jupiterswhalien:
Não quer jogar primeiro? Você pegou ele primeiro, eu não deveria jogar primeiro.
Oh! A-ani. Pode jogar. Tenho medo de quebrar essa coisa. E... não gostei muito desses óculos. Me senti claustrofóbica.
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shxxsxwallflower:
“O que aconteceu? Eu quero saber de tudo, me conta, me conta, me conta”, perguntou Sulli interessada, enquanto praticamente lutava contra a máquina de karaokê legitimamente coreana, as que conhecia em Koreatown eram bem diferentes daquela dali. Contudo, como era uma garota inteligente, logo conseguira aprender como aquilo funcionava e ficara observando a lista de músicas tentando escolher uma, “Windy day do OH MY GIRL? Pelo jeito esse garoto ai entrou na sua vida como um furacão bêbado e bagunçou tudo, então combina, não é?”, ela pegou um dos microfones e começou a fingir que ele era um violão por causa do solo do começo, “Você canta primeiro, porque eu sei a coreografia”, começou a dançar, mesmo que fosse do jeito naturalmente atrapalhado, mas logo acompanhou a outra na música, já que imaginava que ela tinha vergonha de fazer aquilo na sua frente.
Podia sentir as bochechas ficarem vermelhas ao falar sobre o namorado. Não queria dar muitos detalhes, já que eram momentos íntimos. Então deu uma versão resuma. “Bem... ele praticamente me apresentou a família inteira dele. E eu nem estava psicologicamente preparada pra aquilo.” Se lembrou dos primos e, principalmente, de Jinju unnie, que a cada comentário a fazia querer se esconder. SulLi iria adorar conhecer ela. “Primeiro eu conheci a prima mais velha e, na noite de Halloween, a mãe e os primos pequenos.” Deu um pequeno sorriso ao falar delas. Por mais que fossem um pouco animadas de mais para a pequena conseguir lidar, eram pessoas muito boas. Virou para a amiga e viu a dificuldade com o controle e reprimiu uma risada. Por um momento chegou a torcer para não conseguir colocar a música, porém, Sulli era muito esperta para não conseguir o que queria. “Não... Não sei se eu chamaria ele desse jeito.” Digory ter aparecido em sua vida foi como um raio de sol em meio a uma tempestade, formando um arco-íris. Um sinal de fé e esperança. Pegou o microfone e o aproximou próximo a boca. Não sabia a letra toda, por isso acabou se atrapalhando no começo. Quase não podia escutar sua voz, pois cantava muito baixo. Então deixou que a amiga seguisse com a música, cantando apenas em algumas partes que lembrava.
Ao final da música, largou o microfone e bateu palmas para a mais velha. Apesar de seu jeito desastrado de dançar, era muito divertido assisti-la. “Você arrasou, unnie!” Gritou por cima da melodia que ainda tocava. Na tela apareceu 81. Aileyficou surpresa com a nota, já que atrapalhou mais a garota do que ajudou. “Se tivesse acertado a letra e cantado um pouco mais alto, poderíamos ter ido melhor.” Mordeu o lábio inferior, dando de ombros.
alchemy from wonderland || digory&ailey
dxgears:
“Shut up”, Digory empurrou a namorada de leve e riu por causa de sua expressão, “Só aceite o elogio de um ciborgue-por-um-dia, ok, Alice? Ninguém disse que você deveria namorar um, mas já que você namora…”, começou a guiá-la até a mansão mais próxima, aonde havia ido com os primos mais cedo. “Doces ou travessuras?”, perguntou timidamente, quase se atrapalhando com o coreano. A senhora o reconheceu, mas acabou também lhe dando alguns doces, mesmo que tivesse feito isso mais cedo. Quando passaram por uma das casas onde as travessuras estavam sendo feitas, ele acabou parando e olhando para aquela brincadeira com um pequeno sorriso nos lábios. “Just see the big picture, eles estão praticamente pedindo se estão se recusando a dar doces”, falou só por falar, já que era óbvio que ele não a forçaria a participar das travessuras.
