Sobreviver a mim mesma, foi a minha maior forma de resistência...
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Sobreviver a mim mesma, foi a minha maior forma de resistência...
Sem poesia e sem palavras bonitas eu escrevo agora um pequeno texto não lapidado, assim como o ser que sou. Vamos ao que interessa... Cara, vou ser sincero, não me lembro da última vez em que senti meu coração alegre e meu peito leve. Na verdade há anos me sinto sufocado pela falta de sentimentos bons, venho a cada dia que passa me enchendo de sentimentos ruins e eles não vão embora, nunca, só chegam e eu não sei como expulsar. São sentimentos e sensações que até hoje não parei para entender, mas consegui compreender seus significados mais profundos, já os da superfície não falam com clareza seus propósitos. É irônico demais, eu sei, é uma dor diferente, não é igual um ralado no joelho que passa uns dias, some e pronto, cicatrizou e no máximo fica uma marca para contar a história de como aconteceu, afinal, querendo ou não, todas as nossa cicatrizes tem algo para contar. É uma dor silenciosa, pesada, escura, espinhosa e sem piedade. Se eu pudesse segurar com as minhas mãos eu já teria jogado no lixo. Emocionalmente falando estou arrasado, não por sentir, mas por não saber suportar, sinto que o meu limite é logo ali e eu estou bem perto de cruzar a linha de chegada. Fazendo um auto diagnóstico, avalio com calma cada sintoma para procurar pela cura e chego no resultado de que a dor no peito é sintoma de sufoco emocional e sendo assim, a cura deve vir de dentro para fora, mas a pergunta que fica é: como? Eu deixei que esses sentimentos ruins tomassem conta tanto do meu corpo quanto da minha cabeça sem nem perceber e quando vi, descobri que a minha dor é crônica. Não tenho peito de ferro, sou feito de carne e osso, dor e sofrimento. Na melhor das hipóteses vou me sufocar até perder o ar.
Guilherme em Relicário dos poetas.
MEXICO. Tijuana. 1967. Rene Burri
sendo um pensador excessivo com ansiedade, é claro que noto tudo
Arrisque!
a gente envelhece muito rápido tentando ser tudo.
is.