É uma loucura viver e ter a consciência de que somos tudo e nada.
Clarissa Corrêa (via apagou)

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Sade Olutola
YOU ARE THE REASON

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@esbravejei
É uma loucura viver e ter a consciência de que somos tudo e nada.
Clarissa Corrêa (via apagou)
Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje. Mas continue em frente de qualquer jeito.
Martin Luther King. (via poetavazio)
Essa ideia de namorado(a) prender namorada(o) por causa de ciumes e medo de traição é maior bobeira, fidelidade é questão de caráter e não de oportunidade.
Stevan Parmanhani (via solenizar)
Na noite do dia 31, vou olhar para o céu e lembrar de tudo que vivi nesse ano: as mágoas, os sorrisos, as lágrimas, as histórias, os amigos que fiz e os que perdi, os momentos bons e os ruins. E não vou me arrepender de nada. Pois foram todos esses momentos, que fizeram com que esse ano valesse a pena.
Caio Fernando Abreu. (via allaxg)
Um dia me apaixonei loucamente. Não era amor, hoje eu sei. E hoje eu sei porque virei outra pessoa. Acho que o amor de verdade faz a gente se encontrar, se aceitar, dizer sim para o outro e para o espelho. Amor inventado, de mentirinha, de momento serve pra gente se transformar em alguém que não é. Difícil entender? Também acho, por isso precisei viver. Como eu já disse, as experiências dos outros nunca me serviram de lição, preciso cair, dar com a cara no paralelepípedo, me ralar inteira. Só assim aprendo, só assim consigo entender todas as partes do quebra-cabeça. Porque a vida da gente é isso: pecinha que junta em outra pecinha. E tudo vai tomando forma, tudo vai fazendo algum sentido.
Clarissa Corrêa. (via recontador)
O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente. E assim é com a vida, você mata os sonhos que finge não ver.
Mario Quintana. (via somalizar)
Existem tantos outros problemas no mundo e eu estou preocupado com os meus. Tem aquele terremoto que aconteceu em Nepal. Eu acho que foi um terremoto. Não sei. Viu só? Tem a greve dos professores. Tem o descaso com a Educação e com o Brasil. Tem a roubalheira na política e eu estou preocupado com os meus problemas. Dá para acreditar? Dá para acreditar que eu estou mais perturbado com o que tenho que fazer daqui quinze minutos do que com todas essas catástrofes? Tudo bem. É. É que não sei como ajudar. O que posso fazer além de pedir a Deus que tudo isso acabe? Esse mundo já era, a humanidade foi corrompida por um pedaço de papel que vale mais que a sua vida. Já era. Existem pessoas lutando firmemente pelos seus direitos, para ajudar ao próximo, para mudar o mundo e eu aqui, preocupado com os meus problemas. Preocupado com uma espinha que saiu na testa. Preocupado se vou ou não encontrá-la neste sábado. Se alguma coisa entre nós vai mudar. Preocupado com o meu futuro. Preocupado se um dia vou ser reconhecido e se algum projeto meu vai alcançar a frente da livraria. Eu sou um daqueles caras que dizem que querem mudar o mundo. Eu quero isso. O problema é que não descobri como e nem por onde começar. Talvez, ajudar economicamente? Doar um pouco de dinheiro ao Brasil para ver se ele se reergue? Ou, doar ajuda aos desabrigados de Nepal. Ajudar a cada sobrevivente a reconstruir o seu lar. Eu não sei. Talvez, eu devesse sair nas ruas e gritar ao lado dos professores. Sei lá. Eu deveria me mexer, eu deveria sair dessa cadeira. Eu deveria fazer alguma coisa, mas o quê? O que devo fazer? Em que posso ajudar? Me sinto um inútil ao saber que estou sentado em uma cadeira confortável escrevendo sobre mudanças sendo que tem gente que acorda cedo com esperanças e garras para lutar mais uma vez por mim, por você, por todos nós que estamos sentados, se perguntando se prefere carne moída ou carne de frango no almoço. O mundo não é justo, ou a justiça não é justa com o mundo?
oneprince. (via defeiitos)