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Fetish - Johnny Suh (Nct)
Avisos: smut, +18, hand kink, oral (f).
Contagem de palavras: 3.713
Com um pano de prato em uma mão e o copo de vidro em outra, Miley Neville enxugava o recipiente enquanto observava seu colega de trabalho, Johnny Suh, ajustando a mesa de som.
Ambos compartilhavam a mesma rotina de trabalho na boate Howl at the Moon localizada em Chicago, terra natal de ambos. Eram parceiros e cobriam os deslizes um do outro, seja no caso da garota esquecer o pedido de algum cliente, ou no caso dele, simplesmente não se recordar de qual seria a playlist planejada para a noite e tocar uma música melosa, ao passo que buscava desesperado pelos ritmos mais agitados.
Entretanto, mesmo sendo próximos receberam o apelido de Tom e Jerry pelos seus amigos de trabalho, pois o garoto era perito em saber tirar Miley do sério em qualquer ocasião. Tinha o costume de irritá-la com os seus flertes baratos que não levavam a lugar algum, somente iludia o pobre coração apaixonado da garota que nutria sentimentos fortes e intensos por ele em segredo, ou quase isso. Mas o que Johnny não sabia era que a Neville tinha seus segredos ainda mais profundos, aqueles em que guardava à sete chaves por medo do que ele poderia pensar.
Era cerca de 17:30h quando Miley decidiu contemplar o amigo, ou melhor, suas mãos. Fascinada pelos dedos longos e como eles deslizavam com facilidade pelos botões, tinha dias que passava horas admirando do seu balcão todos os movimentos e parava apenas quando seu chefe pigarreava e perguntava-lhe sobre as vodkas e outros drinks que pretendia inserir no cardápio.
Sempre tivera um tal fetiche por mãos masculinas, a forma como muitas delas são largas, fortes e firmes era um tormento para a sua sanidade. No entanto, após conhecer o rapaz tudo tinha se intensificado.
Lembrava-se perfeitamente quando ele lhe deu uma carona até a sua casa, a garota não conseguiu desviar o olhar por um só minuto, encantada como as palmas longas agarravam com força o volante, ou então quando só uma delas estava ali e a outra batucava em sua própria coxa, tentando acompanhar a música do rádio.
Tinha perdido a conta de quantas vezes tinha imaginando aquelas falanges sedosas deslizando em seu rosto, adentrando em sua boca e sendo lubrificadas pela sua saliva. Não queria que elas tocassem somente os seus ombros ou cintura como ele sempre fazia, queria mais, muito mais.
— E aí, você desliza para cima assim — demonstrou para a garota que subia o olhar conforme o dedo se elevava — e a música já ganha outra forma. Está vendo? Aí depois é só clicar aqui, girar ali e é isso. — retirou um dos lados do fone e a encarou curioso, balançando o corpo no ritmo e mordendo o lábio inferior com os dentes superiores, tal qual um coelhinho. — Miley? — deslizou os dedos pelas mechas lisas e sedosas, penteando-as para trás e fazendo-as retornarem ao local anterior assim que os dedos abandonaram os fios — Está prestando atenção? — estalou os dedos na frente da visão alheia e a garota acordou do seu transe, tossindo algumas vezes e voltando a enxugar o copo em suas mãos.
— Sim… Sim, Johnny, eu estou prestando atenção. É que… — pausou quando notou que os dedos voltaram a dar atenção aos botões da mesa de som, dessa vez mudando a música e tocando mais uma do seu repertório, “I Wanna Do”.
Segundo a visão dela, o Suh estava devidamente perfeito naquela noite. A camisa branca e larga lhe caía tão bem, junto ao jeans claro e folgado, sem contar com a corrente de prata que adornava em seu pescoço, vez ou outra balançando conforme o amigo se agitava com a melodia. Ele não precisava de muito para ser o cara mais atraente daquele lugar, Johnny Suh precisava ser somente ele e nada mais.