Caminhou até outra mansão e pediu os doces, só soltando a mão da namorada, para que pudesse colocá-los em seus bolsos. “Já provou isso?”, tirou um pacote de peperos de seu casaco e começou a comê-los, “Isso vive aparecendo em dramas e nesses programas de variedade, é bom. Reino unido devia ter mais dos doces coreanos. Alguns eu acho que você não vai gostar porque eles tem um gosto meio… quase apimentado, mas maioria são bons”, ofereceu um pepero para Ailey, enquanto continuava a caminhar. Quando chegou próximo a sua casa e se deteve tendo uma ideia súbita e quase suicida, “Quer conseguir um monte de doces de uma vez?”, mordeu o lábio inferior de leve e voltou a segurar a mãos da garota. “Só precisamos falar com a minha mãe”
“Então não vou discutir.” Foi tudo o que disse sobre o assunto, dando o como encerrado, mesmo que ainda se sentisse um pouco tímida.Continuou a caminhar em direção a alguma das casas que estavam com enfeites assustadores. Quando a porta da mansão de onde Digory a levou se abriu, nem precisou dizer nada, já que o namorado falou a famosa frase “Gostosuras ou travessuras”, mesmo que meio sem jeito. Aceitou os doces e foram embora, seguindo a trilha de mansões que variavam de assustadoramente enfeitadas e desastrosamente bagunçadas por causa das brincadeiras. “É um risco que eles correm. Todo mundo sabe que se deve da doces no Halloween.”
Depois de passar em outra casa, percebeu que, como sua cesta era pequena de mais, já estava começando a transbordar de guloseimas. Não que isso fosse problema. Poderia deixar em casa e ir caçar mais. “Sim, eu vejo muito as pessoas comendo isso na televisão. Mas nunca comi.” Pegou um e comeu, fazendo um som de aprovação quando sentiu o gostinho doce do chocolate. Era maravilhoso. Podia sentir seus olhinhos brilharem com a possibilidade de mais doces, que era sua paixão. Mas diante da possibilidade de conhecer a mãe de Digory, a garota parou de andar e o olhou assustada. Não via a mulher desde do dia em que prenderam o pai de garoto. Nem mesmo sabia como ela estava. “Tem... certeza de que eu posso ir? Você... acha que ela vai gostar de mim?” Era ridículo, mas estava nervosa pelo fato de conhecer sua... sogra.
shxxsxwallflower:
“Pode ser nosso segredinho”, passou o braço pelos ombros da mais nova e sorriu. Um lugar como aquele também não servira para ela durante anos, até que seu irmão decidira se tornar um músico e lhe ensinou várias nuanças sobre a arte. “Eu costumava ir a noraebangs com o meu oppa antes…” a frase morreu antes que conseguisse concluí-la, então logo pensou em uma forma de completar aquele vazio, mesmo que a verdade ainda doesse nela “Eu preciso reiniciar minhas idas a noraebangs, já que não vou a um desde que meu oppa morreu. Considerando isso, então, é, voltei a ser uma ‘noob’ no assunto”
Sulli quase apertara as bochechas da mais nova. Ailey era uma boa pessoa, uma boa amiga que, provavelmente, não sairia da face da Terra quando Sulli virasse algo estranho demais para ela. “Olha, não precisa ter vergonha de mim. Pense que você… vai cantar para você mesma. Tipo, algo aconteceu nos últimos dias? A gente procura uma música que combine”, ela segurou o braço da garota e começou a guiá-la até o noraebang mais próximo. “Quem canta seus males espanta, e kpop tem a vantagem de raramente produzir músicas tristes. Por exemplo, como está com o tal do garoto de Nárnia?”, Sulli se separou da garota para que as duas pudessem passar pela porta. “Pode relaxar, eu pago tudo”, ela foi até o balcão de atendimento e pediu duas horas que fossem liberadas duas horas para as duas, então o atendente lhe deu uma chave. Ela hesitou por alguns segundos, mas logo segurou a mão de Ailey e praticamente saiu saltitando até a cabine das duas. “Você escolhe a primeira música”, ela abriu a porta e foi até a poltrona, “Eu canto com você”
Ouvir que sua amiga havia perdida o irmão, sendo tão nova, a deixou com o coração pesado. Não queria que ela ficasse do mesmo jeito, imaginando o quanto devia sentir falta dele. Se ir para noraebangs a faria se sentir feliz, Ailey iria fazer um esforço pra conseguir acompanha-la. “Sinto muito pelo seu irmão.” Foi a única coisa que conseguiu dizer sobre o assunto, antes que se aprofundasse. Já que a mais velha estava com o braço sobre seus ombros, um dos seus foi para a cintura da mesma, fazendo com que andassem juntas. “Let’s go, chingu! Me mostre o que sabe fazer.” Falou de repente, não sabendo lidar com a situação.
