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𝐀𝐓𝐄𝐍𝐀 / 𝐌𝐈𝐋𝐀𝐘𝐀 𝐙𝐀𝐍𝐄𝐋𝐄 𝐊𝐀𝐓𝐈𝐍𝐀 : 31, investigadora criminal de campo.
Apesar de ser um pé no saco com sua inteligência, Atena fez-se presente nessa nova encarnação como Milaya, mas, ao contrário das propostas outrora, aqui ela faz sua história como uma mulher determinada a ter tudo que quer e almejar de forma honesta. Há muito de Atena em Milaya, exceto por sua castidade, mas isso também nunca lhe foi um problema quando seu bem-estar é mais importante que qualquer outra pessoa. Uma figura irremediável quando quer algo, quase que insuportável também... Ironicamente, Mila morre de medo de aves, em especial: corujas. Nasceu em um orfanato, porém, cresceu junto de sua irmã adotiva em um ambiente sadio e saudável com dois pais muito bons. Apesar de ser extremamente oposta à sua irmã, Milaya não consegue evitar de ser tão exasperada, intrometida e nariz empinado. Muitas das discussões com a semelhante se deram por conta de sua tragédia do passado (Atena x Aracne), mas isso foi uma das desculpas que deu para que pudesse viajar até a Grécia a trabalho. Não estava em seu território de análise, afinal: o caso não era seu, mas a curiosidade e prazer de mostrar-se superior foi maior, rendendo-lhe então algumas pistas sobre um foragido. No entanto, não esperava que tantas outras coisas e problemas emergissem com sua ida à Santorini.
𝐀𝐏𝐎𝐋𝐎 / 𝐌𝐀𝐗𝐈𝐌𝐈𝐋𝐋𝐈𝐀𝐍 𝐋𝐎𝐖𝐄𝐋𝐋 "𝐌𝐀𝐗𝐖𝐄𝐋𝐋" 𝐇𝐀𝐑𝐑𝐈𝐍𝐆𝐓𝐎𝐍 : 25 anos, enfermeiro paramédico.
Distante de seu passado, Apolo renasce em um covil que não retém das artes, mas sim da medicina. Maxwell curte música, mas não sabe tocar nada e tampouco tem interesse em algo além disso - é apenas um quê a mais em sua rotina para não ficar tão entediante. Bem como pinturas e outros adendos que puxam o artístico do deus em seus antepassados, este não consegue segurar uma caneta para rabiscar qualquer coisa que seja, e as poucas vezes que tentou fazer sentiu uma dor de cabeça estupenda. Nasceu em berço de ouro e deste teve oportunidades muito boas para a vida. Porém, em determinado momento decidiu que ser o bebê de papai não lhe traria mais felicidade e quis mudar-se para a Grécia, fixando-se em Santorini com uma casa à parte do hotel Aletheia, que é onde começou a trabalhar como enfermeiro, e ali é seu lar desde então. É um rapaz muito modernizado, praiano, extrovertido e com gostos peculiares. Se atém a uma vida de privilégios que por vezes o cega da realidade, mas que, de toda forma, não nubla seu discernimento do que é certo e errado. Ele pouco fez coisas inapropriadas na vida e se parabeniza por isso, mas, ultimamente, há algo dentro de si que está "acordando" o fazendo querer viver e aproveitar ainda mais.
𝐏𝐄𝐑𝐒𝐄𝐔 / 𝐌𝐀𝐑𝐖𝐀𝐍 𝐙𝐀𝐀𝐇𝐄𝐍 𝐇𝐀𝐌𝐎𝐔𝐃 : 28, fiscal de obras da prefeitura.
Um homem astuto, forte, ambicioso, muito corajoso e aventureiro nasceu daquele que era a ruína do marido de sua mãe, segundo o oráculo que profetizou o destino de Perseu. Marwan não foge muito do preceito da força, embora prefira lidar com a semântica de forma intelectual: com a inteligência ao invés da força bruta. Sua coragem e bravura mostram-se em momentos cabíveis quando ele tem que se impor em situações de necessidade, do contrário, não vê motivos plausíveis para se ater a problemas desnecessários. Sua luta contra Medusa no passado lhe rendeu um receio, considerado até repulsa ou medo, por superfícies que contenham reflexo. Mal se olha no espelho por muito tempo, contando apenas com a sorte de estar bem aprumado para os olhares do público, pois, não consegue fixar a visão por muito tempo sem sentir um desconforto e mal súbito. Fora convocado a trabalhar em um cargo alto na Grécia, oferecido por seu supervisor. A princípio houve uma negação. Ficar longe da família nunca esteve em seus planos, porém, mesmo com a reprimenda dos parentes com relação à distância, Marwan decidiu por si mesmo que queria ir não apenas pelo dinheiro que poderia lhes dar e viver bem, mas pela oportunidade de conhecer um lugar novo e sair da própria bolha. Na primeira semana, queria desistir. Achou ter tomado uma decisão precipitada demais por estar em um país totalmente desconhecido e de língua que não tinha tanta proficiência, mas depois acostumou-se e não consegue se enxergar longe desse vínculo.
notas ooc:









