O novo EP “Tempo Qualitativo”, de @azzyoriginxl e @degereserva , marca uma nova fase na vida do casal, mas sem abrir mão da essência do trap. 🔥
Com seis faixas, o projeto mistura vivências pessoais, maturidade e a sonoridade que consolidou os dois artistas dentro da cena, mostrando que é possível evoluir sem perder a identidade.
Confira a matéria completa:
Azzy e DEGE lançam o EP "Tempo Qualitativo" pela Warner Music Brasil. O projeto reúne seis faixas e apresenta uma nova fase do casal, sem de
@felipevassao contestou uma declaração de @pedrosampaio sobre um suposto som de golfinho gravado para uma música. Segundo Vassão, o mesmo áudio pode ser encontrado na biblioteca do Splice, uma das maiores plataformas de samples do mundo.
E aí, o que você acha dessa história?
https://dudsmdb.com.br
Os shows completos de @matue , @filiperet e @centralcee no @rockinriolisboa já estão disponíveis. 🔥
Se você perdeu o maior dia dedicado ao rap da história do festival ou quer rever as apresentações, reuni os links na matéria.
Os shows completos de Matuê, Filipe Ret e Central Cee no Rock in Rio Lisboa 2026 já podem ser conferidos. Veja como foi um dos dias mais his
Shows completos de Matuê, Filipe Ret e Central Cee no Rock in Rio Lisboa 2026 já podem ser conferidos
O Rock in Rio Lisboa 2026 entrou para a história como uma das edições mais abertas à cultura urbana desde a criação do festival. O último dia do evento reuniu alguns dos principais nomes do rap, trap e hip hop mundial, colocando Matuê, Filipe Ret, Central Cee, 21 Savage, Rema, Dennis, entre outros artistas, como protagonistas de uma programação que atraiu milhares de fãs ao Parque Tejo, em Lisboa.
Agora, quem não conseguiu acompanhar tudo ao vivo — ou simplesmente quer reviver os melhores momentos — já pode assistir às apresentações completas de Matuê, Filipe Ret e Central Cee, três dos shows mais aguardados do festival.
Rock in Rio Lisboa reafirma sua importância para a música mundial
Criado originalmente no Brasil em 1985, o Rock in Rio tornou-se um dos maiores festivais de música do planeta e, desde 2004, também possui uma edição em Lisboa, Portugal.
Ao longo dos anos, o evento deixou de ser exclusivamente ligado ao rock e passou a reunir artistas dos mais variados estilos musicais, abrindo espaço para pop, eletrônica, funk, reggae, música portuguesa e, principalmente, para o rap.
A edição de 2026 mostrou claramente essa evolução.
O dia 28 de junho foi praticamente dedicado à música urbana, reunindo artistas de diferentes países e consolidando o hip hop como um dos grandes protagonistas do festival.
Um dos dias mais fortes da história do rap no festival
O line-up do último domingo chamou atenção pela diversidade.
Entre os principais nomes estavam:
21 Savage
Central Cee
Rema
Matuê
Filipe Ret
Dennis
CeeLo Green
Lola Índigo
Carlão
Valete
Karetus
Foi uma programação que reuniu diferentes gerações e vertentes da música urbana, mostrando a força global do rap e do trap em um dos maiores festivais da Europa...
O @trocarima chegou ao último episódio da temporada reunindo @nogcaio e @francothesir 🔥
Desta vez, a sessão trouxe quatro beats, e um dos grandes destaques foi a performance de Franco no instrumental de “The Remedy for a Broken Heart”, do XXXTentacion.
Um encerramento à altura de um projeto que valorizou a essência do rap do começo ao fim.
O Troca Rima chegou ao último episódio da temporada com NOG e Franco, The Sir. O rapper brilhou em quatro beats diferentes, incluindo um des
Troca Rima encerra primeira temporada com NOG e Franco, The Sir em episódio marcado por quatro freestyles
O Troca Rima chegou ao fim da sua primeira temporada em grande estilo. O episódio 4, lançado com NOG e Franco, The Sir, encerra o ciclo do projeto trazendo uma mudança em relação aos programas anteriores e reforçando a proposta de colocar grandes nomes do rap frente a frente com clássicos instrumentais do hip hop mundial.
Se nos três episódios anteriores os convidados rimaram sobre três beats, desta vez a produção resolveu elevar o nível e entregar quatro instrumentais, dando ainda mais espaço para Franco mostrar a sua versatilidade, criatividade e capacidade de adaptação em diferentes atmosferas sonoras.
O resultado foi um dos episódios mais completos da temporada, com rimas técnicas, referências, mudanças de flow e momentos que rapidamente começaram a repercutir entre os fãs do rap nacional.
Um encerramento diferente para a temporada
Desde sua estreia, o Troca Rima chamou atenção justamente pela simplicidade da proposta.
Sem grandes efeitos ou distrações, o foco sempre esteve na essência do rap: um microfone, bons beats e artistas mostrando sua habilidade no improviso ou em versos inéditos.
Ao longo da temporada, todos os episódios seguiram praticamente a mesma estrutura, sempre com três instrumentais escolhidos pela produção.
No episódio final, porém, houve uma surpresa.
Ao invés dos tradicionais três beats, Franco, The Sir recebeu quatro desafios diferentes, ampliando o tempo de participação e permitindo que o público acompanhasse diferentes facetas do seu estilo.
A mudança acabou funcionando como uma espécie de presente para quem acompanhou toda a primeira temporada.
Franco, The Sir mostra versatilidade durante todo o episódio
Conhecido por sua escrita técnica e por um flow extremamente versátil, Franco aproveitou cada instrumental para explorar abordagens diferentes.
Ao invés de repetir a mesma estrutura de rima em todos os beats, o rapper alternou cadências, ataques, pausas e referências, mostrando porque vem sendo apontado como um dos MCs mais técnicos da nova geração.
A facilidade em se adaptar às diferentes produções chamou atenção durante todo o episódio.
Cada beat exigia uma energia diferente, e Franco conseguiu navegar entre eles sem perder personalidade.
Quatro clássicos internacionais serviram de base para as rimas
A seleção musical desta edição reuniu alguns dos maiores sucessos do rap internacional dos últimos anos.
Os beats escolhidos foram:
A$AP Rocky – "Praise The Lord"
XXXTentacion – "The Remedy For A Broken Heart"
21 Savage, Offset & Metro Boomin – "Ric Flair Drip"
Migos feat. Lil Uzi Vert – "Bad and Boujee"
Cada instrumental possui características muito distintas.
Enquanto alguns privilegiam flows mais acelerados, outros deixam mais espaço para construção lírica e mudanças de interpretação.
Essa variedade contribuiu para tornar o episódio ainda mais dinâmico.
Beat de XXXTentacion foi um dos grandes momentos do programa
Entre todos os desafios apresentados, um acabou se destacando especialmente entre o público.
O instrumental de "The Remedy For A Broken Heart", de XXXTentacion, serviu de palco para um dos momentos mais marcantes do episódio.
Foi justamente nesse beat que muitos espectadores apontaram que Franco "quebrou", entregando uma performance extremamente inspirada, com barras fortes, boa construção narrativa e uma interpretação que combinou perfeitamente com a atmosfera emocional da produção original.
Nas redes sociais, esse trecho rapidamente passou a ser um dos mais compartilhados pelos fãs do programa...
Uma semana depois do lançamento, “Corrida Para Alvalade” continua no Top 2 dos vídeos em alta do YouTube em Portugal.
O resultado reforça o enorme momento vivido pelo @plutonio2765 , que se prepara para o maior concerto da sua carreira no Estádio José Alvalade.