Sulli era diferente das outras pessoas, o que a cada vez que se encontravam, a deixava ainda mais feliz por tê-la como amiga. Ao contrário dos outros, com ela Ailey não tinha vergonha de dizer as coisas sem que ficasse gaguejando. “É... talvez algumas coisas tenham... acontecido.” Por mais que quisesse falar tudo de uma vez, não queria despejar na garota toda a montanha russa de emoções que é a sua vida. Porém, falar sobre Digory era algo fácil. Um pequeno sorriso surgiu em seu rosto, em menção ao nome do garoto. “Estamos... bem. Muito bem, na verdade.” Parando para analisar a relação deles, Ailey percebeu que não tinha defeitos. “Isso é bom?” Fez a pergunta mais para si do que para a mais velha, já que a outra não podia ler seus pensamentos. A fitou com olhar de duvida e, quando chegaram ao local de destino, deixou que Sulli fizesse tudo, pois nunca tinha ido a um noraebang antes. Entraram na cabine escolhida e sentou no sofá, que era bastante confortável. “Escolhe você primeiro, unnie. Sou novata nisso tudo, não sei mexer nessas coisas.” Falou se referindo ao controle e tela. “Vamos fazer disso uma cerimonia de iniciação.”
ARCADE MEETINGS|| digory & ailey & jinju
dxgears:
“Eu não sei de onde veio essa força”, olhou para os braços pensativo, até que uma explicação estranha e engraçada passou pela sua cabeça e ele acabou a falando enquanto segurava o riso, “Acho que só fiz isso porque estava tentando te impressionar, quem diria que uma motivação dessas ajudaria. Devia ter te conhecido a mais tempo, eu seria um atleta profissional agora e provavelmente estaria treinando para as Olimpíadas”, riu soprado por algum tempo, mas logo se virou para o jogo e escolheu seus personagens. Seu cérebro logo tentou relembrar alguns movimento que conhecia de versões mais antigas do jogo, mas já que passara muito tempo sem praticar, acabara se confundindo e logo foi vencido pela habilidade súbita de Ailey dada pela típica sorte de principiante. “Só perguntando: se eu tivesse agora um jeito de nos teletransportar para Las Vegas e de nos tornar maiores de idade, você casaria comigo? Juro que eu pago por um Elvis dos bons que sabe tocar todos os clássicos”, passou os braços pela cintura da garota e se ajeitou para que pudesse abraçá-la por trás e lhe dar um beijo estralado na bochecha. Ele adorava quando Ailey provava que ele estava errado naturalmente, ela o fazia se sentir como um garoto normal e isso era maravilhoso. Teria ficado ali por mais tempo caso o jogo não tivesse iniciado outra batalha, e agora seria Ailey contra o sistema. “Como eu acabei de perder feio, vou ver se consigo ser útil ali, ok?”, apontou para o jogo de basquete a menos de dois brinquedos de distância, “Be right back”, deu beijo rápido no vão do pescoço da namorada e correu até o outro brinquedo.
Ter a sensação da bola de basquete contra suas mãos o fez ficar lento e nostálgico, então não conseguira outro feito surpreendente, mas sorrira com o seu desempenho. Entraria no time de basquete da escola caso ainda tivesse, mas sua única escolha era se contentar com a possibilidade que, talvez, pudesse fazer algo assim na faculdade. Seu celular vibrou antes que o jogo acabasse, mas como se não importava exatamente com o que estivesse fazendo ali, logo o atendeu e começou a andar em direção a Ailey. “Sim, noona, estou no fliperama”, passou a mão pelos cabelos e se encostou no jogo logo ao lado de Ailey, “Eu não preciso dos meus… Não, não aconteceu nada porque eu deixei meus óculos em casa”, bufou já entediado com a conversa, “Eu já consertei a máquina de qualquer jeito, trazer meus óculos não vai mudar isso”, enfiou a mão livre no casaco, “Eu fui liberado da aula de física”, ele olhou para Ailey e mordeu o lábio inferior aparentando estar nevoso. “Glass bead, você se importa se a minha versão maluca e sem noção de Aelin vier aqui? Não dá para impedir que ela venha a essa altura do campeonato, mas… ”, ele se virou para o telefone, já que o tom de voz da prima havia se elevado, “For fuck’s sake, dá para parar de surtar só porque a Ailey está aqui? Se vai vir, venha logo”.
