você nera gay?
Sou álcoolsexual.
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YOU ARE THE REASON
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
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@dwayneor-blog
você nera gay?
Sou álcoolsexual.
True/False game. Make an assumption about me in my ask and I’ll tell you if its true or false. Go.
Eu sei que não tá tendo ask game, but, eu adoro responder essas coisinhas e acho que colabora muito pra desenvolver o personagem, então se quiserem mandar pro Dwayne, @fredelicioso, @pettigraham e @mbobbin, vou adorar. ♥
𝓓𝔀𝓪𝔂𝓷𝒆 𝓞’𝓡𝓲𝓪𝓲𝓷 {01/XX}
What's wrong with me? They all seem to know exactly what it is they want They smile as they go So I work at staying patient Good things come to those that wait Or so they say I'm so empty I get tired of trying Ideas die on the vine And I feel like a fake I lie awake believing that somehow I keep failing I rail and I ache At the monsters and the demons I have wrestled with for eons And I want to destroy
LÍDIA EMILY GAETA ACKER cof cof
Em qual das fases, especialmente? A Lídia que eu me apaixonei se perdeu em algum lugar, e eu não pretendo tentar encontrar. Não mais. Se ver ela por ai, avisa que mandei um oi!
Anonymously tell me the kind of person you think I'd fall in love with.
@mbobbin e @fredelicioso vale também
— Eu não deveria estar perguntando já que isso pode e vai parecer intrometimento da minha parte… — Um riso nervoso saiu dos lábios da menina, estranhava a si mesma por atos assim. Sentou-se no banco para obter companhia e consequentemente suas respostas — Mas eu posso saber o porque dessa cara? O dia está bonito demais para alguém se zangar.
Dwayne encontrava-se sentado em um dos bancos do jardim que juntava o Instituto e Hogwarts, com uma pilha de pergaminhos ao seu lado. Estava cabisbaixo, com os cotovelos apoiados em suas cochas e as mãos tapando o seu rosto, de forma que o protegesse o seu olhar do crepúsculo que aos poucos se formava. Estava cansado, e como se não bastasse, um milhão de pensamentos incômodos invadiam a sua mente; pensamentos que oscilavam da sua infância até os dias atuais. O O’Riain sempre acreditou que a mente era o pior veneno que uma pessoa poderia carregar consigo, e se bem entendia, para pensamentos não existia um antidoto permanente. Por muito tempo ele acreditou que a bebida supria essa necessidade, e foi se agarrando nesse pensamento que ele passou a usar a bebida como um refúgio desde os seus quatorze anos de idade; mas é claro que no fim da noite, quando o efeito passava e ele se deitava, tudo parecia voltar mil vezes pior. Sempre foi assim, e era quase regra que sempre viria a ser. Levantou o olhar assim que percebeu a presença de alguém, e logo se deparou com uma garota que ele conhecia de vista. Costumava ser bom com rostos, e só não lembrava o nome dela por nunca ter perguntado ou conversado com. Desfez sua posição anterior, agora ficando com a coluna ereta e mudando o lugar dos pergaminhos para que ela pudesse sentar enquanto falava. — Minha cara está tão ruim assim? — Perguntou de forma divertida, desviando o assunto de forma inconsciente. Não que ele estava sendo rude com a garota ou algo do tipo, mas aquilo era algo tão dele que mal notava quando fazia; Dwayne era expansível na hora de se comunicar com alguém, mas não costumava deixar que as pessoas invadissem o seu espaço pessoal, e era por esse motivo que sempre evitava falar de si. — É só o velho e bom sono. Nada que uma boa ducha e uma cama macia não melhore, não é? Eu não deveria estar perguntando —imitou a forma que a garota o abordou, não com a intenção de satirizar mas sim divertir. — mas o seu nome é...?
Drunk Grim and... whatever
Sinistro: É comum em momentos de tédio mandar mensagem para uma pessoa aleatória, sabia?
Sinistro: E essa sou eu agora!
Sinistro: Na verdade, na verdade, acho que to meio bêbada...
Sinistro: Eu nem sei como diabos enxergo as teclas, mas devo ter decorado
Sinistro: Nunca more com um bêbado, acaba dando nisso. Eu achei que era água, BUT
Sinistro: Shame on me
Dway: como assim "pessoa aleatória"?
