Só tem tamanho e músculos, porque é todo bbzo ainda hihihihihi
ooc:
AnasAbdin
styofa doing anything
Keni
taylor price
we're not kids anymore.

titsay
No title available

if i look back, i am lost
Peter Solarz
Mike Driver
will byers stan first human second
Misplaced Lens Cap
dirt enthusiast

oozey mess
🪼
Lint Roller? I Barely Know Her
RMH
One Nice Bug Per Day
almost home
art blog(derogatory)
seen from Switzerland
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Germany
seen from United States
seen from Singapore

seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States

seen from France

seen from Türkiye

seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Indonesia
seen from United States

seen from United States
seen from Thailand
@domssavage
Só tem tamanho e músculos, porque é todo bbzo ainda hihihihihi
ooc:
Cê é tão lindo que eu perco o ar, só consigo hihizar hihihiihihihihihihihi
Você já tentou puxar o ar pelos seus pulmões e soltá-los vagarosamente através da boca ou nariz?
Eu só não quero ser responsável por uma morte, ou algo do tipo.
vou te beijar todinho ^^
Pefeitoso.
Não sei o que isso significa.
OI DELÍÇA
... Não, eu acho que não.
Deixa eu ser sua bailarina, soldadinho.
Perdoe-me, mas você está pedindo isso para a pessoa errada.
Soldadinho de chumbo.
Passou perto, mas o certo é auror.
Nothing makes me stronger than your fragile heart.
[x]
'Cause you guys are a couple of jackrabbits, pops! E nem pense em mentir, porque o daddy já sugeriu isso uma vez. No. Meu. Quarto. E enquanto eu tava na casa da tia Alva! É assim que surgem os traumas, daí eu fico igual o tio Ic.
…
Eu realmente espero que você e o Alden não tenham feito nada no meu quarto, Dominic Savage! (Me envie mais galeões, pops, por favor.)
O que o senhor está sugerindo, Peter Proudfoot?
Fale isso de novo e teremos uma conversa séria quando o rapazinho chegar.
(Edit: Alden saiu. Por Godric, Pete! Acha que eu faria alguma coisa no seu quarto?! Por que... Por que você está dizendo isso? Que coisa horrível, não... não pense numa coisa dessas. É muito constrangedor!)
amo você, pops ):
Não me diga essas coisas caso não queira ser abraçado em público. Você muito bem sabe que eu não consigo controlar minhas demonstrações de afeto quando se trata de você.
Amo você também, filho. Me mande mais corujas, sinto sua falta aqui em casa.
Not as alone as you think @DomxTheo [flashback]
Já tinha se cansado da conversa. Queria apenas voltar a beber, voltar a afogar o que acontecia dentro de sua casa, tentar esquecer. Não estava bêbado o suficiente para parar. Ainda podia ouvir a voz de seu pai gritando em seus tímpanos. Por que ele não podia ser como todos os outros adultos no recinto? Todos eles sabiam que havia algo errado, que ele não deveria estar ali, no entanto, o deixavam em paz. Ocupados demais com as próprias vidas para cuidar da dele.
Obviamente, esse não era o caso do loiro que tinha uma aparência tão parecida com a dele. “Odeia a si mesmo?” perguntou, massageando a têmpora com seus dedos, a dor aumentando a cada segundo. Merlin, o que daria para o mais velho não ser tão determinado. E calmo. Sua calma o irritava de uma forma irracional, porque nunca aprendera a lidar com as coisas dessa forma. Nem tinha certeza que as coisas podiam realmente ser resolvida sem brigas e gritarias. Mas ele parecia acostumado com a situação, como se lidasse com delinquentes juvenis todo dia. “Dezesseis no próximo mês. Vou poder trabalhar, não é ótimo?” perguntou, sorrindo levemente, como se estivesse comentando com um amigo. Mas não queria que seus pais, ou, mais especificamente, sua mãe, soubesse o que ele fazia em quase todas as noites de suas férias. Levantou-se, devagar, pegando o próprio casaco. Se ele achava que iria livrá-lo de seus problemas com uma caminhada, não era ele que iria destruir os sonhos do mais velho