Digory desligou o telefone e respirou tentando se acalmar. Antes, ele não acreditava no que se dizia sobre ter irmãs mais velhas, mas JinJu parecia se encaixar em todas as descrições mais estereotipas. Logo percebera que ainda nõa havia falado sobre JinJu para namorada e logo seus olhos se arregalaram. “Meus avós maternos e uma prima minha estão morando lá em casa agora. A JinJu noona é, basicamente, como minha irmã mais velha agora. Convivência demais piorou tudo, e o harabeoji meio que nos fez virar os guarda-costas um do outro. Ela é bem legal, só é meio maluca; é da mesma espécie da minha omma, basicamente. Eu acabei contando para ela sobre nós dois e agora ela está correndo até aqui porque ela quer te conhecer. Juro que eu só contei para ela porque, bem, sério, ela é a minha versão de Aelin agora. Desculpa por não ter falado sobre isso antes, é que muita coisa aconteceu de uma vez só desde aquele dia”, coçou a nuca nervosamente, mas logo se pôs a segurar a mão na namorada e fazer um pequeno carinho ali, “Me desculpa por não ter te contado antes”.
@jinjunism
Ela havia pegado o ônibus, apressada, para que chegasse lá e Digory ainda estivesse com Ailey. Não que ela adorasse estragar encontros, mas era sua chance de conhecer a tão famosa Ailey que conseguia mudar corações, então ela se permitiu ser egoísta apenas por aquela vez. E bem, Digory precisava dos óculos, e ela tinha certeza disso. Ou pelo menos se convencia por si só.
Desceu no ponto mais perto do fliperama, rumando até lá mais calmamente do que seu estado de espírito anterior. Não queria deixá-lo com vergonha ou coisa do tipo. Talvez só um pouquinho, mas não queria necessariamente passar vergonha pra isso. Encontrou-os não muito tempo depois, e Jinju não conseguiu segurar um sorriso largo para o casal. Finalmente, “o casal”. Um risinho soou baixo, como se fosse o ser mais diabólico da face da Terra.
“Ei, pombinhos! Yoohoo! Olha quem chegou.” Deu um oizinho, balançando o óculos do rapaz na outra mão. “Eu trouxe os óculos do Digory pra ele olhar pra essa carinha e poder acertar a sua boca na hora do beijo!” A diversão estava só começando.
A luta contra a máquina não foi nada fácil. Até que a derrota chegou e ela não quis mais brincar. Não que perder a tenha deixado chateada, mas porque queria ficar próxima de Digory, pois era mais divertido com ele. Antes que pudesse chegar até o namorado, notou que ele estava falando no telefone. Manteve distância o suficiente para não conseguir ouvir sua conversa. Não era do tipo que se metia na vida dos outros e não era agora que faria. Esperou que desligasse o aparelho e, quando foi até Dig, ele mandou tudo para cima dela. Seu cérebro pegou as partes mais importantes do que o outro estava falando: prima, mais velha, meio maluca, estava morando com ele e a caminho para encontra-los. Ailey por um minuto tinha esquecido de como respirava, o que era impossível, já que era algo automático. Seus olhos se fixaram em um ponto na camisa do mais velho, pensando no que nesse encontro poderia acontecer. “Acho que pelo um lembrete teria sido bom.” Não disse para ninguém em especial, apenas soltou a frase. Se ela quisesse a aprovação da ‘irmã’ de Digory, teria que estar preparada. No momento estava se controlando para ter um ataque de pânico.
