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@deadgrlwalkingz
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rileyarms:
Após ouvir o burburinho a respeito do ocorrido no final da festa, com Avery fazendo o cosplay de Carrie, a estranha, Riley fez o que todo jornalista que se preze faria: foi atrás de informações. Ele devia ter permanecido até o fim da festa e ter presenciado o fato com seus olhos, mas estava cansado e sempre que algo envolvia sua meio-irmã falecida seu humor ficava péssimo, optando por se retirar mais cedo para seu dormitório, portanto, só veio a saber do ocorrido no dia seguinte e agora ele estava posicionado na biblioteca, utilizando-se da internet do local para poder contactar suas fontes e escrever a matéria que seria publicada em breve. Foi então que uma sombra com contornos humanos lhe tomou boa parte da iluminação, fazendo com que ele erguesse os olhos e se deparasse com a sua companhia inesperada. “ posso ajudar em alguma coisa? ” colocou um sorriso simpático no rosto, mas estava desconfortavel de ter sido interrompido daquela forma. “ gostaria de me dar uma entrevista ou está apenas procurando a minha companhia? ”
Audrey riu com a pergunta, se inclinando para pegar um livro que estava na mesa, e após fazer isso o balançou de leve para mostrar ao outro. “ ― Nenhum dos dois, estou apenas ajudando a organizar as coisas por aqui.” entretanto, agora havia ficado... Curiosa. Não lembrava de ter visto Riley quando tudo aconteceu, então era normal que ficasse com uma certa pula atrás da orelha, certo? “ ― Mas entrevista de que? Por acaso ta fazendo um documentário ou artigo sobre os estudantes?” se aproximou um pouco mais para poder ler o que estava na tela do computador. “ ― Ah, uma entrevista sobre o que aconteceu.” riu de leve. “ ― Eu realmente poderia dar uma entrevista sobre isso, eu tava lá, mas aí infelizmente estaria colocado mais um alvo nas minhas costas que já parece ter uns doze, então... Desejo boa sorte em encontrar alguém para isso.”
puradepressao:
LOCAL : 𝒄𝒂𝒇𝒆𝒕𝒆𝒓𝒊𝒂 𝒅𝒂 𝒖𝒏𝒊𝒗𝒆𝒓𝒔𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆
𝑳idar com as ameaças de um anônimo era pior do que ter de aturar Marlee o cercando, como havia feito por semanas, e depois de ler o recado no papel ele até desejou que ela estivesse viva e o infernizando. Elliot estava bem com a ideia de Park sabendo sobre tudo aquilo que ele escondia ― essa alternativa ao menos oferecia abertura para uma retaliação, afinal, o passado da rainha não deveria ser tão limpo; agora, ter um who qualquer ciente de seu passado era outra história. Ainda mais por não fazer ideia de quem poderia ser. E por mais que apreciasse filmes de terror, ele não gostaria de protagonizar um remake de ‘eu sei o que vocês fizeram no verão passado’. Por isso, encontrava-se no limite de sua paciência, com tudo o que tinha acontecido, e seu habitual mal humor matutino estava ampliado pela falta de dormir ― o que justificava o uso de óculos escuros. ❝ Eu disse para calar a boca. Vocês são surdos, porra? ❞ Ralhou, ao perceber que sua tão desejada paz, alcançada naquela mesa de café, estava ameaçada pela aproximação alheia.
“ ― Que isso, amado, acordou com um prego no cu, foi?” falou Audrey, se aproximando para sentar na mesma mesa que o outro, e apesar do que havia falado, manteve um certo sorriso no seu rosto. Estava longe de ser um sorriso de felicidade despreocupada, considerando que a preocupação só crescia mais e mais a cada segundo do dia, mas parecia que apenas ela havia realmente se assustado com o que havia acontecido, então não queria dar um gostinho de demonstrar aquilo. “ ― Já comeu? Acho que o humor pode melhorar depois de um bom cafézinho.” ofereceu o próprio café para o garoto, se ajeitando no seu assento logo em seguida. “ ― Você também tá pensando sobre o que rolou? A ameaça?”