Dway: Melanie, eu estou no quarto AO LADO DO SEU
Dway: Me deixa dormir, puta merda
Dway: Isso foi uma ironia? Espero que não
Dway: só por curiosidade; onde é que você pegou a bebida?
I hate you a little less right now • lidway
ackerlidia:
Lídia não costumava ser boa em fingir coisa alguma até, é claro, a prisão de seu pai. Depois daquele fatídico dia a Acker teve de aprender a fingir, mas não mentiras pequenas ou simples teatros, aprendeu até a mentir para si mesma, guardando a verdade em uma caixinha que ninguém poderia encontrar. Nem ela. E naquele momento, ao lado de seu ex melhor amigo, ela voltou a fingir. Não fazia àquilo por diversão, mas porque precisava. A vida toda ouvira o quão fortes os Acker eram e que sempre cresceriam mesmo às adversidades. Lídia acreditava de todo o coração e alma naquelas palavras. Sobreviveu à loucura de sua mãe, à sua quase morte e a todos os dramas que a vida lhe deu, sempre repetindo essa mesma frase.
Porém, Dwayne apareceu em sua vida. Lídia amou-o com todas as forças que tinha e de todo o coração e, por certo tempo, acreditou que ele fizesse o mesmo. Mas então vieram os acontecimentos que a destruíram. Lídia aprendeu a fingir criando uma situação um pouco menos dolorosa em sua cabeça. Talvez ele nem houvesse amado-a, para começo de conversa. Talvez seu plano fosse sempre àquele, prendeu seu pai. Vê-lo daquela forma machucava menos do que pensar que ele, mesmo a amando, fora capaz de agir contra ela. Não queria e nem podia acreditar naquilo. Dwayne jamais faria algo assim. Não o seu Dwayne, a pessoa que ela amava. E novamente, Lídia enganou a si mesma, levando a mente para uma realidade onde as memórias ruins não passavam de pesadelos. Um lugar onde ela ainda tinha o O’Riain consigo.
Conseguiu fingir aquilo, pelo menos por alguns segundos antes dele começar a falar. -Hum… eu não sei, mas é bom dar uma variada de vez em quando, não acha? Ficar na mesmice parece meio chato. -Comentou, mesmo não fazendo real ideia sobre o que estava falando. As palavras só fluíam, mas Lídia não estava focando sua atenção nelas. -Na verdade não deveria. Não nos vemos há anos, Dway… é tempo o suficiente para alguém mudar. -Retrucou, um pouco pensativa. -… eu mudei. -Murmurou, enfim virando-se para ele. Não deveria, mas queria olhá-lo, não para matá-lo lentamente com o olhar, mas de um modo que já não fazia há muito tempo. E foi ali que a caixinha que havia escondido começou a se abrir, trazendo as lembranças. Ela, querendo ou não admitir, sentira imensa falta dele. Soltou uma risada um pouco exagerada demais, mas ora essa, estava bêbada! -Eu? Não! Eu sei o que estou fazendo e sei quanto vou me odiar pela mesma razão amanhã. Mas acho que… eu precisava disso. -Disse em tom indiferente, erguendo seu copo em encontro ao dele, com um rápido brinde. -Um brinde à… velhas amizades? -Brincou, com um risinho antes de virar o restante da bebida em sua boca. -Merda, como isso é ruim! Está bebendo o que aí, hein?
Dwayne não sabia o que a Acker queria com aquilo tudo, mas ele sabia que ela estava bêbada o suficiente para falar com ele. Para falar daquela maneira com ele. De repente tudo que aconteceu entre os dois pareceu se dissipar no meio de alguns tragos, e agora ela já não parecia odiá-lo como normalmente fazia, tampouco se deu o trabalho de ignorar sua presença. Aquele momento poderia ser comparado com os tempos de Hogwarts, onde os dois viviam grudados de maneira que não existia Dwayne ou Lídia, mas Dwayne e Lídia, como se um fosse parte do outro. Mas é claro que ele não poderia deixar de enganar por sorrisos e palavras jogadas fora por conta do álcool, o próprio O’Riain conhecia muito bem essa sensação. — A minha vida já teve variações o suficiente, mas agradeço o conselho. Esse é o conselho que você anda seguindo? — Mais uma vez ele não havia sido hostil, do contrário, até esboçou um pequeno e rápido sorriso assim que fez o seu comentário. Não estava se referindo as tragédias e desventuras que ocorreram ao longo de sua vida, e sim sobre o que estava acontecendo naquele momento, tal como a oportunidade de estágio.
