Oie L🪐
Tá tudo bem por aí? Ainda te guardo no coração🤍. Obrigada por ter me mostrado uma das milhares de forma de amor
Com afeto,
B🤍
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Oie L🪐
Tá tudo bem por aí? Ainda te guardo no coração🤍. Obrigada por ter me mostrado uma das milhares de forma de amor
Com afeto,
B🤍
Oi L🪐, tudo bem?
Fazia tempo que eu não te escrevia chorando… nem sei por quê. Sinto falta de mim, daquela época em que eu não tinha medo, em que ainda podia escutar sua voz. Sinto falta das possibilidades. Eu li o maldito livro que a gente combinou, mas ainda evito abrir livros… eles me lembram de uma pessoa que não me pertence mais. Talvez eu mesma não me pertença mais. Desculpa pela melancolia — eu tinha prometido boas notícias, prometido evolução, mas errei. Ainda assim, eu tentei preencher o vazio com sexos vazios, e quase resultou em uma gravidez… não aconteceu, ainda bem. Eu ainda quero ter a Ana Lua com amor (se é que ela vai existir). Anda tão difícil sonhar por aqui. Aí também? Às vezes queria voltar ao tempo em que a gente mandava cartas. Eu te mandaria milhares. Acho que uso esse espaço para isso: escrever cartas que nunca serão respondidas.Ainda me pergunto se você tem o desenho do meu corpo guardado aí ou se já apagou. Sei lá… só queria ser lembrada de alguma forma. Depois de você, nunca mais o frio na barriga existiu no meu corpo. Maldita sensação. Mas eu estou bem, ganhei um reconhecimento importante para mim esses dias e queria te contar. Agora que voltei para cá, tudo está tão diferente. Me sinto sozinha, mas estou conquistando coisas profissionalmente. Às vezes penso se as “pessoas grandes” sonham só com isso mesmo — conquistas — ou se ainda querem conhecer um menino loiro, um aviador, contar estrelas. Eu acho que me pareço mais com as pessoas grandes agora…
Com carinho,
B🤍
Oi… Às vezes eu queria que você também tivesse um Tumblr, só pra escrever coisas importantes. Assim eu poderia entrar lá, ler, reler e sempre encontrar alguma novidade sua. Queria dizer que vi seu vsco amei seu mural novo eu fico tão feliz em te ver feliz…🤍
Obrigada pelas mensagens que me mandou e pelos áudios eu tava morrendo de sdd da sua voz! Obrigada por tudo de coração.♥️
Eu tenho tanta coisa pra te contar, mds kkkk… mas vou contar por aqui mesmo. Lembra como eu passei anos me culpando, achando que tinha feito algo errado com a M? Pois é… no fim, ela nem era tão perfeita quanto eu achava. Eu era muito nova, e aquele sentimento — que eu chamava de amor — nem de longe foi amor de verdade. Hoje eu vejo que só fiz o que era possível dentro do que eu sabia e sentia na época. A gente se reencontrou, conversamos… e foi normal. Completamente normal. Ela é outra pessoa agora. Foi horrivelmente assustador perceber isso, mas ao mesmo tempo libertador.
E aí, no meio disso tudo, me bateu um medo: de te reencontrar e não sentir o mesmo. Mas aí eu lembrei que com você é diferente. Com você, mesmo as mudanças não mudam o que eu senti. Ainda assim… sei lá. Tô feliz por você. Sinto que você tá bem, e meu coração fica tranquilo com isso. Quando a saudade aperta de verdade, eu releio aquela carta. A rosa. Kkkkk eu odeio rosa, mas agora… a droga da carta virou abrigo. Engraçado como, quando tudo acaba, a gente só guarda o que toca de verdade — mesmo que o que reste seja só um papel com perfume, teimando em sobreviver entre letras borradas.
Espero que você tenha gostado do livro. Eu fiquei morrendo de medo de você não curtir… mas também torci pra que ele te viciasse em leitura, apesar de saber que você sempre foi mais apaixonada por vivências do que por histórias. Enfim… te amo, pedacinho. Obrigada por ser esse pontinho de magia que ainda existe no mundo. E, confesso: ainda sinto uma pontinha de inveja de quem divide momentos com você. Mesmo que seja só num “bom dia”, ou numa daquelas histórias que você conta toda empolgada. Sinto falta da sua energia contagiante.
Ah — eu esqueci de dizer: gostei da atualização da nossa playlist no Spotify. Sei que talvez nem seja mais “nossa”… mas ainda escuto. Sempre.
