no mundo. A maior interdição de Oxalá é de fato o azeite-de-dendê, que jamais deve macular suas roupas, seus objetos sagrados, e muito menos o seu Alá. A ú nica coisa vermelha que Oxalá permite, é a pena de Ikodidè, prova de sua submissão ao poder genitor feminino. Epó kété ó, Alà telè óEpó kété ó, Alà telè ó…Evite o dendê, evite pisar no AláEvite o dendê, evite pisar no Alá. O Alá representa a própria criação, está intimamente relacionado a concepção de cada ser; é a síntese do poder criador masculino. Sua função primeira já remete ao seu significado profundo. A ação de cobrir não evoca somente proteção, zelo, denota a atividade masculina no ato sexual. No Xirê Oxalá é homenageado por último porque é o grande símbolo da síntese de todas as orígens. Ele representa a totalidade, o único Orixá que, como Exú, reside em todos os seres humanos. Todos são seus filhos, todos são irmãos, já que a humanidade vive sob o meso teto, o grande Alá que nos cobre e protege, o céu.
Ogùn Aspectos Gerais DIA: Terça-Feira DATA: 13 de junho METAL: Ferro (mas todos os metais são de Ogum) CORES: Verde ou Azul escuro (Brasil), Vermelho (África) COMIDAS: Inhame assado e feijoada SÍMBOLOS: Bigorna, faca, pá, enxada e outras ferramentas ELEMENTOS: Terra (florestas e estradas) e fogo REGIÃO DA ÁFRICA: Iré PEDRA: Lápis-lazúli FOLHAS: Abre-caminho-de-Ogum, madeira de lei, aroeira-brancacajarana, folhas de manga espada, palmeira, pau-ferrocaiçara, peregun (pau-d’água) ODU QUE REGE: Ejikomeji, Etaogundá, Owarín DOMÍNIOS: Guerra, progresso, conquista e metalurgia SAUDAÇÃO: Ògún ieé!! Origem e história Ogum (Ògún) é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia; protetor do ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, açougueiros, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins. Orixá conquistador, Ogum fez-se respeitar em toda a África negra por seu caráter devastador. Foras muitos os reinos que se curvavam diante do poder militar de Ogum. Entre os muitos Estados conquistados por Ogum estava a cidade de Iré, da qual tornou-se senhor após matar o rei e substituí-lo por seu, próprio filho, regressando glorioso com o título de Oníìré, ou seja, Rei de Iré. Não é por acaso, portanto, que nas orações dedicadas a Ogum o medo fica tão evidente e a piedade é um pedido constante, pois como diz uma de suas cantigas: Ògún pá lélé páÒgún pá ojaréÒgún pá, ejé páAkoró ojaré. Ogum mata com violênciaOgum mata com razãoOgum mata e destrói completamente. Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé. Ogum é um orixá importantíssimo na África e no Brasil. Sua origem, de acordo com a história, data de eras remotas. Ogum é o último imolé. Os Igba Imolé eram os duzentos deuses da direita que foram destruídos por Olodumaré após terem agido mal. A Ogum, o único Igba Imolé que restou, coube conduzir os Irun Imole, os outros quatrocentos deuses da esquerda. Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza. Em todos os cantos da África negra Ogum é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita gente, por isso antes de ser temido Ogum é amado. Espada! Eis o braço de Ogum.
DIA: Segunda-feira DATA: 13 ou 16 de Agosto METAL: Chumbo CORES: Preto, branco e vermelho. COMIDAS: Pipoca (deburu), abado, mostarda (latipá), aberém. SÍMBOLOS: Xaxará ou Íleo, lança de madeira, lagidibá. ELEMENTOS: Terra e fogo do interior da Terra. REGIÃO DA ÁFRICA: Empé ou Mahi (no ex-Daomé) PEDRA: Turmalina negra. FOLHAS: Canela-de-velha, picão, erva-de-bicho, velame, manjericão roxo, barba-de-velho, mamona. ODU QUE REGE: Odi, Etaogundá, Obeogundá. DOMÍNIOS: Doenças epidêmicas, cura de doenças, saúde, vida e morte. SAUDAÇÃO: Atotoó!!! Origem e História Omolu é a Terra! Essa afirmação resume perfeitamente o perfil desse orixá, o mais temido entre todos os deuses africanos, o mais terrível orixá da varíola e de todas as doenças contagiosas, o poderoso “Rei Dono da Terra”. È preciso esclarecer, no em tanto, que Omolu está ligado ao interior da terra (ninù ilé) e isso denota uma intima relação com o fogo, já que esse elemento, como comprovam os vulcões em erupção, domina as camadas mais profundas do planeta. Toda a reflexão em torno de Omolu ocorreu colocando-o como um orixá ligado a terra, o que é corretíssimo, mas não deixa de ser um erro desconsiderar a sua relação com o fogo do interior da terra, com as lavas vulcânicas, como os gases etc. o que pode ser mais devastador que o fogo? Só as epidemias, as febres, as convulsões lançadas por Omolu! Omolu é o fogo que varre, que arrasta para a morte - como as lavas de um vulcão. Uma cantiga de Jagun, uma qualidade guerreira de Obaluaiê (Obalúayé), comprova o que foi dito: Ele é o senhor que pode afligir o mundo com pestes e doenças.Pode afligir a Terra e devastar como o fogo.Pode afligir o despertar e o adormecer.Ele é Ajagunán.Orixá cercado de mistérios, Omolu é um deus de origem incerta, pois em muitas regiões da