Desfocou os olhos da parede que encarava enquanto eles conversavam, apenas para girar o seu corpo e olhar para Lídia; ele não pretendia fazer aquilo, mas foi um movimento tão involuntário e instintivo, que não se deu o trabalho de voltar a tentar não olhar para ela. O motivo da brusca virada? A aproximação verbal repentina. Lídia passou de “O’Riain” para “Dway” de uma forma inesperada, e por mais que aquilo parecesse uma ação tão boba quanto os sorrisos que ela parecia dar, para Dwayne não era. Ora, ele ainda era um maldito observador, no fim das contas. Acker sempre buscou distanciamento dele, e isso era tão explicito em seus atos quanto em suas palavras, e o fato de chama-lo por um apelido que remetia a intimidade era no mínimo curioso. — Eu percebi que você mudou, afinal, antes respondia minhas cartas. Da última vez eu achei que tinha mudado o endereço, ai desisti. — Um leve tom de amargura apareceu em sua voz, que logo desceu goela abaixo junto com mais um gole da bebida que não causava mais comichão ou queimava a garganta. A amargura apareceu por lembrar das várias cartas que escreveu quando estava embriagado, mas nunca obteve uma resposta se quer; o que feria bruscamente o seu ego. Permitiu-se observar Lídia da mesma forma que ela o observava, e pode notar, por questão de segundos seus olhos escorregarem para baixo durante o breve silencio - e se bem entendia, aquela era a linha da tristeza, do sentimento. Quando uma pessoa dirigia o seu olhar para baixo de forma com que parecesse divagar por pouco tempo, indicava, na maioria das vezes, tristeza ou reflexão. — Se você precisava, vamos chutar o balde pra derramar o resto do leite. — Riu nasalmente, tentando criar algum conforto naquela situação inusitada. Retribuiu o brinde daquela que outrora fora sua amiga, e observou-a beber o líquido que deu origem a uma careta engraçada. Balançou a cabeça de forma negativa, agora sorrindo naturalmente. — Quando você disse que as pessoas mudou, eu imaginei que seu gosto pode bebidas te acompanhou na mudança. — Depositou o copo na mesa e levou as mãos ao bolso do terno que usava, tirando de lá o velho cantil que costumava levar para todos os lugares. Colocou diante da loira e inclinou a cabeça para indicar o objeto, dando a permissão para ela pegar.
Dear L,
Quanto tempo faz? Não importa mais. As coisas mudaram bruscamente desde que você partiu. Larguei o direito, sabia disso? Tenho sérias suspeitas de que sim... Dado ao nosso histórico pessoal, você pode imaginar minha surpresa quando vi, no terceiro aniversário de morte de Joe, uma margarida sobre seu túmulo, logo pela manhã. De inicio eu pensei que era normal ver margaridas em túmulos, até perceber que aquela parecia ter mais vida diante de todas as outras. Parecia mágica. O que me leva a crer que a única pessoa que pode ter posto lá, é você. Porque você me conhecia. Porque você adorava margaridas.
Eu sei que foi um erro o que fiz, e sei também que você não vai me perdoar, e para ser sincero, eu não vim pedir perdão. Eu vim tentar me explicar.
L, quando nos conhecemos eu era um garoto quieto, com medo da vida e mundo, mas que ainda assim sonhava em ser detetive. Eu era estranho, desconfiado e potencialmente estúpido, arrogante e grosso. Mas você pareceu chegar em minha vida de mansinho, penetrando as camadas mais consistentes do preto e branco que me cercava, e aos poucos coloriu. E eu te amei desde aquele momento. Levou um tempo para que eu descobrisse que eu te amava, e imagine o meu choque ao ver que esse amor não era o que eu imaginava ser. Não era, é claro, um amor de forma romântica. Era mais. Sempre foi mais. Você quebrou todas as minhas barreiras e mudou todo o curso do meu pensamento, da minha vida. Você foi um fenômeno. O meu fenômeno. E ai veio a parte mais difícil; confiar em você. Eu lutei contra todos os meus instintos para, assim que te tive em mãos, não deixar partir. Lutei contra tudo que eu acreditava e que eu havia criado como base, só para poder te encaixar na minha vida. E no fim das contas, eu encaixei.