Hoje eu senti vontade de ser sua amiga de pelo menos poder ser ter a oportunidade sabe…
Eu queria tanto tanto tanto ouvir sua voz…
Porque o esquecimento escolhe e espero que um dia ele me escolha também…🤍
e que bom que eu te conheci ❤️🩹✨️
Sabe, L🪐…. Então, me despeço aqui. De você. Da história que tivemos. E, principalmente, de todas as fantasias que sonhei sobre nós. Chegou ao fim. E basta. Isso basta🤍
Parte 2
Esse amor que encontrei agora é só uma paixão de verão, mas prometo aproveitar até o fim. Porque a verdade é que a única coisa que fica depois que alguém vai embora são as lembranças e a saudade. E, bem, essa danadinha é uma puta de uma bela companhia depois de sexo e muitas garrafas de vinho. Obrigada por me retornar à vida. Espero que, por aí, você também encontre todos os dias satisfação e prazer em viver. Obrigada, L, por cada linha, estrofe e parágrafo. Que você continue sempre sendo reticências e nunca ponto final, pois você é imensidão, mesmo que tenha esquecido. Volte a se entregar pro amor, pois é só isso que eu posso deixar de bom no que existiu entre nós.
Com muito amor, da sua sereia, que tem olhos de cigana, oblíqua e dissimulada.
Parte 1
Oi, hoje eu decidi te escrever. Antes, eu escrevia para me despedir, kkkkk… Sei lá, era uma tentativa de elaborar o luto, de te perder aos poucos. Mas hoje, pela primeira vez, não vim falar do que perdi. Vim falar do que ganhei. Porque, caramba, eu ganhei pra caralho! Quando digo isso, penso em como o amor nos aproxima das nossas melhores versões. Talvez esse texto, diferente dos outros, não seja exatamente sobre você. Pela primeira vez, vou falar um pouco de mim. Bom, quando te conheci, tinha o sonho de conhecer todos os amores possíveis do mundo. E olha que lutei bravamente, ainda luto por isso… quer dizer, tento, kkkkk. Você foi uma página muito foda da minha vida. Me ensinou, me relembrou a olhar para o céu, a acreditar em coisas místicas, sabe? Eu ainda faço isso. Minhas conversas nunca mais foram as mesmas depois de você, porque você me fez ter esperança de que vale a pena acreditar em mais do que o óbvio que oferecemos cotidianamente. Ainda me apaixono, quer dizer, tô apaixonada agora. Em primeiro lugar, por mim. Depois de tantas frases onde me via como confusão, difícil de lidar, ou sei lá, coisas do tipo, finalmente entendi o que você dizia. Eu finalmente entendi o quanto eu sou grande, de alma mesmo. Sempre vi muita beleza nos outros, nos encontros, nos sonhos, nos segredos dos outros, mas você me devolveu pra mim. E, olha, foi melhor do que o esperado, sabe? Nunca vou poder te agradecer o suficiente. Claro, você me deu memórias incríveis, dignas de filme. Me deu risadas avassaladoras, me mostrou um amor intenso, triste, feliz, confuso, legal, tóxico… uma mistura de vida e morte. Mas, quer saber? Você não é o amor da minha vida, mas já foi. E foi por muito tempo. E todas as vezes que eu lembro, você volta a ser. E isso é o que a memória faz: traz de volta o que já foi, mas ainda pode ser. E quer saber? Eu gosto de te manter viva. Só não gosto do contato nessa realidade aqui. O amor que você pode me oferecer não me basta, porque não somos as mesmas pessoas. Só parte delas. E tá tudo bem. Porque ainda assim, é amor. Bom, não é um texto de despedida… ou talvez até seja. Nunca fui muito boa com certezas. Mas a única que eu tenho agora é que não fazemos mais sentido uma para a outra. Percebi isso hoje, enquanto voltava do trabalho, exausta, escrevendo e sorrindo como sorria quando via você. Ahhhhhh, L… você foi incrível. Eu amo você por isso. E obrigada por tudo. Ainda fico ansiosa pelas cartas que você me deve, mas sei que elas não vão chegar. Fico ansiosa pelos encontros que provavelmente não vão acontecer. E isso é bom, porque sei que, se não acontecerem, ainda assim fizeram parte de grandes coisas dentro de mim. Kkkkkkkkk, engraçado… esse foi o texto mais feliz que escrevi pra você. Acho que finalmente decidi te deixar ir. Aprendi a te amar na ausência, e gosto disso. Me dá mais autonomia. Quem diria… Eu realmente consigo oferecer o amor que sempre afirmei que existia. O amor que, pra mim, era o melhor. Eu vibro por você, mas vibro mais ainda pela mulher que me tornei depois de você. Eu ainda sou a mesma menina em muitos momentos do dia, ainda sou pequena pra algumas coisas. Mas sou grande demais agora pra reconhecer o que aconteceu. E gosto disso. Não tem mais fantasia, não existem promessas, nem prolongamentos pra mim. Só existe amor, do jeito que vier, quando vier. E, quando não vier, também. Porque a gente perdoa até a si mesma quando entende que só se faz aquilo que se dá conta. E eu dei conta do amor que te ofereci. Foi o que foi, e nunca mais será o mesmo. E aí está a beleza. Bom, queria dizer que ainda me apaixono. Tô apaixonada de novo, inclusive. O sexo foi legal, kkkkkkkkk. Não foi o melhor da minha vida, mas ainda assim, gosto da oportunidade de me apaixonar de novo. E é legal, porque me lembro que você sempre vai ser a primeira. Mas a última não. Porque a última só pode ser eu mesma. Porque sempre me devolvo o prazer de reencontrar o amor, seja lá onde ele estiver: em outras bocas, outros corpos, outras histórias, ou outros reencontros.