Seus olhos subiram um pouco, ignorando as mãos por um tempo. Decidiu focar em sua outra obsessão, os lábios cheinhos e tão bem delineados. Eles eram constantemente lubrificados pela língua afoita, esse mesmo músculo que Miley presenciou ser usado tantas vezes com outras garotas nos corredores da boate. Seria mentira de sua parte dizer que nunca desejou sentir a língua de Johnny em si, passeando pelo céu da boca, deixando lambidas lentas em seu pescoço e por fim a beijando com desejo como costumava fazer com outras.
— ‘Cê tá me olhando com uma cara… — riu soprado, direcionando uma das mãos até o queixo feminino e aproximando para si — Se continuar assim terei que te beijar, e sabe que quando digo que irei fazer algo realmente faço. — resvalou o nariz contra a bochecha de Miley e ela sentiu o rubor tomar conta de todo o seu rosto, afastando-se rapidamente e evitando o pior.
O rapaz aproveitou o desvio para seguir até a pia da bancada de bebidas e a garota o acompanhou no automático, vendo-o lavar as mãos e imaginando mais diversas coisas com aquele cenário.
— E aí? Pensou na proposta? Minha boca está louca para provar da sua.
— Para de graça, Johnny! — estapeou a mão que tentou lhe alcançar novamente depois de alguns minutos — Você só tempera e nunca come, já estou cansada disso. — apoiou o copo na bancada diante de si e tentou a todo custo controlar o nervosismo e calor que se intensificava no meio de suas pernas.
— Ué?! Mas você nunca me disse que eu poderia comer. Sendo assim, eu posso? — ardiloso como era, voltou a atacar a garota com as malditas mãos. Desta vez puxando-a pela cintura e a olhando de cima, tornando evidente a diferença de altura entre ambos — Se quiser posso te beijar aqui mesmo e estamos quites. — puxou mais um pouco e ela pode jurar sentir cada pedaço de músculo do corpo alheio.
— Johnny…. — murmurou manhosa, tentando a todo custo se desvencilhar e voltar a ter senso do que estava fazendo — Para, por favor! — suplicou mais uma vez, vendo o amigo sorrir de lado e afrouxar o abraço, mas sem soltá-la — Não deveria ficar atiçando uma mulher no período fértil, é o cúmulo do ridículo e da tortura.
— Não sabia que período fértil durava oito meses seguidos. — estalou a língua e desceu as mãos pela lombar feminina, seguindo para o quadril e puxando em direção ao seu — Faz meses que você vem me dando a mesma desculpa só para eu não te abraçar. Quer ajuda com isso? Sabe, sou bom nessas coisas. — mais um puxão e Miley sentiu sua alma ir ao céu e voltar.
— JOHNNY! — reclamou, dessa vez um pouco mais alto e irritada. Afastou os braços fortes do homem e se demorou nas mãos, deslizando os próprios dedos pelas palmas cálidas e mordendo os lábios em consequência. — Não gosto desse tipo de brincadeira, já falei e não irei repetir. Apenas pare com isso! — o garoto permaneceu em silêncio e isso incomodou a amiga, que o olhou com dúvida e encontrou um sorriso zombeteiro estampando o rosto do mais velho. — O que foi? Estou falando sério.
— Uhum… — murmurou, olhando a garota de baixo para cima e gravando os mínimos detalhes do seu corpo — Você tem fetiche pelas minhas mãos, né? — gargalhou ao notar o desconforto da garota ao ser descoberta — Bingo! Eu sabia que seus olhares, nada sutis, enquanto eu estava tocando não eram coisa da minha cabeça. Miley Neville, sua danadinha! Como ousa pensar indecências com seu colega de trabalho?
— O QUÊ?! NÃO É NADA DISSO QUE ESTÁ PENSANDO! — tentou se defender, cruzando os braços e olhando para qualquer lugar que não fosse os olhos acusadores do Suh — Devia deixar de ser tão convencido, nem tudo gira ao seu redor. — mais um gargalhar baixo e Miley tensionou o corpo ao sentir a aproximação de Johnny mais uma vez.
— Vai dizer que nunca me imaginou fazendo isso. — a palma acariciou a bochecha enquanto os dedos deslizavam pela maçã e um pouco abaixo dos olhos. O polegar escorregava pelos lábios femininos, lentamente e com total cuidado para que ela finalmente realizasse seu desejo.
