Fiz do seu silêncio a minha música, refiz meus passos , as notas...refiz-me. Sempre fui eu e o nosso amor apoiado sobre as minhas costas . Eis que caimos, os dois...ao som da sua ausência.
No title available
Keni
styofa doing anything

pixel skylines
todays bird
wallacepolsom

oozey mess
sheepfilms
trying on a metaphor
KIROKAZE

Kaledo Art

Andulka

⁂

Origami Around

@theartofmadeline
One Nice Bug Per Day
Lint Roller? I Barely Know Her
d e v o n
Game of Thrones Daily
Peter Solarz
seen from Bulgaria
seen from United States

seen from T1

seen from United States
seen from Bulgaria
seen from United States

seen from India
seen from United States

seen from Australia
seen from United States
seen from United States
seen from France

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from United States

seen from South Africa
@eudomundo-blog
Fiz do seu silêncio a minha música, refiz meus passos , as notas...refiz-me. Sempre fui eu e o nosso amor apoiado sobre as minhas costas . Eis que caimos, os dois...ao som da sua ausência.
Ney Matogrosso e Chico Buarque - 1970
Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandada por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.
Tati Bernardi. (via acrescentada)
Já nao me cabe a dor do vazio que me cerca e invade. Hoje, posso dizer que me tornei tão ou mais vazia que o mundo. Me apeguei ao que posso ter e nao ao que desejo possuir, simplesmente porque já nao me cabe lutar por uma vida que almejo em um mundo sem rotas.
eudomundo
Sei que o que escrevo aqui não se pode chamar de crônica nem de coluna nem de artigo. Mas sei que hoje é um grito. Um grito de cansaço. Estou cansada! É óbvio que o meu amor pelo mundo nunca impediu guerras e mortes. Amar nunca impediu que por dentro eu chorasse lágrimas de sangue. Nem impediu separações mortais. Filhos dão muita alegria. Mas também tenho dores de parto todos os dias. O mundo falhou pra mim, eu falhei para o mundo. Portanto não quero mais amar. O que me resta? Viver automaticamente até que a morte natural chegue. Mas sei que não posso viver automaticamente: preciso de amparo e é do amparo do amor.
Clarice Lispector. (via pronuncio)
Muito prazer, meu nome é otário. Vindo de outros tempos mas sempre no horário, peixe fora d’água, borboletas no aquário. Muito prazer, meu nome é otário, na ponta dos cascos e fora do páreo, puro sangue puxando carroça. Um prazer cada vez mais raro, aerodinâmica num tanque de guerra, vaidades que a terra um dia há de comer. Ás de espadas fora do baralho, grandes negócios, pequeno empresário. Muito prazer, me chamam de otário… Por amor às causas perdidas. Tudo bem… até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento. Tudo bem… seja o que for, seja por amor às causas perdidas. Muito prazer, ao seu dispor, se for por amor às causas perdidas.
Engenheiros do Hawaii, Dom Quixote. (via repaginou)
Minha mãe sempre diz: Não há dor que dure para sempre! Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos. E apesar de saber de tudo isso porque algumas dores duram tanto?
Chico Buarque. (via repaginou)
Simplesmente estou aqui. De vez em quando sujo, entediado, agressivo, mal-humorado, triste, calado e chato. Mas aqui.
Gabito Nunes. (via editorada)
Eu sabia que tinha alguma coisa de errado comigo mas não me considerava insano. Era simplesmente que eu não conseguia compreender como é que outras pessoas tornavam-se tão facilmente irritadas, para em seguida com a mesma facilidade esquecer a sua ira e se tornarem alegres, e como é que eles podiam ser tão interessados por tudo, quando tudo era tão chato.
Charles Bukowski. (via oneprince)
Não se mate por aquilo que não te dá vida.
Eu me chamo Antônio. (via asasdecetim)
O mal do século é a solidão.
Renato Russo (via velejo)
Não é que a vida seja ruim, ela é bastante generosa até. É sério. Sou eu que sempre estrago com tudo. A verdade é essa. A grande verdade é que sou um desastre ambulante.
Os porquês de Amélia Roswell. (via velejo)
E mesmo que tudo dê errado, mesmo assim, não tem problema. Eu deito no telhado de uma casa qualquer, olho pro céu e invento uma nuvem que chove sorrisos, bem em cima de mim.
Los Hermanos. (via apagou)