Quantas vezes você tentou fugir de si?
A.

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@enfurecer
Quantas vezes você tentou fugir de si?
A.
Quantas vezes entregou seu coração em mãos erradas?
A. Talvez uma, duas, três ou infinitamente
Já senti cada nervo de meu corpo tremer ao sentir o seu olhar em mim.
A.
Era mentira. Mas eu queria.
A.
Me tocou até a alma. Mas não aconteceu mais nada.
A.
Lembro quando escrevia versinhos cheios de amor pra você. Hoje não sei mais fazer isso, por que tudo que havia de bom em mim, foi embora com você.
A.
Ele: gosto dos seus olhos
Ela: meus olhos? Por que?
Ele: são felizes.
Escrevi tantas vezes o que queriam ler, mas nunca escrevi o que eu queria ouvir.
A.
Fui pega em flagrante, quando teus olhos se encontraram com os meus. Mas faz tempo que isso aconteceu. E hoje meu flagrante é apenas rir do que aconteceu, ao menos aconteceu.
A.
Um sentimento que nunca havia morado lá dentro. Mas morou, destruiu de dentro pra fora e acabou.
A.
Estava perdida. Você me encontrou. Me perdi em seus olhos. Morri perdida em seu amor.
A.
Escrevi por sentir que tudo me sufocava. Li e vi que tudo voltava.
A.
Amar não é querer apenas está junto. Amar não é apenas dizer que ama. Não são palavras ou ações. Amar não é um sorriso bonito e uma foto bem tirada Amar não andar de mãos dadas. Amar não é falar de amor. Amar é querer ver quem a gente ama feliz... Mesmo que isso custe a nossa própria felicidade.
A. - Enfurecer
Quão considerado desesperado eu seria, se eu fizesse tudo por aquele amor que eu queria?
A. M. 26.07.15
A terceira historia de amor, acho que foi um história, ao menos foi bom. Foi no final de novembro. Tinha cheiro de madeira, de natureza. Falava engraçado, e tinha um sorriso encantado. Seu olhar era de mistério, seu abraço era aperto, quente e protetor. Sua conversa era convidativa, suas historias eram incríveis, seus beijos quentes, e sua campainha era de arrancar o fôlego. Chegou dezembro, e nada acabou. Mais uma vez ou duas, acho que três ou mais, nos beijos e nos abraços me cercou. Nas conversas e risos, me ganhou, e entre quatro paredes me amou. Entre conversas, musicas e besteiras, me conheceu, te conheci, ou achei que conhecia, mas dezembro acabou, e a primeira de ligação do ano seguinte foi a minha. Um ano bom estava por vir, pensei, mas janeiro chegou e uma viajem o levou. A conexão, as conversas, risos, e piadas e convívio de longe, perdurou. Janeiro ia, devagar, não parava de tocar Nando Reis a espera dele voltar. Você se machucou, me preocupei, em como se cuidou. Passaram dias, que pareciam semanas, semanas que pareciam meses e um mês que parecia um ano. E fevereiro chegou, junto dele minha primavera brotou, e mais um ano completei pensando em um amor. Mensagem linda, pura, doce verdadeiro, recebi de um, dois, três, quatros, mas uma em especial no meu coração tocou, guardou, registrou e ficou. Foi ai que você chegou. Engraçado, foi logo me ver dizendo que estava com saudade, meu coração bobo alegre ficou “saudades de mim meu senhor?”. Seu riso bobo e o balanço leve se sua cabeça me fez rir ao pensar de que falta ele estava a falar. Mais conversas, mais risos. E como se cuidou lá? Lá onde estava, o que comeu, o que fez. Mostrou tudo que viu por lá, e um chocolate que explode trouxe para eu provar. Lembrou de mim, mesmo longe. Isso é bom, pensei. Mas logo iria acabar. O tempo passou e março chegou. Mês bom, com chuvas, chorei? Chorei, descobri de outra pessoa. Ainda bem que acabou, com a pessoa e pra mim voltou. Engraçado como tudo acabou e começou e terminou e começou de novo. E abril, ah abril! As loucuras entre nós aumentos, o ciúme se fez presente e as promessas e conversas se intensivou. Mas o andava acontecendo, eu não sabia explicar, uma coisa pra lá, pra cá. Era engraçado. Uma loucura aconteceu, nós rimos depois que acabou. Mas prometemos que não, não vamos citar isso em momento algum. Cuidou de mim, me chamou de amor, eu ri, por que fingia que dormia, só para ouvir sua vozinha falando amor novamente. Passou maio, foi bom também. Mas não do jeito que ele passou, lento. Você se machucou, que sina! E dodói ficou. Te vi pela ultima vez, te beijei, rimos, sua comida esquentei, fechei a porta e