Miley tombou a cabeça para o lado por alguns instantes, sentindo-se no paraíso ao ser tocada como tanto queria. Johnny achava graça e aos poucos se excitava ao vê-la tão entregue com toques tão simples, estava completamente fascinado com aquela visão e desejava ver muito mais daquilo.
— Eu notava como você ficava inquieta ao me ver pegando outras garotas, mas saiba que só não te beijei ainda por seus próprios motivos, sempre respeitei o seu espaço. — o polegar invadiu o lábio por fim e deslizou pela língua macia, capturando a saliva e molhando a falange ao ponto do Suh sentir um arrepio na espinha com o calor que emanava de lá — Tão submissa, nem parece a mesma Miley que eu conheço. — zombou e sua amiga mordeu o polegar de leve para que ele parasse o que fazia.
— Nada de submissa! Eu gosto de ter dedos na minha boca, mas isso não significa que vou me rebaixar na cama e agir que nem uma cadela adestrada.
— Bem, você está demonstrando totalmente o contrário. Será que devo tirar a prova real sobre isso?
— Você não está louco. — falou descrente, andando alguns passos para trás ao notar o olhar profundo do seu amigo, parando somente quando encostou na bancada.
— Talvez eu esteja um pouco, ou muito. — abaixou e capturou o lóbulo esquerdo com os dentes, lembrando-se de sugar a pele e traçar uma trilha de beijos molhados do pescoço até a clavícula — Você me deixa maluco, Miley. Não aguento mais reprimir tudo isso, eu quero você hoje.
— O quê? Mas que porra! Estamos no trabalho, Johnny. — alertou, afastando a língua nervosa que insistia em lamber o seu colo — Vamos ser demitidos desse jeito.
— Vamos nada… — sorriu abertamente, segurando os fios da nuca da mulher com sua mão direita e aproximando os quadris, fazendo-a sentir a ereção já bastante desperta. — Não tem ninguém aqui além de nós dois. E aquele banheiro — olhou na direção do cômodo e a garota fez o mesmo — é perfeito para nós. Mas se preferir temos a salinha de descanso, com o sofá e…
— Nem um e nem outro. Suh, vamos parar com isso, está bem? Estamos saindo dos eixos. — praticamente ronronou em sua súplica, sentiu-se péssima por estar naquela posição tão frágil, mas era impossível reagir de outra maneira naquela situação, mesmo negando sabia o que seu instinto mandava fazer, desejava-o naquele instante.
A t-shirt oversized de Miley fora puxada com tranquilidade, revelando a barriga, costelas e por fim os seios pequenos, cobertos pelo sutiã verde neon.
— Uau! Bem chamativo. — o mais velho debochou e ela preferiu ignorar a gracinha, estava mais preocupada com o que viria a seguir — Eu estou prestes a te chupar toda aqui mesmo, então está em suas mãos decidir se vamos ao banheiro, sala de descanso ou se iremos fazer tudo nessa bancada.
— Em nenhum momento eu disse que queria. Como pode ter tanta certeza de que quero transar com você? — o lábio masculino repuxou para o lado, exibindo o seu sorriso mais ladino e seu lado mais perverso. Isto é, se existisse uma opção mais pervertida que a versão original. — Pode ir tirando a mão daí, mocinho!
— Ué?! Estou apenas checando se você quer ou não. — retirou o botão da casa e abriu o zíper, não demorando muito para deslizar a calça pelas pernas de Miley, deixando-a em seus tornozelos e beijando a pele desnuda até que estivesse de volta, olhando-a nos olhos. — Você realmente é fã de neon, hein? — ao encarar a calcinha rosa choque, Johnny não pode conter o riso.
— Ai, deixa de ser chato, cara. Virou fiscal de lingerie agora?
— Não mesmo, até porque estou amando. Só que prefiro você sem nada, com toda a certeza a visão deve ser bem melhor. — o indicador brincou com o elástico e Neville interrompeu a respiração por alguns segundos, sentindo o íntimo pulsar em ansiedade — Dizem que quando uma garota está molhada é porque ela está gostando das investidas, então preciso checar a sua situação para saber se devo parar ou continuar. Você deixa eu fazer isso? — perguntou e ela só balançou a cabeça freneticamente, soltando o ar dos pulmões assim que a falange deslizou por dentro do tecido.
