Listen. I love that sound.
Claire Keane
ojovivo
RMH
DEAR READER
KIROKAZE
cherry valley forever
Show & Tell
Misplaced Lens Cap
Sweet Seals For You, Always
he wasn't even looking at me and he found me

Andulka

❣ Chile in a Photography ❣
Three Goblin Art

Origami Around
Sade Olutola

Janaina Medeiros
we're not kids anymore.
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#extradirty

PR's Tumblrdome

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@dragnoess
Listen. I love that sound.
do you prefer beauty or intelligence?
elizabeth ainda não aprendeu o que é o conceito físico de beleza por ter sido privada de socialização durante a vida, mas consegue reconhecer inteligência quando vê. por ser curiosa e ter sede de conhecimento, tende a se aproximar de pessoas inteligentes e, por isso, as prefere. sente como se pudesse correr atrás do tempo perdido e aprender o que não teve outra chance durante a vida.
☁️ CLOUD
a soft headcanon.
dada a sua solidão desde o nascimento, regada apenas de treinamentos de segurança e anos trancafiada em uma torre, elizabeth começou a sonhar com a ideia de ter uma família grande. não tem qualquer memória de seus pais, sequer chegou a conhecê-los, e a falta faz com que queira oferecer um lar confortável e amigável para crianças caso um dia consiga ser mãe, bem diferente do que teve.
Do they give tough love or gentle love most often? Which do they prefer to receive?
elizabeth não sabe amar de maneira tão gentil — precisa proteger, cuidar e manter os que ama próximos. se doa o máximo que pode e, às vezes, ignora os próprios limites em prol do amor. no fundo, apenas quer ser amada com a mesma intensidade que ama e ser ensinada que o amor pode ser algo a mais do que a obrigação de prestar assistência.
❛ you deserve to be loved just the way you are. ❜
o dito alheio fez com que elizabeth pausasse seu treino, o martelo mágico sendo apoiado no chão conforme a respiração, já ofegante, falhava em surpresa. não era comum ouvir coisas daquele tipo, não era comum ser vista como uma humana digna de afeto — no fim, ainda sentia que era aquele dragão solitário preso em uma torre, tendo o destino traçado para viver uma eternidade protegendo a princesa. "por quê?" era uma pergunta genuína, sussurrada, feita mais para si do que para a outra. merecia ser amada por quem era, mas quem era? o que era? elizabeth ainda estava no processo de descobrir. "todos nós merecemos ser amados por quem somos." ditou automaticamente ao se recompor e desferiu alguns socos no saco de pancada à frente, afastando os fios platinados que teimavam em cair pelo rosto. parte de si acreditava que os golpes apenas faziam parte de seu treino, mas a parte restante sabia que era só a sua forma de descontar a frustração pela falta de respostas.
“ She’s in love with someone else.” @fazourro
a pequena careta na expressão da dragão demonstrava surpresa e até descrença frente ao que ouvia. era óbvio para todos a forma afetuosa com que se entreolhavam, o carinho nas ações mais simples. como shrek poderia sequer considerar aquela possibilidade? "fiona?" mencionou diretamente a princesa, apenas para ter certeza que era dela que falavam. "não seja absurdo, ela só está socializando com pessoas diferentes por causa da candidatura." se virou de volta para o martelo mágico, limpando-o da melhor forma que conseguia. não sabia como a arma surgiu, mas agora era sua e precisava ser bem cuidada. "você não está com ciúmes por causa disso, está?"
“Believe me, I tried.”
"eu sei." a resposta pareceu simplista, mas a expressão presente no rosto da dragão deixava claro que de fato entendia. também havia estado no casamento de marta, também havia lutado pela vida ao longo da noite e, principalmente, também havia perdido pessoas em meio ao caos. "queria te dizer pra não se culpar, dizer que não tinha nada a ser feito além do que fizemos, mas sei que isso não acalma o coração de ninguém." o coração apertava só de lembrar da agonia que era não achar fiona, do desespero em imaginar uma morte prematura da melhor amiga — até hoje, semanas depois, ainda sonha com o acontecido. "posso dizer que tenho vinho e um saco de pancadas ótimo pra descontar frustrações. me ajudam mais do que palavras de incentivo, talvez façam o mesmo por você."