E ai vieram os melhores dias da minha vida, junto com as partes mais felizes. Não vou nem entrar no mérito do nosso primeiro e totalmente destrambelhado beijo, da nossa briga por conta de um outro garoto, e do dia em que bebemos e acabamos falando mais do que deveríamos um para o outro. Acabamos namorando.
Eu não poderia querer um outro alguém do meu lado que não fosse você. Ninguém era capaz de me entender e me acolher, de me ver chorar e me fazer sorrir no mesmo momento, ninguém era o suficiente para eu confiar,ninguém que não fosse você. Você era, de todas as formas e maneiras inesperada, a mulher da minha vida, e mesmo quando éramos amigos eu enchia o peito para falar pra qualquer um que quisesse ouvir. Mas ai, vieram os transtornos...
E o meu erro.
Como seu melhor amigo e posteriormente namorado, sempre foi lógico que eu conhecesse sua história. A luta de sua mãe contra a esquizofrenia, o medo que sua família tinha de deixa-la daquela maneira, e a negação de interna-la por tanto amar. Eu partilhei dessas histórias, das noites que passou chorando no meu colo enquanto eu acariciava teu cabelo, contando como foi traumática a experiencia de quase morrer junto com sua mãe, e dos dias que disse que tudo ficaria bem. Que você tinha seus irmãos. Tinha a mim. E acima de todos estes, tinha o seu pai. E agora é a hora em que eu deveria falar que me arrependo do que fiz; mas você sabe que seria mentira.
Tem que entender uma coisa: eu sempre deixei claro o tipo de pessoa que eu era. Sempre deixei aparente que não me importava se a verdade magoaria, eu diria querendo ou não. Exceto quando a mentira fosse de meu convenio. A minha pequena área de cortesia se estendia sempre e somente para ti, e talvez esse foi o motivo do tamanho choque quando descobri quem seu pai realmente era.
Eu não podia ficar calado, tente entender. Ele fez coisas horríveis e estava planejando fazê-las novamente, não importa o quão bom ele era para você. Quantas vidas iriam ser tiradas se eu priorizasse sua felicidade, L? Quantas outras famílias seriam infelizes se eu não tivesse dedurado o seu pai para os aurores? Como eu disse, essa não é uma carta de desculpas. Mas eu as devo por não ter contado, por ter estado do seu lado quando ele foi preso e dito que tudo ficaria bem, ter mentido para você. Eu sempre fui um bom mentiroso assim como nunca medi minhas verdades, e naquele momento, abri mão da verdade para mentir pra você. A verdade era que eu tinha medo de te perder.
Mas você descobriu no mesmo dia em que meu pai foi assassinado, que conveniente, não? Eu estava destruído de tantas maneiras possíveis que acabei me afundando nas bebidas. Ver Joe morrer foi uma dor escruciante, e não ter ninguém do meu lado naquele momento foi pior. Eu fiquei sem chão. E quando antes eu não tinha chão, me apoiava em maçanetas de portas enferrujadas para me segurar e não ser engolido pelo vácuo, mas imagine o meu desespero ao ver que todas as minhas maçanetas partiram junto contigo. Era, no fim das contas, a única que eu tinha.
O que eu quero dizer com tudo isso é: eu não me arrependo do que fiz, eu salvei algumas vidas. Mas eu me arrependo de ter te perdido. Veja bem como tudo isso soa irônico, o meu maior medo sempre foi confiar nas pessoas e ser traído, e quando alguém confiou em mim, eu a trai. Mas, L, eu quero que saiba que foi, e ainda é, a única mulher, garota ou menina, que eu fui capaz de amar verdadeiramente. Eu amo você. E estou bêbado o suficiente para dizer isso sem me arrepender. Eu amo, e pretendo sempre amar você.