Plutonio continua no Top 2 dos vídeos em alta do YouTube Portugal com "Corrida Para Alvalade", single lançado após o anúncio do histórico co
Plutonio mantém "Corrida Para Alvalade" no Top 2 dos vídeos em alta do YouTube uma semana após o lançamento
Poucos artistas conseguem transformar um lançamento em um verdadeiro acontecimento. No caso de Plutonio, isso já se tornou praticamente uma marca da sua carreira. Uma semana depois da estreia de "Corrida Para Alvalade", o videoclipe continua ocupando o Top 2 dos vídeos em alta do YouTube em Portugal, demonstrando a enorme força que o rapper mantém junto ao público.
O resultado reforça o momento histórico vivido pelo artista, que recentemente anunciou aquele que será o maior concerto da sua carreira, marcado para o Estádio José Alvalade. O lançamento da música serviu justamente como uma ponte entre toda a trajetória construída ao longo dos últimos anos e esse novo capítulo, que promete marcar definitivamente a história do rap português.
Mais do que números expressivos nas plataformas digitais, "Corrida Para Alvalade" representa uma declaração sobre persistência, evolução e conquista. O público respondeu imediatamente, mantendo o vídeo entre os conteúdos mais assistidos do país mesmo após vários dias de lançamento.
Uma música que simboliza toda a caminhada até Alvalade
O próprio título da faixa deixa clara a intenção de Plutonio.
"Corrida Para Alvalade" não fala apenas de um concerto. A música funciona como uma representação simbólica de todo o percurso percorrido pelo artista desde os primeiros passos na música até alcançar um dos palcos mais importantes de Portugal.
Ao longo da carreira, Plutonio construiu uma identidade própria dentro da música urbana portuguesa, transitando naturalmente entre rap, trap, R&B, afro e melodias que se tornaram sua assinatura.
Essa versatilidade fez com que conquistasse diferentes públicos, ultrapassando os limites do hip hop e tornando-se um dos maiores nomes da música portuguesa contemporânea.
Do bairro aos maiores palcos do país
A trajetória de Plutonio é frequentemente lembrada como um exemplo de crescimento consistente.
Sem depender de sucessos passageiros, o rapper construiu uma discografia sólida, acumulando milhões de reproduções nas plataformas digitais e apresentações cada vez maiores.
Cada álbum ampliou sua audiência.
Cada turnê fortaleceu sua conexão com o público.
Cada lançamento consolidou ainda mais seu espaço dentro da música portuguesa.
Agora, com o anúncio do espetáculo em Alvalade, essa caminhada alcança um dos seus pontos mais importantes.
Não por acaso, "Corrida Para Alvalade" foi lançada justamente para celebrar esse momento.
Permanecer entre os vídeos em alta durante uma semana não acontece por acaso
No YouTube, os vídeos em alta refletem muito mais do que apenas números absolutos de visualizações.
O algoritmo considera fatores como crescimento contínuo, taxa de retenção, velocidade de compartilhamento, engajamento do público e impacto geral dentro da plataforma.
Por isso, permanecer durante vários dias entre os conteúdos mais assistidos demonstra que o lançamento continua despertando interesse mesmo após o forte impacto inicial.
Enquanto muitos clipes registram um pico nas primeiras 24 horas e depois perdem força, "Corrida Para Alvalade" continua mantendo um elevado volume de reproduções.
Isso evidencia o interesse contínuo do público pelo projeto.
O videoclipe amplia a narrativa da música
Grande parte do sucesso também passa pelo trabalho visual.
O videoclipe acompanha a atmosfera construída pela faixa, reforçando a ideia de movimento, conquista e preparação para um dos momentos mais importantes da carreira do artista.
A produção reúne uma equipa técnica de alto nível.
A realização ficou a cargo de Francisco Ramalho, enquanto a produção executiva foi assinada pela Bridgetown, responsável por coordenar todo o projeto audiovisual.
A direção de fotografia foi conduzida por Miguel Faustino, contribuindo para a identidade visual cinematográfica apresentada no vídeo.
Produção musical reforça a identidade de Plutonio
Musicalmente, "Corrida Para Alvalade" foi produzida por Progvid, produtor que assina o instrumental da faixa.
A mixagem e masterização ficaram sob responsabilidade da Cripta, garantindo um acabamento sonoro moderno e alinhado ao padrão internacional das produções atuais.
A combinação entre instrumental, interpretação e narrativa faz com que a música funcione tanto como um lançamento independente quanto como uma espécie de trilha sonora para o momento vivido pelo rapper.
Uma produção audiovisual de grande escala
Além da música, o videoclipe chama atenção pela dimensão da produção.
Entre os profissionais envolvidos estão nomes responsáveis pela fotografia, operação de drone, gimbal, edição, colorização, efeitos em 3D e direção de produção.
A ficha técnica inclui profissionais como:
Produção Executiva: Bridgetown
Produção: Cavalo Negro
Realização: Francisco Ramalho
Direção de Fotografia: Miguel Faustino
Direção de Produção: Thayline Oliveira
Coordenação de Produção: Adriana Caravana
Edição: Ruben Mendes e Flávio de Sousa
3D: Paulo Neves
Colorização: Damião Rodrigues
Fotografias de cena: Pluma
O resultado é um vídeo que acompanha a dimensão do momento vivido por Plutonio.
Alvalade representa um novo patamar
Ao anunciar um concerto no Estádio José Alvalade, Plutonio entra para um grupo bastante restrito de artistas portugueses capazes de realizar apresentações dessa dimensão.
Historicamente, esse tipo de espetáculo representa um divisor de águas na carreira de qualquer músico.
Não se trata apenas da capacidade de vender ingressos.
É também uma demonstração da relevância cultural construída ao longo dos anos.
No caso de Plutonio, o anúncio foi recebido com enorme entusiasmo pelos fãs, que rapidamente começaram a compartilhar a novidade nas redes sociais...
O @ticoprod_ lançou uma mentoria focada em produção e direção artística. 🎙️
A proposta é ajudar artistas a desenvolver não só a música, mas também identidade, posicionamento e uma visão mais estratégica sobre a carreira.
Uma iniciativa voltada para quem quer evoluir dentro da indústria musical.
Como funciona a produção artística nos bastidores da música? Tico Prod lança mentoria exclusiva sobre backstage, gestão de carreira, produçã
Tico Prod lança mentoria para revelar os bastidores da produção artística e da gestão de carreira musical
Quando um artista sobe ao palco, o público enxerga apenas o resultado final. O show começa, as luzes acendem, a música toca e tudo parece acontecer de forma natural. Mas por trás de cada apresentação existe uma enorme estrutura formada por profissionais que trabalham muito antes da primeira nota ser executada.
É justamente esse universo que Tico Prod pretende apresentar em sua nova Mentoria de Produção Artística, voltada para quem deseja compreender como funciona a indústria da música além dos holofotes.
Com quase dez anos de experiência atuando nos bastidores da cena musical brasileira, Tico decidiu transformar sua vivência profissional em um programa de formação voltado para produtores, artistas e pessoas interessadas em ingressar no mercado da produção executiva.
Ao anunciar a mentoria, ele fez questão de destacar que o objetivo não é ensinar fórmulas prontas.
"Não sou professor, e nem dono da verdade… só quero passar através da Mentoria o máximo de experiências que vivi e aprendi durante esses quase 10 anos no ramo da produção."
Essa frase resume bem a proposta do projeto: compartilhar conhecimento prático adquirido trabalhando diariamente com artistas e equipes de produção.
Quem é Tico Prod?
Ao longo dos últimos anos, Tico Prod construiu sua carreira atuando diretamente na produção artística, produção executiva, gestão de equipes e organização de eventos ligados à música.
Seu trabalho envolve muito mais do que acompanhar artistas durante apresentações.
A função de um produtor executivo exige organização, planejamento, tomada de decisões rápidas e capacidade de coordenar diferentes profissionais envolvidos em um projeto.
Durante sua trajetória, Tico participou de diversas produções, acompanhando artistas em diferentes momentos da carreira e acumulando experiência tanto na cena independente quanto em projetos de maior alcance.
Essa vivência prática é justamente o principal diferencial da mentoria.