Miley podia prever o quão molhada devia estar com os toques tão simples. Era Johnny Suh em sua frente, o cara em que ela nutria sentimentos desde que começou a trabalhar na boate, e não seria novidade alguma encontrar-se naquela situação embaraçosa.
O indicador por fim chegou no seu núcleo, deslizando lentamente e emitindo um barulhinho por conta da umidade excessiva presente ali. Um suspiro escapou dos lábios femininos e teve de fechá-los com rapidez para não gemer.
— É, eu acho que você está gostando, Neville. Não adianta tentar me enganar. — continuou com a massagem, vez ou outra rodeando o clitóris e descendo até a entrada, ameaçando penetrar, mas não fazendo. — Está tão quente e… Ah! — gemeu arrastado ao sentir uma das palmas de Miley massageando o seu volume por cima da calça — Porra! — mordeu o ombro alheio levemente e estocou contra a mão, intensificando também o carinho na vulva.
— Se você pode me tocar eu também posso. — abriu a calça, assim como ele tinha feito consigo e continuou a massagear o pau coberto pela cueca branca, notando a mancha que aos poucos aumentava na região da glande. — Me beija. — praticamente suplicou e o rapaz fez o que fora solicitado.
Miley sentiu o corpo ser ainda mais pressionado contra a bancada e a coxa grossa do homem fora direcionada para o meio de suas pernas, para que ele tivesse mais espaço e pudesse angular os dedos para o que queria fazer.
Os lábios femininos foram tomados pelo beijo selvagem de Johnny, a respiração entrecortada juntamente com os gemidos sôfregos aumentavam a tensão sexual daquele local. Estalos do beijo instigavam Johnny a intensificar na massagem, passando para a penetração de dois dos seus dedos quando sentiu que ela estava pronta o suficiente para recebê-los, estocando profundamente e com certa lentidão.
Miley impulsionou os quadris, em um pedido mudo para que ele fosse mais rápido com aquilo. Ignorando completamente os pedidos da mais nova, o Suh abaixou a cueca com a mão livre e a fez segurar o falo rígido, ditando como queria os movimentos.
Continuaram a punheta em conjunto, ao passo que ele a dedilhava sem muita sutileza. Quando se deu por satisfeito retirou as falanges encharcadas e lambeu, sugando todo o líquido ali presente. Não permitiu que a Neville processasse tudo o que estava acontecendo e em um rápido movimento se ajoelhou, retirando a calcinha e direcionando a cabeça entre as pernas da mulher, chupando com veemência aquela região onde tivera tantos sonhos nada castos.
Para o Suh a amiga era deliciosa, a língua deslizava pelas carnes com facilidade, vez ou outra sugando e beijando, arrancando arfares pesados por parte dela. Enquanto se dedicava ao oral, direcionou seus dedos para a boca aberta de Neville, que não demorou para chupar tal qual ele fazia com a sua buceta.
Os olhos da garota se reviravam a cada lambida ou sopro contra seu clitóris sensível, sentia seu corpo tremer e um frio incalculável em algumas regiões do seu corpo. Estava imersa no prazer, em toda a aura incrível que Johnny conseguia lhe proporcionar, considerou até que estava no paraíso devido as sensações que nunca tinha sentido com os seus antigos parceiros sexuais.
— Johnny? Miley? Vocês estão aí? — a voz de Mark, dono da boate, se fez presente no ambiente — Cheguei mais cedo para arrumar umas coisas.
— J-johnny, para! — puxou os fios do homem, que se deu por vencido e afastou os lábios da vulva, deixando um selar demorado antes de finalmente encará-las com os lábios, nariz e bochechas meladas com seu fluído — O Mark chegou, vai dar merda se ele nos encontrar assim. — as lambidas prosseguiram, dessa vez no interior da coxa direita — Johnny, me escuta pelo menos uma vez.