Em algum lugar ao longe, conseguiu ouvir o barulhos dos sinos da porta da loja. Torcendo para que fosse um cliente qualquer, não ousou levantar os olhos para conferir. Só quando soube que a voz feminina estava se referindo aos dois, olhou para o lado e viu a garota parada próxima a eles. Sabia que naquele momento suas bochechas deviam ter ficado de rosadas para vermelho vivo. Se Ailey fosse uma avestruz, estaria de baixo da terra. "A-annyeonghasaeyo.” Fez o cumprimento que aprendera na Coréia, aproveitando para olhar direito para a prima de Digory. Parecia que ela havia saído de algum conto de fadas. Era simplesmente linda e seu cabelo loiro não deixava que ela desviasse o olhar. Se ela tivesse falado que vinha de uma terra distante, onde unicórnios, duendes e fadas existissem, provavelmente acreditaria. Virou-se para seu namorado, implorando por ajuda com os olhos. Não sabia o que falar, depois do comentário da outra. Dizer que o garoto nunca tinha errado seus lábios parecia vergonhoso e, provavelmente, ela estava brincando com os dois.
jupiterswhalien:
“Não precisa agradecer. V-Você também é? E-Eu achava que era a única da sala e que você já morava na Coréia a algum tempo Só mudei de colégio no meio do ano letivo porque eu e minha omma tivemos alguns… problemas”, MiHo hesitou em sentar-se perto da outra, mas acabou o fazendo, “O jogo é legal? Eu nunca usei isso. Tenho medo de ficar na outra realidade e nunca mais voltar. Black Mirror me deixou com esse medo. ”
“S-sou.” Riu um pouco nervosa. Era estranho, de um modo bom, estar dialogando com uma colega de classe, principalmente sendo uma novata. “P-parece que temos muito em comum.” Soltou um pequeno sorriso e não se importou quando a outra decidiu se aproximar. Pensou sobre o que tinha visto e balançou a cabeça. “Nem cheguei a jogar. De qualquer forma não saberia.” Estendeu o óculos pra ela, sem pensar duas vezes. Miho poderia saber mais sobre tecnologia do que ela. “P-pode tentar jogar, se quiser. Não vou deixar você ficar presa no jogo.”
blacklistedthings:
É um óculos bem bonito, né? Eu sou curioso também, meus dedos queriam pegar, mas acho que não sei… Mexer também.
Sim, sim. M-meu namorado iria gostar disso. Ele é-é apaixonado por tecnologia. V-você quer tentar? Acho que não tem problema.
jupiterswhalien:
Tem um botão do lado, um redondo.
E-Eu sou a aluna transferida, então, é, não se preocupe com isso.
Consegui! Gomawo, Miho-ssi.
S-sei como se sente, porque... também sou t-transferida. V-você veio de onde?
shxxsxwallflower:
Sentiria saudades da escola. Sim, foram tempos difíceis e boa parte dos seus colegas de classe só descobrira que ela existia depois de seu namoro rápido com DaeYeon, mas sentira falta daquele ambiente. A escola era um banco de impressibilidades que havia sido inspiração para várias de suas história, e agora ela seria presa à faculdade. “Ailey-ah”, chamou a garota assim que a viu passando por ela na hora da saída da escola, “Estou me sentindo nostálgica e com medo, me ajuda”, segurou o braço da mais nova e fez uma carinha de triste, mas logo essa expressão saiu. “Você pode sair comigo agora? Juro que não te sequestro por muito tempo. Acho que precisamos ser adolescentes normais por um tempo”, a garota invisível que facilmente era mal entendida lembrou-se dos clichês e pensou que poderia viver alguns deles naquele dia único, “Quer? Hoje é um dos meus últimos dias por aqui, sabe? E eu nunca… fiz essas coisas que as pessoas por aqui fazem, como ir a um noraebang”
O dia correu como todos os outros. Nada de diferente havia acontecido com Ailey. Fora a chamada da professora para continuar um texto, não tinha acontecido nada que a deixasse nervosa. Caminhava prestando atenção no chão, quando ouviu o seu nome. Pensava que se tratava da irmã, porém, não era a sua voz. Foi quando avistou a amiga mais velha que sorriu e se aproximou da outra. Fazia algum tempo que não se encontravam e estava contente por estarem juntas. “Unnie.” Sulli parecia a mesma de sempre, com toda a sua energia animada e descontrolada. Levantou as sobrancelhas diante da proposta. Na verdade, ela também nunca tinha ido e estava evitando ao máximo ir aquele tipo de lugar. Sou vergonha e timidez não eram compatíveis a karaokês. “Sulli-unnie... você... tem certeza de que quer ir? Eu sei que muitos fazem isso, mas... não acho que seja um lugar para mim.”