#proud girlfriend
azizekurtaran:
izzy não sentia necessariamente uma vontade de provocar aubrey, suas atitudes um pouco infantilizadas eram inteiramente por ódio do passado. ao ponto de quê, vê-la sorrindo e rindo em sua frente enquanto sua consciência a fazia lembrar de todo mal o trio antigo da outra lhe causou, arrancava-lhe tristeza, mas principalmente muita raiva. era frustrante assistir as atitudes debochadas da outra que nem uma vez sequer pediu desculpas, por ter permitido acontecer ou feito algo diretamente sobre o vídeo, e ainda sim andava ao seu lado. momentos como aquele fazia questionar a amizade de avery e, mesmo que já esperasse o comportamento das pessoas, ela se chateava como se fosse a primeira vez passando por tal. a culpa não era de audrey, ela poderia ser apenas mais uma mulher com necessidade de infernizar os outros como marlee; o problema estava sendo que não sabia, e muito menos não queria, conviver com mais uma. mas apenas sorriu, de forma tão falsa que chegava a ser perceptível; por mais que seus pensamentos cercavam a ideia de quão bonita ela ficaria com a garganta corta. droga, azize, controle seus pensamentos negativos. — cuidar da festa não. mas a fulana está tentando ascender novamente, não? essa é sua chance perfeita . ❞ balançou sua mão em direção das pessoas sentadas atrás das duas. azize não conhecia audrey e nem fazia questão. na visão exterior, a outra era apenas alguém que pulava de clique eventualmente. a atitude rebelde antes da morte dos colegas de universidade ainda não tinham conexão com nada publicamente. — música alta, check . alguém subindo em uma mesa para animar os mortos, na lista . precisamos de… gelo ! ❞ bebia seu vinho até esvaziar o copo, mas diferente da outra, não pegou sua segunda dose. — não estou vestida para brigar, mas vamos marcar isso para outro dia . ❞ por incrível que parecesse, azize entrou na brincadeira. ainda que desejasse acabar com a outra, não era algo que fosse fisicamente capaz. — sete minutos no paraíso ..? ❞ semicerrou os olhos tentando se lembrar de onde havia ouvido aquelas palavras, vindo uma memória vaga da brincadeira comum durante ensino médio americano em filmes. — oh… não. parece completamente estúpido. não precisamos de uma orgia . ❞ balançou a cabeça negativamente. — a festa pode ser uma forma de distração e homenagem aos que se foram, mas ainda existem calouros no campus. acredito que deixar todo mundo em paz com álcool disponível é o balanço perfeito de boas-vindas e sinto muito. só precisamos garantir que o pessoal de luto não irá estragar a festa para os novatos virando bêbados chorões . ❞ deu de ombros. — com isso eu acho que você pode ajudar . ❞
Não respondeu o comentário sobre querer ascender novamente porque não sabia bem o que dizer. Não era o ponto, mas ela meio que tava ajudando nisso, então de certa forma era? Não tinha como falar para a outra que não era o caso. Enfim. “ — Onde ta o gelo? Eu posso ir buscar, não tô fazendo nada mesmo, e tenho que ajudar.” sua voz estava bem mais calma, não tinha deboche nem veneno, até porque só fazia aquilo quando queria ver se conseguia realmente irritar a outra, e não era o caso. E ao ver a garota entrar na sua brincadeira acabou rindo, não esperava por aquilo. “ — Ok, a gente marca qualquer dia desses então. Nem tente fugir.” piscou para a mesma, sabendo muito bem que aquilo era um ato de intimidade que não tinham. Bom, pelo menos para o público maior deveriam ter, não é? Era a história vendida. “ — Certo, sem orgia então!” concordou com a cabeça tal como alguém concorda com um sargento no quartel. “ — Então meu trabalho é ser babá dos crybabies? Quer dizer, já é o que eu faço mesmo.” riu mais uma vez, olhando ao redor procurando exatamente por essa categoria de pessoas. Apesar de não fazer mais parte, ainda reconhecia todos os amigos e seguidores do quarteto, era bem fácil também distinguir aqueles que de fato pareciam meramente tristes do pessoal que estava ali apenas por bebida e uma foda acessível. Apesar dos seguidores não parecerem estarem ali apenas por conta do seu luto. “ — Alright, eu posso fazer isso. E então lá para as três eu vazo.”
liinknpark:
o sorriso que sonda os lábios de lincoln é carinhoso. não tem intenção de persuadir alguma resposta ; tampouco justificativa para a escolha do tom. a teoria das cores que se foda, audrey está simplesmente esplêndida. é claro que, entre um sorriso e outro, o bae deixa escapar uma modulação suavemente divertida. de repente amarelo é a nova cor ‘pra tristeza, sabe. só você sabe o nível do teu sofrimento. a destra segura com gentileza a mão alheia, a ação um quão divertida ao analisá-la com uma doçura em suas íris. porra, audrey. vou ter que admitir. recitou verossímil a uma confissão segregada somente a ela. onde o sutil encurtar a distância é seguido de um acariciar suave dos fios femininos. amarelo combina contigo. é doce. suspirou com igual leveza, a destra retorna para próximo do próprio corpo. posso perguntar como você está? a alternância do timbre demonstra preocupação intrínseca ; embora acompanhada de uma leveza simbólica a circunstância um quão peculiar.