Irritado com a insistência da garota em se esconder, o Suh a colocou em seus braços e foram até o banheiro, lembrando-se de trancar a porta e se livrar do restante das roupas, ficando completamente nu diante dela.
O garoto a ajudou a se livrar das peças também, ajudando ela a se virar e posicionar as mãos contra o espelho em sua frente.
A palma larga desceu pelo ventre e empurrou levemente para trás, fazendo-a ficar empinada para ele, com a outra mão direcionou a perna dela até a pia e indicou que deveria ficar naquela posição.
— Teremos que ser rápidos agora, porém prometo que te recompenso quando formos para casa. — beijou a bochecha de Miley e pincelou a glande em sua fenda — Está tão necessitada, e de uma forma que eu sequer tinha imaginado em meus sonhos mais perversos com você.
— Não sabia que costumava sonhar comigo. — gemeu após a falsa invasão que durou apenas alguns milésimos.
— Todas as noites, babe. — desferiu um chupão no pescoço imaculado e Miley voltou a gemer — Shhh. Desse modo vão nos encontrar e você não quer isso, hm? — a garota negou em silêncio e Johnny a penetrou, de uma forma sofrida e lenta.
— Vai logo com isso, eu estou morrendo aqui.
— Estou com pressa, mas não tanto assim. Porém, — estocou com certa força e o corpo da mulher foi para frente devido ao susto — posso ser mais rude caso queira. — prosseguiu com a grosseria misturada a delicadeza, investindo com força suficiente para deixar a Neville sem fala. — Eu podia te comer o dia inteiro, Miley, e juro que pretendo fazer isso. — subiu a palma esquerda, afundando os dedos longos na boca dela enquanto a outra palma apertava os seios descobertos e que balançavam conforme as estocadas tornavam-se cada vez mais furiosas. — Gosta de ter meus dedos enfiados na sua boca? Sei bem que queria isso a muito tempo.
— Sim. — respondeu com dificuldade, sentindo as falanges deslizarem pela língua e se aprofundarem na cavidade. Era praticamente impossível falar algo, no entanto tentava ao máximo responder através de gemidos. — SIM! — praticamente gritou ao sentir sua zona sensível ser atingida.
— Bom saber. — retirou seu pau de dentro da cavidade e virou a garota de frente para si, introduzindo novamente ao passo que a encarava com tanto desejo. A mão forte segurou uma das coxas e a prendeu em sua própria cintura, facilitando a penetração e permitindo que ele fosse mais fundo.
— Johnny! — Mark voltou a berrar no lado de fora, o que intensivou o Suh a estocar ainda mais fundo e rápido em Miley — Onde você se escondeu, garoto?
— Ele vai nos achar. — disse Miley, tapando a boca para que os gemidos não escapassem.
— Se continuar caladinha ele não vai nem desconfiar. — rosnou quando sentiu a pressão apertar o seu pau — Ah! Faz de novo, por favor. — e Neville obedeceu, apertando o máximo que conseguia e soltando quando julgou ser a hora certa.
Passos se aproximavam do banheiro lentamente e isso fez com que Johnny aumentasse a velocidade, pouco se importando com os barulhos obscenos que escapavam todas as vezes que ele se afundava na garota. Com mais algumas estocadas, o Suh se retirou de dentro dela e se masturbou até que os jatos esbranquiçados tingissem a barriga da garota.
Notando que ela ainda não tinha gozado, abaixou e abriu as pernas até ter a visão privilegiada do íntimo pulsando em excitação. Chupou e sugou com afinco, como se sua vida dependesse daquilo. Tal qual um passe de mágica, Miley, chegou ao orgasmo, tremendo e perdendo as forças das pernas.
Antes que caísse, foi amparada por Johnny, que a abraçou e selou seus lábios, ajudando ela a se vestir e deixando-a sentada na privada.
— Eu vou sair primeiro e depois você sai. — disse, terminando de puxar o zíper de sua calça e fechando-a — Mas deve esperar eu levar o Mark até a bancada de DJ pelo menos.
