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@falcificado-blog
E um dia nós acostumamos com todos os desafetos, enganos e desenganos que vivemos ao longo da vida. Acostumaremos com aquele enorme vazio no coração de um melhor amigo que nos deixara para trás. Vamos nos acostumar com os clichês pessimistas como nada é para sempre ou tudo que nasce morre.Vamos passar a acreditar em tudo aquilo que teimamos não acreditar por puro medo. Vamos nos acostumar com tudo isso, porque a vida não é só coisas boas meu caro, vamos nos acostumar não porque deixou de doer ou porque deixamos de amar, até porque a vida segue e nada é para sempre.
Você sabe do que eu to falando, meu caro - Manu Andrada (via destin4da)
Era um fim de tarde entre o Natal e o Ano Novo e caía uma chuva fininha que não dava trégua, como acontece no inverno de Paris. O Boulevard St. Germain estava todo iluminado e as vitrines eram uma verdadeira festa. Um casalzinho jovem parou diante de uma delas para olhar. Era evidente que eles vinham de uma cidade pequena para passar o fim de ano em Paris. Todo mundo andava rápido para não se molhar, mas eles nem ligavam, tão embevecidos estavam com o que viam. Detalhe: a loja era de roupas e acessórios e na vitrine não havia o preço de nada. Depois de conversarem muito tempo, baixinho, eles enfim entraram; entraram, veio a vendedora, a moça pediu para ver uma das echarpes e procurou um espelho para observar como ficava. A vendedora foi junto e houve uma longa sessão em que foram mostradas as diversas formas de usar uma echarpe: fazendo duas voltas em torno do pescoço e deixando as pontas nas costas; dando um nó do lado e jogando uma ponta para a frente e a outra para trás; sobre a cabeça, cruzando na parte da frente do pescoço; enrolada na alça da bolsa; por dentro do casaco; e as mil outras que todas as mulheres já nascem sabendo – como ela. Mas eles deveriam estar de acordo, os dois, para que a compra fosse feita. Estava claro que eram casados fazia pouco tempo e se amavam. Detalhe: em países ricos, como a França, a compra de uma echarpe é uma coisa banal e rápida – e aquela nem custava muito caro –, mas para o jovem casal, percebia-se, era uma transação importante. E uma mulher que ama não faz uma compra dessas sem saber a opinião do marido. A vendedora foi atender outro tipo de cliente, aquela que em um minuto decide se compra ou não; se sim, tira o cartão de crédito, paga e sai. Mas o casal tinha todo o tempo do mundo e trocava ideias sobre se devia ou não levar a echarpe. Afinal, estavam em Paris e provavelmente aquele seria o presente de viagem dele para ela. A vendedora percebeu que devia deixá-los em paz e eles olharam a loja inteira – sempre com a echarpe na mão. Ela voltou para a frente do espelho – com ele ao lado –, fez mais algumas experiências de como poderia usá-la, os dois se olharam e tomaram a decisão: iam comprar. Procuraram a vendedora e ele – ele – disse que haviam resolvido. A echarpe foi embrulhada em papel de seda e colocada numa sacola de papel grosso, e não na costumeira sacola vermelha de tecido com o logotipo da loja, para ser protegida da chuva. A conta foi paga com cartão, e na hora de ir embora a moça perguntou baixinho à vendedora se não poderia botar dentro da sacola de papel a sacola de algodão vermelho para levar de recordação – o que foi feito. Eles saíram debaixo da chuva, que caía um pouco mais forte, de mãos dadas, mais felizes do que se tivessem comprado o mais valioso diamante da mais luxuosa joalheria da cidade, e quem acompanhou tudo teve um pequeno aperto no coração e uma inexplicável e rápida vontade de chorar. Gente simples, ingênua e feliz às vezes provoca mesmo essas reações bobas.
Danuza Leão (via a-mahr)
Deus, te peço, me deixa ser feliz hoje e amanhã e depois e depois.
Clarissa Corrêa. (via gramaticas)
Não choro porque sou fraco. Choro por necessidade, choro na intenção de que a dor saia de mim, mesmo que seja em forma de lágrimas.
Querido John. (via gramaticas)
Dentro da igreja, ajoelhe-se. No estádio de futebol, grite pelo seu time. Numa festa, comemore. Durante um beijo, apaixone-se. De frente para o mar, dispa-se. Reencontrou um amigo, escute-o. Ou faça de outro jeito, se preferir: dentro da igreja, escute-o. Durante um beijo, dispa-se. No estádio de futebol, apaixone-se. De frente para o mar, ajoelhe-se. Numa festa, grite pelo seu time. Reencontrou um amigo, comemore. Esteja, entregue-se.
Martha Medeiros. (via revulsivo)
As vezes te odeio por quase um segundo depois te amo mais teus pelos, teu gosto, teu rosto, tudo tudo que não me deixa em paz.
Cazuza (via gramaticas)
Já percebeu que quase tudo começa por uma brincadeira?
— Você só pensa em sexo — Não penso só em sexo… Eu penso em você — Que fofo amor — Sexo com você, agora topa amor ?
Sexo, amor, você. (via gramaticas)
Segue meu tumblr? To seguindo o seu.
Ok, seja bem vinda.
Eu já pedi tanto em oração, que as portas do seu coração, se abrissem pra eu te conquistar.
Pensando em você (via prestigiador)
“Ia te contar o quanto gosto de você, mas mudei de ideia no caminho. Aproveitei, e mudei o caminho também.”
Soulstripper. (via moleque-skatista)