@trvor: “I told you nothing would change.”
"eu nunca duvidei da sua capacidade de continuar na mesmice, belmont." o tom era ríspido, entredentes. não conhecia o caçador, mas já tinha visto pessoas como ele antes: desacreditadas e desistentes — algo ruim havia acontecido durante a vida e todo o resto perdeu o sentido? para elizabeth, era apenas um sinônimo da palavra patético. "se não vai ajudar, não atrapalhe." apertou o cabo do martelo mágico com mais força que o convencional, apenas por causa da frustração que tomava conta de si. gostaria que ele estivesse errado, que a cidade pudesse mudar sim e para melhor, mas os últimos acontecimentos a faziam duvidar. só não o suficiente para desistir de lutar e, exatamente por isso, continuava treinando mesmo que não tivesse nenhum perigo a vista.
have you ever killed someone?
enquanto dragão, elizabeth nunca matou alguém. era um ser melancólico e solitário, presa em uma torre onde havia sido amaldiçoada a guardar a princesa que também residia ali. porém como humana, elizabeth já precisou matar algumas pessoas que ameaçavam seu bem-estar e a causavam medo — por sorte, nunca precisou se preocupar com a descoberta dos corpos pois estão todos incinerados, as cinzas misturadas com a poeira da cidade.
Perdido. Aquela era a palavra que definia como Hércules se sentia no meio daquela confusão. Seu coração batia em um ritmo acelerado, sua respiração estava ofegante e ele olhava para seu entorno com uma expressão de pavor. Ele estava completamente paralisado diante do caos instaurado e a única reação que teve foi se abaixar, seguindo as ordens que alguém tinha lhe dado. — Ufa — murmurou. Aquela tinha sido por pouco. — O que está acontecendo aqui? — Questionou, sentindo-se confuso, na esperança que a mulher pudesse o dar uma luz.
apesar de não saber por onde começar sua procura, sabia que deveria encontrá-la. desviava de projéteis, caçadores e dos próprios convidados do casamento pois sabia que não tinha tempo de ajudar a todos. sabia que fiona poderia cuidar de si mesma, mas o medo de perdê-la falava mais alto — era sua primeira amiga, sua melhor amiga. "eu não sei, não faço a mínima ideia." arrumou tempo pra respondê-lo quando se viu encurralada por um grupo armado, tendo que pausar seu real objetivo em prol da sobrevivência. "mas aparentemente vamos ter que lutar, me dê cobertura."
FINALIZADO, CONTINUAÇÃO AQUI.
"Desejo da Caloteira. Ninguém contraria uma noiva no dia mais feliz da sua vida. Vai saber o que a inspirou a fazer isso." O sarcasmo era palpável no tom da xerife, revisando os nomes das mesas ao caminhar, diminuindo propositalmente seu passo para que a outra mulher pudesse lhe acompanhar. "Se tem uma coisa que eu aprendi nesse reino, desde que eu nasci é que se há a possibilidade de ter uma confusão, com certeza haverá confusão. Espero que não tenham feito nada pra você, já separei umas cinco brigas hoje e quase apanhei de uma bolsinha de diamantes. Tenho um amigo que chamaria isso de perrengue chique." Revirou os olhos, parando atrás de uma cadeira, o nome Elisabeth descansando junto com um prato intocado. "Aqui, entregue. Precisa de ajuda com os sapatos? Apesar que eu não posso oferecer muito, não tenho como oferecer um par a mais."