Ao invés de trabalhar apenas conceitos teóricos, a proposta é mostrar como os bastidores realmente funcionam.
Muito além do palco
Uma das maiores mensagens transmitidas por Tico é que o palco representa apenas uma pequena parte do trabalho.
Antes de um artista realizar um show existem semanas — e muitas vezes meses — de planejamento.
É necessário organizar logística.
Negociar contratos.
Montar cronogramas.
Alinhar equipe técnica.
Coordenar deslocamentos.
Administrar horários.
Resolver imprevistos.
Cuidar da comunicação entre artistas, empresários, contratantes e fornecedores.
Grande parte dessas tarefas passa despercebida pelo público, mas são fundamentais para que tudo aconteça da forma correta.
Uma mentoria voltada para quem quer trabalhar nos bastidores
Embora muitos cursos sobre música sejam direcionados para cantores ou instrumentistas, a proposta da Mentoria Tico Prod é diferente.
O foco está justamente nas pessoas que desejam atuar por trás dos artistas.
Entre elas:
produtores executivos;
road managers;
assessores pessoais;
produtores artísticos;
gestores de carreira;
profissionais de backstage;
estudantes da área musical;
artistas independentes que administram suas próprias carreiras.
Cada encontro pretende mostrar como funciona a rotina de quem trabalha diretamente na organização de projetos musicais.
Quatro encontros com conteúdo prático
Segundo a divulgação oficial, a mentoria será dividida em quatro encontros ao vivo, cada um abordando uma etapa diferente da produção artística.
Entre os principais temas estão:
trajetória profissional de Tico;
fundamentos da produção artística;
funcionamento do backstage;
organização de equipes;
ferramentas de gestão;
produção executiva;
assessoria particular;
relacionamento entre artista e equipe.
A ideia é apresentar uma visão ampla sobre o funcionamento do mercado atual.
Os fundamentos da produção artística
O primeiro módulo será dedicado à trajetória de Tico e aos princípios que orientam seu trabalho.
Mais do que explicar conceitos técnicos, o objetivo é mostrar como funciona o dia a dia da profissão.
Questões como responsabilidade, postura profissional, comunicação e organização fazem parte da base de qualquer produtor artístico.
Segundo profissionais da área, essas competências costumam ser tão importantes quanto o conhecimento técnico...
Nem todo conteúdo sobre música precisa falar de lançamentos.
O @musicaem360 nasceu para discutir processos criativos, produção musical, carreira e os bastidores do mercado, trazendo conversas com artistas e profissionais que vivem a indústria no dia a dia.
Se você faz música ou quer entender melhor o mercado, esse podcast merece a sua atenção.
O que faz um artista faturar cada vez mais? MC GW, Kamilla Fialho e Cris, da 30PRAUM, revelam no Música em 360 estratégias sobre gestão, car
MC GW, Kamilla Fialho e Cris, da 30PRAUM, revelam no Música em 360 o que realmente faz um artista crescer e faturar mais
A música mudou. O mercado mudou. E quem continua tratando a carreira artística apenas como talento dificilmente consegue sobreviver por muito tempo. Essa foi uma das principais mensagens transmitidas durante um episódio especial do Música em 360, podcast apresentado por Marco Vasconcellos, gravado diretamente do Rio2C em parceria com a plataforma Mundo da Música.
Reunindo três profissionais que ocupam posições completamente diferentes dentro da indústria — MC GW, Kamilla Fialho e Cris, responsável pela gestão da 30PRAUM e da carreira de Matuê —, o episódio transformou-se praticamente em uma aula sobre como funciona o mercado musical atual.
Ao longo da conversa, foram discutidos temas como profissionalização, gestão de carreira, estratégias de lançamento, construção de marca, crescimento financeiro, descentralização do mercado brasileiro e os fatores que realmente fazem um artista aumentar seu cachê.
Mais do que um bate-papo, o programa apresenta uma visão prática de quem participa diariamente das decisões que movimentam milhões de reproduções, grandes festivais e alguns dos artistas mais relevantes da música urbana brasileira.
O que é o Música em 360?
O Música em 360 nasceu com uma proposta diferente da maioria dos podcasts sobre música.
Em vez de focar apenas em lançamentos ou entrevistas promocionais, o programa procura discutir os bastidores da indústria musical, aproximando artistas, produtores, empresários e profissionais que atuam em diferentes áreas do mercado.
Idealizado pelo músico e produtor Marco Vasconcellos, em parceria com o Mundo da Música, o projeto busca responder perguntas que muitos artistas fazem diariamente:
Como construir uma carreira duradoura?
Como transformar talento em negócio?
Como administrar uma equipe?
Como crescer financeiramente sem perder identidade?
Essas questões fazem do Música em 360 uma das iniciativas mais relevantes para quem deseja compreender a indústria além dos palcos.
Marco Vasconcellos conduz uma conversa voltada para o mercado
Ao longo dos episódios, Marco Vasconcellos adota uma abordagem bastante diferente do formato tradicional de entrevistas.
Em vez de concentrar a conversa apenas na vida pessoal dos convidados, o foco está nos processos.
Como surgiram determinadas estratégias?
Quais erros foram cometidos?
Quais decisões fizeram diferença?
Esse formato torna o conteúdo extremamente interessante não apenas para fãs dos artistas, mas também para produtores, empresários, músicos independentes e profissionais que trabalham com entretenimento.
MC GW explica como construiu um fenômeno global
Um dos momentos mais interessantes do episódio acontece quando MC GW fala sobre a disciplina que ajudou a transformar sua carreira.
Conhecido por revolucionar parte da produção do funk paulista, GW explicou como a constância foi determinante para seu crescimento.
Durante anos, manteve uma rotina intensa de gravações e lançamentos.
Ao invés de esperar apenas por grandes hits, passou a produzir continuamente.
Essa frequência fez com que seu catálogo crescesse rapidamente e aumentasse sua presença nas plataformas digitais.
Outro ponto importante destacado foi a decisão de disponibilizar capelas para DJs e produtores.
Essa estratégia permitiu que músicas fossem remixadas, reinterpretadas e alcançassem públicos completamente diferentes, ampliando significativamente o alcance do seu trabalho.
Hoje, diversos DJs internacionais utilizam vocais de artistas brasileiros justamente graças a esse tipo de iniciativa.
A profissionalização deixou de ser uma escolha
Durante toda a conversa existe um conceito que aparece repetidamente.
Arte e gestão precisam caminhar juntas.
Esse talvez seja um dos maiores aprendizados do episódio.
Durante muitos anos existia a ideia de que o artista deveria preocupar-se apenas em criar.
Hoje isso mudou completamente.
Quem deseja construir uma carreira duradoura precisa compreender minimamente temas como:
contratos;
distribuição;
direitos autorais;
marketing;
planejamento;
posicionamento de marca;
gestão financeira.
Segundo os convidados, tratar a música como um negócio não significa perder autenticidade.
Significa aumentar as possibilidades de manter a carreira ativa durante muitos anos.
Kamilla Fialho fala sobre gestão de artistas
Outro grande destaque do programa é a participação de Kamilla Fialho.
Reconhecida como uma das executivas mais influentes da música brasileira, Kamilla compartilha sua visão sobre desenvolvimento artístico, construção de carreira e gestão profissional.
Durante a conversa, ela reforça que o crescimento de um artista dificilmente acontece apenas pela qualidade da música.
Existe um trabalho enorme envolvendo planejamento, equipe e posicionamento estratégico.
Ela também destaca a importância de entender cada fase da carreira.
Nem todo lançamento precisa buscar números gigantes.
Em muitos casos, o mais importante é construir uma base sólida antes de acelerar o crescimento.
A força da 30PRAUM
Representando a 30PRAUM, Cris oferece uma visão extremamente interessante sobre a estrutura responsável por transformar Matuê em um dos maiores artistas do trap brasileiro.