Com mais amor do que deveria ainda nutrir, O'Riain.
Uma das poucas coisas que acalmavam o O’Riain tanto quanto a bebida era o baseball, onde costumava a jogar com Joe quando mais novo. O jogo era quase uma terapia para Dwayne, muito embora tivesse abandonado a prática anos atrás - quando Joe, seu pai,foi assassinado. Dwayne estava no meio do campo de Quadribol, em um fim de tarde silencioso onde nenhum time reservara o campo para treinar, e arremessava a bola para o bastão enfeitiçado no outro lado do campo, este rebatia, e o rapaz agarrava. Passou minutos naquela imensidão, ouvindo apenas a bolinha bater na madeira e cortar o ar em sua direção, e aquilo não deixava de ser algo bom; extremamente bom, para falar a verdade. Diferente do que imaginou por meses, aquilo não trazia más lembranças ou revivia os momentos ruins que passou, do contrário; parecia revigora-lo de uma maneira que ele mal sabia explicar.
Foi entre o som da bolinha cortando o ar e do seu bastão atirando-a para longe que ele percebeu a aproximação de alguém. Deu um curto pulo para pegar a bolinha enfeitiçada, relaxou a mão que segurava a madeira e fixou o olhar na silhueta feminina que caminhava me sua direção, demorando um tempo até perceber que se tratava de Nikolina Krum. — Quer tentar a sorte no baseball também? — Perguntou em tom de brincadeira. Lembrava-se muito bem de quando conhecera Nikki em seu segundo ano, estando Dwayne no sétimo. Ela parecia uma menina frágil, e o receio dele de acertar um balaço nela havia sido tanto, que no fim a sua casa acabou levando uma baita goleada, com a maior parte dos pontos tendo sido marcada pela Krum.
@shutupkrum
aliasolivia:
Olivia anuiu positivamente a sua nova companhia quanto ao comentário sobre o Brasil. Sabia daquele ponto também e do que sentira a época. Basicamente o mesmo com uma dose piorada quando Trump foi eleito. - Olhe, eu adoraria abraçar esse ditado de que as pessoas sentem o prazer de fazer suas vidas uma merda porque, além de soar mais fácil que meter um textão verbal, não me faz pensar no quanto a humanidade anda cada vez mais preguiçosa. Diria desesperança, mas informação existe e cabe a nós exercer um tipo de mudança. Mas, temos a famosa educação narcotizante, por assim dizer, ativismo de sofá e derivados. Quando achamos que algo mudará, as pessoas partem para o seguro e quando se vê que esse seguro não os representa é tarde demais. É triste para não dizer outra coisa. - deu de ombros em sinal de lamento e indicou a cadeira à sua frente para que o rapaz se sentasse. - Claro que posso ajudá-lo, se acomode. Sou estagiária em psicologia e muitas das minhas conversas repasso para ela dar a assinatura final. Se é consulta de trabalho, acho que podemos resolver de pronto. - puxou alguns pergaminhos para si e o tinteiro com a pena. - O que faço é bater um papo, tentar delinear um perfil para assim chegarmos a um veredito. Então, posso relembrar o seu nome? E Trato das Criaturas Mágicas, hum? Ou errei? Há tantos docentes por metro quadrado que esqueço o que cada um ensina. Independente disso, é uma oportunidade e tanto, não?
Caminhou de forma lenta até a cadeira indicada, não deixando de ouvir cada palavra dita pela mulher. — Talvez o comodismo seja a pior doença dos protestantes das redes sociais, tendo em vista o mundo trouxa. É muita gente que grita aos quatro ventos uma série de maneiras de como melhorar o mundo, mas não tira a bunda da cadeira pra nada. No mundo bruxa as coisas não são tão melhores, se quer saber; a diferença é que o Ministério gosta de passar apenas o lado positivo da coisa. Mas quem é que não gosta, não é? — Tirou o suéter vermelho escuro que usava, pretendendo assim ficar mais acomodado diante de Olivia. Dwayne não era muito fã de psicólogas, tendo passado por muitas delas ao longo de sua vida. E somando-se as consultas mais a dificuldade que tinha em confiar em pessoas, geralmente as experiências não lhe eram nada agradáveis. — Se estiver muito ocupada eu posso voltar uma outra hora. — Disse, pouco antes de assentir para a breve explicação do que ela fazia. — Dwayne O’Riain, e sim, Trato de Criaturas Mágicas. Tem um tempo que estou como auxiliar de Arthur, ajudando ele aqui e ali, e isso tem dado bastante resultados no meu próprio curso. É claro que eu ainda tenho muito que aprender para lecionar, e isso também não é o que eu desejo como um trabalho futuro, mas vai me render uma boa experiencia. Melhor que Charlie Weasley e seus dragões, eu aposto. — Comentou de forma risonha, lembrando-se de seu primeiro estágio.