"o dia mais feliz da sua vida? parece adorável." e irreal, se fosse ser sincera. todos pareciam felizes, mas elizabeth tinha dificuldade em perceber o que era encenação e o que era real então apenas deu de ombros e internalizou aquela informação. também esperava que seu casamento, caso chegasse a casar um dia, fosse o dia mais feliz de sua vida — era melhor do que se lembrar do dia mais feliz como o dia em que fugiu da torre com fiona. "não, não me envolveram em nada. vai ver é porque eu não conheço ninguém por aqui." de vez em quando a dragão observava ao redor a procura de um rosto conhecido, mas nenhum lhe era familiar. talvez fosse a hora de fazer novos amigos. "obrigada, eu nunca teria achado essa mesa." o comentário saiu surpreso, apenas porque queria entender o motivo pelo qual a haviam colocado logo ali e com aquelas pessoas. porém antes de se sentar, virou-se para a xerife e ofereceu um pequeno sorriso em agradecimento. queria parecer agradável. "não se preocupe com os meus sapatos, e lembre-se de que se precisar de ajuda pra separar brigas, pode me chamar. posso não ser boa resolvendo no diálogo, mas as pessoas costumam ter medo de mim." deixou no ar, sem explicar suas verdadeiras intenções. dada a aparência de elizabeth, parecia ser uma pessoa indefesa, mas apesar do corpo humano, ainda tinha a força de um dragão e adorava ter motivos para usá-la. @ltlredhood
FINALIZADO.
antes do plot drop.
Seus olhos acompanharam a movimentação da loira, que parecia querer escapar daquele local a qualquer momento. "Será que lhe confundi com outra pessoa...?", ponderou para si mesma, observando as pessoas ao redor na expectativa de encontrar algum outro rosto conhecido que pudesse ter confundido com o da moça à sua frente. "Mas, se não disse, pode considerar esse um convite", estendeu a destra com a palma voltada para cima. "E nem adianta tentar sair de fininho sem dar uma resposta...", deixou uma risada baixa escapar ao notar que ela se distanciava mais uma vez.
"provavelmente." assentiu com o rosto, acompanhando a ação alheia e também encarando as pessoas ao redor, tentando achar alguém similar à própria imagem. dado a coloração esbranquiçada do cabelo e o comprimento do mesmo, até mesmo as íris arroxeadas, achar semelhanças era difícil, mas preferia acreditar que havia sido confundida do que tinha concordado em dançar. quando viu a mão sendo oferecida, assim como o convite feito diretamente, elizabeth deu mais um passo pra trás — porém sua fuga inconsciente foi notada e ela se deu por vencida. "só uma música então." pontuou antes de colocar a mão sobre a alheia, esperando não se arrepender de sua escolha. talvez fosse mesmo hora de tentar se divertir com algo diferente.
FINALIZADO.
"¿Extranjera?" Indagou, ponderando se devia continuar aquela conversa. Falar tinha mais a ver com Gato de Botas, mas não faria mal ela ser cordial com a loira. "Hm, vamos ver... são vários. Temos os noivos, deve conhecer eles nem que seja de vista. Temos... Fausto, novo ministro da magia. Pegou o lugar da Fada Madrinha. ¿Conocerla?" A voz era baixa.
"sim, cheguei a pouco tempo." mesmo escondendo a parte de todos os anos trancafiada em uma torre, não deixava de ser verdade. conforme a mulher ia pontuando as pessoas, elizabeth as ia observando para gravar seus rostos — nunca se sabe quando vai precisar de gente influente por perto. "não conheço nenhum deles, fiquei surpresa com o convite pro casamento." a dragão poderia não ser a pessoa mais sociável daquele evento, mas com certeza aprendeu a usar suas cartas com o tempo e esse foi um dos motivos pelo qual compareceu a cerimônia. "mas foi legal da parte deles convidarem toda a cidade, estávamos mesmo precisando de algo bom assim."
FINALIZADO.
𝐍𝐈𝐂𝐊𝐍𝐀𝐌𝐄 𝐃𝐀 𝐀𝐑𝐌𝐀: martelo de fogo.