“ — É deboche que estou sentindo na sua voz, senhor?” perguntou apontando seu dedo para o nariz do outro, em seguida de fato o apertando. Riu de forma leve, apesar dos pesares. Sempre se sentia um pouco mais leve com Lincoln, mas sabia que ele era o último que estaria de luto naquele noite. “ — Que boca suja!” brincou mais uma vez, agora segurando o queixo do garoto com sua mão direta e fazendo uma expressão exagerada de desaprovação. Quando soltou deu uma voltinha, fazendo seu vestido girar. Quem havia decidido a peça tinha sido sua mãe patricinha, quando geralmente costumava escutar os conselhos fashion da sua mãe caminhoneira. Era uma boa diferenciar, certo? “ — Mas estou bem menininha mesmo, né? Tenho que fazer valer minha posição no trio em ascensão, acho.” revirou seus olhos. E então foi pega de surpresa pela pergunta, que a fez rir um pouco mais do que deveria. “ — Desde quando precisa pedir permissão para isso?” fez o que estava fazendo naquela noite, deu de ombros. Não sabia bem como responder aquela pergunta, existiam dos lobos brigando dentro de Audrey Grace, um falava para seguir um roteiro de luto e o outro falava para seguir um roteiro de indiferença, mas não parecia que estava sentindo de verdade nem um nem o outro. “ — Ah tô bem, tem como não ficar com uma festa na Borealis? ~” usou seu tom zombateiro. “ — Curiosa para saber quando o pessoal vai começar a fugir pros banheiros para transar e tudo mais. Me lembro que era algo bem recorrente nessas festas, pelo menos na minha época” colocou a mão nas costas, mudando sua postura para fingir que estava bem velha. “ — Enfim, same old. Olhar para tudo isso só prova para mim que nada realmente mudou por aqui.”
freezeurbrcin:
Dava para contar nos dedos as vezes em que Jace ficou muito louco em festas de fraternidade, e não, não era por algum motivo nobre como “beber faz mal” ou para preservar o próprio fígado. Além da resistência com bebida alcoólica, o instinto de autopreservação falava mais alto e o impedia de pagar mico na frente de todo mundo, logo, costumava a parar de tomar os drinks coloridos e de procedência extremamente duvidosa quando sentia que estava perto de falar mais do que deveria. Laurent levava a sério o aesthetic de low profile: sem posts excessivos no Instagram, stalkear ele por qualquer rede social podia ser considerado como uma punição do inferno. O que poderia fazer se era introvertido? Como de costume, interagiu quando foi necessário e ficou mais na sua, fazendo questão de carregar um copo cheio de gelo e bebida esquisita para cima e para baixo. Quando escapou para o jardim para se livrar de uma conversa que não queria ter, ficou surpreso com a figura de Hastings largada na grama como se fosse uma boneca esquecida. Tinha ficado tão ocupado com os preparativos para o memorial que não conseguiu falar com a garota, tanto que foi atrás dela na mesma hora para checar se precisava de algo. Ao ser notado, Jace teve que segurar uma risada, recompondo-se em seguida. —— Eu gosto de Dorian Gray, mas acho que eu seria o Darkling. Sabe a saída de capa dramática? Então. —— E apontou para o próprio sobretudo, fazendo um gesto com a mão livre para movimentar a barra da vestimenta. Pensou que poderia ajudar Audrey a se levantar, no entanto, preferiu sentar na grama ao seu lado. —— Se eu falo que foi divertido eu estarei sendo insensível, se eu falo que foi muito triste vai ser mentira. —— E o rapaz deu de ombros, já que estava bem longe de considerar qualquer uma daquelas pessoas como um de seus amigos. Quem chegou mais próximo fora Lucius, mas acabaram se afastando antes de todo aquele incidente. —— Um dos meus muitos talentos escondidos, professional memorial planner. Vou colocar no meu currículo junto com especialista em mistérios e senhor das trevas e capas longas. Eu sei fazer bons discursos fúnebres, Grace, isso eu te garanto. —— As suas palavras pareciam sair com mais leveza quando estava conversando com a morena, tal como parecia bem mais solto ao seu lado. Soltou uma risadinha, achando graça daquilo tudo. —— Na verdade, depende de quem você está falando. Eu adoraria ter um enterro divertido, put the fun in funeral type of thing. Uns fogos de artifício, coisas explodindo, sei lá. Agora, não sei se isso aí é do agrado daquela galera. —— E fez menção à festa tal como Audrey. —— Mas eu não parei para pensar muito sobre isso. Meus dias foram ocupados com quais flores eram as mais bonitas, e agora eu sei mais de arranjos fúnebres do que um jovem comum da minha idade.