O que o garoto estava fazendo ali era uma pergunta que jamais deixou a mente de Dominic. Ele parecia sozinho demais, perdido demais, necessitado de ajuda. De um norte. Por mais que cada investida sua fosse rebatida com grosserias, não desistiria. Algo no mais novo implorava para que Dom não desistisse dele. Talvez se arrependesse depois, provavelmente causaria uma briga com Alden por dar confiança a uma criança bêbada. Não se importava muito com as consequências naquele momento, e tentaria não se importar depois.
Ria da indagação do menor que, aparentemente, achava-se ameaçador com a voz embargada e a expressão de alguém que sentia muita dor de cabeça. — Provavelmente — rebateu sendo sincero, pensando alto. Balançou a cabeça para os lados em sinal de negativa, com um fantasma de sorriso ainda moldando os lábios. Ignorou a expressão desgostosa no rosto tão semelhante ao seu. Enquanto se perguntava a razão de o menor estar em um bar, ignorava a todo o custo a parte do cérebro que lhe dizia que ainda estava ali por serem tão parecidos. — Hum, ainda está um pouco longe da maioridade, não acha? — retribuiu o sorriso, sabendo que o do outro não era genuíno como o seu. Não se importava mais com a má educação, sinceramente. Conseguir tirá-lo do pub já era uma grande conquista. Quando percebeu que estava sendo seguido, encaminhou-se para fora do local. Já do lado de fora, deu-se conta de que não havia ingerido uma bebida sequer. Vestiu o casaco procurando o rapaz, como se temesse perdê-lo de vista. — Então, criança, como se chama?
Ei, ei, calma! Você está agindo como se tivesse sido pego em flagrante tentando abrir um vinho da adega do Icarus sem ele perceber. E olha que… Bom, digamos que eu imagino como é a reação.
Mas se você não quiser falar sobre, tudo bem. Não precisa jogar a correspondência fora, fico feliz em saber que você tem falado do assunto com mais alguém. Afinal, dizem que é um dos passos para a superação. Só… Só não se culpe, Dom. Você não poderia ter feito nada pra evitar e sabe muito bem disso. Só é um daqueles acontecimentos infortúnios da vida.
Não estou assustado, eu não fui pego em flagrante eu só acho que... Acho que não deveríamos ler as cartas um do outro. E ignorar esses pergaminhos sem endereço com... Com essas perguntas.
... Oh.
É sobre essa carta que você está falando, sobre a minha mãe. Não sei porque a respondi. Não sei nem porque respondi qualquer uma delas, porque ainda as aceito. Você sabe como me sinto quando falo sobre esse assunto. Mas era como se algo muito mais forte do que eu estivesse me forçando a escrever daquela maneira. Eu não queria. Pode não ter sido a minha culpa, mas ainda sinto que é, Ald. Eu queria ter impedido... Você sabe.
Não que eu não respeite sua privacidade, mas você tinha intenção de me contar sobre aquele pergaminho ali?
Qu-... Que pergaminho, Alden? Eu não sei de pergaminho nenhum.
São tantos papéis velhos sobre aquela mesa, acho que deveríamos fazer uma limpa. Você sabe, jogar todas essas cartas anônimas fora. Não vejo a menor necessidade de ficar guardando tudo isso e acumular essa sujeira toda no escritório. Eu... Eu limpo, tudo bem? Sem problemas.
Not as alone as you think @DomxTheo [flashback]
Não se preocupou em segurar o suspiro exasperado que escapou de seus lábios quando o mais velho se sentou ao seu lado, sem a menor paciência para a lição de moral que com certeza estava prestes a receber. Por que ele não podia fingir como se não tivesse visto nada, como todos os outros adultos no bar? Ele podia se virar sozinho. Já fizera inúmeras vezes, cambaleando pelas ruas de Londres trouxa, tentando se lembrar como chegar no lugar onde morava e muitas vezes simplesmente entrando em um bar qualquer e passando a noite por lá, apenas para ser expulso na manhã seguinte.
Teve a esperança de que, se ele o ignorasse, o homem faria o mesmo e iria embora. Infelizmente, estava errado. Encarou-o novamente quando ele tirou a garrafa de seu alcance, tendo que segurar a língua para não perguntar qual direito ele tinha. Mordeu o canto do lábio, rindo sem nenhum humor. “Deus, como eu odeio pessoas politicamente corretas.” Resmungou, esfregando sua têmpora, como se o outro nem estivesse ali. Ergueu os olhos, um sorriso cínico rasgando seus lábios. “Eu tenho alguma escolha?” Já que ignorá-lo pareceu não adiantar, talvez ser grosseiro e rude resolvesse seu problema.