Riu fraco um pouco nervosa. Só conseguia cantar de baixo do chuveiro e apenas pequenos sussurros, com medo de que alguém do lado de fora escutasse. Imagina em uma cabine com o som no máximo. Suspirou pesado e a olhou, sorrindo. “’T-tá tudo bem. Podemos ir... se for rápido.” Falou com o braço cruzado com o da mais velha, deixando que ela mostrasse o caminho.
blacklistedthings:
Não! Eu não quis… Quer dizer, você pode pegar e tudo mais. Nem é meu, na verdade.
T-tudo bem. De qualquer forma, fui imprudente por achar que saberia mexer nesses óculos. P-poderia quebra-lo e não conseguir pagar o concerto, que deve ser uma fortuna.
alchemy from wonderland || digory&ailey
dxgears:
Digory arqueou uma das sobrancelhas não por atuação, mas por estar vendo aquele novo comportamento em Ailey. Ele sabia que era atuação, mas ver a namorada agindo daquele jeito era surpreendente. “Eu? Me machucar por sua causa?”, antes que ele pudesse fazer alguma coisa, talvez só mostrar o ‘poder especial’ do seu braço de metal, Ailey fez o ‘rosnado’ mais fofo da história que logo o fez sorrir como um bobo.
Ele balançou a cabeça e se aproximou de Ailey para que pudesse abraçá-la, “É arruinou, mas tudo bem. Você está bonita, sabia?”, escondeu o rosto entre os cabelos negros da namorada aproveitando seu perfume. Fora ali que uma ideia surgiu em sua cabeça. Suas mãos foram até a cintura da garota a segurando próxima de si. “Eu devia me vingar…”, sussurrou baixo o suficiente para que só os dois ouvissem. Então, quando percebeu que ela estava distraída, a empurrou de leve com o braço de metal fazendo que ela caísse sobre o seu braço esquerdo como o que acontecia em filmes antigos “Aprendi isso ontem. Graças a Mamamoo”, caso sua mãe visse aquela cena, ela pularia de alegria. Digory segurou a cintura da namorada e a beijou sem se importar muito com o tempo que levava. Então a ajudou a ficar em pé novamente e segurou sua mão com a mão normal, “Temos que ir, certo? Doces não irão ser pegos sozinhos. E, só avisando, isso”, ele usou a cabeça para gesticular para o braço de ferro, “É de fullmetal alchemist, mas eu estava com preguiça de fazer a fantasia toda, então virei um ciborgue steampunk. E sei que é não é uma fantasia tão legal quando a sua, desculpa”. Ele colocou as mãos dos dois no bolso do casaco e puxou Ailey gentilmente para que eles começassem a andar, “Escolhe uma mansão”
Sorriu sem jeito e retribuiu o abraço, colocando o rosto no pescoço do garoto. Era bom ter esses pequenos contatos com Digory. Todos os seus problemas podiam sumir, pelo menos por um tempo. Porém, quando o contato se tornou ainda mais próximo, Ailey segurou firme nas mangas da blusa dele. Não esperava tão ação, por isso ficou surpresa. Antes que pudesse gaguejar algumas palavras, sentiu os lábios do mais velho sobre os seus. Deixou ser beijada, sem excitar. Antes que desse por si, voltou para a posição anterior e fitou Digory. Riu, balançando a cabeça, e decidiu não reclamar que foi vergonhoso ou que estava tímida. Já estava na hora dela se acostumar com afetos. “Certo. Vamos pegar alguns doces!” Prestando atenção no braço mecânico, passou os dedos por ele e fez um sinal de aprovação. “Ficou perfeito. Melhor do que fazer toda a roupa. E, pode ter certeza, sua fantasia está muito melhor. A minha não tem nada de mais.”
Começou a andar ao seu lado, olhando para as casas a frente. A minoria parecia não ter entrado no espírito da data. “Vamos na que estiver acesa. Não quero ir na que não tiver doces, porque não gosto de fazer travessuras.”
blacklistedthings:
Porque você está com isso mesmo…?
