A sindrome do dedo gordo
O ano de 2017 passou voando e já estamos perto do natal. Para quem usa as redes sociais, muitas são as oportunidades para vender produtos e serviços.
Além das páginas de negócios e blogs é a vez dos grupos fazerem sucesso e atrair milhares de anúncios, nos comentários dos posts. Imaginem a concorrência...
Até aí, tudo bem. Eu mesma já usei esse tipo de propaganda e obtive alguns resultados.
A novidade é que agora as pessoas podem não só curtir, podem amar, achar engraçado, se surpreender, se sentir triste e com raiva. Maravilha! a liberdade de expressão no sua plenitude 👌.
Mas será que existe tempo hábil para a gente ler tudo que aparece na timeline, gostar, amar, odiar, comentar, compartilhar? Sinceramente, acho que não. É muita informação, coisas engraçadas, polêmicas e inúteis, tudo ao mesmo tempo agora.
As pessoas acabam interagindo com pressa, apertam qualquer coisa sem ver o que realmente aconteceu. Mas quem se importa? (Joguei essa pergunta para você leitor).
E o resultado? O resultado é desastroso para quem dá a cara para bater, vendendo produtos e serviços. O que era para dar visibilidade positiva, acaba sendo traduzido num clique de espanto para o triste e consequentemente seu produto vira uma “M....”
Acho que esse cenário retrata a síndrome do dedo gordo nas redes sociais. E não estou sendo gordofóbica tá? Só acho que se não vai ajudar, pelo menos não atrapalha!
Se alguém ai se identificou, compartilhe. E lembre-se: treine seus dedos e conecte-os ao cérebro antes de sair apertando para tudo que é lado. Pronto, falei.
