Miley estava aérea, ainda processando tudo o que tinha acontecido. Seus dedos se enrolavam no tecido da camisa, provavelmente buscando algo que trouxesse a informação de que tudo aquilo tinha sido real. Observou seu amigo jogar um pouco de água no rosto e pentear os fios bagunçados, ele fez o mesmo com ela, tentando ao máximo deixá-la apresentável e sem tantas pistas de que tinham fodido no banheiro.
— Está tudo bem se eu sair antes para despistar ele? Não quero que pense que sou um babaca. — seu olhar se tornou apreensivo, o lábio inferior voltou a ser puxado pelos dentes superiores e ele voltou a ser o Johnny fofo e carismático de sempre, diferente do lado animalesco que ela tinha conhecido a alguns minutos atrás.
— Está tudo bem. — pigarreou, apertando a perna uma contra a outra e sentindo uma ardência leve em seu íntimo, mas nada que lhe incomodasse, muito pelo contrário. Sorriu minimamente e capturou os lábios do amigo em um selar rápido e ainda com o seu gosto — Valeu por hoje! — disse ao se afastar e o Suh a encarou divertido.
— E quem disse que acabou? — riu baixinho e lhe devolveu o selar — depois daqui vamos direto para a minha casa e prometo te comer direito. Me aguarde, gracinha!
— E se eu for para casa mais cedo? O nosso encontro não vai rolar. — fingiu um bico decepcionado e Johnny meneou a cabeça, desacreditado.
— Duvido bastante que não vai querer repetir o que fizemos.
— Está muito convencido, Sr. Suh. — zombou, vendo o homem se direcionar até a porta.
— Claro, eu sei que estou fazendo certo e que você gostou, essa é a parte mais importante. — piscou e abriu a porta, dando alguns passos à frente — Até mais tarde! — ao dizer isso fechou a porta e gritou pelo nome do seu chefe que respondeu animadamente.
“ Estava consertando a privada.” — respondeu quando questionado por Mark onde estava.
Quando Miley não ouviu mais a voz de ambos soube que era a hora certa de sair dali. Fechou a porta atrás de si e caminhou com dificuldades até a bancada, lavando as mãos e se preparando para organizar a bagunça que tinham feito. Ao longe observou Johnny com seus fones e as mãos afoitas mexendo na mesa de som, ele notou o olhar quente da garota sobre si e mordeu os lábios lentamente, lembrando-se de mandar um beijo ao final daquilo.
Neville sentiu o corpo tremer em ansiedade e passou a contar os minutos, inquieta e desejando que o tempo passasse mais rápido para que tivesse Johnny consigo outra vez.
O Johnny DJ está mexendo com a minha cabeça e é inevitável não lembrar dessa fic que fiz anos atrás. 🥵
NAO AGUENTO MAIS O JOHNNY DJ GOSTOSO DEMITAM ESSE HOMEM IMEDIATAMENTE PRECISO DE PAZ
YUTA 'Off The Mask' MV TEASER (x)
SABRINA CARPENTER on set of the Please Please Please (feat. Dolly Parton) music video via Instagram
SABRINA CARPENTER at the TIME100 Next event in New York (October 9, 2024)
Jean André Rixens
French, 1846-1925
Jeune Femme (detail)
240903 YUTA IG Story
JAEHYUN — Smoke
Roses
Me recordo detalhadamente do teu hálito de menta, provindo do chiclete que você masca com frequência.
É tão bom a forma como você me beija, deslizando os lábios sobre os meus, as mãos passeando em meu corpo e toda a adrenalina correndo em nossas veias.
Mais uma vez estamos na rua escura e vazia nos amando. Os vidros do carro sempre abafados e ali, no nosso mundinho, nada mais importa além dos nossos desejos.
Com você eu me liberto do meu eu, me torno selvagem, atrevida, uma nova mulher.
Você diz sempre que estou linda, cheirosa, mas nunca um "Eu te amo", acredita que ainda é muito cedo para se declarar.
E eu entendo, aceito sua decisão com ternura e como um amante acabo por aceitar seus convites noturnos, me escondendo na penumbra até o momento em que você desejar me assumir.
Outras mulheres parecem se interessar por você, mas eu sei que o seu coração me pertence e sucessivamente. Fica claro quando você elogia uma foto minha nas redes, isso me faz crer que irá me assumir em breve.