Oi, L🪐
Já faz um tempo, né? Bom, nem tanto assim. Esses dias, você disse que sentia saudade, e lá fomos nós de novo… Repetindo aquele velho ritual. O de fingir coragem. O de brincar com as palavras, de criar um lugar seguro onde tudo parecia possível. Mas nunca foi. Nunca passou disso para nenhuma de nós.
Você se apaixonou pelas minhas palavras, e eu pelas suas. Pelo que poderíamos ter sido. Pelo que nunca fomos. E hoje, me pego pensando… Se fosse antes, eu odiaria você por esquecer meu aniversário. Mas eu sei que você não esqueceu. Sei que simplesmente escolheu não lembrar.
Não que escolhas sejam sempre conscientes, planejadas. Elas acontecem aos poucos, de forma quase imperceptível, até que um dia a gente percebe que algo foi ficando para trás. E foi isso que aconteceu com a gente, não foi? Mas hoje, pela primeira vez, percebi que não quero um pedido de desculpas seu. Não quero um texto seu, não quero nenhuma justificativa. Hoje, eu não quero nada de você. Só quero que saiba que eu também não esqueço. E que nem quero esquecer. Porque, no fundo, tudo o que veio depois de você, veio de você.
Preciso admitir: depois que nos desfizemos uma para a outra, eu precisei te espalhar em pedaços por aí. Como se, assim, a ausência doesse menos. E, de certo modo, funcionou. Porque agora, quando ela vem, eu simplesmente me ocupo com outra coisa. E finjo que está tudo bem.
Você disse que me tornei inacessível. Mas era isso que eu tentava te mostrar todas as vezes em que nos reencontramos e você já não conseguia mais me tocar. Talvez eu nunca encontre um fim definitivo para o que senti por você. Talvez, em algum canto dentro de mim, eu ainda guarde o que sonhei para nós.
A parte boa? Eu fiz outros sonhos. Não são os mesmos. Não envolvem os mesmos lugares. Nem as mesmas pessoas. E eu não quero te ver. Porque te ver significaria lembrar que nunca fomos corajosas o suficiente.
E isso… ah, isso ainda dói.
Por muito tempo, admirei nossa coragem de existir. Isso me manteve viva por meses. Mas agora… não importa mais.
Só queria que você soubesse que não estou brava. Não estou com raiva. Mas não quero mais mensagens suas. Me contento com as que deixo aqui.
E, para mim, elas serão suficientes.