Certamente havia um problema muito maior do que o adolescente que encarava com evidente preocupação já lidou ou conseguiria lidar. Dominic pensou em ameaçá-lo, revelar sua profissão e levá-lo para casa para que Alden tomasse as devidas providências. No entanto, essas atitudes apenas o afastariam de quem queria se aproximar naquele momento. Portanto, apenas ignorou as expressões de descontentamento que marcavam o rosto do rapaz. Queria ajudá-lo. Por algum motivo desconhecido, Dom sentiu que só sossegaria se visse o rapaz genuinamente bem. Era um novo desafio.
Suspirou ante a atitude má educada do mais novo, mas isso não causou desistência alguma por parte do auror. Já havia lidado com garotos infinitamente piores do que o qual o ignorava tentando encher a cara por alguma razão desconhecida. Para fugir de algo, provavelmente. — Eu também detesto — concordou sério, contrariando os sorrisos sarcásticos dados a cada resposta afiada. — Todos nós temos escolha, não posso te forçar — assumiu a postura como a qual conversava com os jovens infratores. Precisava ser assim. —... Mas se você não for comigo, temo que seja obrigado a revelar sua verdadeira idade. Quinze? Dezesseis no máximo, huh? — inclinou a cabeça curioso. — E não vai ser com o dono do pub que eu vou conversar — falou decidido, tentando não deixar sua verdadeira identidade tão exposta. Levantou-se enfiando as mãos nos bolsos do casaco trouxa e olhando para o jovem que permanecia sentado. — Vamos lá?
Yeah, you PMS like a bitch — Alden and Dominic [flashback]
Mesmo que a preocupação pelo feitiço lançado contra o amigo ainda se fizesse presente vinte e quatro horas diárias para o mais velho, Alden dava o seu máximo para evitar qualquer expressão que tomasse conta de seu semblante e deixasse à mostra o quão verdadeiramente frustrado sentia-se por não conseguir encontrar uma forma de reverter aquilo. Assim, mesmo que seus momentos de divertimento com a versão feminina de Dominic não fossem de um todo tão divertidos como aparentava, não havia como levar em consideração as palavras ríspidas e olhares mal encarados dados em sua direção. Nem mesmo a irritação que lhe atingira nos primeiros dias, nada aquilo mais importava. Embora ainda o achasse o mais idiota dos idiotas, não havia como ficar irritado com aquele do qual cuidara desde que se vira alguém responsável. Mesmo que nunca lhe houvesse dito, sentia em seu âmago a necessidade de ter a família para o mais novo que tinha de sobra, enquanto, a Dominic, faltava. Talvez até mesmo um modo de pagar pelos seus erros; não conseguia pensar em erro algum, mas era mais fácil assumir a ideia do que acreditar que fora posto no mundo pré-disposto a cuidar do mais novo e preocupar-se com a vida dele mais do que preocupava-se com a sua própria.
Ao sentir o mais novo puxando-o para si, não houve como conter a sensação – estranha, diga-se de passagem – que tomava conta de seu corpo. Algo que fazia com que imaginasse que seu trabalho ali era, sim, necessário. Que embora relutasse em aceitar, Dominic precisava de sua proteção tanto quanto Alden precisava protegê-lo. Mesmo que fosse cético nesse sentido, aquilo era algo destinado a ser. Destinado, é claro, da forma mais fraterna possível. Ao menos era o que o auror julgava ser, já que Dominic estava para ele como um irmão, em níveis tão parecidos aos de Alec Proudfoot. E não deu outra: assim como fora ganho pela expressão pesarosa do outro, a mão que o puxara para a loja também o havia ganho. Sabia que não havia por que relutar, afinal, Dominic tinha tudo o que lhe era vontade realizada. “Assim como um irmão caçula”, concluiu mentalmente.