E-eu só queria e-experimentar. N-não vou mexer mais. Mianhae.
yujinlies:
— É porque não está ligado, senhorita. Espera um pouco, eu vou ajeitar, viu? […] E agora? Consegue ver o menu do jogo?
O-okay. [...] Oh! Agora eu consigo ver!
E-e como eu faço pra selecionar?
jupiterswhalien:
Ah, Ailey-ssi, eu não acho que esteja ligado.
E-Eu sou a Go MiHo…somos da mesma sala.
E-e como liga isso?
A-annyeonghasaeyo, MiHo-ssi. A-acho que nunca conversamos.
ARCADE MEETINGS|| digory & ailey & jinju
dxgears:
Digory arqueou uma das sobrancelhas e olhou para a garota procurando indícios que aquela frase estava errada. Eles os achou rapidamente. “Está funcionando, não confia em mim?”, perguntou descontraidamente fazendo um gesto para que ela esquecesse a sua invenção por algum tempo. “Cach, seriously, Glass bead?”, ela realmente estava aprendendo com ele. Aquele gostinho estranho por desafios mesmo que fossem em momentos completamente aleatórios. Deu um sorriso aberto aceitando o desafio, mas logo que vira que despertara o desejo da garota pelo boneco do super herói, dera um tapa leve em sua face e escorregada a mão por seu rosto. “Sim, eu sei, but still..”, uma careta apareceu em seu rosto. Uma parte daquele ciúmes era uma pequena brincadeira, mas ele não conseguia negar que sentia certo desconforto ao pensar no super herói. “Ok, não me atrapalhe no pump it que eu ganho esse boneco para você”, era verdade, caso ele pegasse alguma das músicas das mais difíceis e não fosse atrapalhado, poderia conseguir mais do que o número necessário de fichas para aquele boneco. Quando Ailey tirou o capuz sobre a sua cabeça e fizera uma das cara de surpresa mais fofa que ele já ouviu falar, não pode fazer nada além de rir envergonhado. Uma das mãos fora direto para a nuca e a coçou como se fosse capaz de tirar a vergonha daquela forma. “Eu também fiz uma cara assim quando você fez…” levou a mão até a franja da garota, “Isso?”, riu soprado e tirou o cartão das mãos da garota, “Eu só pintei o cabelo, glass bead. Se eu fosse um imposto, eu te chamaria de glass bead? Básico de jogo de qualquer jogo que envolve mentira, confira as informações do seu adversário.Eu devia te ensinar a jogar pôquer”.
Digory dera um pequeno beijo na testa da namorada e se afastara direto para a máquina de teste de força. “Quer ou não quer esse boneco?”, tirou o martelo do apoio e ajeitou as mangas do casaco para que elas não o atrapalhassem, “É melhor se afastar”, Testou o peso do martelo algumas vezes e afastou da máquina o máximo que podia para acertá-la com toda a sua força. “I’m fucking asian Thor!”. Seus olhos logo foram para o medidor, “Glass bead, eu bati o recorde?”,perguntou sem entender como havia conseguido tal feito. Sabia que era forte, mas aquilo era quase exagero. As fichas começaram a aparecer em um número maior do que havia planejado, “Ok, parece que você está com sorte”, pegou o cartão e foi para uma das máquinas com um jogo de Marvel vs. DC, “O que acha?”, chamou a namorada com a mão e passou o cartão duas vezes para que fossem dois jogadores, “Vou te vencer com o Joker, você vai ver. Pode vir com o seu amado Iron Man que eu acabo com ele com uma boa dose de madness do Joker”
Deu uma olhada rápida para a máquina e balançou a cabeça. “Confio sim.” Estava estampado no rosto de Digory que ele não estava confortável com o Iron Man, mas era apenas um boneco. Não era como se Ailey fosse namora-lo e largar o outro. O pensamento de que o mais velho estivesse com ciumes verdadeiros fez o seu coração bater mais rápido. Ninguém nunca tinha tido aquele sentimento por ela. Tudo era muito novo, por isso não sabia como se comportar. Cruzou os braços e suspirou. Sua tática de desconcentra-lo teria que ser adiada, pelo menos até que conseguisse fichas suficientes para trocar. Passou os dedos pela franja, que estava precisando de manutenção. Não sabia que pudesse dar tanto trabalho conserva-la. “Mas não foi uma mudança tão radical quanto a sua.” Falou ainda olhando assusta e admirada para o cabelo cinza do mais velho. Digory continuava bonito, mas de um jeito diferente. Deu um pequeno sorriso e balançou os ombros. Desconfiar das pessoas nunca foi fácil para ela. Ailey é inocente e é difícil ver o lado ruim dos outros. “Eu seria terrivelmente péssima em pôquer. Não sei jogar sujo e sou facilmente enganada.” Riu, um pouco nervosa.