Ao longo dos últimos anos, a gravadora tornou-se referência em gestão artística.
Mais do que lançar músicas, a empresa desenvolveu uma identidade extremamente consistente.
Cada lançamento segue uma estratégia.
Cada campanha possui planejamento.
Cada movimento fortalece a marca construída em torno do artista.
Segundo Cris, essa coesão entre equipe, comunicação e direção artística foi fundamental para consolidar o sucesso da 30PRAUM...
Depois de anos produzindo trap, resolvi reunir em um só lugar tudo o que aprendi sobre mixagem de 808. 🎛️
Na matéria para @flstudiofull você vai encontrar dicas práticas sobre afinação, equalização, saturação, clipper, sidechain, relação entre kick e 808 e muito mais.
Se você quer elevar o nível das suas produções, essa leitura pode fazer a diferença.
Se existe um elemento que define a sonoridade do trap moderno, esse elemento é a 808.
Ela deixou de ser apenas um grave para se tornar praticamente um instrumento principal dentro da produção. Em muitas músicas, é ela quem dita o groove, a força e até mesmo a identidade do beat. Basta ouvir artistas como Travis Scott, Future, Pop Smoke, Matuê, Teto, Veigh, WIU ou Derek para perceber que a 808 ocupa um espaço gigantesco dentro da mix.
Mas, ao mesmo tempo em que parece simples, ela também costuma ser um dos maiores desafios para produtores iniciantes. Vejo muita gente tentando resolver problemas da 808 adicionando mais plugins, mais compressores e mais equalizações, quando, na verdade, o segredo quase sempre está no contrário: entender o que realmente precisa ser feito e evitar processamentos desnecessários.
Ao longo de mais de duas mil produções musicais, fui mudando bastante minha forma de trabalhar. No começo, eu acreditava que uma boa mixagem era aquela cheia de plugins. Hoje penso exatamente o oposto.
Quanto menos eu preciso processar uma 808 para que ela soe pesada, melhor provavelmente foi a escolha da amostra e mais equilibrada está a produção.
Neste artigo quero compartilhar a filosofia que utilizo atualmente para mixar 808s. Não existe uma configuração universal nem uma cadeia de plugins que funcione para todas as músicas, mas existem princípios que praticamente sempre entregam resultados melhores. Como mixar sua 808 - Tudo o que aprendi em anos produzindo Trap [por Duds MDB]
A qualidade da mix começa antes dos plugins
O primeiro erro que vejo é acreditar que qualquer 808 pode ser transformada em uma 808 profissional através da mixagem. Não pode. A escolha da amostra influencia muito mais o resultado final do que qualquer plugin.
Hoje existem inúmeros kits produzidos por beatmakers e engenheiros que já entregam 808s extremamente bem trabalhadas. Muitas delas já passaram por saturação, clipping, compressão e até equalização antes mesmo de chegarem ao seu projeto.
Isso significa que você talvez nem precise repetir todo esse processamento.
Antes de abrir qualquer plugin, faça uma pergunta simples: Essa 808 realmente precisa de alguma coisa?
Ouça ela sozinha. Depois escute dentro do beat.
Se ela já possui peso, definição e conversa bem com os outros elementos, provavelmente você só precisará fazer pequenos ajustes. Muitas vezes o melhor processamento é justamente não processar.
Entenda a relação entre o kick e a 808:
Na minha opinião, esse é o ponto mais importante de toda a mixagem de trap. O problema normalmente não é fazer a 808 soar forte. O problema é fazer a 808 dividir espaço com o kick.
Quando ambos brigam exatamente na mesma região de frequência, acontece aquilo que muita gente chama de grave embolado. O kick perde impacto. A 808 perde definição.
E a música inteira parece menor.
Por isso gosto de pensar que kick e 808 precisam funcionar como uma equipe. Dependendo da produção, deixo o kick dominar mais o ataque enquanto a 808 segura o subgrave.
Em outras músicas acontece justamente o contrário. Não existe regra fixa. Existe equilíbrio.
Quando percebo conflito, normalmente trabalho equalizando melhor. Faço pequenos cortes na região onde o kick precisa aparecer, preservando toda a força da parte mais grave da 808.
E, existem ótimos equalizadores gratuitos para você usar. Se quiser conhecer alguns, pode clicar aqui para ver alternativas no PluginsVSTGratis.
Essa pequena decisão costuma trazer muito mais punch do que simplesmente aumentar volume. Equalizador serve para corrigir problemas
Existe uma frase que levo para praticamente toda mixagem: O equalizador não foi criado para reconstruir um som. Ele existe para resolver problemas.
Muitos produtores começam adicionando boosts enormes em 50 Hz, 80 Hz, 120 Hz... O resultado normalmente é uma 808 exagerada, sem definição e que ocupa espaço demais na música.
Meu primeiro movimento quase sempre é procurar o que está atrapalhando.
Existe alguma ressonância?
Existe excesso em determinada frequência?
Existe conflito com outro instrumento?
Depois disso faço pequenos cortes.
Na maioria das vezes um corte discreto produz muito mais resultado do que um aumento gigantesco de ganho. É impressionante como pequenas decisões deixam espaço para que toda a bateria respire melhor.
Prefira equalizações largas e naturais. Quando realmente preciso adicionar peso, gosto de utilizar curvas largas. Equalizações extremamente estreitas costumam criar um comportamento artificial e podem fazer a 808 parecer menos musical.
Por isso gosto bastante de equalizadores inspirados em equipamentos clássicos, principalmente modelos no estilo Pultec. Eles permitem reforçar determinadas regiões do grave de maneira muito mais suave.
O objetivo nunca é transformar completamente o timbre. É apenas destacar aquilo que já existe.
Quando a equalização é feita dessa maneira, a 808 continua soando natural mesmo depois de bastante volume.
Saturação faz muito mais do que distorcer
Uma das maiores descobertas que tive foi entender que uma 808 pesada não depende apenas do subgrave. Na verdade, boa parte da sensação de presença vem dos harmônicos.
É justamente aí que entra a saturação.
Quando utilizada com moderação, ela cria novas frequências acima do subgrave, permitindo que a 808 continue sendo percebida até mesmo em celulares, notebooks e pequenas caixas Bluetooth.
Sem esses harmônicos, muitas vezes você praticamente perde a 808 em sistemas menores. Mas existe um detalhe importante.
Mais saturação nem sempre significa mais peso. Em excesso, ela destrói justamente aquilo que torna uma boa 808 especial.
Normalmente pequenas quantidades já fazem toda diferença...
Aqui você grava utilizando equipamentos de referência mundial, como SSL, Universal Audio e Neve, garantindo um som limpo, profissional e pronto para competir em qualquer plataforma.
Quer elevar o nível do seu próximo lançamento? Me chama no direct e agenda a tua sessão de gravação.
Conhecida por músicas como “44”, “99 Problemas”, “Esconde Sua Namorada”, “Botano” e “Amiga Esse Homem Te Apaga”, a rapper chega à Europa vivendo uma das melhores fases da carreira.
MC Luanna confirma a Euro Tour 2026 com shows em Lisboa, Porto, Dublin e Bruxelas. Saiba tudo sobre a turnê, a trajetória da rapper e sua ex
MC Luanna anuncia Euro Tour 2026 e leva a força do rap brasileiro para Portugal, Irlanda e Bélgica
A rapper MC Luanna acaba de confirmar mais um passo importante em sua trajetória internacional. A artista anunciou oficialmente a Euro Tour 2026, uma sequência de apresentações que passará por Lisboa, Dublin, Porto e Bruxelas, além da promessa de novas datas que ainda serão divulgadas.
A turnê representa um dos momentos mais relevantes da carreira da artista, que vem consolidando seu nome como uma das principais vozes femininas do rap nacional. Depois de conquistar espaço nos principais festivais brasileiros, lançar projetos consistentes e ampliar sua base de fãs, MC Luanna agora atravessa o Atlântico para apresentar sua música ao público europeu.
