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@dxgears-blog
phxenixhyun:
— É, ele é realmente bem barulhento.
Desculpa, então.
mikrosprinkipas:
Por que as coisas que você constrói dão erro ou explodem, hyung?
São só as que você vê, Siwon-ah. Porque, geralmente, eu deixo os protótipos finais em casa ou só os levo para as competições.
eviaulyanov:
Nunca se sabe, hm? Nem mesmo a ciência ou a religião pode provar o além, logo, ele pode ou não existir já que a única coisa que pode “prová-lo” é a filosofia. Você poderia ser meu experimento!
Nha, não faria isso com você, sua namorada provavelmente me mataria, então ficaríamos os dois no além.
Nem venha, não quero ser experimento para isso.
Ailey é inofensiva, e ela não faria isso comigo.
xyax:
‘ Hm, o que exatamente ele deveria fazer? ’
Banco de dados ambulante com inteligência artificial.
Por enquanto ele só é barulhento.
Eu estava tão envolvido na discussão mental que acontecia dentro da minha cabeça, mas o toque do seu celular me distraiu. Você não vai atender?
Só se for para jogar o meu celular fora dois segundos depois.
dxgears:
Sabe que se você me matar com esses doces vai perder seu tradutor preferido, certo?
Eu busco uma vidente e te contato do além.
Eu sou das ciências exatas, lembra? Esse tipo de coisa não funciona comigo, noona. Vai me matar mesmo assim?
Ei, não me olha como se eu fosse um punk e tivesse apanhando de alguém.
Não foi isso que aconteceu com você?
❛ — Agora pouco alguém literalmente veio até mim e perguntou quanto iogurte tinha no meu iogurte congelado. É tipo… tudo iogurte? Iogurte e gelo? ❜
Sinceramente, welcome to South Korea, onde tudo que você acha estranho é mais estranho do que você imagina.
Esses doces são russos; não se preocupe, não tem nada de “russo” nele, é só bala de goma… Ou não, você só saberia depois de experimentar. Que tal?
Sabe que se você me matar com esses doces vai perder seu tradutor preferido, certo?
Não se preocupe, ele não é um robô assassino. Ele só é barulhento.
Tenho que dar um jeito nele, um segundo.
I WILL MISS YOU || JINJU & DIGORY
@jinjunism
Digory pegou a última mala com a canhota com facilidade e a encaixou no porta malas. Por alguns segundos olhou para lá se perguntando como aquele espaço estava guardando todas as coisas da prima, mas logo soube que o motivo de tal indagação era outro. Ele e a prima estavam mudando de ‘estado’; virariam universitário em poucas semanas. Contudo, JinJu decidira que era a hora de sair de casa. “Ajeitei tudo”, ele falou sério assim que sentiu alguém colocando a mão em seu ombro, “Já pode ir. Se esse carro aguentar mesmo a viagem”
A mochila cheia dos seus principais pertences estava pendurada em um dos ombros, pesando bem menos do que a despedida. Já havia deixado os avós, a tia e os gêmeos lá dentro da casa, preenchidos cada vez mais por aquela saudade antecipada. Vendo Digory parado atrás de seu carro, levou a mão até seu ombro, em um agradecimento pela ajuda. O riso, meio soprado meio chateado, fora inevitável; parecia que eles estavam querendo amenizar o fato de que ela passaria um bom tempo longe dele, e eles se veriam com bem menos frequência. “Você nunca vai me perdoar por isso?” Perguntou, em brincadeira. A mão agora nos cabelos do primo, em um carinho meio bagunçado. “Não é uma despedida, vamos nos ver muitas vezes. Prometo.” A ex-loira, agora castanha, abraçara o mais alto com força, como se aquilo fosse valer por pelo menos os dois primeiros meses.