pensei “acho que foi a última vez”. Quão certa estava eu não sei. Mas acertei. Junho ou julho te levou, odiei aquele avião, odeiei esse mês, odeiei tudo que aconteceu. Mas amei a boneca. Obrigado, mais uma vez. Voltou estranho, sabia que algo havia mudado. Nos encontramos, rimos, mas não foi como antes, foi frio. Ruim e triste. E o tempo foi passando, agosto, veio com desgosto, e setembro veio sem pena, estava ali para desgraçar, açoitar e despedaçar, e como despedaçou. Segredos antigos foram revelados, situações passadas vieram à tona. E tinha uma gravata, até bonitinha. Mas passou, as coisas meio que se organizou, e tudo em paz ficou. Setembro estava em seu final, e mais uma vez nós nos encontramos, e foi bom. teve café da manhã, teve risos, e uma noticia que me afundou o estomago, me passou. Como assim? Amor? Não, não e não meu senhor! Amor não é assim, amor é amor, e isso é só alguma coisa qualquer. Outubro, já havia sido melhor em outros tempos, mas o meu coração se destrocou, minha alma se fragmentou, meu corpo não respondia ao que eu queria. Mas tinha de dizer, que estava viva. Foi real, ou não, parecia mais uma cena de filme onde a pessoa acorda de um pesadelo dentro de outro pesadelo, mas o pesadelo tomou forma, cor e nome. E que nome! Parecia que o mês não ia acabar, te desejei a morte, a bomba nuclear, de preferência a pólvora para ver você assim ficar. Foi engraçado, mas fingi, fingi bem. Fingi que estava achando normal, natural, e aceitava aquilo como ação de um animal. Ah, é só uma fase. Mas que fase o que! Até que durou. Observava a todo momento, como assim? O que aconteceu aqui? Casia Eller diria “o mundo está o contrario e ninguém reparou”. Mas não era o mundo, era meu mundo. Ah tudo bem, sou boa em fingir. Novembro, estava lá lindo. E eu estava lá, pensando em tudo, e em nada. Odeio provas, e nada havia mudado. Dezembro? Nossa! Mês patético! Descobri que eu finjo bem e isso era bom. Até parecia bom mas eu já disse o quanto sabia fingir? Meu riso era engraçado, sorria com cara de to fingindo viu? Eu não to legal. Fazia um ano daqui cheiro de madeira, e daquele riso engraçado. E de seu lado, não vinha nada, apenas ações de meu desagrado. Janeiro foi bom, parecia que o ano que passou, levou tudo que tinha de ser levado. Você ficou, foi e voltou. Não sei o que faz, ou onde vai. Fevereiro, estava ali, passou o dia e nenhuma mensagem linda chegou, mas aquela, daquele ano, guardada em meu coração ainda estava. Março, houve brigas, se fosse para fazer um resumo, eu diria “briga”, era o que parecia o mês. Mas, abril chegou, e com ele surpresas vieram dentro de uma caixa com laço de fita azul. Em quem você se tornou, e como a essa coisa estranha você chegou? Não conhecia essa pessoa, conheci uma boa pessoa, que não era tão insuportável. Uma máscara talvez? Não sei. Tudo que aconteceu um dia, passou. E meu diário de um ano bom, hoje o vento levou as cinzas que dele restou. Sei que um dia irei ler isso, rir, e lembrar das coisas que me ensinou e me incentivou. Lembrarei, da pessoa doce que conheci, que me fazia rir, e não ligava muito para outras coisas, ao menos acho que conheci. Lembrarei um dia da pessoa que amei, sim isso foi amor, deixei ir, vi feliz e fico feliz por sua felicidade. Não sei explicar o que aconteceu, até por que dentre todas as minhas historias de amor, essa foi a que mais me tocou, e quando escrevo sobre a pessoa que amei, eu sei que aqui dentro nada mais restou. Uns deixaram carinho, outros emoções. Mas desta foi diferente, por que o que ficou foi a melhor a amizade que às vezes me pergunto se eu mereço ter. E o laço folgou, mas não se desatou.
A. 01.04.16
Mar
Às vezes sinto que eu sou esse mar, prestes a derrubar qualquer obstáculo que passa pela minha frente, não de maneira em que eu possa escolher a quem ferir ou a o que destruir. Sinto que eu posso ruir quem eu amo do mesmo jeito que posso ruir a quem odeio. Sem controle do que eu sinto e do que sou capaz de expelir.
Todo mundo espera não ser só mais um na vida de alguém. Muitas vezes as pessoas insistem em dizer que você não passou "batido". Mas ver que diante das circunstâncias, não passou de mais um personagem secundário na vida de alguém.
O Diário de Lilly