Segundo o anúncio oficial, a agenda inicial da turnê ficou definida da seguinte forma:
09 de outubro – Lisboa (Portugal)
11 de outubro – Dublin (Irlanda)
16 de outubro – Porto (Portugal)
23 de outubro – Bruxelas (Bélgica)
A publicação ainda confirma que novas datas serão anunciadas em breve, indicando que a passagem da rapper pela Europa poderá ganhar novas cidades.
A internacionalização do rap brasileiro continua crescendo
Nos últimos anos, o rap brasileiro deixou de ser um movimento concentrado apenas no território nacional para conquistar uma audiência cada vez maior fora do país.
Portugal se tornou uma das principais portas de entrada para artistas brasileiros graças à proximidade do idioma e ao crescimento da comunidade brasileira vivendo no país. Além disso, cidades como Lisboa e Porto passaram a receber regularmente shows de rappers, funkeiros e artistas independentes.
A Irlanda e a Bélgica também vêm entrando nesse circuito. O aumento da imigração brasileira fez surgir um público fiel que acompanha os lançamentos do rap nacional e comparece em peso aos eventos quando artistas brasileiros desembarcam na Europa.
Nesse contexto, a Euro Tour de MC Luanna acompanha um movimento já observado com diversos nomes da cena, mas reforça um aspecto importante: cada vez mais mulheres do rap brasileiro também ocupam esse espaço internacional.
Quem é MC Luanna?
MC Luanna é uma rapper que construiu sua trajetória através de músicas marcadas por identidade, posicionamento e forte presença artística.
Seu trabalho costuma abordar temas como:
autoestima;
vivência periférica;
racismo;
protagonismo feminino;
independência;
sexualidade;
relações sociais.
Ao longo da carreira, a artista passou a ser reconhecida não apenas pela qualidade técnica das rimas, mas também pela forma direta como aborda questões sociais sem abrir mão da musicalidade.
Sua estética mistura elementos do boom bap, trap e outras influências contemporâneas, criando uma identidade própria dentro da cena nacional.
Uma das principais representantes do rap feminino
Nos últimos anos, o rap brasileiro viveu uma transformação significativa com o crescimento do protagonismo feminino.
Artistas passaram a ocupar espaços que durante décadas foram majoritariamente masculinos, levando novas perspectivas para o gênero.
MC Luanna faz parte dessa geração que contribuiu para ampliar essa representatividade.
Sua presença em festivais, cyphers, projetos especiais e grandes eventos ajudou a consolidar seu nome entre os principais destaques do rap nacional.
Mais do que lançar músicas, ela construiu uma carreira baseada em consistência artística e conexão com seu público.
Portugal recebe dois shows da turnê
Entre as quatro datas já confirmadas, Portugal será o país que receberá dois shows.
A escolha não surpreende.
Lisboa e Porto concentram algumas das maiores comunidades brasileiras da Europa e se transformaram em importantes polos para apresentações de artistas vindos do Brasil.
Nos últimos anos, diversos rappers brasileiros passaram pelos dois municípios, fortalecendo ainda mais o intercâmbio cultural entre os dois países.
Para os fãs portugueses, a Euro Tour representa uma oportunidade de acompanhar ao vivo uma das artistas mais relevantes da nova geração do rap brasileiro.
Dublin e Bruxelas ampliam o alcance da turnê
Além de Portugal, a agenda inclui apresentações em Dublin, na Irlanda, e Bruxelas, na Bélgica.
Esses mercados têm recebido cada vez mais artistas brasileiros devido ao crescimento das comunidades imigrantes e ao interesse crescente pela música urbana produzida no Brasil.
Eventos voltados ao rap, funk e trap passaram a integrar a programação cultural dessas cidades, abrindo espaço para turnês como a de MC Luanna.
A identidade visual reforça o conceito "Irrefreável"
O anúncio da turnê veio acompanhado de uma arte que resume bem o conceito escolhido para essa fase.
Com a palavra "IRREFREÁVEL" estampada em destaque, o material gráfico apresenta MC Luanna ao centro, cercada por elementos urbanos, referências ao grafite e um avião personalizado simbolizando a viagem pela Europa.
A estética conversa diretamente com a identidade construída pela artista nos últimos anos: forte, urbana e ligada à cultura hip-hop.
A expansão internacional da carreira
Fazer uma turnê internacional representa muito mais do que apenas realizar shows em outros países.
Para um artista independente, esse tipo de circulação abre portas para:
novos públicos;
possíveis colaborações internacionais;
fortalecimento da marca artística;
aumento da audiência nas plataformas digitais;
oportunidades em festivais estrangeiros.
Além disso, cada apresentação ajuda a consolidar a presença da música brasileira em novos mercados.
No caso de MC Luanna, essa expansão acontece em um momento de maturidade da carreira, quando sua identidade artística já está bem estabelecida...
O NT Sessions estreou em grande estilo trazendo @froid acompanhado por uma orquestra completa. 🎻🎤
A produção da @novo.traco apresenta novas versões de sete músicas do rapper, com arranjos sinfônicos e uma qualidade audiovisual impressionante.
Se os próximos episódios mantiverem esse nível, o projeto tem tudo para se tornar uma referência na música brasileira.
Como é a NT Sessions com Froid? Conheça o novo projeto da Novo Traço que une rap, funk, samba e forró com orquestra ao vivo em uma produção
NT Sessions by Novo Traço estreia com Froid e apresenta uma nova forma de viver o rap brasileiro
O rap brasileiro ganhou uma produção inédita que eleva o conceito de apresentações ao vivo para um novo patamar. A NT Sessions by Novo Traço chega ao mercado reunindo artistas de diferentes estilos acompanhados por uma orquestra completa, combinando música urbana, arranjos sinfônicos e produção audiovisual cinematográfica.
O primeiro episódio da série foi lançado com Froid, um dos artistas mais respeitados do rap nacional, que revisita algumas das músicas mais importantes de sua carreira em versões completamente rearranjadas.
Gravada no estúdio Sonastério, em Nova Lima (MG), a estreia apresenta uma produção de altíssimo nível técnico e artístico, reunindo dezenas de músicos, maestros, arranjadores e profissionais responsáveis por transformar o repertório do rapper em uma experiência totalmente diferente daquela conhecida pelo público.
Mais do que uma sessão ao vivo, a NT Sessions nasce como um projeto que pretende aproximar diferentes linguagens musicais, colocando rap, funk, samba e forró lado a lado com uma grande orquestra.
O que é a NT Sessions by Novo Traço?
A NT Sessions é uma série criada pela produtora Novo Traço, empresa que completa 19 anos de atuação no mercado audiovisual.
A proposta é simples e extremamente ambiciosa.
Criar apresentações exclusivas onde grandes nomes da música brasileira interpretam seu repertório acompanhados por uma orquestra ao vivo.
Segundo a própria produtora,
"Nossa missão é te arrepiar."
A frase resume exatamente a proposta do projeto.
Não se trata apenas de gravar músicas ao vivo.
Cada episódio recebe novos arranjos, direção artística exclusiva, fotografia cinematográfica e uma estrutura semelhante à utilizada em grandes produções internacionais.
Froid abre a primeira temporada
A escolha de Froid para inaugurar a série faz bastante sentido.
Ao longo da última década, o rapper construiu uma das discografias mais consistentes da música brasileira, transitando entre rap, boom bap, jazz, R&B e experimentações sonoras.
Suas letras possuem forte carga poética, enquanto suas melodias permitem interpretações bastante ricas quando acompanhadas por instrumentos clássicos.
Na NT Sessions, essas características ganham ainda mais profundidade.
Violinos, violoncelos, violas, contrabaixos e outros instrumentos transformam músicas já conhecidas em versões inéditas.
As sete músicas escolhidas por Froid
Para abrir o projeto, Froid selecionou sete faixas bastante conhecidas do seu catálogo.