“O carro, ou o fato que você está fugindo de mim só porque quer arranjar um namorado estranho e cheio de piercings na boca e sabe que eu mataria qualquer idiota que se aproximasse de você?”, Lá no fundo, mesmo que nunca tivesse admitido, Digory sente se sentira sozinho. Por um bom tempo da sua infância ele desejara algum irmão. E quando conseguira uma ‘cópia’ disso, estava tendo que deixá-la ir. “Eu vou te visitar lá”, falou em meio ao abraço, “A KAIST não fica tão longe da sua faculdade, e eu sei que o harabeoji está planejando me dar um carro mesmo que eu não tenha idade para dirigir nesse país. E eu sei que você vai me ligar chorando quando esse carro quebrar”, riu soprado contra os cabelos da prima, “E a gente também meio que se parece de cabelo escuro”, ele se separou só para guardar aquela imagem na cabeça. Saíra do seu país natal sem nenhum motivo para despedidas, então nunca imaginara que viveria isso ali, no lugar que havia virado sua casa. “Eu vou sentir sua falta, Pearl noona”
I WILL MISS YOU || JINJU & DIGORY
@jinjunism
Digory pegou a última mala com a canhota com facilidade e a encaixou no porta malas. Por alguns segundos olhou para lá se perguntando como aquele espaço estava guardando todas as coisas da prima, mas logo soube que o motivo de tal indagação era outro. Ele e a prima estavam mudando de ‘estado’; virariam universitário em poucas semanas. Contudo, JinJu decidira que era a hora de sair de casa. “Ajeitei tudo”, ele falou sério assim que sentiu alguém colocando a mão em seu ombro, “Já pode ir. Se esse carro aguentar mesmo a viagem”
alchemy from wonderland || digory&ailey
fairyxailey:
“Então não vou discutir.” Foi tudo o que disse sobre o assunto, dando o como encerrado, mesmo que ainda se sentisse um pouco tímida.Continuou a caminhar em direção a alguma das casas que estavam com enfeites assustadores. Quando a porta da mansão de onde Digory a levou se abriu, nem precisou dizer nada, já que o namorado falou a famosa frase “Gostosuras ou travessuras”, mesmo que meio sem jeito. Aceitou os doces e foram embora, seguindo a trilha de mansões que variavam de assustadoramente enfeitadas e desastrosamente bagunçadas por causa das brincadeiras. “É um risco que eles correm. Todo mundo sabe que se deve da doces no Halloween.”
Depois de passar em outra casa, percebeu que, como sua cesta era pequena de mais, já estava começando a transbordar de guloseimas. Não que isso fosse problema. Poderia deixar em casa e ir caçar mais. “Sim, eu vejo muito as pessoas comendo isso na televisão. Mas nunca comi.” Pegou um e comeu, fazendo um som de aprovação quando sentiu o gostinho doce do chocolate. Era maravilhoso. Podia sentir seus olhinhos brilharem com a possibilidade de mais doces, que era sua paixão. Mas diante da possibilidade de conhecer a mãe de Digory, a garota parou de andar e o olhou assustada. Não via a mulher desde do dia em que prenderam o pai de garoto. Nem mesmo sabia como ela estava. “Tem… certeza de que eu posso ir? Você… acha que ela vai gostar de mim?” Era ridículo, mas estava nervosa pelo fato de conhecer sua… sogra.
“Você realmente acha que existe a mínima possibilidade dela não gostar de você?”, Digory olhou para a garota completamente surpreso por ela se perguntar aquilo, contudo ele sabia que aquilo era um dos motivos por trás do seu amor completamente irracional pela garota; Ailey era cuidadosa, e por isso cuidava dele na escola e de todos ao seu redor. E fora por isso que ela o salvara. Por impulso de aproximou da garota e roubou um rápido selinho dela por constatar que fora por momentos como aquele que se apaixonara por ela e segurou sua mão mais forte para que ela soubesse que ele estava ali ao seu lado. “Tem horas que você me obrigada a falar coisas de filme, sabia?”, ele riu baixinho, enquanto os guiava discretamente até sua casa. “Ela já te chama de ‘anjinho que meu filho levou para um baile’ por causa do aconteceu. Na verdade, eu acho que se ela demorar mais tempo para te conhecer, eu corro risco de vida, porque ela te agradecer”, ele levou a mão da garota até os lábios e a beijou. “Não tem como eu e ela não amarmos nossa heroína”, falou quando viu os primos correndo em sua direção já que haviam o visto de longe, “Eu vou estar bem do seu lado. E, se ela chorar, não precisa se assustar”.