No entanto, algo no meu coração aperta e tento a todo custo não dar ouvidos a voz que me diz que sou apenas mais uma.
E é naquele dia, em que eu jurei que seria mais um dia normal, que você dá os primeiros sinais.
Seus olhos não me olham mais com ternura como antes, sua postura está diferente, parece distante, e o seu beijo... O seu beijo mudou. Está ótimo, é claro, mas algo me diz que esse beijo foi ensinado por outra.
A resposta vem com o passar das semanas quando você começa a me ignorar, não comenta, não curte minhas fotos, não me dirige a palavra.
Eu, idiota apaixonada que sou, me engano dizendo que é por conta do seu trabalho e te dou esse tempo.
Só quando a dor do meu peito se torna maior é que eu decido te questionar e você me responde sem nem pensar: "Tudo está indo muito rápido. Eu estava confuso com os meus sentimentos e não queria te machucar."
Ali, meu mundo desaba, eu perco as forças e começo a perceber que tudo o que vivemos não passava de mera ilusão. Para você eu nunca passei de apenas mais uma, afinal a mulher que você sempre quis agora lhe dá atenção, portanto, eu não tenho mais serventia.
Obviamente que eu tento voltar atrás, tento resolver e o que recebo de ti é o silêncio, algo que nunca aconteceu entre nós dois.
Essa sua atitude me faz desacreditar no amor. Já não acredito nem mais em mim, nada mais parece real, tudo é uma farsa.
E como louca te procuro por todos os lugares, até nas redes daquela mulher que você sempre quis (e que provavelmente agora já a tem). Lá ela posta que recebeu rosas, tal flor em que nenhum momento você pensou em me dar, já que nunca fui sua prioridade.
Rosas.
Malditas rosas.
Tão lindas e agora tão asquerosas.
Como poderei olhar para elas sem lembrar de você?
Como poderei viver um dia dos namorados sem pensar que eu poderia estar recebendo essas rosas?
Maldita a hora que acreditei em você e te confiei meu coração.
Maldita a hora que te disse que amava rosas, pois você deixou apenas os espinhos para que eu me lembrasse de todo o amor que você me deu e me tirou sem nenhum pesar.
Durante esse tempo em hiatus eu pude perceber o quanto a escrita é importante para mim.
Comecei a escrever por incentivo da minha psicóloga, como forma de desabafar ou criar realidades em que eu pudesse ocupar um pouco minha mente na época da pandemia.
Porém, eu acabei parando de fazer isso e notei o quanto estou sobrecarregada por simplemente não expor meus sentimentos.
Obviamente que a maioria das minhas estórias falam sobre amores fracassados, mas é a minha única forma de não guardar só para mim e sofrer sozinha em um eterno looping.
Sendo assim, creio que seja necessário meu retorno ao mundo dos contos e encantos hahaah Quem sabe um dia eu volte a escrever como antes, ter ideias a cada segundo. Um passo de cada vez ❤
JAEHYUN — Smoke J - The 1st Album 2024.08.26 6PM (KST)
Fora tudo isso eu to viva, só um pouco afastada do kpop.
Afastada de tudo na verdade. Minha vida tem se resumido a minha pós e a academia, e sinto muita falta de ser fã de alguma coisa.
Espero um dia voltar a ser a garota de antes, e claro, voltar a ser mais ativa aqui também
2024 NCT 127 8th ANNIVERSARY FANMEETING <8ECRET INVITATION>
E como se já não bastassem todas as minhas decepções amorosas, dessa vez, levei um ghosting bem saboroso 🥰🥰🥰🥰
E pior que foi do único cara que eu jurei que iria dar certo. Não preciso dizer que estou na merda, mas vida que segue
A parte mais engraçada é que eu dediquei Please, please, please da Sabrina para ele e no que resultou? Isso mesmo, ele foi o Motherfucker
Bom dia ❤
E como se já não bastassem todas as minhas decepções amorosas, dessa vez, levei um ghosting bem saboroso 🥰🥰🥰🥰
E pior que foi do único cara que eu jurei que iria dar certo. Não preciso dizer que estou na merda, mas vida que segue