Se afastou lhe dando espaço, para evitar pequenos acidentes. Quando o martelo atingiu o alvo, Ailey tampou os ouvidos, por causa do barulho, e pulou de susto. Soltou uma gargalhada com o grito do namorado. Se o cabelo dele fosse loiro e tivesse olhos azuis, poderia chegar perto da afirmação. Se voltou imediatamente para o placar e... não podia acreditar no que estava vendo. “Você fez, realmente, isso?” Soltou a pergunta em irlandês, por acidente. “De onde veio tanta força?” Perguntou tirando as fichas da máquina, ainda surpresa. Sabia que Diggy era forte, mas a quebra do record foi um inesperado acontecimento. Levantou uma das sobrancelhas e aceitou o desafio. Estava confiante, apesar de nunca ter jogado aquilo. “Vou provar que o Iron Man é o melhor personagem para jogar e seu Joker vai ficar no chão.” Apertou starter e o jogo começou. Sua estratégia era manter uma sequência de botões para apertar, até descobrir o que cada um fazia. Mas o começo não estava sendo fácil, já que era uma novata. Então, desesperada por vitória, começou a mexer em todos os botões que tinha em sua frente, não se importando se estava usando sua força para fazer aquilo funcionar. Ao final do jogo, ela mesma não podia acreditar. Tinha conseguido finalizar e vencer. Com a expressão de surpresa misturada com felicidade, se virou para Digory e fez um tipo de dancinha da vitória. “Eu ganhei!” Gritou antes de se jogar nos braços do mais velho e lhe abraçar.
alchemy from wonderland || digory&ailey
dxgears:
Conseguiu disfarçar uma risada que quase escapara com um sorriso, então se colocou na frente da mais nova impedindo que ela passasse. “Você é de outro mundo, achou que encontraria esse mundo desprotegido?”, fingiu uma risada de escárnio então deu um passo na direção de Ailey fazendo que não houvesse muita distância entre os dois. “O que veio fazer aqui? Você nunca foi para nenhum lugar além do seu mundo normal e da Wonderland”, respirou fundo então mudou a sua expressão para uma pensativa, como se estivesse analisando a situação. “Existem outro alquimistas reais por aqui. Eles não perguntariam antes de fazer alguma coisa ‘feia’. É melhor você me falar. A rainha vermelha fugiu para cá atrás de doces e cabeças para serem cortadas, por acaso? Ou, talvez, seja um dos seus amigos malucos”
Soltou um suspiro e revirou os olhos, que não deve ter sido muito verdadeiro porque não fazia tal ação. Tudo pelo personagem. Digory estava levando a sério aquele joguinho, mas Ailey queria testar até onde ele iria coma encenação. “Saiba que nem sempre fui de Wonderland. Só entrei lá por acidente, mas ainda pertenço ao mundo real. E, acredite, se eu consegui sobreviver a rainha de copas, com certeza posso me virar por aqui, não acha?” Levantou uma de suas sobrancelhas e o olhou com ar de orgulho e segurança. Devia ser a primeira vez que estava agindo daquele jeito e, para ser totalmente sincera com ela mesma, Ailey não se sentia verdadeira. “Então é melhor ter cuidado comigo, ou você pode se machucar.” Tentou fazer um rosnado ameaçador, mas acabou saindo um miado fraco e manso.
Imediatamente colocou a mão na boca e olhou assustada para o namorado. Definitivamente a pequena não levava jeito para atriz. “Parece que estraguei todo o lance de Cosplay, nee?” Tirou a mão da boca e mordeu o lábio inferior.