Caminharam mais um pouco antes dos pequenos pararem a sua frente e analisarem a situação. JeongGun e YoonGuk poderiam ter seis anos, mas, tendo o fato que eles estava sendo fortemente influenciados por Digory, eles entendiam uma situação rapidamente. “É você a noona de quem o hyung fala tanto?”, JeongGun falou puxando de leve o vestido de Ailey para que ela olhasse para ele. Digory tem um olhar julgador para os dois, então os gêmeos de alinharam um do lado do outro para se apresentarem a Ailey, “Eu sou o JeongGun e eu sou o YoonGuk”, a fala dos dois se misturou ao tanto que nem mesmo Digory fora incapaz de distinguir quem havia falado o que. Ele se abaixou perto dos mais novo para que pudesse falar com eles, “O nome da noona é Ailey. Ela é a namorada do hyung, então a tratem como se ela fosse da família, ok?”. Os dois assentiram com a cabeça e esticaram os braços oferecendo um abraço para a mais velha. Digory sorriu ao ver que os três se abraçando mesmo que timidamente.
Os gêmeos se ofereceram para acompanhá-los até a casa, mas Digory não imaginava que eles anunciaram Ailey como sua namorada para todos dentro da casa e pessoas do lado de fora. “Omma!”, gritou logo em seguida para chamar a atenção da sua matriarca, “Can we talk? You, me and Ailey?”. Digory viu que sua mãe estava em choque por causa da notícia, então resolveu levar as duas até a piscina onde tudo poderia acontecer sem a intervenção de outras pessoas. Para sua surpresa, sua mãe já estava aos prantos quando chegaram lá, e ele, por impulso, a abraçou com o seu braço livre, “Hey, what’s wrong?”, ele perguntou já preocupado com o que havia acontecido. O olhar de LiJae passou por ele e Ailey, então notou que os dois haviam permanecido de mãos dadas. Ela respirou fundo algumas vezes até que conseguisse se acalmar. “Então você está namorando a anjinho? Isso são lágrimas de alegria, meu filho”, ela não conseguiu evitar o sorriso que aparecera com as lágrimas, e, logo em seguida, se aproximara do jovem casal para dar-lhes um beijo em suas testas. “Finalmente alguém laçou você, hein? Eu pensava que ia ser mãe de um solteirão que construiria uma namorada robô”, ela brincou segurando um dos braços de Ailey. “Obrigada, querida, por tudo isso”, ela apontou diretamente para Digory sem se importar com a cara de ultrajado que ele havia feito com o gesto, “Ele descobriu a felicidade quando conheceu você, sabia? Só não lhe falou isso ainda porque garotos...”
ARCADE MEETINGS|| digory & ailey & jinju
fairyxailey:
jinjunism:
Ela havia pegado o ônibus, apressada, para que chegasse lá e Digory ainda estivesse com Ailey. Não que ela adorasse estragar encontros, mas era sua chance de conhecer a tão famosa Ailey que conseguia mudar corações, então ela se permitiu ser egoísta apenas por aquela vez. E bem, Digory precisava dos óculos, e ela tinha certeza disso. Ou pelo menos se convencia por si só.
Desceu no ponto mais perto do fliperama, rumando até lá mais calmamente do que seu estado de espírito anterior. Não queria deixá-lo com vergonha ou coisa do tipo. Talvez só um pouquinho, mas não queria necessariamente passar vergonha pra isso. Encontrou-os não muito tempo depois, e Jinju não conseguiu segurar um sorriso largo para o casal. Finalmente, “o casal”. Um risinho soou baixo, como se fosse o ser mais diabólico da face da Terra.