Riu um pouco animada, até batendo umas palminhas ao ver o outro balançar sua capa misteriosa e sombria. “ — Ooooooh” brincou, então continuando a observar Jace enquanto lhe respondia. O que falava sobre ser meio que uma pergunta sem resposta estava bem on point aos olhos da menor. Quer dizer, não estava exatamente comemorando a morte do quarteto, não faria algo assim, mesmo que tenham feito tantas maldades, inclusive com pessoas com quem se importava, ela não desejaria morte deles, nem ficaria feliz com isso. Mas ao mesmo tempo, não estava chorando até não aguentar mais, sua preocupação parecia ser outra em relação tudo isso. “ — Esperar que você não precise usar esse talento por um bom tempo, né?” respondeu, levantando seu braço para bater de leve no garoto. “ — Senhor das Trevas é interessante, sabe?” fez uma expressão para o garoto, rindo por algo que pensou logo em seguida. “ — Quer dizer, me lembrou do Voldermort, mas é interessante mesmo assim. Não sendo nazista e tendo nariz, né?” deu de ombros, ainda rindo. “ — Você vai ficar chateado comigo se eu te falar que não prestei atenção em discurso nenhum? Durante todo o memorial eu estava lendo, ou melhor ouvindo, um audiobook. Thank god for earpods.” levantou seu cabelo para mostrar os fones no seu ouvido. “ — Você iria querer uma festa assim depois de você morrer? Porque ugh, parece mais que estão comemorando a morte do que realmente homenageando.” revirou seus olhos. Havia virado uma defensora do quarteto agora? Qual é, Aud. “ — Sei lá, apenas parece meio estranho. E olha que eu estou vestida de amarelo” mostrou o próprio vestido para o garoto, tentando se levantar mais uma vez e caindo de leve para trás, desistindo e ficando deitada. “ — É só... Parece meio... Eu era um deles, sabe? Eu tento agir como se não, mas todo mundo sabe. Fiz parte do cliquezinho infernal por um bom tempo, então não consigo não imaginar que... Se tivesse sido eu, isso aqui ainda estaria acontecendo.” apontou para trás mais uma vez. “ — Eles estariam usando roupas coloridas, fazendo festas, e tudo mais, no dia do meu memorial.”
boisard:
Xander não costumava escutar o papo alheio. Sendo sincero, era desatento até para os próprios assuntos, quanto mais os dos outros. Porém, a coincidência de estar logo atrás da Grace-Hastings enquanto ela tinha uma conversa na qual parecia nem um pouco interessada levou-o a ouvir o que ela e a pessoa estavam falando, e, assim, Xander deu-se permissão para intervir. Ele pegou o copo de bebida que servia para si mesmo, despejou um pouco mais do líquido colorido em outro e, com um copo em cada mão, virou-se para a garota e passou um braço por seus ombros, com toda a intimidade que os dois não tinham. “Aubrey! E aí?” Sorriu para ela, apertando-lhe levemente em um abraço de lado. “Sabe que eu não entendo esse rolê de cores? Tipo, eu tô de branco, certo? E vieram me perguntar por que eu tô de branco. Mas… branco não é a cor da paz? Então usar branco não significa que eu quero que meus amigos encontrem a paz? Faz sentido pra mim. Ah, te trouxe bebida.” Ao desvencilhar-se da garota, ele estendeu a ela um dos copos que segurava — ignorando completamente a outra pessoa entre eles.
