"Romance is only good if it has smut"
You OBVIOUSLY have not read Crooked Kingdom, where Kaz's lips brush Inej's neck, he has a panic attack, leaves, starts a fight with his ENTIRE GANG and WINS
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"Romance is only good if it has smut"
You OBVIOUSLY have not read Crooked Kingdom, where Kaz's lips brush Inej's neck, he has a panic attack, leaves, starts a fight with his ENTIRE GANG and WINS
"[...]Facas em punho, pistolas ardendo. Porque é isso o que fazemos. Ela lutaria por ele, mas não podia curá-lo. Não desperdiçaria sua vida tentando."
o pensamento mais lindo e romântico que a Leigh Bardugo pôde descrever da Inej Ghafa.
eu não sei fazer cafuné.
Existe um tipo de pessoa com muitas limitações, digamos assim. Pessoas que são muito difíceis de amar porque elas simplesmente não conseguem seguir esse plano do jeito certo, porque quando essa pessoa nunca viveu algo pelo puro prazer de viver, uma coisa que todo mundo usa como escape é aquilo que ela trata como "obrigação" para ser normal.
Talvez isso tenha relação com ela nunca ter tido um garoto por quem tivesse uma queda no fundamental, ou não ter tido um cachorrinho para brincar na infância, nem um irmão para ser amigo e que brincasse de igual para igual.
E só talvez também isso resulte em alguém que não sabe fazer um simples cafuné nas pessoas e sempre se sente desengonçada quando vai dar um abraço, sempre pensa na palavra "arcaico" antes de "tradicional" porque está sempre na defensiva e sempre sente que está estragando o tempo de deleite dos outros, independente de essas pessoas gostarem dela ou não. Isso não melhora o jeito como ela reage ao mundo.
Então, por isso, talvez ela tenha um desejo maior: gostar de alguém só por gostar e não por ser gostada.
sometime, somewhere in ketterdam
Casamento é uma mentira e todos os casais param de se amar. **•̩̩͙✩•̩̩͙*˚
Acho que este é o blog mais pessimista que eu já fiz, mas ultimamente venho encarando algumas realidades que me fizeram afirmar com certeza que eu não acredito mais tanto na ideia de casamento ou amor romântico eterno.
Quando eu falo de casamentos, não quero dizer apenas a cerimônia cheia de flores e vestidos bonitos, com votos emocionantes e pessoas chorosas, o que por si só parece meio patético quando a gente para pra pensar que não passa de uma fachada pro estresse de se mudar sem nada pronto e uma desculpa religiosa.
Mas o casamento por si só também não deixa, de certa forma, de ser uma fachada, uma vez que todos os relacionamentos sejam uma luta de quem finge simpatia por mais tempo. Acontece que, quando o convívio íntimo faz parte, essa brincadeira perde a graça.
Com o tempo, eu percebo que não tem como amar uma pessoa pra sempre. Não tem como uma relação se segurar por tanto tempo assim.
O casamento deveria ser uma passagem de "amo essa pessoa agora então quero me comprometer a conviver com ela pra sempre".
Você nunca parou pra pensar por que nos últimos dois séculos o número de divórcios vem aumentando mais e mais? Obviamente porque a gente não precisa mais se apegar ao velho: "acostumei com a companhia dele, e o que era apenas tolerância virou carinho/amor". E não é preciso passar pelas bodas de prata pra perceber que aquela pessoa é alguém querido. Sinceramente, acho que quando as pessoas falam isso não é como um amor, mas sim como um conhecido muito próximo.
Como eu disse no começo, acho que é uma visão bastante pessimista, mas não quer dizer que eu não acredito no amor de verdade. É claro que ele existe, mas ele não dura tanto assim, não é algo imutável e é muito complexo pra você fazer uma promessa tão importante quanto o casamento.
Se as nossas emoções são provocadas pelos hormônios, a nossa alma não é capaz de ter sentimentos por si só?
“Whatever our souls are made of, his and mine are the same.” ⋆⭒˚.⋆
— Emily Brontë ( Wuthering Heights, 1847 )
⊹₊˚‧︵‿₊Estamos errados em desistir das nossas vontades por receio puro?₊‿︵‧˚₊⊹
Esses dias eu estava escutando um podcast onde você pode mandar sua história para ser julgado se é o mocinho ou o vilão, e eu frequentemente escuto mais histórias onde a pessoa se auto sabota de viver algo legal no momento e se arrepende depois, do que histórias realmente emocionantes.
Isso me fez pensar em como vemos histórias assim entediantes. Eu não quero saber se você está errada por NÃO ter ido a uma festa, NÃO ter beijado quem você gosta, NÃO ter ido para uma entrevista de emprego, porque você sabia que não iria passar.
Ao mesmo tempo em que todas essas situações são revoltantes e tediosas, elas são reais e muito fáceis de se identificar. Ninguém quer ler um livro ou assistir a um filme sobre alguém que tem tanto medo de viver que morre socialmente todo fim de semana. Mas não vivemos em um livro, e muito menos temos alguém se entretendo às custas dos nossas vivências. Kant acreditava que viver pela nossa razão era a única forma de viver corretamente, como seres mais evoluídos, os únicos que não cedem aos seus desejos (em outras palavras, escravos deles).