“Ei, pombinhos! Yoohoo! Olha quem chegou.” Deu um oizinho, balançando o óculos do rapaz na outra mão. “Eu trouxe os óculos do Digory pra ele olhar pra essa carinha e poder acertar a sua boca na hora do beijo!” A diversão estava só começando.
A luta contra a máquina não foi nada fácil. Até que a derrota chegou e ela não quis mais brincar. Não que perder a tenha deixado chateada, mas porque queria ficar próxima de Digory, pois era mais divertido com ele. Antes que pudesse chegar até o namorado, notou que ele estava falando no telefone. Manteve distância o suficiente para não conseguir ouvir sua conversa. Não era do tipo que se metia na vida dos outros e não era agora que faria. Esperou que desligasse o aparelho e, quando foi até Dig, ele mandou tudo para cima dela. Seu cérebro pegou as partes mais importantes do que o outro estava falando: prima, mais velha, meio maluca, estava morando com ele e a caminho para encontra-los. Ailey por um minuto tinha esquecido de como respirava, o que era impossível, já que era algo automático. Seus olhos se fixaram em um ponto na camisa do mais velho, pensando no que nesse encontro poderia acontecer. “Acho que pelo um lembrete teria sido bom.” Não disse para ninguém em especial, apenas soltou a frase. Se ela quisesse a aprovação da ‘irmã’ de Digory, teria que estar preparada. No momento estava se controlando para ter um ataque de pânico.
Em algum lugar ao longe, conseguiu ouvir o barulhos dos sinos da porta da loja. Torcendo para que fosse um cliente qualquer, não ousou levantar os olhos para conferir. Só quando soube que a voz feminina estava se referindo aos dois, olhou para o lado e viu a garota parada próxima a eles. Sabia que naquele momento suas bochechas deviam ter ficado de rosadas para vermelho vivo. Se Ailey fosse uma avestruz, estaria de baixo da terra. “A-annyeonghasaeyo.” Fez o cumprimento que aprendera na Coréia, aproveitando para olhar direito para a prima de Digory. Parecia que ela havia saído de algum conto de fadas. Era simplesmente linda e seu cabelo loiro não deixava que ela desviasse o olhar. Se ela tivesse falado que vinha de uma terra distante, onde unicórnios, duendes e fadas existissem, provavelmente acreditaria. Virou-se para seu namorado, implorando por ajuda com os olhos. Não sabia o que falar, depois do comentário da outra. Dizer que o garoto nunca tinha errado seus lábios parecia vergonhoso e, provavelmente, ela estava brincando com os dois.
“Mian”, ele se aproximou da namorada para um leve beijo sobre sua testa, já que sabia o quanto, só a notícia, poderia estar a deixando nervosa. Estava desejando dar um soco em si mesmo por causa desse erro, mas ele sabia que não tinha muita culpa, já que até esquecera de falar sobre seu aniversário com a garota. Assim que a prima se aproximou dos dois e soltou um suspiro pesado e bateu a palma da mão livro contra o rosto, “Eu não disse para pegar leve, noona?”, ele soltou a mão da namorada e logo pôs o braço sobre seus ombros de forma protetora. Ela estava praticamente lhe implorando por ajuda com o olhar, então fez logo o que poderia fazer e a protegeu em seus braços.
Ele estendeu o braço livre para a prima, para que ela lhe desse os seus óculos e logo os colocou habilmente usando só uma mão, “Feliz?”, perguntou virando o rosto para prima tentando manter uma expressão séria, mas era óbvio que ele estava feliz por ter duas pessoas com que ele se importa tanto no mesmo recinto. “Oficializando, noona, essa é a Ailey, minha namorada; Ailey, essa é a maluca de quem eu não tive tempo de te falar sobre, mas eu juro que ela não é tão ruim quanto parece”, fez um pequeno riso já que queria provocar a prima, como uma pequena vingança pelo o que ela havia falado. “Noona, quer ajudar a gente conseguir aquele boneco de Iron Man no balcão dos prêmios para a Ailey, ou vocês duas querem ir comer? Posso conseguir o resto das fichas no pump it, Glass bead, vocês que decidem”