“ — Hmn, é Audrey. It’s a d, not a b.” falou, sem perceber que havia mudado do francês para inglês, pois já estava mais do que acostumada a repetir aquela frase toda vez que falavam seu nome errado. Era automático, igual mensagem de operadora de telefone. A garota olhou para o maior meio confusa, e então para seu braço ao redor de si, mas também não falou nada, continuou ouvindo a explicação do mesmo sobre branco ser a cor da paz. Claro, claro. Fazia tanto sentido quanto a sua explicação do amarelo. “ — Haha, não é mesmo?” respondeu, pegando a bebida que ele ofereceu descendo tudo — ou quase tudo — o mais rápido possível. “ — Você sabe das coisas, Xanderick. É exatamente sobre isso! A gente usa a cor que a gente deseja para os espíritos deles no além.” foi andando para trás, ainda virada para o garoto apenas para poder se distanciar da pessoa que havia lhe interrogado antes. E no momento que estavam longe o suficiente suspirou o pouco aliviada, não havia percebido o quanto não queria estar naquela conversa até sair dela. “ — Enfim, tá curtindo a festinha que não é festa porque seria muito desrespeitoso com os finados chamar de festa?” deu de ombros, rindo.
"— Eu juro por Deus, Raffi, eu tô a dois passos de mudar meu nome para Mackenzie e me mudar para Paris com meu amante francês..." falou, enquanto estava sentada no sofá da casa Borealis com seu melhor amigo ao seu lado. Nem sabia se o que estava falando fazia sentido — spoiler alert: não fazia. Mas ainda assim, estava se divertindo, sabia disso porque logo em seguida riu como se tivesse muito drogada. Whoa oh oh. Ela estava drogada? Quem havia colocado droga na sua bebida? "— Raffi, você me drogou?" mudou de assunto rapidamente, virando seu rosto para encarar Raphael. Sua expressão era bem séria, o que a fez se aproximar mais e mais do outro, apenas para quando estavam a poucos milímetros de distância começar a rir mais uma vez. "— Garoto, tu sabe que só precisa me falar, não precisa colocar na bebida assim. Tira até a graça." bebeu mais do seu copo, olhando pela sala, procurando por alguém que pudesse tirar sarro junto do outro. Um dos populares, claro. "— Me diz, você também morreu de tédio durante o discurso do memorial ou foi só eu? Quer dizer, eu sou a primeira pessoa a dizer que isso aqui" apontou ao redor. "— É meio sem noção, afinal pessoas morreram, mas eu faltei o funeral da gatona lá por um motivo. É tedioso." arrotou de leve, o que a fez rir mais uma vez. "— Enfim, você tem um amante francês, Raffi? É fácil por aqui né, considerando que estamos na França... De certa forma." suspirou, sem perceber que sua atenção já havia mudado de foco mais uma vez. "— Se você não tiver podemos arrumar um aqui, pessoal em funeral costuma ficar especialmente horny por algum motivo. Nem eu sei explicar."
azizekurtaran:
— que gracinha a tentativa de superioridade dessa moça, parece até que não é uma completa vadia . ❞ azize se divertia com a necessidade de audrey em confirmar suposta indiferença, isso acabava mais lhe provando o contrário do que qualquer outra coisa. mas ainda, de fato, guardava rancor. capaz de transferir até mesmo para avery por puxar alguém que desprezava tanto para o seu lado. não existia trio apenas com marlee e alyssa, por muito tempo a mulher em sua frente fez parte deste. o mesmo trio que espalhou todo o seu corpo não apenas para o campus, mas para todos que sabiam do seu nome e aqueles que nem mesmo haviam ouvidos antes. para uma mulher cheia de inseguranças, aquilo acabou trazendo-lhe apenas mais infelicidade. vê-la em sua frente sorrindo de forma debochada era sua maior fonte de desprezo e as vezes se pegava pensando o quão melhor seria o tributo caso a outra estivesse também na lista de vítimas. acabava então em uma maré de melancolia, em consideração que não gostava de se ver como uma pessoa ruim. ainda sim tentava manter uma paz, pelo menos para que não afetasse tanto sua espiritualidade, demonstrando em momentos pequenos como quando aceitou o vinho oferecido. — oh, boa sorte tentando desaparecer. está mais fácil para você ser puxada para cuidar disso com a gente . ❞ bebeu um longo gole, antes de voltar o foco ao seu redor, era difícil puxar assunto com alguém que tanto desprezava por mais que buscasse tranquilidade. — hm, dou até as três . ❞ comentou durante seus goles. — mas você vai ter que ajudar a festa ficar mais interessante para ela se distrair. o álcool não está ajudando os minions. e como eles são da sua antiga laia… devem se entender . ❞