A tracklist oficial ficou composta por:
Algumas Coisas Tem Que Mudar
Argentina
Fantasmas
A Língua dos Anjos
Mundo da Lua
Picnic
Playboy
A escolha mostra um equilíbrio entre músicas introspectivas, faixas melódicas e composições que marcaram diferentes momentos da carreira do artista.
Ao invés de simplesmente reproduzir os beats originais, todas receberam novos arranjos desenvolvidos exclusivamente para a NT Sessions.
Isso faz com que o público escute cada composição sob uma perspectiva completamente diferente.
Um novo significado para músicas já conhecidas
Um dos maiores méritos da NT Sessions é conseguir fazer com que músicas bastante conhecidas pareçam inéditas.
Os arranjos sinfônicos modificam completamente a dinâmica das canções.
Cordas substituem sintetizadores.
Harmonias ganham novas camadas.
Pequenos detalhes das composições aparecem com muito mais destaque.
Ao mesmo tempo, Froid mantém a interpretação original, preservando sua identidade artística.
Esse equilíbrio entre inovação e fidelidade ao repertório é um dos pontos altos do projeto.
Rap encontra a música de concerto
Durante muitos anos, rap e música clássica pareciam universos completamente separados.
Nos últimos anos, porém, diversos artistas passaram a explorar essa aproximação.
A NT Sessions leva essa ideia a outro nível.
Em vez de apenas adicionar alguns instrumentos de corda às músicas, o projeto utiliza uma orquestra completa, com arranjos especialmente escritos para cada faixa.
Isso exige um trabalho extremamente detalhado.
Cada melodia precisa ser redistribuída entre diferentes instrumentos.
Cada pausa precisa ser reinterpretada.
Cada mudança de intensidade deve dialogar com dezenas de músicos tocando simultaneamente.
Os maestros por trás da produção
Toda essa estrutura é conduzida pelos maestros Carlos Prazeres e Felipe Prazeres.
Eles lideram uma orquestra formada por músicos experientes, responsáveis por transformar o repertório contemporâneo em grandes execuções sinfônicas.
O resultado impressiona tanto pela qualidade técnica quanto pela sensibilidade musical.
Arranjos inéditos
Outro destaque fica para a equipe de arranjadores.
Participaram da produção nomes como:
Itamar Assiere
Alexandre Caldi
Dudu Viana
Flavio Mendes
Gilson Santos
Marcelo Caldi
Maycon Ananias
Ricardo Candido
Cada profissional colaborou para construir versões inéditas das músicas apresentadas por Froid...
Conhecido pelo trap, o artista apresenta agora um álbum totalmente voltado para o funk.
Como é o novo álbum AX VEZEX FUNK de Kawe? Conheça o projeto que celebra os 10 anos de carreira do rapper, a tracklist completa, participaçõ
Kawe celebra 10 anos de carreira com "AX VEZEX FUNK", projeto que homenageia suas raízes e aposta no funk brasileiro
Poucos artistas conseguiram construir uma carreira tão versátil dentro da música urbana brasileira quanto Kawe. Transitanto entre o rap, trap, funk e diferentes vertentes da música popular, o artista consolidou seu nome como um dos principais representantes da nova geração. Agora, para celebrar uma década de trajetória, ele apresenta "AX VEZEX FUNK", um álbum que funciona tanto como uma homenagem às suas origens quanto como uma demonstração da sua constante evolução artística.
Lançado oficialmente em 3 de julho de 2026, o projeto reúne 11 faixas, diversas participações especiais e uma proposta que coloca o funk no centro da narrativa. O disco foi lançado pelo selo Illumi e reforça um momento importante da carreira de Kawe, que escolheu olhar para trás, reconhecer o caminho percorrido e, ao mesmo tempo, abrir espaço para novas experimentações sonoras.
Mais do que um simples álbum comemorativo, AX VEZEX FUNK representa um reencontro com influências que sempre estiveram presentes na identidade musical do artista.
Dez anos construindo uma carreira sólida
Quando Kawe iniciou sua caminhada na música, poucos imaginavam que ele se tornaria um dos artistas mais relevantes da cena urbana brasileira.
Ao longo desses dez anos, o rapper mostrou uma característica rara: nunca ficou preso a um único estilo.
Enquanto muitos artistas permaneceram exclusivamente no rap tradicional ou migraram completamente para o trap, Kawe sempre transitou naturalmente entre diferentes sonoridades.
Essa liberdade artística permitiu que sua discografia fosse marcada por constantes reinvenções.
Em diferentes momentos da carreira, apresentou músicas introspectivas, faixas românticas, trap pesado, funk, drill e produções extremamente comerciais, sempre mantendo uma identidade própria.
O crescimento de Kawe dentro da música urbana
Durante essa década, Kawe acumulou milhões de reproduções nas plataformas digitais e conquistou um público extremamente fiel.
Canções que misturam emoção, histórias pessoais e refrões marcantes ajudaram o artista a ultrapassar os limites do rap e alcançar ouvintes que normalmente não consumiam música urbana.
Além do sucesso nas plataformas de streaming, Kawe tornou-se presença constante nos principais festivais brasileiros, ampliando sua relevância tanto no mercado quanto dentro da cultura hip-hop.
Essa trajetória explica por que o lançamento de AX VEZEX FUNK desperta tanta expectativa.
Um álbum que homenageia o funk
O próprio título deixa claro qual é a proposta do projeto.
Em vez de apresentar apenas um disco de rap, Kawe decidiu mergulhar de forma ainda mais profunda no universo do funk.
Não se trata de uma mudança de identidade, mas de uma valorização de um gênero que sempre fez parte da formação musical do artista.
O álbum aproxima elementos do rap, do trap e do funk contemporâneo, mostrando como essas linguagens dialogam naturalmente dentro da música urbana brasileira.
Produção moderna e clima de baile
Ao longo das onze faixas, percebe-se uma preocupação em criar músicas pensadas tanto para o streaming quanto para os palcos.
Os beats exploram graves fortes, baterias rápidas e melodias simples, características que aproximam o projeto do funk moderno.
Ao mesmo tempo, Kawe mantém sua assinatura nas linhas melódicas e na forma de construir refrões que permanecem facilmente na memória do público.
O resultado é um álbum bastante dinâmico, com poucas faixas longas e músicas diretas, seguindo uma tendência presente nos principais lançamentos atuais.
Grandes participações reforçam o projeto
Para comemorar os dez anos de carreira, Kawe reuniu alguns nomes importantes da música urbana.
Entre os convidados estão:
MC Lan
MC J9
Yuri Redicopa
Tavin
G.A
Menor MC
Elana Dara
Klauss
PLZIN
Cada participação acrescenta uma identidade diferente ao projeto, evitando que o álbum se torne repetitivo.
Em vez de apenas reunir artistas populares, Kawe escolheu colaboradores que dialogam naturalmente com sua proposta musical.
A produção reforça a identidade do disco
Embora conte com diversos convidados, o álbum mantém unidade sonora.
As músicas conversam entre si, criando uma experiência contínua do início ao fim.
Existe uma preocupação evidente em preservar uma estética única, fazendo com que o ouvinte reconheça rapidamente que todas as faixas pertencem ao mesmo universo criativo.
Tracklist completa de AX VEZEX FUNK
Lançado em 3 de julho de 2026, o álbum possui 11 faixas.
Confira a ordem oficial:
Berimbância (feat. MC Lan)
Muhammat (feat. MC J9)
Escalade
Joga Fácil (feat. Yuri Redicopa)
Detão (feat. Tavin)
Ferrari Roma (feat. G.A)
Mete um Lance (feat. Menor MC)
Interlúdio: Contradição
Foi por Detalhe (feat. Elana Dara)
Na Minha Vez
Sem Pausa (feat. Klauss & PLZIN)
O álbum foi lançado pelo selo Illumi, responsável pela distribuição do projeto...