𝐃𝐄𝐒𝐂𝐑𝐈𝐂̧𝐀̃𝐎 𝐃𝐀 𝐀𝐑𝐌𝐀: um martelo mágico que é praticamente do tamanho de elizabeth. lhe serve como arma corpo a corpo, devido ao peso do material que é feito, e também como arma à distância, por abrir seu núcleo mágico e disparar fogo. por ser uma arma pesada, elizabeth não tem muita agilidade quando ataca, mas compensa com uma força descomunal e uma resistência grande, conseguindo lutar por diversas horas seguidas.
O alívio em suas feições foi o único sinal de vulnerabilidade que Fiona deixou transparecer quando viu a melhor amiga inteira. Seus passos ficando mais rápidos para se encaixar logo na sintonia conhecida, um olhar em @fazourro que não tinha largado em momento algum. "Um corte nas costas. Estancado. E cheirando a churrasco." E outros tantos que não valiam ser mencionados, não quando manipulava a lança roubada e corta uma criatura ao meio. "Me perdi durante o teatro e, se não fosse por ele, ainda estaria por aí. Desculpe." Encostou o cotovelo na outra, indicando a mudança de posição para acrescentar o ogro ao seu mundinho. "Aquele é @donkeyworth?"
Os olhos eram inteiramente ligados a figura de Fiona, enquanto estavam naquele salão. Acompanhou-a nos passos rápidos, dando um aceno pequeno para Elizabeth, um comprimir nos lábios. Agora sabia que ela era - demorou, mas era sua cunhada. Parte da sua família. Não falou nada, enquanto as deixava se comunicar, o coração alegre com a menção da ogra a ele. Como se ela precisasse realmente dele. Mas logo, a pontuação da outra fez com que ele lançasse um olhar para @donkeyworth, a preocupação ao vê-lo em meio as pessoas. Era seu melhor amigo, afinal.
estático no mesmo lugar desde o fim da peça, don observava em choque todos que se aproximavam do palco serem transformados em burros. falantes. não tinha consciência de quanto tempo estava naquele transe, apenas desperto ao sentir a ardência no ombro esquerdo - golpeado por um dos que lutavam ali perto. a dor lhe obrigou a reunir toda sua pouca coragem, os pés finalmente desprendendo do chão. não sabia para onde correr, mas o instinto o fez olhar para trás, na exata direção de @dragnoess, fiona e shrek. desviando de todos os obstáculos pelo caminho, sua caminhada cessou a poucos passos do grupo. a atenção desviada por uma voz, que naquele momento assemelhava-se a de um de seus irmãos. era um burro. 'ei cara, você tá bonitão!' outro animal se aproximou 'é mesmo! olha esse cabelo, você deve gastar uma grana pra deixar ele assim.' outro, 'deve ser o dinheiro que ele ganhou quando deixou a gente pra trás!' don levou as mãos ensanguentadas aos ouvidos, uma falha tentativa de abafar a cacofonia em volta de si. "cala a boca." não eram seus irmãos. não podia ser. 'como você consegue viver com a culpa de ter feito isso com a gente, ein?' "EU MANDEI VOCÊ CALAR A BOCA!"
estava pronta para fazer mais perguntas sobre o tal corte nas costas, mas @enfionecida se adiantou dizendo que estava estancado e arrancou um leve sorriso brincalhão quando mencionou o cheiro de churrasco. era bom conseguir achar graça em alguma coisa naquela situação. "o importante é que estão todos bem. obrigada." ditou ao passar os olhos em shrek, retribuindo o aceno com um assentir de cabeça ao abrir espaço na sincronização para que ele fizesse parte dos ataques. quando fiona questionou sobre don, a dragão desviou o olhar e vê-lo naquela situação fez seu coração apertar. o tinha conhecido há pouco tempo, mas já o havia visto vulnerável tantas vezes. "não surte, só foque na minha voz." pediu em um tom mais alto, percebendo que as criaturas que via como caçadores o atacavam mais com palavras do que com golpes. bastou alguns segundos para que elizabeth os incinerasse com o fogo que escapava de sua garganta, sem muito se importar em expor uma de suas características originarias. se estava sendo caçada por ser um dragão, que fosse um dragão poderoso então.