Não falou, mas o sorriso no rosto de Audrey já dizia tudo. Não precisava tentar ser superior, já havia provado que era. E honestamente, ficar vendo a garota tentar lhe provocar só lhe divertir mais e mais. Era um tipo de entretenimento diferente. Deveria agradecer a Avery por isso? Riu sozinha ao pensar nisso. Azize a odiava por conta do vídeo que havia sido vazado, mas nem fazia ideia de que Audrey não tinha tido nada a ver com aquilo, mas sim sua melhor amiga. Escandaloso, não? Só fazia todo o ódio que a outra sentia por si ser ainda mais engraçado. Estava dando outro gole no seu vinho, porém, quando escutou a garota na sua frente lhe falando que teria que cuidar daquilo. Que? pensou. "— Que?" falou. "— Hmn? Não acho que fez muito sentido a fulana que mandou todo mundo daqui lamber a própria bunda ser quem vai cuidar dessa festa, Izzy." olhou ao redor mais uma vez, agora apenas prestando atenção naqueles que estavam na casa da sororidade. Puta merda, hein? Teria que fazer a mesma coisa que fazia para Marlee e Alyssa? Ela nem fazia mais parte daquele lugar. "— Vocês não têm como colocar uma música alta, ou subir em uma das mesas para dançar? Tenho certeza que isso vai animar qualquer um" brincou, mas nem era tanta brincadeira assim. A existência daquela festa já era um desrespeito com as mortes ocorridas, então porque não se comprometer totalmente aquilo? "— E eles não são minha laia faz um bom tempo. Você sabe muito bem disso." suspirou fundo. Gostava muito de Avery, haviam realmente se tornado amigas com o tempo, mas estava começando a colocar um pouco na balança esse acordo que fez para ajudar a garota a se estabelecer como a nova Queen Bee. "— Sei lá, a gente pode sair no tapa também, isso pode animar. Vão querer nos jogar em uma piscina de lama, fazer todo um show." brincou mais uma vez, agora voltando a olhar para a garota. "— Brincadeirinha." percebeu que naquele meio tempo havia esvaziado seu copo, então o encheu totalmente de novo. "— Mas sério, você quer que eu saia por aí com uma garrafa de bebida na mão oferecendo jogar sete minutos no paraíso com o pessoal? É isso?"
Se tivesse que ser honesta, e odiava quando tinha que ser, Audrey já estava mais pra lá do que pra cá. Encontrou vinho logo quando a afterparty havia começado, pois precisava para sobreviver aquele evento infernal, e então acabou encontrando mais e mais e um pouquinho mais, naquele momento já se encontrava deitada na grama do lado de fora da sororidade olhando para as estrelas e pensando em como seria engraçado se as estrelas na verdade fossem elefantes cobertos de glitter. Já pararam para considerar essa possibilidade? Não era de ficar totalmente bêbada, sua resistência a álcool era até invejada pelas suas ex-melhores amigas. Ugh. Realmente elas levaram a parte do "ex" bem a sério, não é? Audrey balançou a cabeça, não estava muito afim de deixar pensamentos sobre Marlee e Alyssa entrarem na sua cabeça. Ainda mais na afterparty do seu memorial onde tudo era sobre não honrar sua vida e antiga existência. Se sentou, para tentar voltar para si e percebeu uma presença sombria se aproximando. "— Dorian Gray, você por aqui?" falou rindo, tentando se levantar totalmente e percebendo que ainda não estava com condições daquilo, o que fez a garota se sentar da forma mais disfarçada possível. Nada havia acontecido. "— Ou deveria lhe chamar de Darkling? Qual você acha que combina mais?" bateu da grama ao lado convidando o outro para se sentar. "— Como foi organizar o evento do ano, hein? Ainda estou surpresa com o Mister M de Mistério sendo um dos party planners. Quer dizer, memorial planners. Não confundir com festa." revirou seus olhos, e então riu mais uma vez. “ — Que perigo confundir esses dois, não?” e então apontou para atrás de si mesma.