O @smorrarecords lançou oficialmente “Jon”, o primeiro álbum do coletivo. 🔥
Com 8 faixas, o projeto busca inspiração no hip hop dos anos 2000, misturando samples, estética Y2K e uma identidade própria.
Como é o primeiro álbum do SMORRA? Descubra "Jon", projeto de Isak, Zigarro e Armando Teles com influências do rap Y2K, oito faixas, partici
SMORRA lança "Jon", primeiro álbum do coletivo formado por Isak, Zigarro e Armando Teles
O rap português ganha um novo capítulo com a chegada de "Jon", o primeiro álbum do SMORRA, coletivo formado por Isak, Zigarro e Armando Teles. Lançado oficialmente em 26 de junho de 2026, o projeto apresenta uma identidade muito própria, inspirada nas sonoridades do hip hop da era Y2K, resgatando elementos marcantes do rap dos anos 2000 enquanto os adapta à estética moderna da nova geração da música urbana portuguesa.
Com oito faixas, o disco aposta numa produção consistente, instrumentais carregados de samples, referências ao streetwear, cultura pop e uma escrita descontraída que mistura lifestyle, humor e atitude. Todo o projeto foi produzido por Prod Vitor, reforçando uma identidade sonora uniforme do início ao fim.
Distribuído mundialmente pela 10K Projects, divisão da Warner Music Portugal, através da SMORRA Records, "Jon" representa o primeiro grande passo do coletivo como projeto conjunto.
O nascimento do SMORRA
Embora Isak, Zigarro e Armando Teles já fossem conhecidos individualmente dentro da nova vaga do rap português, "Jon" marca a primeira vez que os três unem forças num álbum completo.
O resultado não procura apenas juntar artistas diferentes numa compilação de músicas. Pelo contrário, percebe-se uma intenção clara de construir uma identidade coletiva, onde as vozes se complementam e os estilos individuais se fundem numa estética comum.
Ao longo das oito faixas, existe uma química evidente entre os três artistas, que alternam versos naturalmente sem quebrar o ritmo das músicas.
Um mergulho no hip hop dos anos 2000
Uma das características mais marcantes de "Jon" é a inspiração assumida na estética Y2K.
O álbum bebe influência do hip hop norte-americano do início dos anos 2000, período marcado por produções cheias de samples, baterias marcantes, sintetizadores característicos e uma forte ligação entre música, moda e cultura urbana.
Em vez de simplesmente copiar essa fórmula, o SMORRA utiliza essas referências como ponto de partida para criar uma linguagem própria, adaptada ao contexto português.
O resultado é um disco que soa nostálgico para quem cresceu ouvindo rap dessa época, mas suficientemente moderno para dialogar com o público atual.
Produção inteiramente assinada por Prod Vitor
Outro dos grandes destaques do projeto é a produção integral de Prod Vitor.
Assinar todas as músicas permitiu criar uma identidade sonora consistente, onde cada faixa conversa com a seguinte sem perder personalidade.
As batidas exploram diferentes atmosferas, alternando momentos mais melódicos com produções mais pesadas, sempre mantendo o ADN do coletivo.
Essa continuidade ajuda "Jon" a funcionar como um álbum pensado do início ao fim, e não apenas como uma coleção de singles.
Tracklist completa de "Jon"
O álbum possui 8 faixas, totalizando 26 minutos e 44 segundos.
Confira a tracklist oficial:
Bada Bing – 3:10
Bar Da Praia – 3:14
Sergio Tacchini – 3:20
Binde Pa Festa – 3:10
Juicy Couture (feat. Joint One) – 3:25
Puta Da Mania – 3:10
Sete Vidas – 3:35
Baby Boo (feat. Basílio Teles) – 3:40
A sequência evidencia a proposta do coletivo de alternar momentos mais descontraídos com músicas que exploram diferentes ambientes sonoros.
Participações especiais
Apesar de ser um álbum bastante focado na identidade do trio, "Jon" conta com duas participações especiais.
Na quinta faixa, "Juicy Couture", aparece Joint One, acrescentando uma nova dinâmica à música.
Já o encerramento do álbum fica por conta de "Baby Boo", que recebe a participação de Basílio Teles, trazendo uma atmosfera diferente para a reta final do projeto.
As colaborações surgem de forma pontual, sem desviar o foco principal do coletivo.
Moda, cultura urbana e referências Y2K
Os próprios títulos das músicas demonstram algumas das inspirações do projeto.
Faixas como "Sergio Tacchini" e "Juicy Couture" fazem referência a marcas que marcaram diferentes momentos da cultura urbana internacional.
Essa ligação entre música, moda e identidade visual sempre foi uma característica importante do hip hop e volta a aparecer em "Jon" de forma bastante natural.
Não se trata apenas de citar marcas, mas de construir um imaginário que remete diretamente ao período que inspira o álbum.
Porto continua a revelar novos projetos
O lançamento reforça também o crescimento da cidade do Porto como um dos principais polos da nova música urbana portuguesa.
Nos últimos anos, a cidade tem revelado diversos artistas, produtores e coletivos que ajudam a renovar constantemente a cena nacional.
O SMORRA surge precisamente neste contexto, apresentando uma proposta diferente daquela que domina atualmente o rap mainstream português...
@rinconsapiencia lançou oficialmente Um Corpo Preto, seu terceiro álbum de estúdio.
O disco traz 17 faixas e mistura rap, samba, reggae, dancehall, funk, afrobeats e música eletrônica.
Entre as participações estão Dino D’Santiago, Lino Krizz, Funk Buia e Mylena Drague, reforçando a diversidade sonora do projeto.
Mais uma vez, Rincon entrega um álbum que vai além da música, discutindo identidade, ancestralidade e a potência da cultura negra.
O que torna "Um Corpo Preto" um dos álbuns mais importantes de Rincon Sapiência? Conheça a tracklist, participações, conceito e tudo sobre o
Rincon Sapiência lança "Um Corpo Preto", álbum que reafirma sua identidade artística e celebra a potência da música negra
Depois de sete anos sem lançar um álbum de estúdio, Rincon Sapiência retorna com um dos projetos mais completos de sua carreira. Lançado oficialmente em 30 de junho de 2026, "Um Corpo Preto" chega às plataformas digitais pelo selo MGoma, com distribuição da Altafonte, reunindo 17 faixas e aproximadamente 57 minutos e 42 segundos de duração.
Muito mais do que um novo disco de rap, o trabalho representa uma reflexão sobre identidade, ancestralidade, pertencimento e a potência criativa da cultura negra. Ao longo do álbum, Rincon mistura rap, samba, reggae, dancehall, afrobeats, funk, soul e música eletrônica, criando uma experiência sonora que amplia ainda mais os limites do hip-hop brasileiro.
O projeto sucede "Mundo Manicongo: Dramas, Danças e Afroreps" (2019) e reforça uma característica que acompanha o artista desde sua estreia: transformar pesquisa musical, crítica social e inovação em uma linguagem própria.
O retorno de um dos artistas mais criativos do rap nacional
Quando Galanga Livre chegou em 2017, Rincon rapidamente chamou atenção por apresentar uma estética completamente diferente da maior parte da cena.
Enquanto muitos artistas buscavam referências exclusivamente norte-americanas, o rapper paulista mergulhava na história africana, nos ritmos afro-diaspóricos e na cultura brasileira para construir sua identidade.
Faixas como "Ponta de Lança (Verso Livre)" tornaram-se verdadeiros clássicos do rap nacional.
Dois anos depois, Mundo Manicongo consolidou essa proposta artística.
Agora, em 2026, "Um Corpo Preto" demonstra um artista ainda mais maduro.
Um álbum construído a partir da vivência do corpo preto
O próprio título resume a ideia central do projeto.
"Um Corpo Preto" não trata apenas da experiência racial enquanto espaço de enfrentamento.
Também celebra beleza, criatividade, memória, espiritualidade e pertencimento.