Um sorriso brotava em seus lábios à medida que os orbes azuis que destoavam tão claros na tez alva do outro procurava o seu, apertando brevemente a mão do outro – que agora era outra –, demonstrando de sua maneira que estaria ali. Embora a loja em si parecesse uma incógnita tão grande até para ele; não fazia a menor ideia do que era esperado dele ali, naquele lugar, com o seu melhor amigo que já não era mais um amigo, em sua forma física. Contudo, o contato visual logo fora quebrado com os barulhos vindos do local. Alguns pares de bruxos faziam suas compras enquanto o casal – embora não o fossem – permanecia parado em meio à loja, um agarrado a mão do outro. — Já passamos por muitos momentos piores, vamos lá. Lembra daquela vez que ficamos presos na Irlanda do Norte por mais de dez horas porque eu perdi minha varinha no meio de um barranco que dava direto ao mar aberto? Ficamos a madrugada inteira procurando, e nem o seu “Accio varinha" conseguiu. Só na manhã seguinte, com a luz do sol ajudando. — Tentou seu máximo para animar o outro, já que vê-lo tão preocupado só provocaria a mesma reação em si. E deixar Dominic perceber seu fraquejar enquanto precisava de suporte era a última coisa que desejava.
Apesar de manter a expressão séria e desgostosa, Dominic jamais esteve tão preocupado. Nunca duvidou de nenhuma reclamação feminina antes. Fosse ela sobre as cólicas, TPM ou até mesmo uma unha quebrada. Sempre tentou se por no lugar dos outros, ver o mundo por outras perspectivas. Mas ver-se enfrentando os mesmos problemas que as mulheres, ser uma mulher era demais até para um auror que já presenciou de tudo um pouco. Menos isso. Alden estava mais compreensivo do que o normal, mais cuidadoso do que o normal também. Não havia um momento sequer que Dom não se culpava por ter cometido o erro de ter permanecido em silêncio, mas tentava esquecer daquilo. Principalmente, por ter incluído o mais velho naquela bagunça, fazendo-o ajudar na procura de uma reversão e buscando nele um conforto. A intenção do melhor amigo levando-o até aquela loja era essa, afinal, fazê-lo esquecer do problema e se distrair. Porque além dos problemas femininos, o homem herdou outras características que o fazia… Digamos que se empolgar com a ideia de fazer compras. Estava menos ranzinza do que quando viajou via pó-de-flu até o Diagon Alley. E isso já era um bom começo.
Não tinha jeito sendo uma mulher. Caminhava desengonçado, tropeçando às vezes nas próprias pernas. Homem demais para uma mulher. Todos pareciam desconfiar de alguma coisa, e aquilo estava enlouquecendo o auror mais novo. A mão pequena escondida dentro da de Alden apertou-a demonstrando seu nervosismo. “O que eu vim fazer aqui mesmo, Merlin?” murmurou com a mesma voz aguda que tinha desde que acordara no corpo esbelto e muito menor do que aquele que era acostumado. Eram tantas roupas, tantos tecidos. Agarrava-se ao melhor amigo sem perceber, sem imaginar o que o outro pensava disso. Faziam isso às vezes, afinal. Tocavam-se com frequência. Então não tinha problema nenhum. Ergueu a cabeça e a única coisa que viu foi uma expressão infeliz, que refletiu em seu rosto também. Desviou o olhar. Queria pedir desculpas, mas Ald sabia que ele se desculpava a cada segundo por causa daquela besteira. Alden precisava saber.
Aos poucos, a distração e irreverência voltavam. Na verdade, o aperto de volta em sua mão tranquilizou o agora menor, deixando um mínimo sorriso aparecer em seu rosto. A loja era enorme, não sabia onde começar. Pelo que começar. Olhou mais uma vez para Proudfoot, agora aparentando total confusão. Deviam ter pedido ajuda de alguma garota? As mulheres que via caminhando para lá e para cá pareciam animadas demais, então deveria ter algo bom o suficiente para que ele e Ald ficassem satisfeitos. Respirou fundo ouvindo o amigo relembrar de uma missão que quase deu errado, e antes de concordar e acrescentar mais alguma lembrança sentiu o braço ser puxado para longe de Alden. Já não estavam mais de mãos dadas, e um grupo de mulheres o rodeavam observando suas formas. — Ald, me aju--... — tentou dizer, mas essas mesmas mulheres que o rodeavam puxaram-no para um vestuário enquanto jogavam uma porção de vestidos em seus braços.