Quem, eu? Ah, qual é, aquela bomba de bosta já tava lá quando eu cheguei.
— Você está ciente de seu primo não está mais ocupando a sala de Trato de Criaturas Mágicas, não é mesmo? Não sei o que ele costumava tolerar, mas embora toda aquela bosta espalhada tenha me rendido um mar de risadas, eu sinto em dizer que terei que descontar dez pontos da sua casa. E, antes que diga algo, devo também acrescentar que é extremamente fácil detectar quem foi a última pessoa que tocou no objeto antes de ele explodir.
Trato de Criaturas Mágicas - Apresentação. [Tarefa 001]
Caro aluno,
Já deve ter chegado ao seu conhecimento que o professor Arthur de Trato de Criaturas Mágicas está de licença para tratar de assuntos pessoais, e é por isso que eu estarei substituindo-o por tempo indeterminado, até que este volte. Antes de me apresentar pessoalmente na aula da semana que vem, gostaria de conhecer você um pouco mais, podendo assim estabelecer uma ligação entre a matéria e o aluno, para que nossas futuras aulas não caiam na monotonia. É por isso que estou enviando essa tarefa por meio de uma carta, mas não me odeie ainda, é algo que eu julguei ser necessário para as aulas que virão.
A tarefa consiste em algo bem simples de se fazer: você só precisa responder um série de perguntas da maneira que quiser, podendo também pular aquelas que não souber como responder. Vamos lá:
Qual é o seu nome e matéria favorita?
Qual o seu Animal Fantástico favorito? E não-mágico?
Se pudesse ser um Animal Fantástico, qual escolheria? E qual seria sua classificação? (Consulte o livro Animais Fantásticos e Onde Habitam, que continha na sua lista de materiais necessários para o ano letivo.) Não esqueça de justificar.
Se pudesse ser um animal não-mágico, qual você seria? Justifique. (Anotação não importante: eu também detestava quando o “justifique” aparecia nos meus testes, mas acredite quando digo que se tornou algo importante ao longo dos anos.)
Qual a sua ligação com os animais? Gosta, ou não? Qual seu nível de curiosidade para aprender sobre?
Já passou por alguma experiencia boa com algum animal, seja ele fantástico ou não?
Já passou alguma experiencia complicada, ruim ou traumática envolvendo algum Animal Fantástico? Sente um medo excessivo - ou não - por alguns deles? (A resposta para essa pergunta é obrigatória.)
As perguntas são simples e “bobas” de uma certa forma, por isso não irei exigir respostas complexas e discursivas, contudo, para que a pontuação seja dada, eu peço que você escreva um mínimo de 15 cm de pergaminho comum. O uso de penas de repetição rápida e penas corretoras é proibido e facilmente reconhecível - e isso é dito por uma pessoa que já usou muitas dessas na vida. A carta terá que ser enviada para o meu endereço descrito no envelope, ou você pode me entregar na sala de aula semana que vem.
PS: Você não vai morrer porque um Augurey te entregou esse envelope, pode ficar tranquilo. (Mas sugiro que dê algumas migalhas de torta de abóbora para Skylar, ela costuma bicar quando não recebe nada em troca.)
Atenciosamente, Dwayne O’Riain. Estudante de Magizoologia e atual auxiliar de Trato de Criaturas Mágicas na escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, por meio de estágio.