África eram cultuados deuses com características e domínios muito próximos aos seus. Omolu seria rei dos tapas, originário da região de Empé. A esse respeito, a história revela que Obaluaiê, acompanhado de seus guerreiros, teria se aventurado pelos quatro cantos da Terra. O poderoso orixá massacrou todos os seu inimigos, um ferimento feito por sua flecha tornava as pessoas cegas, surdas ou mancas. Em território Mahi, no antigo Daomé, chegou aterrorizando, mas o povo do local consultou um babalaô que lhes ensinou como acalmar o terrível orixá. Fizeram então oferendas de pipocas, que o acalmaram e o contentaram. Omolu construiu um palácio em território Mahi, onde passou a residir e a reinar como soberano, porém não deixou de ser saudado como Rei de Nupê em pais Empê (Kábíyèsí Olútápà Lempé). As pipocas, ou melhor, deburu, são as oferendas prediletas do orixá Omolu; um deus poderoso, guerreiro, caçador, destruidor e implacável, mas que se torna tranqüilo quando recebe sua oferenda preferida. Como se pôde observar, até aqui temos utilizando os nomes Omolu e Obaluaiê indistintamente pra designar o grande orixá das doenças epidêmicas, e não há nada de errado nisso. Obaluaiê significa ‘Rei dono da Terra’e Omolu,’Filho do senhor’, resta saber que ‘Senhor’ é o pai de Omolu. Ao analisar separadamente cada palavra que forma os nome desse orixá, a questão fica mais clara: OBALUAIÊ= OBÁ + OLU + AIYÉOMULU= OMO + OLU Portanto Omolu é, sim, o filho do senhor, mas do senhor Obaluaiê. Trata-se de duas qualidades do mesmo orixá, mas as pessoas costumam confundir as coisas e dizer que Omolu é o pai e Obaluaiê o filho, esse é um equívoco que se reproduziu ao longo dos anos. Na África são muitos os nomes de Omolu, que variam conforme a região. Entre os tapas era conhecido Xapanã (Sànpònná); entre os fon era chamado de Sapata-Ainon,que significa ‘Dono da Terra’; já os iorubás o chamam Obaluaiê e Omolu. Omulu nasceu com o corpo coberto de chagas e foi abandonado por sua mãe, Nanã Buruku, na beira da praia. Nesse contratempo, um caranguejo provocou graves ferimentos em sua pele. Iemanjá encontrou aquela criança e a criou com todo amor e carinho; com folhas de bananeira curou suas feridas e pústulas e a transformou em um grande guerreiro e hábil caçador, que se cobria com palha-da-costa (ikó) não porque escondia as marcas de sua doença, como muitos pensam, mas porque se tornou um ser de brilho tão intenso quanto o próprio sol. Por essa passagem, o caranguejo e a banana-prata tornaram-se os maiores ewò de Obaluaiê. O capuz de palha-da-costa-azê (azé) cobre o rosto de Obaluaiê para que os seres humanos não o olhem de frente (já que olhar diretamente para o próprio sol pode prejudicar a visão). A história de Omulu explica a origem dessa roupa enigmática, que possui um significado profundo relacionado à vida e à morte. O azê guarda mistérios terríveis para simples mortais, revela a existência de algo que deve ficar em segredo, revela a existência de interditos que inspiram cuidado medo, algo que só o iniciados no mistério podem saber. Desvendar o aze, a temível máscara de Omulu, seria o mesmo que desvendar os mistérios da morte, pois Omulu venceu a morte. Embaixo da palha-da-costa, Obaluaiê guarda os segredos da morte e do renascimento, que só podem ser compartilhados entre o iniciados. A relação de Omolu com a morte se dá pelo fato de ele ser a terra, que proporciona os mecanismos indispensáveis para a manutenção da vida. O homem nasce, cresce, desenvolve-se, torna-se forte diante do mundo, mas continua frágil diante de Omolu, que pode devorá-lo a qualquer momento, pois Omolu é a terra, que vai consumir o corpo do homem por ocasião de sua morte. Por isso é que se diz que Omolu mata e come gente. Essa é a prova de que Obaluaiê andou por todos os cantos da África, muito antes, inclusive, de surgirem algumas civilizações. Do ponto de vista histórico, Omolu é a idade anterior à Idade dos Metais, peregrinou por todos os lugares do mundo, conheceu todas as dores do mundo, superou todas. Por isso Omolu tornou-se médico, o médico dos pobres, pois, muito antes da ciência, salvava a vida dos desvalidos; durante a escravidão, só não pôde superar a crueldade dos senhores, mas de doenças livrou muitos negros e até hoje muitos pobres só podem recorrer a Omolu que nunca lhes falta.
Ei irmão, olha pra cruz e veja o que Jesus fez pra provar o amor que sente por nós mesmo não merecendo, então por que julgas um irmão pelas as atitudes, ninguém sabe o que se passa em sua cabeça, para da critica e estenda a mão, ajude, seja humilde, prove-o que você pode ser diferente e ofereça algo bom pra ele irmão. Só pra deixar claro você que está lendo isso, Deus te deu mais uma prova de amor ao você abrir os olhos e batalhar mais um dia.
Filhos de Aruanda. (via filhos-de-aruanda)
Caridade na Umbanda é dar de graça o que de graça foi lhe dado!
Filhos de Aruanda. (via filhos-de-aruanda)