E quando chega a noite e eu não consigo dormir Meu coração acelera e eu sozinha aqui Eu mudo o lado da cama, eu ligo a televisão Olhos nos olhos no espelho e o telefone na mão
A noite - Tiê (via aflor-e-oespinho)

titsay
will byers stan first human second
he wasn't even looking at me and he found me
$LAYYYTER

JBB: An Artblog!

izzy's playlists!
taylor price
Alisa U Zemlji Chuda
todays bird
Keni
wallacepolsom

No title available
Stranger Things

No title available
sheepfilms

★
Jules of Nature

shark vs the universe
Mike Driver
Xuebing Du
seen from United States

seen from United States
seen from Israel
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States

seen from United States

seen from Germany

seen from South Korea
seen from United States

seen from Azerbaijan

seen from Singapore
seen from United States
seen from Singapore
seen from Türkiye
seen from Canada
seen from Argentina
seen from United States

seen from Azerbaijan

seen from United States
@entertain-us
E quando chega a noite e eu não consigo dormir Meu coração acelera e eu sozinha aqui Eu mudo o lado da cama, eu ligo a televisão Olhos nos olhos no espelho e o telefone na mão
A noite - Tiê (via aflor-e-oespinho)
Quem já não se perguntou: sou um monstro ou isso é ser uma pessoa?
Clarice Lispector . (via oxigenio-dapalavra)
Eu não conseguia chorar. Estava nauseado demais para chorar, confuso demais.
Charles Bukowski (via conturbando-se)
Tem coisa mais autodestrutiva do que insistir?
Caio Fernando Abreu. (via conturbando-se)
eu não me encaixava no mundo, mas me encaixava perfeitamente em você e isso me assusta.
e.c
Afinal, de quantas maneiras um coração pode ser destroçado e ainda continuar batendo?
Bella Swan. (via caos-ao-acaso)
Naquele dia, eu havia trabalhado até um pouco mais tarde, mas mesmo assim, na volta, passei na casa dela. Eu a vi já dormindo, linda que só ela. Com cuidado para não acordá-la, dei-lhe um beijo na testa e, enquanto me afastava, só conseguia pensar em como eu tinha estragado tudo mais cedo, quando discutimos. Eu saí de mansinho e fechei a porta. Fui embora. No dia seguinte, vejo a mensagem: "Você vem por aqui hoje?" Eu não entendi, afinal eu havia dito coisas horríveis e mesmo assim ela parecia querer me ver. 19:30, ligo pra ela. “Tô indo aí, desce.” Ela veio ao meu encontro, me deu um beijo e um abraço, depois pediu pra ficarmos ali por alguns minutos. Eu não entendi nada, mas fiquei lá paralisado enquanto ela repousava a cabeça em meu peito. Depois eu fui embora, meio confuso, sabendo que ainda não estávamos bem. No dia seguinte, a mensagem vem: ''Precisamos conversar." Foi aí que eu entendi que aquele abraço da noite anterior e aquele beijo digno de uma cena de filme hollywoodiano era a maneira dela de se despedir. Ela nunca foi de fazer alarde, sabe? Aquele era o jeito dela de dizer adeus e eu entendia. - Allison Christian Freitas.
Você vai falar que eu tenho o hábito ruim de pensar demais. Vai dizer que eu analiso até a cor do céu como se azul não fosse bom demais pra ser só azul. Tem que ser azul-você, azul-manhã, azul-nós, azul-tristeza, nunca só azul. Você vai dizer que pra mim nunca é só isso ou só aquilo, é sempre mais. Você vai me olhar no espelho e vai sorrir quando eu te olhar de um ângulo sério querendo te enxergar além da matéria física que a gente toca e pega nas mãos, e é átomo arranjado em pessoa meio feliz. Você vai me olhar emburrado quando eu te ler em filosofias que não existem, quando eu te pregar num universalismo que não retém ser humano real nenhum. Quando eu te falar que você não é real por inteiro. Quando você é só metade, e mais um pouco. Você vai se abstrair de mim e se juntar num nós quando eu chorar, não porque estou triste, mas porque não sei ser. Você vai me parar no caminho entre a sala e o quarto e me questionar sobre tudo e nada, e sobre caminhos que permanecem mas nunca têm fim. Eu vou te abraçar em parênteses nos meus textos ruins e você vai me observar como se eu fosse louca e cruel demais por existir em pensamentos desvairados e errantes. Como se você fosse louco o bastante pra ainda sim querer ficar. Você vai segurar minhas mãos quando eu te gritar de madrugada querendo fugir pro fim do mundo, e vai me entender como se correr com os pés descalços no chão frio do nosso corredor fosse um plano viável demais pra se viver entre pesadelos e adrenalina. Eu vou ler pra você poemas sobre o que escapa, e você vai me ler em versos que já não me cabem mais em mim. Eu vou te decorar em sinestesias gravadas nos meus sentidos, e você vai me ouvir sentindo tateando tudo o que eu sou, achando tudo que você é. Eu vou reivindicar tuas fronteiras, e você vai me ver com olhos inquisidores me abrigando em seus territórios paralelos. Eu vou te guardar dos meus desertos, e você vai sorrir pra mim como se o mundo não estivesse caindo aos nossos pés em -3 ºC. Eu vou te amar em dias nada comuns, e você vai me falar que amor é mesmo assim, tão diferente. Tão eu. Tão nós. Tão fora do normal. Como se o universo nunca pesasse nos ombros de ninguém.
c.
Minha vida é um livro aberto, mas o que está escrito você não sabe ler.
Otávio L. Azevedo, O Buendía (via o-buendia)