azizekurtaran:
kurtaran gostava de festas ou, pelo menos, do álcool que sempre se encontrava presente nelas. o clima inicial ainda estava mórbido e irritante, se tornando deselegante para ela entornar a primeira garrafa de destilado sozinha. publicamente parecia que azize era a única pessoa que não se importava o mínimo com a morte dos colegas de universidade. poderia receber olhares duvidosos, mas, em sua concepção, as pessoas deveriam estar mais ocupados apontando o dedo para os que expressavam comoção falsa capaz de estrelar em qualquer drama meia-boca da netflix. ainda que não fosse completamente estúpida, sendo capaz de controlar suas reações de apatia aos assassinatos quando envolvia-se com desconhecidos ainda que o máximo de compaixão em seus lábios fosse palavras sinônimas de que pena ❞ . não era uma popular mean girl e gostaria que esse comportamento morresse junto com marlee. — desespero? ou seria otimismo e felicidade ..? ❞ intrometeu-se na conversa alheia enquanto focava sua atenção no movimento que a água realizava em seu copo. — mas isso é um after-party. e, em honra de nossos colegas falecidos, cores vivas serão bem-vindas para honrar o tempo deles e toda a alegria que passaram conosco . ❞ disse com um sorriso no rosto para o terceiro, vendo ele se afastar logo em seguida. — 1960. menos mal . ❞ disse se referindo ao vestido da colega, ignorando completamente o assunto passado. — pensei que não viria, já estava ficando feliz . ❞
“ — Aww, estava pensando em mim, Izma? Eu acho isso tão fofo, considerando que você sequer passou pela minha cabeça até esse exato momento.” Riu, deixando bem claro que não levava aquela briguinha a sério, apesar de suspeitar que talvez a outra levasse até demais. Bem, não se importava, nem queria estar ali. “ — Sinto muito estragar sua felicidade. Não era minha intenção. Afinal esse dia, ou noite, deveria ser feliz, né? É todo o ponto, certo?” olhou ao redor, procurando por alguma coisa para descer goela abaixo. Estava passando tempo demais sóbria naquele lugar, e tudo bem que antigamente costumava ser uma das três governantes daquela sororidade, mas não era mais o caso. “ — Ah, perfeito!” pegou o primeiro vinho que encontrou, abrindo o mesmo na sua boca e o despejando no copo mais próximo. Pegou um segundo copo em seguida e fez o mesmo, então o ofereceu para a garota na sua frente. “ — Toma, acho que cê ta precisando tanto quanto eu.” enquanto seu braço direito estava esticado para Azize, o outro já ia de encontro a sua boca, bebendo como agua. Vinho nem poderia ser considerado uma bebida de verdade considerando o que Audrey bebe no seu livre. “ — Agora me diz, até que horas eu preciso ficar aqui para a Avie não ter um chilique?”
E cá estava Audrey Grace-Hastings, mais uma vez sendo puxada para um evento que não tinha nenhum interesse em comparecer porque tinha "obrigações sociais" por fazer parte de um trio popular de garotas. Achava que seus dias de Plástica haviam acabado, mas tudo bem, se a Avery fazia tanta questão não tinha exatamente como recusar. E ela tentou. "— O que?" perguntou, se virando para a pessoa que havia falado consigo, estava distraída demais em seus pensamentos, algo que tendia a acontecer bastante. Se estivesse com seu gravador em mãos provavelmente estaria falando para ele sobre como todo mundo ali era... Que sinônimo para idiota seria complicado demais para eles entenderem? Enfim, seria esse o termo que ela usaria. "— Ah, mas estou usando preto. Estou totalmente de luto." respondeu, um sorriso meio diabólico surgindo no seu rosto. Não sabia bem porque havia cismado de usar amarelo para o memorial, mas agora já estava lá, tinha que fazer valer a pena a decisão. "— Os detalhes em amarelo são apenas para simbolizar... Amizade, ou sei lá, Desespero."
Wearing Yellow to a Funeral.
The first person to dare do this was Anne Boleyn, right after the death of her husband's ex-wife Catherine of Aragon. But oh oh oh, don't misunderstand, okay? It wasn't meant to be a disrespectful thing, since yellow is a bright and joyful color. Of course not. Yellow is a mourning color in Spain, Catherine's home country. Anne was just being culturally intelligent. Sure. That's what it was.
JAWBREAKER (1999) dir. Darren Stein
NEW GIRL 02.01 “Re-launch”
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