NOTA OOC: 15 cm de pergaminho comum é o equivalente à 10 linhas, mas isso depende muito do tamanho da letra do seu personagem. Não precisa ser um texto corrido, você pode responder as perguntas por ordem, embora eu prefira da primeira maneira. A tarefa é para todos os anos, logo, todos os alunos que optaram por fazer Trato de Criaturas Mágicas receberam essa carta. Se o seu personagem não faz parte da matéria e você quiser fazer a tarefa, podemos criar um cenário onde ele receba a carta/vá fazer parte de alguma aula.
Nos N.I.E.M.s (Níveis Incrivelmente Exaustivos de Magia) costuma-se exigir conhecimento sobre equinos-alados, hipogrifos, grifos, e trasgos, então pode ocorrer do Dwayne ter preparado uma aula a parte para os alunos do sétimo ano que não fazem a matéria, tendo como pauta esses animais e seres.
Não esqueça de colocar a tag patronusaula e ou patronuspontos e marcar o user, assim ninguém se perde na hora de somar.
PONTUAÇÃO:
5 linhas = 5 pontos.
10 linhas = 15 pontos
20+ linhas = 25 pontos.
Se o aluno for desrespeitoso de alguma forma, ou fugir muito do assunto, perde 5 pontos para a sua Casa.
Leslie, Belle: # (o do celular)
Leslie
o nome do seu personagem no celular do meu
Parsons
a foto que esta no contato do seu personagem
o toque de telefone quando você liga para meu personagem
I'm Free - Soup Dragons
o ultimo sms que meu personagem enviou para o seu
[text] eu peguei seu telefone enquanto dormir[text] olha para a foto que está no meu contato[text] sim, essa é sua poltrona[text] e ela nem é tão confortável assim....
Belle
o nome do seu personagem no celular do meu
Isabelle
a foto que esta no contato do seu personagem
o toque de telefone quando você liga para meu personagem
Hey Jude - The Beatles
o ultimo sms que meu personagem enviou para o seu
[text] não, eu não sei onde ele está[text] porque eu saberia?[text] você está bêbado, não é?
sophienkler:
Ei, se reclamar do meu horóscopo eu monto seu mapa astral. Eu não estou nem brincando agora. Mas, de qualquer forma, elogio recebido com sucesso e obrigada, dá muito trabalho, mas a gente tenta, né? Bolo da Mel já é um ponto muito convincente, afinal como açúcar e carboidratos não seria? Mas você ainda tem aquele augurey? Por que eu sou aquela pessoa que vai na casa dos outros e passa o tempo todo com os animais de estimação.
— Eu adoraria saber o que os astros prepararam para mim, sem dúvidas eu adoraria. Ah, eu imagino como da trabalho. Sempre achei que Nico era o mais certo de vocês, mas de um tempo pra cá... — Fez uma careta, mas não deixou de rir. Nico era uma das pessoas que o O’Riain mais admirava. — Eu ainda acho suspeito comer qualquer comida que venha da sua irmã, uma vez que ela poderia muito bem me envenenar. Principalmente quando ela está brava comigo. A Skylar? Tenho sim! Mas eu aconselharia deixar ela trancada no meu quarto, já que nos últimos dias tem se lamentado mais que o normal; talvez uma grande tempestade esteja a caminho. Ou ela só gosta de chorar pelos cantos. Ah, eu entendo! Eu também era assim. Desde que não roube-a de mim, as portas estarão abertas para você tentar se divertir com ela.
Tá, quero te mostrar um negócio bem legal que aprendi hoje. Sabe o que é? A dança de acasalamento dos Erumpentes. Eu já treinei bastante, vai que eu encontro um? Tem que saber domá-lo, né. Enfim, vou te mostrar, mas você tem que prometer que não vai rir! Ok, lá vai…
— Você Elodie, certo? Então, eu acho que você deveria fazer essa dança em sua próxima aula de Trato de Criaturas Mágicas, que acha? Tudo bem que eu estava com a ideia de leva-los para a floresta proibida afim de conhecer um dos animais de lá, contudo, posso passar os estudos sobre os Erumpentes na frente, o que acha?
Comprei alguns docinhos brasileiros pela internet, estou empolgada pra provar. Você já provou algum?
— Eu estive um curto período de tempo no Brasil durante o meu estágio no ano passado, e acho que brigadeiro é o melhor doce que eu já comi, se quer saber. Infelizmente não peguei a receita, mas um dia eu volto lá. Quais você comprou?