Suspirou em decepção ao obter a resposta da loira, os bastidores do palco talvez fossem a melhor chance de sair daquele lugar o mais rápido possível - mas, ao menos, as fadas tinham mais possibilidade de reverter aquilo do que qualquer um deles. A sugestão do homem foi excelente, afinal, criar uma saída sempre era uma saída, então, assim que o rapaz explicou o plano que tinha, se dispôs à segui-lo. As adagas douradas em suas mãos se remoldaram na forma de sabres; suas habilidades precisavam estar tinindo para que sua parte no plano não tivesse falhas. Assentiu para a mulher, esperando que @gotthedistance guiasse o caminho, os olhos brilhando em dourado, assim como os dos cavalos que o assombravam - até pensou em oferecer um ombro para a mãozinha, mas ela parecia estar indo super bem pulando de pessoa em pessoa.
O que eu acabei de fazer?! A pergunta martelava na cabeça de Hércules sem parar. A sugestão de criar uma saída tinha sido feita num impulso, no desespero de se ver preso em um lugar cheio de monstros. Em seus sonhos ele se via como um herói derrotando as mais diversas criaturas, pessoas aclamando seu nome e o glorificando, mas a realidade era muito diferente e não havia nada de heróico nele. Hércules prestou atenção nas instruções do rapaz que organizou tudo com uma precisão, os ordenando como se fossem músicos prestes a começar uma orquestra. — Não vou deixar vocês na mão — falou para a loira, embora Hércules suspeitasse que podia desmaiar a qualquer momento. Seus olhos percorreram o local, em busca de onde abrir uma saída e assim que avistou uma porta que estava do outro lado, a opção mais próxima deles, sinalizou para que os outros o seguissem.
próximo @musicianberlioz
"Aquela ali, pessoal." Assim que Hércules seguiu na frente, Berlioz fez questão de avisar a todos para onde estavam indo para que seu plano desse certo. "@maoziinha tem como tocar em cada um e mostrar aquela porta? Acho que não estão me ouvindo com o barulho." Não queria se distrair também, e queria correr dos credores que estavam em sua direção, e ao mesmo tempo procurava por seus irmãos. Precisava acreditar que estavam a salvo e bem. Estava ajudando a abrir caminho para que eles também pudessem escapar. Tudo que precisava fazer era organizar. Os fortes na frente e Hércules quebrando tudo. Era um bom plano. Tinha que ser um bom plano.
Seraphine fez mais um sinal de okay antes de partir para a ação junto aos outros, chamando os desavisados e sinalizando na direção da porta. Estavam mostrando um bom exemplo para quem mais passasse perto e chamando atenção bastante para que eles percebessem o certo a fazer. Sem muita força para ajudar a forçar uma abertura na madeira, ela fazia o que dava, o nervosismo agora apertando junto ao pensamento de encontrar seu corpo o mais rápido possível assim que a menor das frestas se abra.
@dragnoess
quando começaram a interagir bruscamente com a porta, elizabeth notou olhares desesperados os cercando. algumas pessoas pareciam ter entendido que estavam tentando criar uma saída e se aglomeraram próximas ao local em que o grupo estava, causando uma confusão desenfreada. elizabeth tentava focar apenas em atacar os caçadores e afastá-los, mas tornava-se impossível defender o montante que aumentava cada vez mais. "é melhor que essa saída funcione, porque estamos cercados." se o plano não desse certo, além de lidarem com a frustração de ter que pensar em outra coisa, também teriam que lidar com uma multidão que colocava expectativa no grupo e, dada a circunstância, morria por ele.
@scndmvn
Mask Girl (2023)
@enfionecida.