Oi, pedacinho, vida, meu amor, tantos nomes que eu já usei pra me referir a você, né? Provavelmente, não vou ser a primeira pessoa a te desejar feliz aniversário, e acredito que nem a última. Vou ser só alguém. Alguém que te deseja feliz aniversário e que escreve um texto imenso só pra tentar colocar no papel tudo o que te desejo e o que penso sobre você. Bom, há mais ou menos três anos (acho que acertei, mas sou péssima em matemática), eu te conheci e, com você, conheci um universo inteiro. Um universo novo, cheio de intensidade, alegria, amor, drama, tragédia, tristeza e narcisismo. Eu conheci um ser humano diferente. Conheci também a pessoa que me daria uma das formas mais novas e lindas de amor que eu já conheci. E essa pessoa me ensinou tanto sobre os astros, as estrelas, plantas, música, sentimentos e, principalmente, sobre fotografia. Depois de você, minhas concepções sobre o que é viver de verdade mudaram completamente. Eu diria que você potencializou várias coisas em mim e, de certa forma, mudou até a química do meu cérebro. Eu achei que ia ser fácil, sabe? Esquecer você, seguir em frente, fingir que nada aconteceu. Mas, depois de te conhecer, me tornei uma pessoa completamente diferente. Não foi só por sua causa, mas também por sua causa. Eu posso dizer que sou outra pessoa depois de ter te amado. Como se, de algum jeito, eu me refizesse depois de viver isso com você. E, de verdade, é a coisa mais surreal que já aconteceu, porque você mudou tantas coisas em mim, de formas positivas, claro, mas também me desafiando de formas negativas. E é isso, é um equilíbrio. Algo que não é só “bom” ou “ruim”, mas uma mistura de tudo, na medida certa. Mesmo que a gente não tenha uma régua exata para medir momentos, começos e fins, sei que o impacto foi imenso e, de certa forma, equilibrado. Enfim, hoje é o seu aniversário, hoje você começa mais um ciclo, encerra outro, ou a gente pode dizer que dá continuidade. Não sei ao certo como você enxerga isso tudo. Bom, nesses anos, eu descobri que a gente é muito mais diferente do que eu pensava. Quer dizer, eu pensava muitas coisas. Muitas coisas que talvez eu não pense agora. Mas esse texto não é só sobre isso. Esse texto é pra dizer que você é uma das almas mais bonitas que eu já tive o prazer de conhecer. E que eu sempre vou ser imensamente feliz por ter cruzado o mesmo caminho que o seu. Eu queria dizer também que você merece um universo inteiro de coisas boas, como você sempre foi. Merece um amor lindo, calmo, intenso, jovem, e que esteja sempre disposto a ser significado e iniciado. Merece a tranquilidade de uma tarde de pôr do sol, com xícaras em formato de chá, mas que, na verdade, guardam vinho dentro delas. Merece pegadas pela casa, como se estivesse na areia do mar. Merece o azul mais bonito do céu, do universo e do oceano. Merece uma infinidade de coisas boas e belas. FELIZ ANIVERSÁRIO L🎊🎉🥳
Quero que se cuide! Só se cuide e seja feliz imensamente feliz🤍 .
Oi, L🪐.
Hoje faz um mês. Um mês e quatro dias desde a última vez que escrevi pra você. Tanta coisa aconteceu. Tanta coisa mudou aqui dentro. Aprendi a te amar até mesmo quando achava que te odiava. Esses dias, tive a sensação de te ver. Foi engraçado. Mas, no fundo, eu nem preciso te ver pra lembrar de você. Eu lembro de você o tempo todo. Quando tomo café, quando olho o céu, quando bebo, quando converso. Você nunca sai de dentro de mim. E eu espero que, desse lado daí, o mesmo aconteça com você. Que você também sinta a minha falta, que lembre da minha voz. Que, por descuido ou por acaso, você se pegue pensando em mim. Já faz tanto tempo, né? Nem sei se te contei, mas ainda guardo aquele lugar. O lugar onde demos nosso primeiro beijo. Ainda tenho as coordenadas que você me mandou com tanto cuidado, como quem quer gravar na memória e no coração. Ah, L🪐, tantos “e se” foram colocados sobre a nossa história. Mas quer saber? Tudo o que aconteceu entre nós foi tão único e especial. E eu ouso dizer: independente do que aconteça, eu nunca mais vou viver algo igual. Eu ainda espero contar minhas histórias pra você. Ainda sonho com a gente tendo nossos bebês, me fazendo insuportável com o pé inchado só pra você fazer massagem. Ainda quero brincar com todas as suas tatuagens, até com aquela que eu não gosto. A verdade é que eu ainda gosto muito de você. E te amo muito. E, não importa o que aconteça, vou continuar te amando, até quando as palavras ainda fizerem sentido para nós, seres humanos. Aquele dia, eu te prometi, lembra? Eu prometi te amar até quando te odiasse. Ah, e sabe o que mais? Eu desenvolvi uma técnica pra matar a saudade: comecei a ler. É engraçado, porque toda vez que abro um livro, fico imaginando sua reação quando eu for te contar a história. Já tenho tantas guardadas pra você. E, de alguma forma, parece que te encontro nas páginas. É como se pudesse te tocar em cada letra. Esses dias, senti vontade de te contar sobre o meu dia, sobre a minha vida, sobre o meu ano. Porque eu amo contar as coisas pra você. Tanto quanto amo te ver entusiasmada com coisas novas. E é isso. Não esquece, tá? Eu tô sempre aqui. Não importa onde você esteja, com quem esteja ou o que esteja fazendo. Eu sempre, sempre, sempre vou te amar. E sempre vai ter um espaço pra você voltar. Porque você é a minha casa, e eu sou a sua. Só não ache que você não precisa voltar pra casa às vezes, tá? Manda notícia quando der. Eu te amo pedacinho. Desse universo e de qualquer outro.