Provavelmente era errado.Ambos estavam na delegacia, uma das celas vazias, sem ninguém ali. Não haviam câmerasligadas, não haviam microfones, o único problema deles eram as pessoas porperto. Kyung, em geral, não apoiaria esse tipo de ação. Era ariscado demais,não poderia arriscar ser pego. Mas o que algumas doses detequila não faziam com o policial. Estava ali, mal ligava para as pessoas a suavolta, apenas se concentrava do gosto dos lábios de Seokjin nos seus. O maisnovo geralmente também não questionaria as suas ações, não deveria sem o faria,certo? Puxou-o mais pra frente, os braços enroscados no pescoço do semelhante,a proximidade tanta para que mal passasse ar entre os corpos, tanta para quefosse capaz de sentir a ereção alheia e tocar sem cerimonias naquele local.Estava começando a massagear o local quando acabou por deferir um ‘você gosta disso’ alto demais. Aspalavras de Kang fizeram com que Kyung risse baixo, selando os lábios do maisnovo de forma demorada. — Não vamos serpegos, hm? Não se você gemer baixo. Yah, pormais que eu ame seus gemidos, você vai ter que se segurar, ein Seokjin? — Eas mãos começaram a abrir o cinto do outro, enquanto a boca migrava dos lábiospara o pescoço do semelhante, depositando alguns beijos ali. — Você tem sorte que também te amo, hm? Porisso vou te dar um ótimo boquete. — Então as mãos descem a calça e a boxeralheia, destra segurando o membro alheio, basicamente batendo punheta para ooutro. — Porém apenas farei isso sequiser, hm? Ou estar com medo de serpego? — O provoca, segurando firmemente o pênis de Seokjin, enquantodesce de forma lenta até se encontrar de joelhos. Acaba por colocar a línguapra fora, tocando a glande do mais novo e sentindo o pré-gozo em sua boca. — Yah, eu preciso da sua aprovação, me deixe saborear você.