Ao longo das músicas, Rincon procura mostrar como diferentes manifestações culturais negras dialogam entre si, aproximando África, Brasil e outras regiões da diáspora.
O resultado é um álbum que consegue equilibrar reflexão política e musicalidade sem perder sua leveza.
Rap encontra samba, reggae, funk e afrobeats
Uma das maiores qualidades do disco é justamente sua diversidade musical.
Rincon nunca se limitou às estruturas tradicionais do rap.
Neste trabalho aparecem referências de:
Rap;
Samba;
Reggae;
Dancehall;
Afrobeats;
Funk brasileiro;
Soul;
Música eletrônica;
R&B.
Em vez de parecer uma mistura aleatória, todos esses elementos dialogam naturalmente.
Cada faixa apresenta uma atmosfera diferente, mas todas mantêm unidade sonora.
Participações especiais ampliam o alcance do projeto
O álbum reúne artistas de diferentes gerações e estilos.
Entre os convidados estão:
Dino D'Santiago
Lino Krizz
Funk Buia
Mylena Drague
Marissol Mwaba
Torya
F7RANÇA
BREN9VE
Essas colaborações ajudam a reforçar a diversidade proposta pelo disco, aproximando diferentes vertentes da música negra contemporânea.
Tracklist completa de "Um Corpo Preto"
Lançado com 17 faixas, o álbum apresenta a seguinte sequência:
Diáspora (feat. Dino D'Santiago)
Cuidar de Mim
Cassino (feat. Lino Krizz)
Tropa do Manicongo
Eu Vim de Baixo
Alarme (feat. Funk Buia)
Negona
Mel na Sua Cara (feat. Mylena Drague)
Porque Eu Te Amo
De Onde Cê Vem, Pt. 2
Homem Gol (feat. Marissol Mwaba)
Avança+ (feat. Torya)
Ke$h (feat. F7RANÇA)
Faz a Vibe (feat. BREN9VE)
Todo Nego
Dum Dum
Corpo Preto, Pt. 2
Ao longo dos quase 58 minutos, Rincon alterna momentos introspectivos com músicas mais dançantes, criando uma experiência bastante dinâmica...
Se você é artista e está procurando um estúdio no Porto para gravar, mixar ou masterizar, fala comigo no direct. Vamos trabalhar no seu próximo teu som.
O single chega logo após a fase de divulgação de Menino da Mamã (Deluxe Edition) e mostra que o rapper continua vivendo um dos momentos mais produtivos da carreira.
Quer saber como "3 ou 4" representa a nova fase de Piruka? Conheça os detalhes do novo single, a produção, os créditos e a evolução de um do
Piruka lança "3 ou 4" e mostra por que continua entre os maiores nomes do rap português
Poucos artistas conseguiram construir uma carreira tão sólida dentro do rap português quanto Piruka. Ao longo de mais de uma década, o rapper conquistou uma base de fãs extremamente fiel, transformou músicas independentes em milhões de reproduções e consolidou um estilo que mistura narrativa de rua, introspecção, crítica social e melodias marcantes.
Agora, em 2026, o artista abre mais um capítulo da sua discografia com "3 ou 4", um single lançado pela 808, acompanhado por um visualizer oficial que reforça a identidade minimalista da música e coloca novamente o foco naquilo que sempre foi o principal diferencial de Piruka: a escrita.
Produzida por RUSTY, responsável também pela gravação do tema, a faixa conta com composição assinada por Piruka e RUSTY, enquanto a mixagem e masterização ficaram nas mãos de Cunha Beats. O visualizer foi dirigido por Carlos Marta, produzido pela Egotrip, com bastidores registados por Gabriel Ferreira.
Apesar de ser apresentada como um lançamento isolado, "3 ou 4" chega num momento importante da carreira do rapper, reforçando uma fase artística marcada pela maturidade, pela consistência e pela capacidade de continuar relevante numa cena portuguesa que cresce a cada ano.
Mais do que apenas uma nova música, o lançamento confirma que Piruka continua fiel às características que o transformaram numa das figuras mais respeitadas do hip-hop em Portugal.
"3 ou 4" aposta na simplicidade para destacar aquilo que realmente importa
Num período em que grande parte da música urbana aposta em grandes campanhas promocionais, teasers elaborados e estratégias de marketing agressivas, Piruka escolheu um caminho diferente.
O lançamento de "3 ou 4" acontece de forma relativamente discreta, deixando que a música fale por si.
Essa decisão acompanha uma característica recorrente da carreira do artista: colocar a composição acima do espetáculo.
O instrumental produzido por RUSTY segue uma linha moderna, mas evita excessos.
Há espaço para a voz respirar.
Os elementos da produção servem como suporte para a narrativa, sem disputar protagonismo com a interpretação.
É uma abordagem que lembra muito alguns dos trabalhos mais consistentes do rap português dos últimos anos, onde a força da música nasce da combinação entre letra, interpretação e atmosfera.
Os créditos mostram uma equipa consolidada
Embora Piruka seja o rosto do projeto, "3 ou 4" evidencia também a importância da equipa que acompanha o lançamento.
Os créditos incluem:
Composição: Piruka e RUSTY
Letra: Piruka
Instrumental: RUSTY
Recording Engineer: RUSTY
Mixagem e Masterização: Cunha Beats
Direção do Visualizer: Carlos Marta
Produção audiovisual: Egotrip
BTS: Gabriel Ferreira
Distribuição e lançamento: 808
Essa estrutura demonstra um processo de produção bastante enxuto, mas composto por profissionais que já conhecem bem o universo sonoro do artista.
Um artista que construiu a carreira sem depender de fórmulas
A trajetória de Piruka é uma das mais interessantes da música portuguesa contemporânea.
Antes mesmo de alcançar grandes números nas plataformas digitais, o rapper já chamava atenção pela autenticidade.
Enquanto muitos artistas procuravam adaptar-se às tendências internacionais, Piruka desenvolveu uma identidade própria.
Seu rap sempre apresentou características muito específicas:
escrita direta;
histórias pessoais;
linguagem acessível;
forte componente emocional;
influência do boom bap misturada com produções modernas;
refrões memoráveis sem abandonar a essência do hip-hop.
Essa combinação permitiu que conquistasse públicos bastante diferentes.
Ao mesmo tempo em que agrada ouvintes tradicionais do rap, também alcança quem normalmente consome música urbana mais comercial.
O crescimento de Piruka acompanhou a evolução do rap português
Nos últimos quinze anos, Portugal viveu uma transformação enorme dentro do hip-hop.
Artistas como Piruka ajudaram diretamente nesse crescimento.
Quando iniciou sua caminhada, o rap português ainda possuía um alcance muito menor.
As plataformas de streaming estavam longe da força atual.
Grande parte do público descobria novos artistas através do YouTube, fóruns especializados ou partilha entre amigos.
Foi justamente nesse ambiente que Piruka começou a construir sua comunidade.
Cada lançamento aumentava gradualmente seu alcance.
A identificação do público vinha principalmente pela honestidade das letras.
Em vez de criar personagens, o rapper sempre transmitiu a sensação de estar relatando experiências reais.
Essa autenticidade acabou tornando-se um dos pilares da sua carreira.
A importância da escrita na identidade artística de Piruka
Quando se fala em Piruka, é praticamente impossível não mencionar sua capacidade como letrista.
Mesmo em músicas mais comerciais, existe uma preocupação evidente com a construção dos versos.
Suas composições normalmente equilibram:
observações do cotidiano;
conflitos internos;
reflexões pessoais;
relações familiares;
dificuldades sociais;
conquistas profissionais.
Esse equilíbrio permite que suas músicas envelheçam bem.
Elas não dependem exclusivamente do momento em que foram lançadas.
Continuam fazendo sentido anos depois.
"3 ou 4" mantém exatamente essa tradição.
Mais do que criar uma música para viralizar rapidamente, Piruka entrega uma faixa construída em torno da escrita...