Basicamente, para ele é “melhor passar vontade do que se arrepender”. Isso teoricamente nos difere de um gato que vive do jeitinho que ele quer. No entanto, viver apenas e somente em razão da lógica social também não é um tipo de escravidão mental? Onde é que a gente errou a ponto de ter medo de usar uma roupa que você GOSTA por receio de fatores externos? Que tipo de medo te impede de mandar mensagem para a pessoa com quem você brigou há meses, mas de quem ainda sente falta?
Seja qual for o seu dilema, não deve ser oprimido se ele não causa mal a ninguém, principalmente a você. Nossa vida não precisa ser interessante para ninguém além de nós mesmos, que estamos vivendo.
200%
O mito do andrógino nos dá uma perspectiva idealista do que seria a pessoa certa para você.
Nele, imaginamos que, muitos e muitos anos atrás, éramos seres de quatro braços, quatro pernas e dois rostos, vivendo completos e experimentando a felicidade em sua totalidade. Mas, por desafiarmos as forças dos deuses, fomos divididos ao meio e fadados a viver uma vida medíocre, caçando nossa outra parte na esperança de ter “de volta” o que nos foi roubado.
Baboseira, né?
O mais incrível disso tudo é que esse é o ideal pelo qual vivemos a nossa vida. Baseamo-nos na ideia de que ser um ser humano completo e viver uma vida feliz significa ter alguém que te faça ser alguém. Faz sentido?
Buscamos no outro um reflexo de nós mesmos e torcemos para gostar mais desse “eu” externo do que daquele que já existe dentro da gente.
Aí eu te pergunto: não é mais fácil nos forçarmos a gostar do que temos dentro de nós do que procurar alguém que faça tudo isso parecer mais bonito? Não é mais satisfatório gostar de quem você é por completo do que se sentir lesado ou roubado por algo que você nunca teve?
Atualmente, podemos enxergar certos padrões nas relações das pessoas. Temos certa dificuldade em concretizar nossos sentimentos com medo de não ser aquela a pessoa que nos faça sentir 100%. Mas, cá entre nós, se você não se sente cem por cento por si só, quem deveria completar isso é você. Ninguém tem esse poder. Ninguém pode fazer nada por você além de você mesmo
Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain (2001)
dir. Jean-Pierre Jeunet
Para pessoas complexada:
Vocês não são tão ruins quanto acham que são.
O Complexo de Inferioridade e a Síndrome do Impostor são coisas que te pegam desprevenido. Sempre que acontece algo bom, aquele pensamento está lá, te dizendo que você não merece. E toda vez que acontece algo ruim, ele também está lá, te dizendo que é do seu "comum", e que talvez você merecesse algo pior.
É como quando você está em uma guerra muito árdua e percebe que, na verdade, está lutando por algo que todo mundo já tem. Você não está lutando por objetivos extraordinários, você quer ser comum, mediano.
É aquela sensação de não viver, apenas sobreviver, sabe? A sensação de que a sua vida vai finalmente ser igual à de todo mundo quando alcançar uma meta específica. Sem isso, você sente que todo mundo te enxerga como inferior, assim como você já se vê.
Então, tudo o que você tenta fazer de comum parece mil vezes mais forçado, o que faz com que suas conquistas pareçam um truque, uma farsa. E parece que isso persegue você e seus semelhantes. É um tipo de pensamento pessimista, de que nada do que você fizer vai ser genuinamente bom, sabe? E parece que nada de bom pode acontecer com você sem vir com uma carga três vezes pior.
Por isso, você não consegue se imaginar namorando, casando, sendo mãe, tendo um emprego bom... Porque, no final do dia, é só você, e você não se sente suficiente. Estar no nível comum é o seu objetivo, e não esse tipo de coisa.
Se você se sente assim, saiba que isso definitivamente não é normal e você precisa sim desabafar sobre isso com alguém porque quanto mais guardados esses pensamentos maiores eles ficam. Obviamente você não é esse "nada" que pensa. Não é tão ruim quando você acha que é e não está sozinho. Parece difícil, mas quanto mais você força, mais parece errado. Tente levar numa boa e você vai se sentir parte de algo. Você não é um erro e suas conquistas não podem ser uma vergonha se você lutou por isso. Eu tenho certeza de que coisas maravilhosas te aguardam no seu futuro, assim como para todas as pessoas que você admira.
Oque define se uma relação é romântica?💭
Quando eu era criança, a resposta era muito clara: você namora alguém quando é amigo dessa pessoa do sexo opposto e gosta muito dela. Mas esse pensamento obviamente mudou na minha pré-adolescência, quando entendi que não podia pensar de um jeito tão heteronormativo.
Então, tive outra resposta: você namora alguém que você quer beijar e gosta mais do que um amigo. Mas descartei essa hipótese também, não só porque descobri o que são relacionamentos românticos assexuais, mas também porque não me vejo amando mais alguém do que os meus amigos. Para mim, são coisas diferentes, mas não em questão de níveis ou proporções. São diferentes porque... Porque... Bom, essa ideia ainda não está clara na minha cabeça,
Como determinar um relacionamento romântico e não romântico? Como saber quando quero namorar com alguém ou só quero a presença espiritual e física dela? Afinal, você pode desejar isso de um amigo homem sem necessariamente querer namorar com ele, assim como pode desejar alguém sem querer essa pessoa por perto 24 horas por dia. Como um menino aleatório que você acha bonito e atraente pode, do dia para a noite (ou de um mês para o outro), se tornar mais importante do que todas as suas outras relações interpessoais? Será que essa é uma maneira muito complicada de enxergar as coisas, ou são questionamentos normais pra uma garota de 17 anos inexperiente?💭